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Post Original de BARROS e qual é a lógica dos ciclones extratropicais, como o que está causando ventos de 100km horários, inundações e estragos no sul do Brasil? |
A lógica é a mesma dos nossos ciclones extra tropicais no Atlântico norte, são depressões com a mesma génese em latitudes médias, nem são ciclones polares nem tropicais, por vezes (muito raro) podem adquirir características tropicais sendo chamados de subtropicais, depressões híbridas que apresentam algumas características tropicais mantendo no entanto outras características frontais/extratropicais.
Algumas vezes estas depressões/ciclones extra tropicais passam por um processo de cavamento profundo (ciclogénese explosiva) gerando ventos muitos fortes e destruidores com a intensidade ao nível de ciclones tropicais/furacões de catergoria 1 ou 2, embora com um perfil e distribuição de ventos diferente daquele que se encontra num ciclone tropical.
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Extratropical cyclones, sometimes called mid-latitude cyclones, are a group of cyclones defined as synoptic scale low pressure weather systems that occur in the middle latitudes of the Earth having neither tropical nor polar characteristics, and are connected with fronts and horizontal gradients in temperature and dew point otherwise known as "baroclinic zones".[1] Extratropical cyclones are the everyday phenomena which, along with anticyclones, drive the weather over much of the Earth, producing anything from cloudiness and mild showers to heavy gales and thunderstorms. http://en.wikipedia.org/wiki/Extratropical_cyclone |
No Atlântico Sul afectam mais frequentemente a Argentina do que o Brasil, tal como aqui afectam mais a Irlanda e ilhas britânicas do que Portugal, mas quase todos os anos acaba por haver algum que afecta também o Brasil de forma mais ou menos importante como foi o caso deste, agora mais a norte e próximo da costa brasileira. Curiosamente nós em Portugal também tivemos uma depressão (Balduína) destas mais a sul e em cima do noroeste da península embora sem consequências graves como foi agora no Brasil. São raras mas lá vão ocorrendo de vez em quando.
O Eugenio Hackbart da
Metsul fala disso mesmo na sua coluna de jornal que tem aí no Brasil
http://www.metsul.com/blog/