Avião da Air France com 231 pessoas a bordo desaparece dos radares

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por Gerofil 1 Jun 2009 às 12:24.

  1. Snifa

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    Só não se entende como afirmam num dia que os destroços são do Airbus e no dia seguinte já não são....:disgust:

    Se não teem certezas não afirmem!:disgust:

    Isto para mim só aguça ainda mais o mistério..... para um avião relativamente grande ....nesta altura não era já de se terem encontrado alguns destroços? Não estamos a falar propriamente de uma avioneta....

    Uns dizem que os destroços são de um barco....outros de outro avião....:huh:

    enfim grande confusão que para aqui vai....:disgust:

    Tanta contra informação neste assunto...:disgust:
     
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  2. algarvio1980

    algarvio1980
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    O enigma continua se ontem os destroços eram do Airbus, hoje já não são:confused:, desde de 2ªfeira que o mistério e o drama deste voo continua, mesmo muito estranho, uma tragédia que impressiona e ao mesmo tempo causa emoção porque a principal razão é: Onde se encontra o avião? Resposta: Algures no Atlântico.:confused:
     
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  3. Snifa

    Snifa
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    "Incoerência" nas velocidades medidas pelo Airbus A330

    09h46m

    (Em actualização) - Dados preliminares do inquérito adensam o mistério sobre o desparecimento do voo AF 447, com 228 pessoas a bordo.

    Os resultados preliminares ao desaparecimento do Airbus A330-220 da Air France mostram uma "incoerência" na medição das velocidades fornecidas pelo avião.

    O anúncio foi feito há poucos instantes pelo “Bureau d'enquêtes et d'analyses” (BEA), que está a proceder ao inquérito sobre o desaparecimento do voo 447 da Air France, na noite de domingo para segunda, na viagem entre o Rio de Janeiro e o Brasil.

    Segundo uma fonte da BEA, citada pela Agência France Press, foram detectadas "incoerências" entre os dados apresentados nos "vários instrumentos de medição de velocidade" de que dispõe o Airbus A330-220.

    A revelação da BEA ajuda a adensar o mistério do desaparecimento do Airbus A330-220 da Air France, horas depois de a Marinha do Brasil adiantar que os destroços encontrados não são do avião desaparecido de domingo para segunda. "Até agora, nenhuma peça do avião foi recuperada, declarou o director do departamento de controlo do espaço aéreo brasileiro, Ramon Cardoso.

    "É evidentemente uma má notícia, porque preferíamos que fossem do avião e que tivéssemos informações", admitiu o secretário de Estado dos transportes francês, Dominique Bussereau, à rádio RTL.

    Fonte:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1254755

    Detectadas nuvens de 14 a 18 quilómetros na rota do Airbus A330 da Air France

    11h23m
    Augusto Correia

    A BEA pretende cessar com especulações e acrescenta que há, apenas, um outro dado confirmado: "a presença junto à rota planeada dos aviões sobre o Atlântico de importantes características da célula convectiva das regiões equatoriais".

    "Tratam-se de nuvens que originam grandes instabilidades, com movimentos caóticos ascendentes e descendentes", explicou ao JN Fernando Rei, do Centro Meteorológico para a Aeronáutica, no Aeroporto de Pedras Rubras, em Lisboa. "Tratam-se de nuvens que podem chegar a ter 14 a 18 quilómetros de altura, que se caracterizam por movimentos verticais, tanto para cima como para baixo", adiantou aquele especialista.

    Fernando Rei admite que a passagem por uma nuvem destas poderia originar problemas no Airbus A330. Embora admita "a possibilidade" de as tais células convectivas terem contribuído para o desastre, aquele especialista lembrou que os aviões dispõe de informações de radar sobre o tempo e, por norma, "tentam desviar-se" desses fenómenos, que podem ser comparados a minitornados.

    http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1254755
     
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    #33 Snifa, 5 Jun 2009 às 10:57
    Última edição: 5 Jun 2009 às 11:40
  4. Mário Barros

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    Furacão

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    Por mais que procurem, por mais que vasculhem, não me parece que encontrem nada, penso que o avião estará desparecido para sempre...:rolleyes: :confused:
     
  5. Gerofil

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    Clima pode ter provocado falha de sensores do Airbus A330

    Continuam as investigações sobre o que teria ocorrido com o voo desaparecido 447 da Air France, com 228 passageiros, e que partiu no último domingo, 31, do Rio de Janeiro com destino a Paris. As hipóteses estão ligadas ao clima da região. Na rota prevista entre o Rio de Janeiro e Paris, havia "importantes células de convecção, características das regiões equatorianas" em referência às intempéries dessa zona sobre o Oceano Atlântico, disse o Organismo de Investigação e Análise (BEA, na sigla em francês).
    A partir de análise de mensagens automáticas transmitidas pelo avião, se produziu uma "incoerência entre as diferentes velocidades medidas" nas quais voava a aeronave. Esses sinais demonstram que o clima pode ter tido uma influência decisiva no sumiço do Airbus A330. A existência de uma zona de turbulências associada à essas condições próprias da região e de tormentas foi mencionada desde o começo que se tem notícias do desaparecimento do avião da Air France, no qual viajavam 228 pessoas.
    Sensores - Na França, os investigadores que tratam de determinar porque o voo 447 da Air France se partiu em uma violenta tormenta sobre o Atlântico estudam a possibilidade de que os sensores de velocidade ou um instrumento externo chave para detectá-lo tenham falhado, disseram na quinta-feira funcionários da companhia. Dois empregados próximos à investigação disseram à Associated press que estudam a possibilidade de uma sonda externa que mede a pressão do ar possa haver congelado. A sonda transmite informação aos computadores a borda que estes usam para calcular a velocidade do ar e altitude. Outra possibilidade é o que os sensores dentro da aeronave que leem a informação tenham falhado.
    Se os instrumentos não estavam enviando informação precisa, o avião poderia haver voado a uma velocidade excessiva ou muito lenta quando entrou na turbulência por causa de uma passagem de tormentas elétricas, segundo disseram os funcionários. Os meteorologistas disseram que o avião da Air France entrou em uma tormenta não usual com correntes ascendentes de 161 quilômetros por hora que atuavam como um aspirador, absorvendo água do oceano. A incrível umidade do ar ascendeu até a altura do avião, onde rapidamente se congelou em temperaturas negativas, abaixo de zero. As correntes ascendentes haviam criado uma turbulência perigosa.
    O sistema computadorizado do avião falhou no final, e provavelmente o avião se despedaçou no ar para logo cair no oceano Atlântico no voo do Rio de Janeiro a Paris no domingo, 31 à noite.

    Estadão.com.br

    Equipamento de emergência gera eletricidade para sistemas básicos

    Apesar do nome assustar, uma pane elétrica não é ameaça para a segurança de um voo. Isso se deve, principalmente, a um sistema de emergência chamado “RAT”, que gera energia para manter as funções básicas de uma aeronave. Por isso, uma pane do tipo, sozinha, não seria suficiente para causar o acidente com o avião da Air France que caiu no oceano Atlântico.
    "RAT” é sigla para “Ram Air Turbine” – algo como “turbina movida à força do ar” em inglês. O equipamento é obrigatório em todas as aeronaves de grande porte e funciona como um sistema terciário de geração de energia. “Quando ocorre uma pane do sistema elétrico principal, a aeronave passa a tirar energia de baterias auxiliares, que duram cerca de meia hora. Quando esse tempo acaba, entra em ação o RAT”, explicou ao G1 Hamilton Munhoz, piloto de jatos comerciais e executivos.
    O dispositivo pode ser acionado de duas maneiras, dependendo da aeronave: automaticamente, quando detecta a falta de eletricidade; ou mecanicamente, pelo piloto na cabine. Uma falta de eletricidade pode ocorrer por vários motivos: desde uma pane do computador de bordo até falta de combustível ou perda das turbinas principais.
    Uma vez acionada, a força do ar movimenta as hélices da turbina, que, por sua vez, gera energia para os sistemas essenciais. “O RAT vai apenas manter os sistemas principais: a instrumentação e a comunicação. Ar-condicionado, luz na cabine e outras coisas do tipo são desligadas”, afirma o professor de engenharia aeronáutica da USP Fernando Catalano.
    Com o RAT em ação, o piloto precisa diminuir a velocidade da aeronave, por dois motivos. O primeiro é para não quebrar o dispositivo. “É uma peça pequena. Se o avião estiver em uma velocidade muito alta, vai gerar muito arrasto”, diz Catalano. O segundo é por que o avião precisa planar. Para isso, o piloto vai desacelerar até chegar a uma velocidade ideal que o permita voar até um ponto em que possa pousar.
    Acidentes - O RAT ajudou o piloto americano Chelsey Sullenberg a pousar com segurança um Airbus A-320 no rio Hudson, em Nova York, em janeiro deste ano. Na ocasião, a aeronave colidiu com pássaros, que destruíram as turbinas da aeronave. Sem turbina, além da falta de propulsão, ocorreu falta de energia. O RAT foi acionado e recuperou o sistema de navegação e comunicação para o piloto, que foi capaz de descer a aeronave em segurança, sem perder nenhum passageiro.
    Outros dois casos famosos de acidentes evitados pelo RAT ocorreram com companhias canadenses. O primeiro foi em 1983, quando cálculos errados fizeram um Boeing 767 ficar sem combustível no meio do voo. O piloto foi capaz de planar até uma pista desativada, onde pousou sem causar ferimentos graves em nenhum passageiro.
    O segundo, em agosto de 2001, envolveu um Airbus A-330, como o da Air France. Um vazamento de combustível fez a aeronave enfrentar uma pane seca no meio do Atlântico. Com a ajuda do RAT, o piloto planou por quase 160 quilômetros e fez um pouso forçado em Portugal.
    No caso do acidente com o avião da Air France, não se sabe se o RAT chegou a ser acionado após a pane elétrica. Essa e outras informações sobre as causas da queda só poderão ser descobertas quando, e se, as caixas pretas forem encontradas.

    G1

    Airbus enviou recomendações a seus clientes sobre velocidade de aviões

    A Airbus enviou na madrugada de quinta para sexta-feira uma recomendação a todos os seus clientes sobre os procedimentos a serem adotados em caso de incoerências nas velocidades medidas, após o acidente do voo AF447 Rio-Paris, indicou um porta-voz da empresa à AFP. Esta recomendação, chamada no jargão aéreo "telex de informação sobre acidente" (Accident Information Telexes, AIT), foi autorizada pelo Escritório de Investigação e Análise francês (BEA), encarregado da investigação técnica do desaparecimento do A330 da companhia Air France, destacou.
    Esta mensagem foi enviada a todos os tipos de aviões fabricados pela Airbus e não apenas para os A330. Estes AIT são clássicos em caso de acidente, são recomendações dirigidas aos pilotos sobre os procedimentos a seguir em determinadas circunstâncias, descritos no manual de referência dos aviões. Neste AIT, a Airbus confirmou que o A330 enfrentava turbulências extremas, que enviou várias mensagens de falhas ao centro de manutenção da Air France e que havia uma incoerência das velocidades medidas.
    Estes são os únicos elementos estabelecidos pela BEA a esta altura da investigação sobre o Airbus da Air France que desapareceu com 228 pessoas a bordo na noite de domingo segunda-feira no Oceano Atlântico.

    Último Segundo
     
  6. Agreste

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    Penso que podemos por de parte a questão das condições meteorológicas e talvez o mais acertado seja concentrar a atenção no comando do comandante da aeronave e nas próprias condições de voo da aeronave. No final nada mais vai sobrar do que erro humano associado com falha da máquina...:rolleyes:
     
  7. Gerofil

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    Air France decide trocar sensores de velocidade dos jatos

    A Air France enviou nesta sexta-feira (5) um memorando a seus pilotos dizendo que a companhia está substituindo os sensores de velocidade de todos os seus jatos da Airbus de média e longa autonomia de voo. A empresa estima que terminará a troca dos instrumentos, conhecidos como tubos de Pitot, "nas próximas semanas". A companhia não quis comentar o memorando, justificando que o documento é apenas para os pilotos.
    Já a Airbus disse que o assunto faz parte da investigação sobre o desaparecimento do Airbus 330 que fazia o voo AF 447 de Rio/Paris com 228 pessoas a bordo, no último domingo.
    Uma das hipóteses para o acidente do voo 477 é a de leitura incorreta da velocidade do aparelho. Um tubo de Pitot bloqueado ou defeituoso poderia fazer o sensor de velocidade operar de maneira inadequada, podendo levar o computador que controla o avião a acelerar ou desacelerar de maneira perigosa.

    Época

    Empresas previnem acidentes de avião

    O avião da Air France vitimou 13 pessoas de duas empresas. Não seguiram uma regra de ouro: não entrar no mesmo voo.
    No dia 7 de Fevereiro de 2006, o voo das 14h55 entre o Porto e Lisboa levava a bordo Belmiro de Azevedo, os filhos Paulo e Cláudia, Ângelo Paupério, Luís Reis e António Lobo Xavier. A nata da Sonae vinha a Lisboa apresentar a oferta pública de aquisição sobre a Portugal Telecom anunciada na véspera. Viajavam juntos, contrariando todas as regras de bom governo, o que levou Paulo Azevedo a comentar "se este avião caí lá se vai a OPA". Oaparelho aterrou em segurança e a tentativa de comprar a PT caiu por outras razões.
    Menos sorte tiveram três empregados da Michelin, entre eles o presidente para a América Latina e um director de informática, e dez colaboradores da CGED, uma empresa francesa de distribuição de material eléctrico, que seguiam no voo da Air France, que fazia a ponte entre o Rio de Janeiro e Paris. O avião desapareceu na madrugada de segunda-feira quando sobrevoava o Atlântico.
    Os acidentes de aviação provocam anualmente menos mortes que os desastres nas estradas ou caminhos-de-ferro. A comparação é quase impossível. Em 2008 registaram-se, em todo o mundo, 108 acidentes com aviões. Nas estradas portuguesas, o número de desastres de automóvel chegou aos 37.163. A comparação do número de vítimas é ainda mais surpreendente. Um estudo da IATA, a associação internacional das companhias de aviação, mostra que, no ano passado, morreram 502 pessoas vítimas de acidentes de aviação em todo o mundo. Só nas estradas portuguesas, no mesmo período, morreram 776. Mas, em ambos os casos, as empresas adoptam regras, não escritas, em matéria de deslocação de quadros.

    Económico

    Nota final: esta é a última mensagem que, por agora, publico sobre o tópico; voltarei cá a publicar no caso de virem a ocorrer novos desenvolvimentos da situação que permitam esclarecer o que ocorreu.
     
  8. Agreste

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    Mais uma teoria conspirativa. Agora são os exercícios militares secretos na zona... :p
     
  9. Gerofil

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    Aeronáutica confirma ter achado corpos e peças do vôo 447

    O coronel Jorge Amaral, vice-chefe de Comunicação da Aeronáutica informou que, às 8h14 (hora local) deste sábado, foi confirmado o resgate de peças e corpos pertencentes ao vôo 447 da Air France, que caiu no trajeto entre o Rio de Janeiro e Paris. "Hoje, então, tivemos resultados positivos, o que traz pra nós a certeza de que nosso trabalho foi bem conduzido", aifrmou Amaral. De acordo com o coronel, o primeiro corpo, de um homem, foi recolhido às 9h30 a 69,5 km do ponto onde houve a última comunicação da aeronave.
    Foram encontrados dois corpos masculinos, uma maleta que tinha um blihete da Air France que era de um passageiros e uma poltrona. Também foram avistados no mar uma mochila, um cartão de vacinação e uma poltrona azul com numero de série semelhante ao usado pela companhia aérea.

    Terra
     
  10. iceworld

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  11. Gerofil

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    Olá

    Alguém viu os comentários do MST no Jornal das 20h00 da TVI de ontem (11 de Junho) sobre a queda do avião da Air France? O homem “falhou” em tudo o que comentou … Até meteu furacões e tudo!!!
    Se alguém descobrir o vídeo com os comentários agradeço que deixe o link aqui neste tópico.
    Dará muita matéria para discutir ...
     
  12. vitamos

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    Ora parece que é isto:

    http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13142414&load=1&pos=2

    A partir do minuto 24:00
     
  13. trepkos

    trepkos
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    Airbus A330 poderá ter-se desintegrado no ar

    Exames preliminares realizados aos corpos das vítimas do acidente do Airbus reforçam a hipótese de que a aeronave se terá desintegrado no ar.

    Os exames realizados a 16 dos corpos resgatados apontam que, pelo menos, uma parte do Airbus A330 se terá desintegrado antes de cair.

    A maioria dos corpos já examinados pelos médicos forenses chegou despida ou com roupas mínimas, o que poderá indicar que as roupas forma arrancadas pela acção do vento accionada pela despressuirzação da aeronave.

    Os jornais brasileiros avançam que os corpos não apresentavam sinais de queimaduras o que reforça a ideia de que não houve explosão.

    A possibilidade de afogamento, que indicaria uma morte posterior à queda do avião, não foi verificada, uma vez que nos cadáveres, não havia água nos pulmões, o que caracterizaria o afogamento.

    Os exames que servirão para verificar as causas de morte começaram a ser feitos na manhã de quinta-feira pelo Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife e, diante das evidências, tudo indica que tenham ocorrido politraumatismos ocasionados pelo choque com a água em alta velocidade.

    Para corroborar esta teoria de que o avião se terá desintegrado, falta ainda fazer o mapeamento dos assentos em que as vítimas estariam para extrair conclusões sobre a forma como o avião se terá partido.

    Segundo o diário Estado de São Paulo, com os mapas produzidos pela Força Aérea Brasileira (FAB), as equipas de resgate encontraram duas linhas de corpos, distantes 85 quilómetros uma da outra, próximas do ponto virtual de navegação aérea chamado Tasil.

    Se o avião tivesse chegado inteiro ao mar, dizem investigadores ouvidos pelo jornal paulista, os corpos deveriam estar próximos, mesmo depois de mais de dez dias à deriva.

    Até agora, a única peça grande retirada do mar foi o estabilizador vertical, no qual está fixado o leme. O restante do material recolhido estava disperso num "mar de destroços", como afirmou esta semana a Marinha brasileira.

    Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1260969

    Uma pergunta, eu que sou leigo nisto... Uma tempestade pode fazer isto a um avião por mais violenta que seja? :huh:
     

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