Cananéia- Extremo Sul De São Paulo - Brazil

Tópico em 'Natureza e Viagens' iniciado por FERTROYANO 28 Nov 2006 às 03:29.

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    Cirrus

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    Cananéia fica a 272 km de São Paulo e a 87 km da Ilha Comprida. O acesso para Cananéia é feito por uma ponte, ao norte da ilha, ou por uma balsa, ao sul. O acesso para as ilhas é pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), para quem parte de São Paulo, seguindo até a cidade de Pariquera-Açu. De lá, pode-se ir para Cananéia pela SP-226. Para chegar na Ilha do Cardoso e Ilha Comprida, o acesso é por barco, partindo de Cananéia.


    Cananéia é a segunda cidade mais antiga do país, ocupada no século 16, quando começou a colonização portuguesa em São Paulo. Apesar da idade, a ilha continua preservada por uma densa Mata Atlântica, que termina em praias selvagens e cobertas de ostras. A ilha também guarda diversas trilhas ecológicas, desenhando um mapa ideal para os aventureiros.

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    ILHA DO CARDOSO - CANANÉIA - SP - BRAZIL: Ela impressiona pelo relevo. Montanhas de 800 m de altura convivem com planícies, dunas, mangues, sítios arqueológicos, dez praias gigantescas e quatorze cachoeiras que abrigam raras espécies de animais.
    Aqui, árvores altas, como cedros e jequitibás, com mais de 50 m de altura, protegem cem espécies de orquídeas, quarenta e uma de bromélias e quatrocentas aves catalogadas. Entre elas, encontramos garças, biguás, atobás, papagaios-de-cara-roxa, fragatas e muitas outras. Dentre os animais maiores estão os macacos bugio e mono carvoeiro, veado mateiro, jacaré-do-papo-amarelo, lontra e, no mar, cinco espécies de tartarugas marinhas e o simpático boto cinza, que costuma aparecer na Baía do Trapandé (entre Cananéia e a Ilha do Cardoso), fazendo acrobacias aquáticas para chamar a atenção dos visitantes.
    No Parque Estadual da Ilha do Cardoso, fundado em 1962, com mais de 22 mil hectares, existem interessantes ruínas de construções coloniais do ano de 1502 e muitos sambaquis, que são amontoados de conchas e moluscos com mais de três mil anos, vestígios arqueológicos de restos alimentares de populações pré históricas. Hoje, a ilha é habitada por seis comunidades, dentre elas a Vila do Marujá, o principal vilarejo de pescadores, no sul da ilha. Muitas destas casas caiçaras costumam virar pensão nos finais de semana, feriados e férias, quando as pousadas da ilha ficam lotadas de visitantes.

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