Polícia explode objecto suspeito...

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por Vince 23 Jul 2007 às 16:52.

  1. Vince

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    Furacão

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    A polícia foi chamada por causa dum objecto estranho e suspeito pendurado numa árvore nas imediações dum hospital. Chamada a equipa de inactivação de engenhos explosivos, um robot telecomandado explodiu o objecto.

    Conclusão: Era uma inocente e desgraçada estação meteorológica. Embora não muito bem localizada... :lmao:


     
  2. Rog

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    O tempo que havemos de chegar... Com máquinas digitais de alta resolução, com máquinas com detectores de diversas bandas electromagnéticas, e o recurso prioritário... explodir o objecto! Pergunto, não há medidas a tomar antes de ler à letra as suspeitas de qualquer pessoa que detecte um objecto "estranho"?
    E não é so aí, em qquer local mais movimentado que um desgraçado se esqueça de uma mala, correr o risco de lá chegar e ver um aparato policial a fazer pontaria à sua mala...
     
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  3. Vince

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    Furacão

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    Quando coloquei aqui esta notícia dos EUA, quem sonharia que fosse acontecer quase a mesma coisa e desta vez em ... Portugal.

    O azar desta vez não coube a uma estação, mas a uma sonda do IM.

    (c) Fonte: Correio da Manhã
     
  4. Gerofil

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    Aparelho media poluição: Especialistas enganam-se na bomba

    IMAGEM

    A operação de desactivação do objecto suspeito encontrado próximo de uma casa, na Benedita (que se verificou depois ser um aparelho para medir a qualidade do ar) envolveu mais de 30 especialistas da GNR, PJ e Sapadores Bombeiros de Lisboa.
    “Não se sabia o que era, ninguém tinha visto nada igual, aquilo apareceu do nada e estava junto a uma residência, o que deixou os proprietários assustados”, disse ontem o sargento-mor Mário Fuzeta, chefe da Equipa de Inactivação de Engenhos Explosivos Improvisados da GNR enviada ao local.
    A análise por Raios X mostrava componentes electrónicos e circuitos eléctricos ligados a uma fonte de alimentação. Através de uma ferramenta própria, a GNR separou os componentes e o aparelho foi recolhido para análise no Laboratório da Polícia Científica da PJ. A operação de desactivação foi concluída na sexta-feira de manhã, após 11 horas de avaliação da situação.
    “Só depois de aberto é que soubemos que serve para o controlo ambiental”, referiu Mário Fuzeta, adiantando que o objecto tinha dois autocolantes: um a dizer “perigo, gases tóxicos” e outro amarelo com uma caveira preta desenhada, símbolo de várias matérias perigosas. Tinha ainda a identificação do fabricante – a empresa norte-americana Airmetrics, que também vende pela internet.
    MISTÉRIO DESFEITO NA INTERNET - O aparelho é um sistema portátil de recolha de ar e costuma ser usado em obras com grande impacte ambiental ou em pedreiras. Dispõe de filtros de retenção de partículas e, por vezes, de gases. É colocado no chão ou pendurado a dois metros de altura, pesa oito quilos e mede 50 centímetros, sendo revestido a PVC. As informações iniciais indicavam que poderia tratar-se de uma ozonossonda do Instituto de Meteorologia (IM), o que não veio a confirmar-se. Essas sondas são lançadas a 30 quilómetros de altitude com um balão, têm um sensor que regista as características do ar à medida que sobem e um pequeno motor, enviam os dados via rádio e caem com a ajuda de um pára-quedas. “Já encontrámos aparelhos do IM e estavam todos legais, mas este era desconhecido e só depois de fazermos uma pesquisa na internet, já no quartel dos Bombeiros Voluntários da Benedita, e usando o nome do fabricante é que percebemos o que era”, explicou Mário Fuzeta, da GNR.
    Isabel Jordão, Leiria

    CORREIO DA MANHÃ
     

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