Rebentamento de Barragem em Odemira

Tópico em 'Media' iniciado por trovoadas 4 Dez 2012 às 11:17.

  1. trovoadas

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    Nimbostratus

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    Encontrei no Sul Informação este artigo opinião que achei interessante.
    http://www.sulinformacao.pt/2012/12/previsoes-desprezadas/
    Faz referência a algo que não vi noticiado em lado nenhum e acima de tudo faz-nos reflectir. Andamos sempre atrás do mediatismo e a prevenção não existe no nosso dicionário...enfim...é uma tristeza!
     
  2. ecobcg

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    Cumulonimbus

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    Aproveitando a deixa, deixo aqui um outro artigo de opinião, para reflectirmos, do mesmo jornal online:

    Artigo de Gonçalo Gomes
    http://www.sulinformacao.pt/2012/11/tudo-o-vento-levou/#
     
  3. trovoadas

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    Nimbostratus

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  4. Agreste

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    E será que o olival podia ficar perto do açude? E será que a empresa participava nos custos de manutenção do açude? Não estamos a ver a fotografia completa.
     
  5. AnDré

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    Rebentamento ou descarga?

    Tentei ver se houve alguma descarga da barragem de Santa Clara, mas tal como o boletim de precipitação, também o boletim de escoamento não está a ser realizado.
    E tal como o boletim de precipitação, também tem lá o seguinte aviso:

    snirh.pt


    Na bacia do Mira, a 30 de Novembro, a barragem de Santa Clara estava a 77,8% e a de Corte Brique a 81,1%.
     
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  6. Agreste

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    Super Célula

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    O Jack Soifer escreve num outro blogue e o artigo publicado não saiu completo.

    Diz-se que a proprietária escreveu para jornais alemães (Frankfurter Allgemeine, Zürcher Zeitung, Der Spiegel) e Expressen (Sueco) mas não consigo encontrar nada.

    http://oourico.blogs.sapo.pt/405729.html

    Pesquisando mais chego a isto também do Jack Soifer... Não sei se é a mesma empresa...

    http://www.oje.pt/gente-e-negocios/casos-de-sucesso/azeite-joia-do-sul-brilha-no-mundo

    Esta empresa familiar de Pereiras-Gare, concelho de Odemira, soma já dois prémios internacionais de melhor azeite extra-virgem.
    O apeadeiro de Pereiras, na divisão entre o Algarve e o Alentejo, outrora usado para escoar a produção rural, já não tem serventia. Mantém-se, no entanto, como um ponto de referência importante na região. Partindo do apeadeiro por uma estreita estrada, chega-se aos olivais da Herdade Jóia do Sul. São nove hectares plantados entre 2005 e 2006, com as variedades Galega, Cobrançosa e Maçanilha.
    O azeite extra-virgem é muito apreciado nos melhores restaurantes do Algarve, Alentejo e Lisboa. Em 2011, esta quinta vendeu apenas 4 mil e duzentas garrafas. Há seis anos, a jornalista Alexandra Monteiro e o marido Francisco Barra fartaram-se das burocracias e do bulício da cidade e lançaram um projeto empresarial, que a empreendedora dá a conhecer ao OJE.
     
  7. trovoadas

    trovoadas
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    Nimbostratus

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    loule-caldeirao
    [ame="http://videos.sapo.pt/UvTqcGomJ4YeMmsZT8H6"]http://videos.sapo.pt/UvTqcGomJ4YeMmsZT8H6[/ame]
     
  8. frederico

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    Cumulonimbus

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    «A oliveira chegou à PI durante a ocupação árabe, pelas mãos dos gregos e fenícios».

    Que comédia.

    Sem comentários.
     
  9. GabKoost

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    Nimbostratus

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    Quanto a Península Ibérica não acredito pois a origem da Oliveira está na bacia do Mediterrânico desde tempos pré-históricos...

    Agora a Portugal, território que NÃO É MEDITERRÂNICO (apesar de certas regiões terem influencia climática), acredito que possa ter chegado mais tarde.

    No entanto, o que a proprietária deve ter querido dizer é que o CULTIVO do olival em Portugal foi organizado e intensificado pela ocupação Árabe.. Isso sim já faz mais sentido.

    E atenção que a Oliveira é uma árvore "recente" em muitas zonas do país.

    O Noroeste apenas começa o (pouco) cultivo da Oliveira quando o Milho chega a esta região e vai ocupar os terrenos húmidos que, anteriormente, eram usados para pastagens.

    Com a substituição da pastorícia pelo cultivo de cereais, a Oliveira surge como a forma de complementar a dieta local em gorduras que, até então, eram retiradas da criação de carne.

    Digamos então que esta árvore apenas conquista todo o país na parte final da idade média.

    FONTE: http://www.uminho.pt/uploads/eventos/EV_2131/20090327429152283779.pdf
     
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  10. belem

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    Cumulonimbus

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    Como dizia e bem, Orlando Ribeiro, Portugal é Mediterrânico por Natureza e Atlântico por posição. Claro que o nosso país é variado climaticamente, mas a influência mediterrânica, em uma boa parte de Portugal continental, tem bastante expressão.
    Certas pessoas, aqui, deviam ver qual era o aspeto da Europa no auge da última grande Idade do Gelo.
    Pois é, enquanto isso ocorria em quase toda a Europa, ainda existiam zambujeiros (a forma selvagem e primitiva da oliveira) em algumas zonas de Portugal. Inclusive, mesmo alguns resquícios de laurissilva (sobretudo em vales sombrios e abrigados, mais junto ao litoral). Os humanos, depois, é que se encarregaram de destruir tudo, com algumas raríssimas exceções.

    Quanto ao cultivo da oliveira, isso já é mais recente e pode realmente ter vindo com a informação transmitida por outros povos do Mediterrâneo aos nossos antepassados.
     
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