Seguimento América do Sul - 2008

Tópico em 'América' iniciado por Vince 11 Jan 2008 às 14:37.

  1. Vince

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    http://afp.google.com/article/ALeqM5gG5SebdKq9ce59euaZzzU-eCe7PA
     
  2. Mário Barros

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    Continua a nevar no Verão argentino

    Os argentinos continuam perplexos com as suas temperaturas de Verão. Calor e frio misturam-se por toda a Argentina. A par de temperaturas de 45 ºC nas grandes cidades, registam-se quedas de neve com temperaturas negativas noutras áreas.

    Voltou a nevar na estância turística de Bariloche. Agora já em Janeiro, de 2008, no pino do Verão. Com temperaturas abaixo de zero. Os veraneantes, no meio das suas caminhadas pela serra, foram surpreendidos com a queda de neve.

    Os Serviços Meteorológicos argentinos explicam (mal) o fenómeno como consequência de massas de ar frio do Pacífico. Mas foram anticiclones móveis polares saídos do Antárctico a causa da queda de neve.

    Não há dúvidas que o Antárctico tem arrefecido – e bem! – na zona de nascimento dos AMP austrais. Também foram AMP que causaram o calor na Austrália, contrariamente à insinuação da OMM repetida pelo IM.

    É tudo uma questão de interpretação dos resultados. Os crentes no «global warming» encontram gases satânicos (antropogénicos, como o dióxido de carbono, o metano e outros) por todo o lado. Faça chuva ou faça sol, são eles os culpados.

    Tanto faz que aconteça na Argentina, na Austrália ou no Iraque. Avança-se com a explicação dos gases e pronto, está dito. Haverá explicação mais simplista? Para quê analisar cartas sinópticas? Interessa olhar para as imagens dos satélites meteorológicos?

    In: Mitos climáticos

    Mais uma vez o CO2 a fazer das suas :lmao::lmao:
     
  3. Gerofil

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    Bolívia: Cheias causaram 20,5 milhões de euros de prejuízos

    As cheias na Bolívia já causaram 20,5 milhões de euros de prejuízos, além de 14 mortos, um desaparecido e danos em quase 18 mil famílias, indicou sexta-feira o governo boliviano. De acordo com o vice-ministro da Defesa, Hernán Tuco, as cheias desde há dois meses destruíram pelo menos dez mil hectares de culturas, especialmente de arroz e citrinos.
    Seis dos nove departamentos bolivianos - Cochabamba, Beni, Santa Cruz, Potosí, La Paz e Chuquisaca - foram afectados, nas últimas semanas, por cheias, provocadas em muitos casos pelo fenómeno climático "La Niña". Segundo as autoridades de saúde, já há 71 casos de dengue clássico confirmados e 700 suspeitos. A maioria dos doentes encontra-se na região tropical de Chapare, em Cochabamba.
    O governo boliviano, presidido por Evo Morales, vai pedir ajuda internacional para poder apoiar melhor os afectados pelas inundações, que necessitam de alimentos.

    © 2008 LUSA
     
  4. Gerofil

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    Bolívia: Morales pede trégua para enfrentar desastres naturais

    O presidente Evo Morales pediu hoje uma trégua política para enfrentar os desastres naturais na Bolívia e anunciou uma campanha internacional para estabelecer as causas que os provocam, as quais considera "fatores externos". Ao mesmo tempo, o governante convocou os cidadãos a serem solidários para alimentar os mais de 100 mil prejudicados pelas inundações na região amazônica, consideradas as maiores da história do país.
    O pedido de Morales coincidiu com a decisão de governadores e dirigentes cívicos de seis dos nove departamentos de postergar a medidas de pressão que deveriam começar hoje, ao terminar o prazo dado ao governo para atender a suas demandas políticas. Os dirigentes desses departamentos exigem a revisão do projeto oficial da nova Constituição, a aprovação dos estatutos autonômicos de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija e a devolução de um imposto sobre hidrocarbonetos que o governo cortou das regiões para a criar um plano de previdência para os idosos.
    O fenômeno La Niña provocou neste ano grandes inundações no norte do país e na Amazônia, geadas no altiplano sul e seca no sudeste, causando a morte de 52 pessoas e deixando 200 mil desabrigadas. "La Ninã é muito agressiva, mas não apenas nos faz chorar, também nos une", disse o presidente, ao recordar "a obrigação que temos todos, o governo, os governadores, os dirigentes cívicos, de ajudar nossos irmãos".
    Em função desta trégua , Morales convocou nesta quinta-feira os governadores opositores de Santa Cruz e Beni, as regiões mais afetadas pelas inundações, a se reunir para começar a "planificar a reestruturação". O centro de Trinidad, capital do departamento de Beni, a 600 quilômetros de La Paz, continua ilhado pelo transbordamento dos rios Mamoré e Ibare, cujas águas inundaram os bairros periféricos na terça-feira. Ainda que o aumento do volume dos rios pareça ter sido contido hoje, grupos de voluntários seguiram acumulando bolsões de terra nas estradas que envolvem a cidade, como anel de proteção.
    "Temos debilidades em alimentação. Há milhares de pessoas para alimentar todos os dias, agora conseguimos garantir isso, mas não será suficiente. Quero pedir a solidariedade do povo boliviano e dos meios de comunicação, para que comecem uma campanha para juntar alimentos e medicamentos", disse Morales. Apenas em Beni foram perdidos 30 mil hectares de produção agrícola, 7.600 propriedades pecuaristas, mais de 450 comunidade rurais estão completamente alagadas e se prevê a perda de mais de 100 mil cabeças de gado, depois que quase um milhão foi transladado a terras altas. Nesse departamento amazônico, 80% da população rural vive às margens dos rios que se alimentam das águas das cordilheiras dos Andes e desembocam no rio Amazonas.
    O presidente boliviano expressou sua convicção de que o aumento do volume dos rios se deve a "fatores externos" e declarou que "vamos iniciar uma campanha internacional". Para ele, "é importante juntarmos todos os movimentos indígenas, os que estamos acostumados a viver em harmonia com a natureza, para ver qual a origem desses problemas, mudar modelos e políticas de desenvolvimento".
    Em contraste com a situação amazônica, a região do Gran Chaco, ao sul do país, sofre uma intensa seca. O governo de Chuquisaca informou que está enviando caminhões pipa para atender as necessidades de água em Huacaya e Macharetti. O deputado Wilman Cardozo anunciou que prepara uma lei para que o Tesouro Geral libere recursos financeiros para resolver para resolver o problema "que está matando de sede milhares de cabeças de gado".
    No sul do altiplano andino os campesinos de Potosi perderam seus cultivos devido à gelada que seguiu as intensas chuvas de granizo de época que caíram nas últimas semanas.

    Ansalatina
     
  5. Gerofil

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    Chile: Governo decreta estado de emergência agrícola devido à seca

    O governo chileno decretou hoje o estado "emergência agrícola" em 39 comunas do sul da região de Bío-Bío, devido a uma seca que afecta grande parte do país. A medida, que supõe ajudas especiais a agricultores e criadores de gado foi anunciada pela ministra da Agricultura, Marigen Hornkohl, que realçou o compromisso do Governo em apresentar "soluções concretas para os agricultores".
    Até ao momento, o Governo destinou 8.500 milhões de pesos (cerca de 12 milhões de euros) e com o decreto de hoje acrescentará mais 2.100 milhões de pesos (cerca de 3 milhões de euros), para ajudar cerca de 15 mil agricultores e criadores de gado afectados, informou a ministra da Agricultura. Devido à emergência, "activamos uma série de instrumentos adicionais àqueles que normalmente dispomos e que já fomos aplicando em todo país para os nossos agricultores", explicou.
    A seca, que fez baixar quarenta por cento da água das barragens do país essencial para a criação de energia hidro-eléctrica, deve-se, segundo os peritos ao fenómeno de "La Niña", que origina a diminuição da temperatura das águas do Pacífico Sul que irá consequentemente provocar uma redução da precipitação. A situação gerou preocupações adicionais tendo em conta a já complicada realidade energética do país, a que se juntam os altos preços do petróleo e a escassez do gás argentino, ambos necessários para gerar energia térmica.

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  6. Thomar

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    Tornado no Brasil, Estado de Santa Catarina, Cidade de Tubarão.

    Não sei se já tinham reparado, mas no dia 16/02/2008, houve um pequeno Tornado no Brasil.



     
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    #6 Thomar, 26 Fev 2008 às 20:14
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 03:52
  7. Vicente Limberg

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    Coihaique -6 °C Céu Encoberto
    Isla Diego Ramirez 0 °C Céu Encoberto
    Punta Arenas -2 °C Parcialmente nublado

    Argentina:

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    Rio Grande -1 °C Parcialmente nublado
    Trelew -1 °C Muito nublado
     
  8. Gerofil

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    Colômbia: Mais de 80 mil pessoas afectadas pelas inundações em 115 municípios

    Mais de oitenta mil pessoas em 155 dos 1.100 municípios da Colômbia foram afectadas pelas chuvas que aumentaram nos últimos dias no país, revelou hoje o ministro da Protecção Social, Diego Palacio Betancourt. O ministro, que apresentava aos jornalistas um balanço de época das chuvas, informou ainda que os seus efeitos causaram a destruição de 360 casas e danos em mais de dez mil, em 26 dos 32 departamentos colombianos.
    O ministro recomendou aos presidentes de câmara e aos governadores para "convocarem os comités locais de emergência e os manterem em funcionamento, informarem a população sobre os riscos e procederem às evacuações necessárias". Vários rios galgaram os leitos em dezenas de localidades que foram entretanto declaradas em estado de emergência.
    O aumento de caudal dos principais cursos de água do país, os Rios Magdalena e Cauca, e de outros menores como o Nechí assim como alguns afluentes, forçou à retirada dos habitantes em zonas de risco ou já inundadas.
    A forte pluviosidade obrigou também ao corte de estradas devido à queda de árvores, ramos e pontes.
    O caudal do Rio Magdalena, o principal do país, aumenta, segundo as autoridades, 11 centímetros cada 24 horas, o que faz temer inundações em dezenas de localidades ribeirinhas entre Girardot, centro, e El Banco, Norte.
    A época das chuvas, que se prolonga até finais de Junho, destruiu várias estradas em Antioquia e nos departamentos de Meta (centro-Leste) Cundinamarca (Leste) e Santander (Nordeste), entre outros.
    O Sistema Nacional de Emergências, com a cooperação da Cruz Vermelha, a Defesa Civil e a Força Aérea Colombiana (FAC) trabalham no envio de medicamentos, cobertores, alimentos e assistência sanitária às populações afectadas.

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  9. Vicente Limberg

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  10. Gerofil

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    Buenos Aires e Montevidéu enfrentam onda de calor em pleno inverno

    A costa atlântica sul-americana está passando por uma onda incomum de calor em pleno inverno austral, com temperaturas próximas aos 30 graus, muito superiores ao habitual nesta época do ano. Acostumados a temperaturas abaixo dos 10 graus, num mês de julho típico, os moradores de Buenos Aires ou Montevidéu deixaram de lado casacos, gorros e cachecóis mexendo nos armários em busca de roupas mais estivais. Foram muitos os que foram às praças, parques e até praias para aproveitar o pouco habitual "veranico" que tomou de surpresa uma região que no ano passado sofreu um dos invernos mais frios das últimas décadas.
    Em Buenos Aires, a temperatura chegou na terça-feira a 28,6 graus Celsius e no norte do Uruguai os termômetros marcaram entre 28 e 30 graus Celsius. No sul do Brasil, as temperaturas estavam próximas dos 25 graus em média, ou cinco graus acima da média máxima observada nesta época.
    O mês de julho de 2008 "estará certamente entre os 20 mais quentes do inverno austral na Argentina de acordo com a temperatura média", que será divulgada no final do mês, disse à AFP Liliana Núñez, previsora do Serviço Meteorológico Nacional (SMN).
    Núñez lembrou o inverno do ano passado, uns dos mais frios, com a histórica nevasca de 9 de julho de 2007 em Buenos Aires, algo que não acontecia em 89 anos.
    No entanto, estimou que "este episódio isolado, com quatro ou cinco dias de temperaturas elevadas em julho, não pode ser relacionado com a mudança climático". Segundo ela, desde que o SMN começou a medição de temperaturas em 1906, os registros superaram o nível alcançado nesta terça-feira em quatro oportunidades.
    No sul do Brasil, a meteorologista da empresa Climatempo estimou que "a região está numa fase neutra na qual não estão influindo os fenômenos el Niño e la Niña". "Tivemos um começo de inverno muito frio devido a la Niña. O pior do inverno já passou. Não são esperadas mais que algumas massas polares em alguns dias de agosto e setembro", previu.

    AFP
     
  11. Mário Barros

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    :confused::confused::confused:

    Se o ano passado andava tudo a congelar este ano morrem assados :lmao: viva a maluqueira climática, de quem será a culpa ?? :rolleyes: será que é da corrente do golfo? ou apenas mais um caso que evidência o aquecimento global ?
     
  12. Vince

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    Realmente estão com umas anomalias jeitosas

    [​IMG]



    Da corrente do Golfo não é certamente pois a corrente do Golfo é uma corrente de superficie de água quente que vai do Golfo do México para o Atlântico norte, daí o nome dela.

    Quando muito podias especular ser por causa de algum braço da circulação termohalina, não faço ideia, mas parece-me que isso já é especular demais.
    Provavelmente terá simplesmente a ver com o fim da La Nina e com a situação sinóptica actual.
     
  13. Gerofil

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    Argentina: Seca já provocou morte de 400 mil vacas e está afectar plantações de trigo e girassol

    A seca que a Argentina está a atravessar já provocou a morte de 400 mil vacas, prejuízos no sector leiteiro e está a afectar as plantações de trigo e girassol em algumas regiões. "A situação é muito complicada. É a pior seca em muitos anos e está a afectar de forma generalizada zonas distintas do país", advertiu hoje Omar Barchetta, secretário da Federação Agrária Argentina (FAA). Aquela organização exigiu ao Governo argentino 500 milhões de pesos (163,9 milhões de dólares) para compensar os danos no sector.
    A morte das vacas provocada pela falta de água ocorreu nas Províncias de Buenos Aires, Santa Fé, Córdoba, Chaço, La Pampa e Santiago del Estero, situadas no Norte e Sul do país, enquanto o Sul do Estado de Santa Cruz declarou o estado de emergência agropecuária devido á seca que atinge a região desde há vários meses. "A pecuária está a atingir o pior cenário. Não só milhares de vacas morreram, como no Sul também tivemos problemas com o gado. Além disso, não temos reservas de água para enfrentar a situação", referiu o dirigente da FAA. A FAA tem previstas para os próximos dias manifestações e assembleias da produtores para alertar para a situação.
    Dirigentes da Confederação das Associações Rurais de Buenos Aires e de La Pampa confirmaram ainda que a falta de chuva também está a afectar as plantações de trigo e girassol. Um relatório da Secretaria da Agricultura Argentina indica que em Julho, na região de Santa Fé, a plantação de girassol "é nula", enquanto que outras zonas "serão necessários novos abastecimentos de água" para manter as culturas.
    A seca está também a afectar a produção leiteira, já que a falta de água também prejudica o pasto para alimentar os animais, referiu à imprensa local o vice-presidente das Confederações Rurais Argentinas, Néstor Roulet. O secretário da FAA referiu ainda que a falta de chuva irá afectar a exportação de trigo, assim como a comercialização de outros cereais. As exportações agrárias e de alimentos da Argentina rondam cerca de 35 milhões de dólares anuais, representando mais de 50 por cento das exportações totais do país, o maior produtor mundial de óleo e farinha de soja e um dos principais fornecedores de trigo, milho e girassol.
    "Com o nosso pedido de ajuda de 500 milhões de pesos queremos evitar o agravamento da recessão de muitas cidades e vilas e o aumento do desemprego no sector rural", acrescentou o vice-presidente da FAA.

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  14. Vince

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    Bizarro !

     

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