40º N, a avenida das depressões

Tópico em 'Meteorologia Geral' iniciado por Relâmpago 30 Dez 2009 às 17:10.

  1. Mário Barros

    Mário Barros
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    Está no relatório anual do IM de 2008 ;)
     
  2. Fil

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    Atenção que a maior parte da precipitação em anos chuvosos (como o recente 2000/2001) é trazida por baixas pressões a NW da península (que ocasionam os super húmidos ventos de SW).
     
  3. Lousano

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    Cumulonimbus

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    No caso de precipitação anual, penso que será mais fácil usar-se os dados do INAG, que através da sua diversa distribuição de estações de monitorização conseguem apresentar dados mais fiáveis em relação à distribuição da precipitação pelo território nacional continental.

    Este gráfico refere-se à década de 90, já que apartir desses anos não terá ocorrido nada semelhante em relação ao tópico.

    [​IMG]
     
  4. nimboestrato

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    Tenho 50 anos e lembro-me desde sempre que, quanto a precipitações , há Invernos e Invernos.
    Sempre houve uns ( a maioria ) ,em que chegava ao fim e sentia: - o quê? só isto?
    e noutros, tão cansado dele , nem à sua despedida ía.
    Agora, com as novas tecnologias , tenho o previlégio de reavivar memórias e
    confesso que comparo-as amiúde, com os mapas de Arquivo .
    E que constato? Há memórias que são exageradas e outras há, subvalorizadas.
    E outras haverá que ,do anonimato, com os arquivos, rescussitam.
    Dezembros assim?
    Nas memórias , minhas e dos Arquivos , não haverá muitos.
    De chuvas generalizadas, persistentes , abundantes, durante todo este tempo, sem terem origem em depressões estacionárias a NW da Península?
    - Será acontecimento ainda mais ocasional, decerto.
    Mas se já aconteceu outrora ,
    haverá sempre horizonte para a sua actual ocorrência.
     
  5. Relâmpago

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    Nimbostratus

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    Olá

    Nestes últimos dias mantêm-se a tendência da deslocação de depressões frontais nas nossas latitudes. Assim, quase invariavelmente, aparecem para os lados da Terra Nova, flectem para E-SE em direcção ao Açores; continuando a sua deslocação para SE passam pela Madeira e, aqui, tomam a direcção NE em direcção ao Continente. Continuando esta tendência, deslocam-se até ao Mediterrâneo ocidental/sul de França e norte de Itália e, daqui, para a Europa central. As sucessivas circulações de ventos do quadrante leste, têm-nos trazido um inverno agreste. Ao contrário, este tem sido muito ameno no Mediterrâneo oriental e Mar Egeu, com precipitações fracas e temperaturas acima do normal.
     

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