Central Nuclear em Portugal - realidade ou utopia?

Vânia_Geo

Cirrus
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27 Mai 2006
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Vamos, então, começar por um tema algo polémico e que, particularmente, me suscita algum interesse:

-> a possível construção de uma central nuclear em Portugal!



Passo a citar alguns artigos recentemente publicados relativos a esta questão!



Central nuclear à procura de local para se instalar

Os promotores do projecto de construção de uma central nuclear em Portugal afirmam que só tem sentido debater a questão quando houver estudos o que só será possível depois de escolhida a localização para a instalação da nova unidade. Sampaio Nunes, que dirige o projecto da Enupor - Energia Nuclear de Portugal, diz que o consórcio continua à procura de uma localização, depois da resposta negativa dada pelo presidente da Câmara de Mogadouro.

O consórcio necessita de encontrar outra localização compatível com os requisitos essenciais para a instalação de uma central: a proximidade de um rio, a possibilidade de ligação à rede eléctrica e a proximidade de Espanha para exportação da electricidade.

"Só depois de encontrarmos a localização poderemos fazer estudos de pré-viabilidade, sem eles não adianta estar com debates estéreis e emocionais", afirmou àLusa Sampaio Nunes, que adiantou: "Estamos à procura de localizações, avaliando a aceitabilidade das populações".

Refinaria

Quanto ao projecto da nova refinaria para Sines, cujo promotor é o mesmo da central nuclear, o empresário Patrick Monteiro de Barros, Sampaio Nunes, na qualidade de consultor, disse ontem ao jornal Público que quando foi assinado o protocolo de intenção de investimento com o Governo não eram conhecidas as emissões de CO2 pelas quais a nova unidade de refinação seria responsável. Recorde-se que o aumento brutal do nível de emissões previsto para o projecto, desde a sua apresentação até à versão final, foi um dos argumentos utilizados pelo Executivo para explicar a ruptura nas negociações com o promotor da refinaria Vasco da Gama.

Na conferêcnia de imprensa de apresentação do projecto foi avançado um valor previsto de emisões da ordem das 2,5 milhões de toneladas de CO2. Na versão final, este valor subiu para seis milhões.

"O promotor nunca avançou com esse número" disse Sampaio Nunes, sublinhando ainda que o Executivo se tinha comprometido com os investidores "a dar todas as emissões a título gratuito".

A ruptura nas negociações entre o Governo e Patrick Monteiro de Barros para este projecto foi assumida pelas duas partes na semana passada, no mesmo dia em que o Ministério do Ambiente revelou que chumbara o estudo de impacto ambiental.

in Diário de Notícias, 19 de Maio de 2006




Central representa custos altos para o País

As estruturas que seriam necessárias criar em Portugal para se ter uma central nuclear representam para o País "um custo muito pesado", defende Aníbal Fernandes. " Todos sabemos que uma ERSE (Entidade Reguladora para os Serviços Energéticos) já tem os seus custos, e não têm nada a ver com o que seria criar uma reguladora para o nuclear." A somar a isto, diz, há que contabilizar os custos de ligação à rede de uma central, realça aquele responsável.

Citando aquele que considera ser um dos maiores especialistas em questões de redes eléctricas, o professor Peças Lopes, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Aníbal Fernandes diz que o custo de ligação à rede de transporte de electricidade para uma central da dimensão da que está prevista para Portugal é de 500 milhões de euros. "São estes argumentos que nos levam a pensar que os custos para o País desta central são muito superiores ao que nos fazem crer, o que terá necessariamente efeitos nas tarifas", sublinha.

"É sempre estranho ouvir falar de uma central nuclear sem apoios públicos. Na Finlândia, por exemplo, onde está a ser construída uma central, o que se verifica é o contrário", defende Susana Fonseca. A ambientalista relembra ainda: "Quando uma central tem mais de 60 anos, a responsabilidade sobre os resíduos passa para o Estado, assim como os custos com o desmantelamento daquela estrutura."

in Diário de Notícias, 22 de Maio de 2006




Acidente de Chernobyl já não é possível hoje em dia

"A central nuclear que pretendemos instalar em Portugal será seguríssima." Quem o afirma é Pedro Sampaio Nunes, um dos promotores do projecto de construção da central que tem em Patrick Monteiro de Barros o rosto mais conhecido. No debate realizado na TSF na passada sexta-feira, Sampaio Nunes afirmou que "nas centrais nucleares de segunda geração, que substituíram as do tipo de Chernobyl, nunca houve qualquer acidente". "E nas de terceira, que são semelhantes àquela que pretendemos construir, as condições de segurança foram aumentadas dez vezes em relação às de segunda geração", afirma. Sampaio Nunes explica que um cenário como o do acidente de Chernobyl "já não é possível" porque a sofisticação da tecnologia "já não deixa passar a radioactividade para fora da central".

Luís Mira Amaral, outro dos participantes no debate, diz que "não é sério" comparar Chernobyl com um possível acidente numa central produtora de energia atómica no Ocidente. "A tecnologia e a vigilância sobre os Governos e as empresas existentes num Estado democrático são muito maiores do que eram no sistema soviético", diz. Sobre a situação portuguesa, o ex-ministro pretende alguma desmistificação. "Quer queiramos quer não, já temos os riscos do nuclear em Portugal", afirma, lembrando que "o facto de existirem centrais em Espanha é, do ponto de vista ambiental e de risco nuclear, absolutamente igual a tê-las cá". "Do ponto de vista pragmático é forçoso que se discuta que, se já temos os riscos, devemos ou não colher os benefícios", defende.

Sampaio Nunes abordou ainda a questão do nuclear como alvo do terrorismo. "Como a radioactividade nas novas centrais não passa para o exterior, os terroristas abandonaram a ideia, preferindo atacar alvos civis como as torres de Nova Iorque", assume. No que diz respeito à proliferação para fins militares, apenas lamenta a situação "criada pelo Ocidente", que "empurrou para países em vias de desenvolvimento uma tecnologia altamente sofisticada".

in Diário de Notícias, 22 de Maio de 2006



-> Alguém se atreve a adiantar uma opinião relativa a esta hipotética construção de uma central nuclear no território nacional? :hehe:
 

Seringador

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Uma coisa é certa temos de ter uma alternativa viável aos combustíveis fósseis e agora existem tecnologias fiáveis, contudo não se esqueçam que 71% da nossa energia provém de combustíveis fosseis dos quais o estado fica com 65%!:(
Portanto, politicamente é inviável tendo em conta o modelo de financiamento do estado Portugês, pq desses 65% é imposto directo e dinheiro fresquinho, pelo que não existirá alternativa a longo prazo a não ser q haja vontade politica e bloqueio de interesses.:mad:
 

Dan

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Seringador disse:
Uma coisa é certa temos de ter uma alternativa viável aos combustíveis fósseis e agora existem tecnologias fiáveis, contudo não se esqueçam que 71% da nossa energia provém de combustíveis fosseis dos quais o estado fica com 65%!:(
Portanto, politicamente é inviável tendo em conta o modelo de financiamento do estado Portugês, pq desses 65% é imposto directo e dinheiro fresquinho, pelo que não existirá alternativa a longo prazo a não ser q haja vontade politica e bloqueio de interesses.:mad:

Sim, mas esses impostos continuam garantidos porque incidem nos combustíveis que afectam principalmente os transportes. Muita da energia eléctrica é produzida com recurso ao carvão, gás natural e fuelóleo mas não sei se a componente de impostos é assim tão elevada como no sector dos transportes.
A localização é um outro grande problema. Pouca gente estará disposta a aceitar ficar com uma central nuclear no seu quintal.
 

Santos

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27 Jan 2006
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Quando se fala em nuclear penso que todos ou quase estaremos mais ou menos de acordo nas suas adversidades, no entanto e tendo em conta a situação presente quer estejamos a favor ou contra nada nos adiantará, é que existem várias centrais nucleares aqui ao lado...logo e por inerencia as consequências também serão nossas.
 

ajrebelo

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boas

que tal energia alternativa

nao e por os outros terem que nos tb teremos de ter, ja vimos se ha uma falha e uma situacao complicada, por isso vamos e investir no alternativo.

temos sol, vento e mar.

quanto a espanha espero que nunca haja nada para bem de todos nos

abraco meteo
 

Seringador

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ajrebelo disse:
boas

que tal energia alternativa

nao e por os outros terem que nos tb teremos de ter, ja vimos se ha uma falha e uma situacao complicada, por isso vamos e investir no alternativo.

temos sol, vento e mar.

quanto a espanha espero que nunca haja nada para bem de todos nos

abraco meteo

Pois mas por enquanto as alternativas não interessam pq o que é da natureza não pode ser cobrado ou pelo menos não deve, a água já é temos ene de serras que arderam recentemente com parques eólicos, sem as populações locais tenham beneficio...:mad:
E a energia solar é mais importante do que a eólica e existiam vário projectos internacionais para implementarem áreas com plataformas de células fotovoltaicas, mas como não existe grande vontade de comercializar ou disponibilizar uma energia alternativa que toda a gente pode ter no quintal e ficar auto-suficiente:angry:
Em Espenaha qq edificação tem de ter obrigatoriamente o aquecimento da água através de paineis solares, parece que não é um passo de gigantes..;)
 

Bruno Campos

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Seringador disse:
Pois mas por enquanto as alternativas não interessam pq o que é da natureza não pode ser cobrado ou pelo menos não deve, a água já é temos ene de serras que arderam recentemente com parques eólicos, sem as populações locais tenham beneficio...:mad:
E a energia solar é mais importante do que a eólica e existiam vário projectos internacionais para implementarem áreas com plataformas de células fotovoltaicas, mas como não existe grande vontade de comercializar ou disponibilizar uma energia alternativa que toda a gente pode ter no quintal e ficar auto-suficiente:angry:
Em Espenaha qq edificação tem de ter obrigatoriamente o aquecimento da água através de paineis solares, parece que não é um passo de gigantes..;)

Pois... isso é q é um passo decidido... essas e outras medidas semelhantes teriam de ser impostas obrigatoriamente. Por exemplo: todos os novos edificios deveriam fazer tratamento de águas residuais e reaproveitamento das próprias. Falta a Gestão dos Recursos em Portugal!!! e n me digam que é por falta de dinheiro...:mad: :mad: é falta de consciencia, é falta de vontade e falta de visão a longo prazo...

Bem a propósito das energias renováveis, é muito recente, mas foi instalada uma infraestrutura em portugal para o aproveitamento da energia das ondas e marés! Bravo;) Vamos aproveitar a nossa costa!!!
 

dj_alex

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14 Dez 2005
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Eu concordo com o nuclear em Portugal...Acho que já é uma energia bastante segura quando comparado com a 20 anos!!

Em relação à energia eolica, qualquer dia temos o pais cheio de geradores, o problema, é que comparado com outros paises da EU, especialmente os nordicos, temos uma "grande falta" de vento.

Quanto a energia solar, concordo com o Seringador ;) Penso que todos os edificios novos deviam "ter obrigatoriamente o aquecimento da água através de paineis solares"
No entanto aproveitar a energia sola para produzir electricidade em larga escala, neste momento não seja muito rentável, nem viavel!!:)

Bruno...retirar energia às ondas é bastante complicado!! É que o mar tem um grande poder destrutivo em qualquer estrutura que lhe apareça a frente!!

Mas antes de tudo acho que devemos:

"Reduza. Desligue. Recicle. Ande a pé."

Campanha pretende reduzir as emissões de gases com efeito de estufa


Reduzir o aquecimento doméstico e desligar o "modo vigília" do televisor são algumas sugestões lançadas hoje pela Comissão Europeia, numa campanha contra as alterações climáticas que irá "vestir" a estátua do Marquês de Pombal, em Lisboa.


A iniciativa, intitulada "Você controla a mudança do clima", ensina os cidadãos europeus a adoptarem determinados comportamentos para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, sensibilizando-os para a contribuição das suas acções para as mudanças do clima.

Entre as sugestões, estão:

a redução de um grau centígrado da temperatura dos aquecedores (o que permite economizar até dez por cento da energia utilizada),
evitar deixar os televisores, aparelhagens e computadores em "modo vigília" (que possibilita economizar dez por cento da energia que utilizam)
e a impressão de ambos os lados das folhas, que economiza 50 por cento do papel.
A campanha, com um orçamento de 4,7 milhões de euros, será lançada hoje à tarde em Bruxelas pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, e pelo comissário europeu do Ambiente, Stavros Dimas e nos 25 Estados-membros até 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, incluindo em Portugal, que acontecerá domingo.

A iniciativa tem como um dos alvos o sector doméstico, responsável por cerca de 16 por cento do total das emissões de gases com efeito de estufa, provenientes, na sua maioria, da produção e utilização de energia.

Por ano, cada cidadão comunitário é responsável por 11 toneladas de emissões de gases com efeito de estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2), devido maioritariamente à produção e utilização de energia (61 por cento) e dos transportes (21 por cento), utilizadores de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás) cuja combustão produz emissões de CO2.

"As habitações representam quase um terço da energia consumida na UE e os automóveis particulares são responsáveis por cerca de metade das emissões pro venientes dos transportes, pelo que as pessoas, individualmente, têm uma influência directa nessas emissões", argumenta a Comissão Europeia.

Bruxelas sugere ainda a redução das emissões noutros sectores, como a indústria, onde os cidadãos também podem participar, através da reciclagem: "Custa dez vezes menos energia reciclar uma lata de alumínio do que produzir uma nova ", fundamenta a Comissão, promovendo ao mesmo tempo a utilização de energias renováveis.

Nas capitais dos 25 Estados-membros, a campanha, que decorrerá durante este ano, irá ser divulgada na televisão e imprensa e através de acções originai s como vestir as estátuas com "t-shirts" com a frase "É você que controla a mudança do clima" - "Reduza. Desligue. Recicle. Ande a pé".

Em Lisboa, a estátua do Marquês de Pombal e o monumento dos Restaurador es serão "vestidos" com faixas com a mesma mensagem e, no dia do lançamento da campanha em Portugal, a 4 de Junho, está prevista a formação de um cordão humano
na Praça dos Restauradores, pelas 11h30, que pretende sensibilizar a população para os problemas das alterações climáticas.

A iniciativa estará ainda na Internet (http://www.climatechange.eu.com) - apenas em inglês, francês e holandês - onde serão encontradas cerca de 50 s ugestões para reduzir as emissões poluentes e uma calculadora que permite avalia r a quantidade de CO2 economizada em cada acção e onde poderá ser descarregado um "screen saver" de baixo consumo para os computadores.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20060528_+Campanha+para+reduzir+as+emissoes+de+gases.htm
 

Bruno Campos

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Bruno Campos disse:
Bem a propósito da energia das ondas. Portugal vai ter a Primeira plataforma de produção de energia a partir das ondas. e é na Póvoa do Varzim.

Repara na imagem! a estrura é montada perpendicularmente ao sentido das ondas.

http://fisica.ist.utl.pt/~left/2003-2004/Apresentacoes/MiguelAngelo.pdf
http://ciberia.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=id.stories/2709

Espero que não seja neste Outono;)
Quanto à energia solar o grande problema é que o custo de produção dos paineis já não desce algum tempo devido à escassez de sílicio:(
 

Bruno Campos

Nimbostratus
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V. N. Famalicão
Seringador disse:
Espero que não seja neste Outono;)
Quanto à energia solar o grande problema é que o custo de produção dos paineis já não desce algum tempo devido à escassez de sílicio:(


escassez de silicio????:eek: :eek: N me parece q seja por esse motivo.
Mas ainda nesse assunto, há outros problemas! Os acumuladores de energia solar são recicláveis??? não são construidos com materiais poluidores??? É preciso pensar nisso tb...
 

Bruno Campos

Nimbostratus
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7 Out 2005
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V. N. Famalicão
"Central fotovoltaica "nasce" hoje


A construção da maior central fotovoltaica do mundo arranca hoje em Serpa, devendo a infra-estrutura entrar em funcionamento em Janeiro de 2006, anunciou o responsável da empresa gestora do projecto.

Piero dal Maso, da Catavento, empresa portuguesa de renováveis, adiantou à Lusa que a construção decorre até Outubro, quando a central começa a produzir energia de modo experimental, entrando em pleno funcionamento em Janeiro de 2007. Com 52 mil painéis fotovoltaicos espalhados por 32 hectares, a Central Solar Fotovoltaica de Serpa terá uma potência de 11 MW, quase o dobro da actual maior central, situada na Alemanha.

A central vai produzir electricidade suficiente para alimentar oito mil habitações e poupar mais de 30 mil toneladas em emissões de gases de efeito de estufa face a uma produção equivalente a partir de combustíveis fósseis. Além da Catavento, a construção da central, um investimento total de cerca de 61 milhões de euros, envolve a GE Energy, subsidiária da General Electrics, e a Powerlight, fornecedora de sistemas de energia solar.

A GE Energy, financiadora do projecto, será a proprietária da unidade e a Powerlight vai operar e manter a central. "

JN
http://jn.sapo.pt/2006/06/06/economia_e_trabalho/central_fotovoltaica_nasce_hoje.html


é de louvar estas iniciativas... vamos aproveitar os nossos recursos!!!
a energia solar no alentejo deve ser mais rentável que a agricultura que está a degradar cada vez mais os nossos solos!
 

Zoelae

Nimbostratus
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11 Nov 2005
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Vinhais (775m),Bragança/Porto
Na minha opinião devíamos encher a nossa zona costeira de eólicas k aí não encomodavam nenhum olho mais sensível, e não haveria grande perigo de extinguir as gaivotas. Qto aos painéis fotovoltaicos, cada casa devia ter o seu, até os prédios deviam por, nem k fosse lá no alto, e tb não era má ideia po-los nas bermas das auto-estradas e aproveitar aqueles nós de entrada e saída, isto seria para matar 2 coelhos com uma cajadada e minimizar o impacto ambiental.:cool:
 

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
Na minha opinião devíamos encher a nossa zona costeira de eólicas k aí não encomodavam nenhum olho mais sensível, e não haveria grande perigo de extinguir as gaivotas. Qto aos painéis fotovoltaicos, cada casa devia ter o seu, até os prédios deviam por, nem k fosse lá no alto, e tb não era má ideia po-los nas bermas das auto-estradas e aproveitar aqueles nós de entrada e saída, isto seria para matar 2 coelhos com uma cajadada e minimizar o impacto ambiental.:cool:

Os problemas que os combustíveis nos têm trazido à economia nos últimos anos já deveriamos estar a investir mais nestas energias renováveis, e também na investigação. Estes painéis são pouco eficientes, não me recordo bem mas anda há volta de 10 a 15% de eficiência, é muito pouco e são caríssimos. As lâmpadas falam na revolução dos leds mas estes ainda têm muito que brilhar, as florescentes compactas anunciam 20w = 100W mas esta eficiência anda nos 20W= 60w e... se lá chega.
Não sei se seria uma boa ideia colocar em toda a costa e tudo qto era lugar paineis e eólicas... mas em muitos locais é muito bem aproveitado.
Há um ano atrás ainda pensei em colocar painéis por casa, mas os custos são astronómicos e o rendimento.... podia ser muito melhor.