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Comboios

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por AnDré 5 Nov 2008 às 02:01.

  1. Agreste

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    Fotos do acidente, editadas pelo jornal Record.

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    [​IMG]

    Fonte.


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    (C) Público
     
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    #274 Gerofil, 24 Jul 2013 às 23:14
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 03:52
  5. Paulo H

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    Estranho este acidente, numa era com tanta tecnologia, não se percebe como um comboio entra esta velocidade ( 190 km/h segundo as notícias ) numa zona limitada a 80...erro humano a meu ver, e grosseiro/irresponsável... com consequências trágicas....:disgust: O maquinista tem que adequar a velocidade à via, e jogando sempre na defensiva, esperando por uma eventual falha dos sistemas automáticos, não se percebe esta velocidade nesta zona....

    [ame="http://youtu.be/tM-m7walunw"]http://youtu.be/tM-m7walunw[/ame]


    Maquinista diz que fez curva a 190 quilómetros por hora quando limite era de 80


    Até ao momento a Renfe não adianta as causas que terão estado na origem do acidente de um comboio perto de Santiago de Compostela, que fez pelo menos 78 mortos. Mas após o descarrilamento, numa comunicação por rádio, um dos maquinistas disse que entrou a uma velocidade de 190 quilómetros por hora numa curva onde o limite é de 80 quilómetros.

    Segundo o El País, na primeira comunicação por rádio após o acidente e ainda dentro da cabine, antes de saber se havia vítimas, um dos maquinistas repetia “somos humanos, somos humanos”, acrescentando que lhe doíam as costas. “Espero que não haja mortos porque isso cairia na minha consciência”, acrescentou, descrevendo que entraram na curva onde só se podia circular a 80 quilómetros por hora a uma velocidade superior a 190 quilómetros por hora.

    Eram 20h41 quando o comboio que fazia a ligação de Madrid à cidade costeira de Ferrol, na Corunha, estava a chegar a Santiago de Compostela. Na composição viajavam 222 pessoas. O acidente ocorreu em Angrois, freguesia que fica a quatro quilómetros da estação de Santiago. Até ao momento estão confirmadas 78 vítimas mortais e mais de 140 feridos. As causas do acidente estão por apurar, mas algumas informações iniciais indicam que o comboio circularia a quase 200 quilómetros.

    Porém, segundo a conversa apurada pelo mesmo jornal e que está a ser avançada por vários meios de comunicação do país, o maquinista não terá adiantado se o excesso de velocidade teria sido um erro humano ou se tinha existido qualquer tipo de falha técnica que tivesse impedido a composição de reduzir velocidade antes da curva, visto que há muito pouco tempo para desacelerar dos normais 200 quilómetros por hora para os recomendados 80.

    O troço de via férrea onde se deu o acidente não estava dotado de um sistema de segurança que obriga o comboio a parar quando o maquinista não obedece à velocidade à qual nele se pode circular. Esse sistema – que consiste numa transmissão de dados permanente entre a via e a cabine do comboio – termina umas dezenas de metros antes do local do acidente.

    Até aquele ponto, a via por onde seguia o comboio era uma linha de alta velocidade, dotada com os mais modernos sistemas de segurança e onde, se o maquinista excedesse a velocidade prevista e não reagisse em segundos a um sinal de aviso, a composição pararia imediatamente. Mas precisamente à entrada de Santiago de Compostela a linha de alta velocidade (AVE) desemboca num corredor ferroviário por onde passa também a linha convencional. Isto acontece porque se quis evitar a expropriação de terrenos caros e aproveitar a linha já existente, uma vez que, na malha urbana, tão pouco valia a pena ter uma infra-estrutura para velocidades elevadas dado que a estação se encontra a centenas de metros mais à frente.

    Ora, por ser um troço mais antigo, este está dotado de um sistema ASFA (Aviso de Señales y Frenos Automáticos), que é uma tecnologia menos moderna, na qual há uma décalage entre o momento da detecção de que o comboio vai com velocidade excessiva e a actuação do sistema para o fazer parar. Se, como consta das gravações entre o maquinista e a estação, a composição seguia a alta velocidade onde não poderia ir a mais de 80, então o ASFA não tinha tempo suficiente para actuar.

    Em Portugal, o sistema Convel (Controlo de Velocidade) usado em mais de metade das linhas portuguesas teria evitado este acidente.

    Curva perigosa
    Porém, o El País lembra que a curva é conhecida para quem faz habitualmente a viagem entre Madrid e Ferrol, já que aquando da inauguração do novo traçado (a 10 de Dezembro de 2011), precisamente naquela curva, o comboio balançou. Até chegar a este local desde Ourense são cerca de 80 quilómetros praticamente rectos. Esta é também uma das poucas zonas em que o AVE circula num troço que não é totalmente independente – uma opção que foi feita para evitar mais expropriações quando se acrescentou a linha de alva velocidade.

    http://www.publico.pt/mundo/noticia...tros-por-hora-quando-limite-era-de-80-1601268
     
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  8. Meteo Trás-os-Montes

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    Cumulonimbus

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    [​IMG]

    Linha do Corgo - Chaves 1980
    Foto: Carrileiros Portugal

    Uma imagem que pertence à História! Apenas à História! :disgust::disgust::disgust:
     
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  9. lusometeo

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    Mas Chaves já não é servida pela CP?
     
  10. vitamos

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    Não... mais precisamente, desde 1990. A estação de Chaves ainda lá está, mas os carris não.
     
  11. lusometeo

    lusometeo
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    Cirrus

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    A CP, empresa PÚBLICA, deixou de prestar serviço público num pequena CIDADE de Trás-os-Montes.

    Agora percebo o porquê do medo de quando privatizarem os CTT (deixa de ser financiada pelos contribuintes) fechem alguns pontos de atendimento no interior. Realmente, só o serviço PÚBLICO como a CP, paga por todos os contribuintes (e que continua a custar milhões todos os anos), é que consegue servir a população... tal como a CP faz à população de Chaves...
     
  12. David sf

    David sf
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    Chaves, Vila Real, Mirandela, Bragança, Viseu, Portalegre, Sines... Só para citar as mais importantes. Destas, só Bragança nunca teve acesso por comboio. Serviço público no seu melhor.
     
    lusometeo e CptRena gostaram disto.
  13. Gilmet

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    Apenas em nota, Bragança teve acesso por comboio (Linha do Tua) entre 1906 e 1992.

     
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    #283 Gilmet, 17 Nov 2013 às 23:36
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 03:57
    CptRena gostou disto.
  14. MSantos

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    Super Célula

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    Bragança teve acesso a comboios, a antiga estação ferroviária foi convertida na numa das partes da estação rodoviária actual. ;)
     
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  15. MSantos

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    Super Célula

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