Desastres naturais mataram menos em 2006

Mago

Nimbostratus
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25 Out 2006
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Beira Interior
As Nações Unidas divulgaram esta segunda-feira as conclusões de um estudo destinado a avaliar as consequências dos desastres naturais, que apontam para uma redução muito significativa no número de mortes. Em 2006, morreram 21796 pessoas, contra as 92 mil vítimas registadas em 2005.

«Os números de 2006 confirmam as tendências que temos vindo a observar desde 2000», anunciou Debarati Guha-Sapir, da Universidade Católica de Leuven, Bélgica, que reuniu os dados. Durante cinco anos o número de mortes na sequência de desastres naturais diminuiu, excepção feita para 2004, marcado pelo tsunami que atingiu o Sudeste asiático.

As inundações e as tempestades foram as catástrofes naturais mais frequentes o ano passado, enquanto as temperaturas extremas foram responsáveis por um aumento de mortes na ordem dos 5% na Europa.

A maioria das mortes verificadas o ano passado, de acordo com este relatório, ocorreu na Indonésia, onde um terramoto, em Maio, vitimou quase 6 mil pessoas. Em Dezembro, o tufão Durian matou 1400 pessoas nas Filipinas.

Por outro lado, as ondas de calor na Holanda e na Bélgica foram responsáveis por um número elevado de mortes da Europa, o mesmo acontecimento com uma vaga de frio na Ucrânia.

O total de pessoas afectadas (feridas, desalojadas ou carecidas de ajuda de emergência) por catástrofes naturais no ano passado foi de 140 milhões, menos cerca de 17 mil que no anterior.

Fonte: Revista Visão

Sempre se pode considerar uma boa noticia.:)
 

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
As Nações Unidas divulgaram esta segunda-feira as conclusões de um estudo destinado a avaliar as consequências dos desastres naturais, que apontam para uma redução muito significativa no número de mortes. Em 2006, morreram 21796 pessoas, contra as 92 mil vítimas registadas em 2005.

«Os números de 2006 confirmam as tendências que temos vindo a observar desde 2000», anunciou Debarati Guha-Sapir, da Universidade Católica de Leuven, Bélgica, que reuniu os dados. Durante cinco anos o número de mortes na sequência de desastres naturais diminuiu, excepção feita para 2004, marcado pelo tsunami que atingiu o Sudeste asiático.

As inundações e as tempestades foram as catástrofes naturais mais frequentes o ano passado, enquanto as temperaturas extremas foram responsáveis por um aumento de mortes na ordem dos 5% na Europa.

A maioria das mortes verificadas o ano passado, de acordo com este relatório, ocorreu na Indonésia, onde um terramoto, em Maio, vitimou quase 6 mil pessoas. Em Dezembro, o tufão Durian matou 1400 pessoas nas Filipinas.

Por outro lado, as ondas de calor na Holanda e na Bélgica foram responsáveis por um número elevado de mortes da Europa, o mesmo acontecimento com uma vaga de frio na Ucrânia.

O total de pessoas afectadas (feridas, desalojadas ou carecidas de ajuda de emergência) por catástrofes naturais no ano passado foi de 140 milhões, menos cerca de 17 mil que no anterior.

Fonte: Revista Visão
Sempre se pode considerar uma boa noticia.:)

Podemos dizer que sim, apesar de lamentarmos, nem que fosse uma só vítima...
Penso que estes números, são sempre dificeis de contabilizar...
Estes dados são relativos, e penso que o seu número é sempre um pouco superior. As mortes devido a ondas de calor e de frio são sempre dificeis de contabilizar. Numa paragem cardíaca, por exemplo, pode ser declarado morto "apenas" como tendo um ataque cardiaco e não ser tomada em consideração que teve os sintomas devido à onda de calor que lhe induziu excesso de calor no corpo ...

Mas as organizações precisam de apresentar dados concretos e não supostos, por isso acredito que os valores reais são sempre superiores aos enunciados...
 

Seringador

Cumulonimbus
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29 Ago 2005
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Canelas - Vila Nova de Gaia
Boas,

Eles sempre existiram, contudo muitos dos dados da ONU são duvidosos, pq foram os governos de alguns países, tais como a china, rússia, américa latina, quase toda a África e muitos paíse asiáticos, mas já são cada vez menos em desinformar a ONU.

Uma situação que se tem vindo a verificar no que toca aos riscos naturais é que, felizmente o nº de vítimas tem vindo a diminuir, quando comparados com anos anteriores recentes. O mesmo não acontece, com os custos ou prejuízos que tem vindo aumentar.
Será bom lembrar que os custos num país subdesenvolvido são diferentes de um como os USA, já que a qualidade de vida, equipamentos e utilitários são muito mais vastos do que um Bangladesh:unsure:

Outra coisa que saliento, é o facto de que existem cada vez mais hipóteses de registar eventos, que sem a divulgação actual nunca seriam contabilizados, nomeadamente os eventos meteorológicos, por isso é necessário ter cuidado com afirmações de que cada vez existe umaior probabilidade de ocorrência e que têm vindo a aumentar.:huh:
Claro que estão aumentar o seu registo mas pode não ser a sua frequência, pelo que se recuarmos 30 anos iremos constatar que eram poucos, não sei se me fiz entender,:unsure: é preciuso separar estas duas situações;)
 

Rog

Cumulonimbus
Registo
6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
Boas,

Eles sempre existiram, contudo muitos dos dados da ONU são duvidosos, pq foram os governos de alguns países, tais como a china, rússia, américa latina, quase toda a África e muitos paíse asiáticos, mas já são cada vez menos em desinformar a ONU.

Uma situação que se tem vindo a verificar no que toca aos riscos naturais é que, felizmente o nº de vítimas tem vindo a diminuir, quando compartados com ános anteriores recentes. O mesmo não acontece, com os custos ou prejuízos que tem vindo aumentar.
Será bom lembrar que os custos num país subdesenvolvido são diferentes de um como os USA, já que a qualidade de vida, equipamentos e utilitários são muito mais vastos do que um Bangladesh:unsure:

Outra coisa que saliento, é o facto de que existem cada vez mais hipóteses de registar eventos, que sem a divulgação actual nunca seriam contabilizados, nomeadamente os eventos meteorológicos, por isso é necessário ter cuidado com afirmações de que cada vez existe umaior probabilidade de ocorrência e que têm vindo a aumentar.:huh:
Claro que estão aumentar o seu registo mas pode não ser a sua frequência, pelo que se recuarmos 30 anos iremos constatar que eram poucos, não sei se me fiz entender,:unsure: é preciuso separar estas duas situações;)

Nem mais nem menos, é isso tudo o que acabas de afirmar...
...e embora os custos nestes paises mais pobres sejam menores não significam que causem menos danos, certo é que prejuizos em paises pobres detroem por vezes infranstruturas base que aos poucos estavam a ajudar as pessoas ou em Hospitais, escolas... mas com uma diferença, nos países ricos os seguros e os governos em poucos anos colocam cidades e vilas como estariam antes de qqer prejuízo, nos pobres, anos depois, mantem-se os escombros onde estavam, não há verbas e as doenças pululam em cada esquina...
E claro, concordo plenamente quando afirmas que hoje existem mais registos embora a frequência não tenha aumentado assim tanto. Mas por vezes as instituições tiram conclusões com os dados que têm, esquecendo os dados de que não têm e que também deviam ser contabilizados pelo menos estatisticamente....