Sobre o défice tarifário, as renováveis têm a sua cota de "culpa", mas ... http://www.erse.pt/pt/electricidade/tarifaseprecos/tarifasreguladasem2009/Documents/CImprensaTarifas2009FINAL16Dez08.pdf Mas o resultado é que 2009 foi um ano de crise, até de menor consumo em relação ao ano anterior, e terá sido o ano com o melhor resultado de sempre. Desta forma a EDP não terá resultados apenas na energia e no gás vendido.
Errado 2 vezes. O aumento do preço não modera o consumo porque a energia não pode ser trocada por outro bem e o lucro de uma determinada empresa é corrigido pelo pagamento de impostos... Mudança de tecnologia sim... funciona e tem tido resultados...
A procura de electricidade é elástica? Do interruptor da luz à luz das velas é um salto... realmente aumentar o preço em 40% teria um efeito extraordinário na moderação dos consumos... Já reparaste que as pessoas preferem deixar o frigorífico mais vazio a deixar de pagar o empréstimo da casa, a luz, a água e o telefone?
"(...) E agora, não sei se observaram existe mais uma indicação na parte final das facturas: "Parcela relativa ao acesso às redes..." Não será esta a forma que a EDP arranjou para fugir ao dito aluguer do contador?" Fonte (passem por aqui, sff): Factura da EDP (luz): Potencia contratada, sabe o que é?
Em suma, deverá ter sido uma forma de recuperar esse valor, mas em vez de ser igual para todos, é em função da potência contratada. ERSE
É verdade que é um bem essencial e que todas as famílias fariam um esforço extra para a usufruir, mas tudo até ao limite da capacidade financeira das mesmas.
Não. É parte do preço que a REN paga às câmaras municipais pela rede que está construída. «6. Quem paga as tarifas de acesso às redes? As tarifas de acesso às redes de transporte e distribuição de electricidade ou de gás natural são pagas directamente pelos fornecedores (comercializadores) aos operadores das referidas redes, mas “em nome” dos seus clientes. Ou seja, o valor correspondente ao uso das redes integra o preço a pagar pelos consumidores de electricidade e de gás natural e é devidamente identificado nas respectivas facturas, incluindo as emitidas pelos fornecedores de último recurso.» http://www.erse.pt/consumidor/bibli.../tarifaseprecos/Paginas/Tarifaseprecos.aspx#6 Tudo devido ao mosaico de monopólios privados resultante das privatizações falhadas... a tal transferência de custos para os clientes de um produto sem existir qualquer valor acrescentado ao que se está a vender...
Eletricidade: Tarifa agravada em 550 M€ devido a renováveis A tarifa de eletricidade para 2011 proposta pela ERSE inclui um agravamento de 550 milhões de euros devido aos custos com as energias renováveis e cogeração, garantia de potência às centrais, rendas aos municípios e remuneração garantida dos produtores de eletricidade. De acordo com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), os chamados «Custos de Interesse Económico Geral» - também designados custos de decisão política - passaram de quase 2 mil milhões de euros em 2010 para mais de 2,5 mil milhões de euros em 2011, influenciando o aumento de 3,8 por cento nas tarifas para 2011. Os gráficos da ERSE indicam que os custos de decisão política ascenderam a cerca de 250 milhões de euros em 2009, mas este ano «constitui exceção» porque em 2008 o então ministro da Economia, Manuel Pinho, determinou um «diferimento temporal do sobrecusto da PRE» estimado para 2009 e de desvios dos anos anteriores. Dinheiro Digital
Custo da electricidade em Portugal duplicou no primeiro semestre O preço de mercado da electricidade na Península Ibérica está novamente a subir, após ter atingido mínimos históricos no final de 2009. Neste primeiro semestre de 2010 o custo de cada megawatt hora (MWh) já subiu 106% nas transacções de electricidade em Portugal através do Omel, a plataforma sedeada em Espanha que gere a negociação diária ("spot") de energia na Península Ibérica. Em Espanha os preços da electricidade tiveram um aumento de 76% neste período. Miguel Prado Jornal de Negócios EDP Renováveis assegura maior projecto eólico na Cantábria A EDP Renováveis ganhou o maior lote no concurso que o Governo da Cantábria, em Espanha, lançou para a atribuição de licenças de desenvolvimento de parques eólicos. À empresa portuguesa caberá a instalação de 220 megawatts (MW) de potência, a que estarão associados cerca de 250 milhões de euros de investimento, de acordo com a imprensa espanhola. O Governo da Cantábria refere, num comunicado ontem divulgado, que "o concurso eólico implicará um investimento total de cerca de 2 mil milhões de euros e implicará a criação de 4.222 empregos". Em causa estão sete projectos eólicos adjudicados a outros tantos consórcios, depois de recebidas 51 propostas. Miguel Prado Jornal de Negócios Dívidas do Estado asfixiam fornecedores de painéis O Governo já esgotou as verbas para subsidiar a compra de equipamentos de energia solar térmica, no âmbito da iniciativa Medida Solar Térmico 2009. Os pagamentos às empresas estão suspensos desde Fevereiro, apurou o DN, com os milhões de euros em dívida a porem em risco a sobrevivência de muitos dos fornecedores do programa. A Medida Solar Térmico 2009, amplamente divulgada por José Sócrates e pelo ministro da Economia como uma forma de atrair mais consumidores às energias renováveis, concedeu condições especiais na compra de painéis solares térmicos e terminou, em 31 de Dezembro de 2009, com 50 658 instalações encomendadas, referentes a 207 044 metros quadrados de colectores solares, segundo os dados do Ministério da Economia. As instalações deveriam estar todas concluídas até 30 de Junho último. Mas o DN sabe que há empresas a atravessar situações de grandes dificuldades económicas, fruto do acumular das dívidas do Estado. "Tenho facturas com mais de cem dias à espera de serem pagas que envolvem valores superiores a um milhão de euros. A maioria das marcas envolvidas no programa está perto da insolvência porque o Governo não cumpre a sua parte no negócio", afirmou ao DN o responsável de uma das empresas fornecedoras do programa, que pediu anonimato para evitar quaisquer tipo de represálias. Depois de muito insistir junto da Yunit - a empresa constituída pela CGD, BES e PT, anteriormente designada por PME Link, para servir de plataforma de ligação entre o Estado, os fornecedores do programa e os clientes -, este empresário foi informado de que o Estado deixou de pagar aos bancos a sua comparticipação no programa a partir de Fevereiro. A própria Yunit, em documento a que o DN teve acesso, reconhece que a "situação é insustentável", tendo sido "forçada a suspender temporariamente os pagamentos" até que o Estado volte a pagar. O problema é que os clientes, que entretanto pagaram a sua quota-parte, pressionam e exigem que a instalação se faça. E as empresas não têm condições para o fazer. "Fizemos tudo o que podíamos, não podemos sustentar mais esta situação. Se isto se mantiver, para o mês que vem já não conseguimos pagar os salários. Estamos completamente esvaziados", diz o mesmo empresário. E a verdade é que, apesar de as empresas terem sido informadas, no fim de Junho, que a entrada em vigor do novo decreto-lei de execução orçamental permitia desbloquear os pagamentos, até agora tudo se mantém na mesma. O Ministério da Economia remeteu comentários para hoje. ILÍDIA PINTO DN
Subida na factura da luz chega aos 4,7% para financiar a RTP Sexta-feira foi anunciado um aumento de 3,8% nas tarifas da electricidade. É mais um euro e meio por mês para uma factura mensal média de 40,6 euros, nas contas da proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para 2011. Só que horas depois, a proposta de Orçamento do Estado dava a conhecer um aumento de 29% na contribuição audiovisual. A antiga taxa de televisão, que é paga nas facturas da electricidade, passa de 1,74 euros para 2,25 euros por mês. Um aumento que, assume o governo no Orçamento do Estado, dará oportunidade à revisão em baixa da indemnização compensatória prevista para a RTP. Ou seja, para reduzir a factura do Estado, o governo eleva a factura dos consumidores. Juntando os aumentos, os 3,8% da electricidade e os 29% da contribuição audiovisual, a factura média vai subir cerca de dois euros/mês. Isto significa que o aumento será de 4,7% em relação à factura mensal média estimada pela ERSE para uma família, que em 2010 é de 40,6 euros sem a contribuição audiovisual. Fonte: Jornal i
[Petição] Electricidade: exigimos custos sem extras A proposta de aumento médio de 3,8% na factura da energia eléctrica resulta de custos impostos ao sector que ganham uma dimensão insustentável. Exigimos cortes em várias áreas. Em 2011, o custo da electricidade vai pesar mais no orçamento dos consumidores. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, em Outubro, uma média de 3,8% de aumento na tarifa da electricidade. Opções políticas e medidas legislativas condicionam a fixação das tarifas e levam a que a parcela dos “Custos de Interesse Geral” continue com um crescimento imparável. Em 2011, prevê-se um total de 2,5 mil milhões de euros de custos, um aumento superior a 30%, face a 2010. Por exemplo, na factura, por cada € 100 pagos, € 42 referem-se a “Custos de Interesse Geral”, que podem e devem ser reduzidos. Alguns não têm relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica. É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. Para 2011, a diminuição de 10% nestes custos levaria a uma redução de 5% na factura. Há muito que a DECO alerta para a situação no sector e exige uma redução dos custos de interesse geral, para que o preço a pagar pelos consumidores seja mais justo. Electricidade sem extras - DECO PROTESTE Electricidade: exigimos custos sem extras - Direitos - DECO PROTESTE Aderir à Petição Contra extras na electricidade, junte-se a nós - Direitos - DECO PROTESTE
Re: [Petição] Electricidade: exigimos custos sem extras Pois, pois, alguém tem de pagar as renováveis
Re: [Petição] Electricidade: exigimos custos sem extras Temos de fazer algo contra estes e outros energumes que tentam justificar tudo no preço final, desde os seus investimentos até mesmo os seus impostos, querendo eles que seja o consumidor final a pagar! E a técnica de tal malificiencia já se pegou a outros sectores: a panificação, a água, a banca, .. Enfim, entidades para as quais o respeito pelos seus clientes é quase nulo, onde o preço praticado pelo seu produto ou serviço é apenas o menor de todas as parcelas na factura! Sabem que mais, uma família que mude para outro fornecedor de energia pode poupar 180eur por ano! A REFER já mudou de fornecedor..