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Filmes e Séries

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por mr. phillip 8 Fev 2009 às 11:01.

  1. mr. phillip

    mr. phillip
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    Cumulonimbus

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    Ontem fui ver a "Época das Bruxas" com o Nicholas Cage...
    Embora previsível, é um filme bem interessante com cenários (gerados) grandiosos, só por isso quase vale o filme... :)
    Quanto à história do mesmo, é passado em plena Idade Média, na época da peste, e como todos os últimos filmes do Nicholas Cage, perde um pouco no final, demasiado fantasiado...
    Ainda assim, uma agradável surpresa, para um filme que decidi ir ver à última da hora...
     
  2. Lisboa001

    Lisboa001
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    Cirrus

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    Chuck

    Mais alguem vê chuck?
    Série da NBC sobre um individuo chamado Chuck, que na sua festa de anos recebe um e-mail do seu velho amigo Bryce, ao abrir um video começa, e os segredos da C.I.A Ficam todos na sua cabeça, tornando-o na prioridade nº1 da C.I.A para proteger... Assim, a bela Sarah Walker e o "durão" John Cassey são mandados para Burbank (califórnia) para proteger Chuck de ser raptado pelo Fulcrum (agencia criminosa) enfrentando juntos vários perigos e aventuras.
    A série é muito fixe de se seguir, tem uma bela história, uma grande soundtrack, um grande elenco...
    São 4º séries de Acção aventura comédia e um pouco romance...
    5ª série sai este outono :) :) :)
     
  3. Fil

    Fil
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    Cumulonimbus

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    Re: Chuck

    É uma série que queria começar a ver mas vou adiar porque neste momento já estou a seguir demasiadas séries ao mesmo tempo. Agora mesmo ando apenas a ver Breaking Bad.
     
  4. Lisboa001

    Lisboa001
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    Cirrus

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    Re: Chuck

    ;);)
     
  5. duero

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    Nimbostratus

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    Re: Chuck

    Siempre encuentro curioso que en Portugal no doblen los nombres de las series.
     
  6. Lisboa001

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    Cirrus

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    Re: Chuck

    ahahah
     
  7. Lisboa001

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    Cirrus

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    Re: Chuck

    Estive a ver a programação do canal 9... xDD
     
  8. Pedro

    Pedro
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    Cumulonimbus

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    Re: Chuck

    E em Portugal achamos estranho como nem sequer nomes de bandas respeitam. Tipo Pedras Rolantes em vez de Rolling Stones...
     
  9. duero

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    Nimbostratus

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    Re: Chuck

    Los grupos y bandas se respetan los nombres, mas también se traducen por veces.

    En el caso de Rolling Stone, la mayoría de las veces se utiliza el original, pero alguna vez se ha traducido.

    La traducción mas cercana al original sería "Cantos rodados". Los cantos rodados son las piedras de los rios, ya muy erosionadas y circulares.
     
  10. duero

    duero
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    Nimbostratus

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    Re: Chuck

    En México ni traducen los nombres del ingles, nada. Un amigo de México le parecia extraño que en España lo hicieramos, que traduciamos todo y no respetabamos la escritura ni la pronunciación del inglés.

    Le dije que era de justicia. Si hacemos eso con el inglés debemos hacerlo con todas las lenguas y prestamos.

    Deberíamos por empezar a escribir las palabras árabes en alfabeto árabe, y en español y portugues hay bastantes.

    Deberiamos escribir las palabras celtas en alfabeto de los celtas.

    Las palabras íberas en alfabeto ibérico.

    Las palabras visigodas y germánicas en runas escandinavas.

    Y si no traducimos los nombres de series en inglés no deberiamos traducir las francesas, las serbias, las de la Republica Checa, las italianas, etc.....

    No creo que debamos tratar al inglés como una excepción.
     
  11. Lisboa001

    Lisboa001
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    Cirrus

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    Re: Chuck

    Temporada 5 (e a ultima :sad:) no dia 21 de outubro....
     
  12. AndréFrade

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    Cumulonimbus

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    Titanic

    Já alguem foi ver o filme Titanic em 3D nos cinemas ?

    Está brutal :surprise:

    Falemos da história ;)
     
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  13. Meteo Trás-os-Montes

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    Cumulonimbus

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    Vale a pena fazer menção que se fez história na exibição de cinema em Portugal...

    CM



    Já vi e adorei! :rolleyes::rolleyes::rolleyes:
     
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    #73 Meteo Trás-os-Montes, 16 Abr 2012 às 22:27
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 04:01
  14. Agreste

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    Super Célula

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    Himalaias - A Viagem dos Jesuítas Portugueses,

    Uma série de 4 episódios, emitida na RTP2 abordou a viagem de padres jesuítas portugueses pelo Tibete, Nepal e norte da Índia, no 2º quartel do século XVII. Viagens duras por território inóspito e praticamente desconhecido, à procura de um reino cristão (Cataio) que afinal não existia. Os passos daqueles missionários são reproduzidos pelo viajante e investigador da expansão marítima portuguesa, Joaquim Magalhães de Castro. E o que tem de especialmente interessante para a comunidade teosófica este documentário? Ora, alguns dos sítios, cidades e províncias por onde passa Joaquim de Castro são citados nos livros que relatam as viagens dos primeiros teosofistas. Uma obra onde se podem encontrar também referências a Leh, Ladakh, Caxemira, Monte Kailash e outros mais é nas Cartas dos Mahatmas.
    Mesmo sem esta curiosidade o documentário é uma peça valiosa, provavelmente umas das melhores produções portuguesas dos últimos tempos nesta área. Pode aceder à página do programa no site da RTP aqui e ver os episódios online.

    http://www.rtp.pt/programa/tv/p28299/e2

    Viagem ao Tecto do Mundo – o Tibete Proibido relata-nos a viagem inesquecível que Joaquim Magalhães de Castro fez ao coração do Tibete, o Ngari. Com início na capital, Lhasa, esta intrépida aventura durou cerca de mês e meio e atravessou, em direcção a oeste, quase dois mil quilómetros dalgumas das paisagens mais inóspitas, magníficas e sagradas do planeta, de onde podemos destacar a cidade perdida de Tsaparang ou o monte Kailash e o lago Manasorovar, locais de peregrinação budista a nível mundial visitados no início do século XVII pelos jesuítas António de Andrade, Francisco de Azevedo, João Cabral, Estêvão Cacela, entre outros, pioneiros europeus nos Himalaias. De mochila às costas, viajante clandestino em algumas das regiões por onde passou e muitas vezes transportado nas caixas de camiões, o autor conheceu o Tibete mais recôndito e autêntico, o seu povo, a sua cultura, a grandiosidade dos seus palácios, templos e mosteiros, e a sua profunda religiosidade.

    PREFÁCIO

    País das Neves Eternas, Tecto do Mundo ou Shangri-La são algumas das expressões mais comuns quando queremos referir-nos ao misterioso e esotérico Tibete. Porém, a verdade é que tais palavras se revelam insuficientes para definir a grandiosidade e amplitude desta extensão de terra nos confins dos Himalaias.
    Fonte de fascínio para o mundo exterior, o Tibete esteve «apartado» do Ocidente pelo menos até ao início do século XVII, altura em que jesuítas portugueses instalados em Goa, incitados pelos rumores de que ali existiriam comunidades cristãs, abriram o caminho a uma série de exploradores e aventureiros que apenas quase três séculos mais tarde ousariam partir em busca das riquezas materiais e espirituais dessa nação.
    Lhasa, a capital, era conhecida como a «Cidade Proibida», tal era a dificuldade em obter autorização para a visitar, mas, quando, em meados da década de 1980, as suas portas se abriram ao turismo, o Tibete deixou de ser o reino escondido que alimentava os sonhos dos mais curiosos. Mais de trinta anos de ocupação chinesa daquele planalto estratégico, na sequência da implantação da República Popular da China em 1950, e o exílio de cem mil tibetanos, entre os quais o seu líder espiritual, o Dalai Lama, deixaram marcas indeléveis no legado cultural e histórico. A ocupação levou também, inevitavelmente, a uma chegada em massa de migrantes chineses. Acessível e tolerante, o povo tibetano deixou-se permeabilizar pela influência e cultura chinesas, perdendo muita da sua graça e originalidade. Todavia, alguns observadores comparam o momento actual à renascença tibetana do século XI, quando o budismo voltou a ser instaurado no país depois de dois séculos de perseguições. Lentamente, esta cultura milenar começa a reconstruir o seu mundo.
    Um pequeno passeio pela Praça de Barkhor ou uma visita a Jorkhang, o mais sagrado dos templos, é suficiente para constatarmos que a tentativa de edificar um «admirável mundo novo» no planalto tibetano esbarrou contra a espantosa fé dos seus habitantes. Com um património de mosteiros notáveis, paisagens de alta montanha estupendas, extensos lagos cristalinos e rotas de peregrinação lendárias, o Tibete continua a ser uma das regiões mais belas do planeta.
    E se para o viajante atento qualquer deslocação ao Tibete será, simultaneamente, uma experiência inesquecível e perturbante, para um português uma viagem destas pode assumir um carácter muito especial. Digo isto porque, em certa medida, podemos considerar que o Tibete foi um dos últimos destinos dos Descobrimentos, apesar de n’Os Lusíadas se valorizar uma nação de marinheiros intrinsecamente ligada ao mar e ignorar os que se aventuravam pelo interior dos continentes americano, africano e asiático, como foi o caso dos jesuítas, que desafiaram os Himalaias.
    Em 1624, após uma duríssima travessia através dos «desertos de neve» que separam a Índia do Tibete, o padre António de Andrade chegou a Tsaparang, a capital do reino tibetano de Guge. Efectuaria nova viagem dois anos mais tarde, desta feita acompanhado por Manuel Marques. Andrade foi o primeiro ocidental a visitar o Tecto do Mundo, na altura associado ao mítico reino do Cataio, onde chegou a construir uma igreja e fundou uma missão católica que funcionaria
    até 1640. O seu primeiro relato, intitulado Novo Descobrimento do Gram Cathayo ou Reinos do Tibet, foi publicado em 1626 e rapidamente traduzido nas principais línguas europeias.
    António de Andrade, Francisco de Azevedo, João Cabral e Estêvão Cacela, verdadeiras e únicas autoridades em matéria de tibetologia até à segunda metade do século XVIII, também deixaram registos das suas viagens. Durante mais de um século, entre 1624 e 1746, a Europa nada mais soube sobre o Tibete para além daquilo que os portugueses lhe transmitiram; não obstante, quando hoje se fala do estudo e de conhecimentos pioneiros desta região do planeta, são os nomes de Desideri Ippolito (jesuíta italiano que viveu no Tibete um século depois de António de Andrade), Sven Heiden ou Francis Younghusband (respectivamente, explorador sueco e militar inglês, ambos do início do século XX) os mais referidos, e nunca os dos pioneiros portugueses.
    Aos nomes de Andrade, Marques, Azevedo, Cabral e Cacela podemos juntar muitos outros praticamente desconhecidos: Diogo de Almeida, Gonçalo de Sousa, Francisco Godinho, António Pereira, António da Fonseca, Manuel Dias, Félix da Rocha, entre outros, ficarão para sempre ligados à história do Descobrimento do Tibete pelos europeus. Para estes homens, movidos por uma fé profunda, a empresa tibetana era a resposta a um apelo divino numa região desconhecida que tinha o valor que a Terra Prometida tem para os judeus. Já o profeta Isaías falara da existência de «uma nação que vive numa montanha muito alta de onde correm rios poderosos», descrição que encaixa na perfeição com o cenário natural do monte Kailash e do lago Manasorovar, que, juntamente com a cidade de Tsaparang, constitui o cerne geográfico deste livro, inspirado nos passos e relatos destes homens.

    INTRODUÇÃO

    Quando, no mês de Março de 2008, a islandesa Björk gritou «Tibet! Tibet!» após cantar o tema Declare Independence num espectáculo em Xangai, certamente que não era fazer política o que pretendia, nem tão-pouco futurologia. O certo é que a sua provocação foi premonitória e dias depois, em Dharamsala, na Índia, sede do governo tibetano no exílio, tinha início a histórica «Marcha de Regresso ao Tibete», evocando a revolta contra a violenta anexação deste país pela China, em 1959, cujo resultado se traduziu na eliminação de uma parte significativa da sua população.
    Ao mesmo tempo, uma iniciativa paralela, liderada por monges, era reprimida em Lhasa, capital do Tibete, dando origem a uma série de confrontos que contabilizaram dezenas de mortes logo nos primeiros dias. Com o exército nas ruas, as autoridades chinesas recorreram à táctica utilizada aquando das manifestações pró-independentistas de 1987-1989, incentivando os «rebeldes» a entregarem-se, evitando assim o esperado «castigo».
    A ousadia de Björk ter-lhe-á custado, quando muito, a interdição de actuar na China nos próximos anos. De resto, nada que não tenha já sido visto: sempre que se aproxima uma data ou acontecimento susceptível de provocar reacções e animosidades — como foi o caso dos Jogos Olímpicos de Pequim — surgem as restrições. E se a situação se descontrola, encerram-se fronteiras pelo tempo que for necessário. Foi assim em 1987 e assim é ainda hoje.
    Já para os tibetanos, as consequências são mais dolorosas. Várias organizações de direitos humanos têm vindo, ao longo dos anos, a denunciar detenções arbitrárias por motivos políticos, tortura e até execuções. Desde a vaga de protestos ocorrida em 1987, por exemplo, terão morrido pelo menos sessenta pessoas; para além disso, é consensual que «o direito à autodeterminação, à liberdade de expressão, de reunião e de livre circulação» mais não é do
    que palavras escritas num papel no que à denominada Região Autónoma do Tibete diz respeito. Desde a ocupação chinesa que a nação tibetana se adaptou às contingências políticas, incapacitados de evitar os riscos da progressiva descaracterização. Contudo, o Dalai Lama é uma referência que persiste e um retrato do carismático líder é o melhor presente que se pode dar a um tibetano.
    Funciona como um salvo-conduto, um bem útil a quem viaja, efectivamente, naquela que chega a ser, por vezes, a mais inóspita das paisagens.
    Mas não se julgue que os tibetanos são aquelas adoráveis criaturas que muitos gostam de descrever. Há tibetanos e tibetanos e, apesar de António de Andrade, no seu tempo, falar de «gente valorosa, dada a guerras em que contínuo anda exercitada», não esquecendo também de salientar a sua «bondade e a disposição que têm para receber todo o bem», dizendo até que «há meses que vivo nesta terra, nunca até hoje soube de uma só briga, nem desavença, nem que pessoa alguma esteja em ódio com outra», a realidade, hoje, é outra: as coisas mudaram muito desde que o jesuíta, que lamentava não saber tibetano suficiente para melhor «poder pregar e converter almas», emitiu tais juízos de valor. Ao longo das diversas viagens que efectuei no planalto tibetano, assisti a muitas brigas e manifestações de ódio que, em certas ocasiões, chegaram mesmo a sobrar para mim, simplesmente porque eu era o intruso estrangeiro. Essa até foi uma barreira fácil de transpor, comparada com os empecilhos burocráticos que, curiosamente, tiveram mais vezes rosto tibetano que chinês.
    A mais longa e aventurosa dessas viagens teve lugar no ano de 1992 e é dela que trata, essencialmente, este livro, se bem que os primeiros capítulos se reportem a uma viagem efectuada dois anos mais tarde e apenas a uma parte desse Tibete, antes extensivamente percorrido. Foi nessa posterior viagem que tive o cuidado de me munir de uma máquina fotográfica para poder registar também as imagens, coisa que não tinha feito anteriormente.

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  15. Meteo Trás-os-Montes

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    Cumulonimbus

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    Hoje vou à ante estreia de Die Hard! Promete!



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    #75 Meteo Trás-os-Montes, 13 Fev 2013 às 18:57
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 04:01

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