O Estado do País 2016

Viva a rebaldaria e a economia paralela!

BE quer acabar com apresentações quinzenais dos desempregados

"Falta de comparência às apresentações quinzenais justificou no ano passado mais de um quinto (22%) das anulações de desempregados por incumprimento de deveres."


Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/econ...resentacoes_quinzenais_dos_desempregados.html
Mas que economia paralela, nunca recebi um chavo de subsidio de desemprego e acho as apresentações e a treta dos carimbos um idiotice, andar ao carimbos é como a estrela amarela usada para identificar os judeus na 2 grande guerra, como a dizer sou desempregado e ando a pedir carimbos aqui no Algarve pois já corri o resto do país
 
Mas que economia paralela, nunca recebi um chavo de subsidio de desemprego e acho as apresentações e a treta dos carimbos um idiotice, andar ao carimbos é como a estrela amarela usada para identificar os judeus na 2 grande guerra, como a dizer sou desempregado e ando a pedir carimbos aqui no Algarve pois já corri o resto do país
Lol
 
Pois...Existiam bastantes casos de "desempregados" que estavam fora do país a receber o subsídio e a trabalhar para ganhar uns "trocos".
 
Mas que economia paralela, nunca recebi um chavo de subsidio de desemprego e acho as apresentações e a treta dos carimbos um idiotice, andar ao carimbos é como a estrela amarela usada para identificar os judeus na 2 grande guerra, como a dizer sou desempregado e ando a pedir carimbos aqui no Algarve pois já corri o resto do país
Eu compreendo perfeitamente o que dizes, pois eu também já me senti assim.. Mas nunca ninguém me pediu provas ativas de emprego, isso só acontece quando alguma coisa falhou (suspensão do desemprego) e depois tenho de provar a minha boa fé.

Isso das estrelas dos judeus, tal e qual, é verdade! :)

Mas repara, o subsídio de desemprego é para quem não tem rendimentos de trabalho, são recursos sempre escassos! Se eu me ausentar, trabalhando no estrangeiro, sem este controlo, posso continuar a receber o subsídio indevidamente!

Eu sou da opinião que o controlo é para manter, precisamente porque os recursos são limitados, e todos os desempregados queremos receber um bom subsídio, certo?

Poderia ser controlado de outra forma, sem estrelas de davide:
- Pagamento em cheque à ordem do próprio, com validade de 15 dias. Se não reclamar presencialmente no mês seguinte, o subsídio seria suspenso. Assim apenas o próprio poderia levantar o chegue e perderia o subsídio se não reclamasse até ao mês seguinte. Com isto poupava-se um funcionário ao balcão de atendimento, para apresentações periódicas e o custo com as deslocações (quem mora em aldeias).

Simples!
 
O que é mais chocante é o que se passa ao nível da educação. Tudo de positivo que foi feito nos últimos anos está a ser destruído.

É um processo de Burro-cratização em curso. Pretende-se criar uma geração com mentalidade dependente do estado, contra a meritocracia, de natureza revolucionária pro-sindicalista.

A apresentação quinzenal nem sequer é do governo anterior..

O que virá a seguir?
- licenciaturas de 2 anos?
- passagem do 9ano diretamente para o superior?
 
quanto ao ir para o estrangeiro acho (do que sei) que basta cruzar os dados com as finanças, pois quando se emigra tem de se informar o fisco ou estamos tramados com o irs e sabemos que o fisco é a maquina mais bem oleada de todo o estado, só que duvido que tal cruzamento de dados exista. Pequena historia: sou dador de sangue e uma vez fui recusado disseram que não estava isento nem isenção vitalícia pois tinha poucas dádivas, fiquei suspeito e perguntei noutra sessão disseram que bastava dar por uma a.s.r diferente para os dados serem enviesados pois não existe cruzamento de dados
 
quanto ao ir para o estrangeiro acho (do que sei) que basta cruzar os dados com as finanças, pois quando se emigra tem de se informar o fisco ou estamos tramados com o irs e sabemos que o fisco é a maquina mais bem oleada de todo o estado, só que duvido que tal cruzamento de dados exista. Pequena historia: sou dador de sangue e uma vez fui recusado disseram que não estava isento nem isenção vitalícia pois tinha poucas dádivas, fiquei suspeito e perguntei noutra sessão disseram que bastava dar por uma a.s.r diferente para os dados serem enviesados pois não existe cruzamento de dados
Já estou a ver o pessoal a avisar o fisco, de cada vez que vai apanhar maçã a frança! :)

Atualmente, quem for beneficiário de subsídio de desemprego, tem de informar a segurança social, quanto à saída para o estrangeiro nos seguintes casos:
- ausência de 15 a 30dias (equiparado a férias)
- ausência maior que 30dias, para procurar emprego no estrangeiro, sem perder o subsídio de desemprego.

Depois há também o destacamento de trabalhadores, de empresas nacionais, para trabalhar no estrangeiro.

Depois há os pensionistas que emigram com os filhos, têm de avisar o CNP, para receber pensão no estrangeiro.

Estas são algumas das situações em que é necessário informar a segurança social.
 
É um processo de Burro-cratização em curso. Pretende-se criar uma geração com mentalidade dependente do estado, contra a meritocracia, de natureza revolucionária pro-sindicalista.

A apresentação quinzenal nem sequer é do governo anterior..

O que virá a seguir?
- licenciaturas de 2 anos?
- passagem do 9ano diretamente para o superior?
As licenciaturas já são de 3 anos, pouco falta para os 2...

Daqui a mais ninguém chumba...
 
Já estou a ver o pessoal a avisar o fisco, de cada vez que vai apanhar maçã a frança! :)

Atualmente, quem for beneficiário de subsídio de desemprego, tem de informar a segurança social, quanto à saída para o estrangeiro nos seguintes casos:
- ausência de 15 a 30dias (equiparado a férias)
- ausência maior que 30dias, para procurar emprego no estrangeiro, sem perder o subsídio de desemprego.

Depois há também o destacamento de trabalhadores, de empresas nacionais, para trabalhar no estrangeiro.

Depois há os pensionistas que emigram com os filhos, têm de avisar o CNP, para receber pensão no estrangeiro.

Estas são algumas das situações em que é necessário informar a segurança social.
tem de avisar o fisco para deixar de pagar o irs uma vez que o irá ( a partida se for honesto) no país para onde for viver e não nada a ver com os ganhos fora de Portugal que são pagos no país onde forem realizados era o que faltava ter o fisco tuga cobrar impostos que não lhe pertencem, e esse dinheiro até pode vir para Portugal livre de taxas se se pagar os impostos no país onde foram realizados
 
PREC II

28% das heranças acima de um milhão de euros. Isto é uma ABERRAÇÃO. E quem tiver 900 mil? E quem tiver património e não tiver dinheiro? Todos sabemos que muitos portugueses são herdeiros de quintas e prédios mas não têm rendimentos para pagar o imposto de 28% ao Estado. Que fazem? Vendem? Mas se venderem com a crise nunca conseguirão vender ao preço a que o Estado avaliou o imóvel! Então e as empresas? Quem herdar um edifício industrial avaliado em 1 milhão, o que não é muito difícil, como paga 28% do imóvel ao Estado? Tira dos lucros da empresa... meio caminho andado para a falência de muitas PMEs.


Há 12 anos que em Portugal não se paga imposto sucessório e que os filhos, pais, cônjuges e unidos de facto estão isentos de imposto de selo quando herdam alguma coisa.

Mas reintroduzir o imposto sucessório é uma das propostas do PS e por isso há já muitas famílias que se tentam precaver, antes que a medida avance, como explicou à TVI o advogado e especialista em fiscalidade Patrick Dewerbe.

“Assistimos, sobretudo no final do ano passado, e ainda agora continuamos a assistir, muita gente a fazer perguntas sobre o que vai entrar em vigor, e o que é que se pode fazer antes, para evitar o imposto. Há muita gente a tentar reorganizar-se antes, a falar em doações em vida com reserva de usufruto, etc.”


As doações em vida, quando os beneficiários são filhos, pais, cônjuges ou unidos de facto do doador, estão também isentas de impostos. A TVI contactou vários notários, que confirmaram um aumento das doações em vida no final de 2015, e que revelaram também outra realidade: muitas famílias estão igualmente a acelerar os processos de inventários e partilhas, antes que o imposto sucessório regresse.

O mesmo advogado, que é partner da sociedade CMS Rui Pena & Arnaut, explica:
“Estamos a criar aqui uma instabilidade no sistema fiscal português, é mais uma alteração desenquadrada. A inexistência do imposto sucessório era uma característica do sistema fiscal português, e que funcionava até como atrativo para muitos estrangeiros, que acabaram por vir viver para Portugal, e estamos a pôr isso em causa”.



Comunidade estrangeira está preocupada

Em causa estão, por exemplo, muitos cidadãos ingleses e franceses, sobretudo séniores, que nos últimos anos se fixaram em território nacional, e que estão preocupados com estas alterações.
“A comunidade estrangeira residente em Portugal começa a questionar: se Portugal altera este regime de repente, de um ano para o outro, que era uma característica do regime fiscal português, também pode alterar outros regimes que dávamos por adquiridos, como o regime dos residentes não habituais. Penso que isto é mau para Portugal”.


Patrick Dewerbe acredita que, entre o recurso às alternativas por parte das famílias, e a penalização do investimento estrangeiro feito por particulares, o país sai a perder com a medida.
“O PS estima uma receita de 100 milhões de euros com esta medida, eu acredito que essa meta não vai ser atingida e acho que a perda de investimento estrangeiro que a medida vai gerar, devia ser tida em conta”.

“Um milhão de euros não é assim tanto”

Os detalhes da medida ainda não são conhecidos mas os economistas chamados pelo PS na elaboração do seu programa, recomendam a tributação de heranças a partir de um milhão de euros, com uma taxa marginal (isto é, nos valores mais altos) de 28%.
“Um milhão de euros não é um valor assim muito significativo, sobretudo se pensarmos por exemplo na transmissão de casas. É fácil as pessoas herdarem duas ou três propriedades - casas ou terrenos, por exemplo – e ficarem automaticamente abrangidas por esta tributação. E isso até pode criar alguns problemas, alguns casos de pessoas que herdem estes imóveis e que não têm depois dinheiro para pagar o imposto”.


Outra realidade que pode colocar mais pessoas neste escalão é a transmissão do capital das empresas familiares, quotas ou ações, por exemplo, que são grande parte do tecido empresarial português. Por tudo isto, Patrick Dewerbe deixa um alerta:
“Hoje em dia estamos a alargar muito o conceito de classe média, ou o conceito de pessoas com dinheiro, que se podem taxar. E um milhão de euros não é um valor muito alto, por isso penso que vai haver muita gente a ser apanhada por esta tributação, mais do que se poderia pensar à primeira vista”.


Tanto quanto se sabe, a medida ainda não deverá constar do Orçamento do Estado de 2016, que está a ser preparado pelo Governo, e antes de ser decidida, será discutida com os parceiros sociais.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/he...rida-a-doacoes-para-evitar-imposto-sucessorio
 
tem de avisar o fisco para deixar de pagar o irs uma vez que o irá ( a partida se for honesto) no país para onde for viver e não nada a ver com os ganhos fora de Portugal que são pagos no país onde forem realizados era o que faltava ter o fisco tuga cobrar impostos que não lhe pertencem, e esse dinheiro até pode vir para Portugal livre de taxas se se pagar os impostos no país onde foram realizados
Estás fora do contexto.. Estavamos a falar de apresentações quinzenais. Quem recebe subsídio do desemprego e vai trabalhar para o estrangeiro, só tem de informar a seg social. O fisco não tem nada a ver com isso! Os rendimentos de subsídios e pensões são comunicados automaticamente entre segurança social e finanças, assim como o início de atividade nos trabalhadores independentes!

É óbvio que sem controlos, quem recebe subsídio de desemprego pode ir apanhar maçãs para frança, sem comunicar às finanças. Todos os descontos são feitos no subsídio de desemprego, ninguém tem de pagar mais irs às finanças, a não ser que tenha outros rendimentos (rendas, mais valias de acções, etc..).
 
O inarrável Mário Nogueira, o sindicalista que há uns 30 anos não dá aulas, parece que elogiou o ministro da educação. Deve ser a 1ª vez na história. Pudera.
Algum português já viu ou ouviu esse ministro? Acham normal fazer isto a meio dum ano lectivo? Que mensagem se passa ? Bandalheira!
É um boneco, quem manda são os comitês centrais, nem é o ps.

As pessoas só sabem quem é se tiverem guardados os jornais de há 2 meses, para lhe ver a foto.
 
pronto acabei com este topico, esta cheio de treinadores de sofá que só conseguem criticar tudo que não gostam sem tentar compreender as medidas estou a ver a ver que o Vasco Polido Valente não esta sozinho na sua visão onde só ele e as suas ideias são as certas