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O Estado do País 2019

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por luismeteo3 4 Jan 2019 às 10:58.

  1. ClaudiaRM

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  2. frederico

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    Portanto a Câmara de Faro anda a brincar às trotinetes.

    https://sicnoticias.pt/pais/2019-04-14-Utilizadores-das-trotinetes-eletricas-de-Faro-queixam-se

    A parolada da inversão de prioridades continua. A última vez que estive em Faro fiquei chocado com a explosão de poluição visual causada por grafiteiros, especialmente no centro histórico. Há ruas onde a mistura de riscos e rabiscos, edifícios em mau estado, marquises e mamarrachos dão assim um ar de favela à coisa. E Hospital nem vê-lo. Mas há um estádio às moscas.
     
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  3. Gerofil

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  4. ClaudiaRM

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  5. Pedro

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    Sinceramente, se se ler a notícia, percebe-se a posição do setor e r mais que razoável. A culpa não é dos produtores mas de quem é irresponsável e consome antes de conduzir, e portanto quem deve ter o burden da prevenção não é o setor mas cada indivíduo. A taxa de 0,5g/L é segura para a condução, só quem tenha problemas graves de coordenação motora pode ser afetado com uma alcoolemia destas, e esses devem saber que não podem beber. Reduzir abaixo disto não vai trazer nada de novo, porque quem já respeita vai continuar a respetar e quem não vai continuar a abusar. O que se devia fazer sim era aumentar a penalização pela violação do limite máximo, isso em teria impacto.
     
  6. Hawk

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    Nimbostratus

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    Invocar uma taxa inferior a 0,5g/L alegando motivos de segurança rodoviária, não é mais que uma balela ideológica e demagógica. "Não gosto de álcool, logo proíba-se" típico de alguns extremos. Se o caminho for esse, então nem devia ser permitido ter equipamentos electrónicos dentro dos carros (nem mesmo entre os passageiros). Existem estudos à escala global que demonstram que há muitos mais acidentes provocados pelo uso do telemóvel do que provocados pelo álcool, quer por condutores que estavam a utilizá-lo quer por condutores que foram distraídos por outros passageiros por causa do telemóvel. Nos últimos anos, os principais sustos que apanhei no trânsito, principalmente como peão, foram motivados por gente que estava ao telemóvel.
     
  7. Hawk

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    Nimbostratus

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    Lotação esgotada leva Metro do Porto a tirar mais bancos nas composições

    https://www.jn.pt/economia/interior...osicoes-11005236.html?target=conteudo_fechado


    Ontem fiz um trajecto de 4 estações no Metro do Porto, onde já há muito menos bancos do que no passado. O que acontece é que com o metro apinhado de gente, as pessoas mais idosas não têm como se apoiar em segurança. É ver os holandeses, alemães e britânicos agarrados às traves superiores do metro (chegam lá facilmente) e as idosas portuguesas de 1.50m completamente desamparadas no centro da carruagem onde o problema maior não é não terem bancos para se sentar, é mesmo não ter uma estrutura para se apoiar de acordo com a sua estatura. Qualquer variação de velocidade e é ver as senhoras em apuros a tentar deitar a mão ao que quer que seja para não ir ao chão. Só pelo que vi em 12 minutos, imagino a quantidade de quedas diárias em toda a rede.

    Foi tomada uma medida, sem ter em conta a realidade demográfica portuguesa e se os sistemas de transporte estavam preparados para o aumento de procura. O resultado está à vista. Se tivesse alguém idoso na família que habitualmente andava de transportes públicos, e agora tinha que passar pelos riscos que testemunhei ontem, passava a levá-lo de carro.


     
  8. ClaudiaRM

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    Eu nem advogo que se baixe a taxa (ainda que em boa parte do mundo a taxa seja inferior a essa). O que eu defendo é que quem for apanhado a conduzir sob efeito do álcool veja a sua carta apreendida de imediato, à primeira, e só volte a ter carta de condução depois de a voltar a tirar. Conheço um a quem retiraram a carta à quinta vez que foi apanhado a conduzir com excesso de álcool no sangue. Agora imagina: para ter sido apanhado cinco vezes, quantas vezes terá conduzido bêbado? Chegou a uma altura em que a ex-mulher chamava a polícia de cada vez que sabia que ele saía de carro (porque quando ele tinha a miúda andava de carro com ela!). Querem beber? Bebam até cair, se assim entenderem. Mas não conduzam. Se não percebem isso, então têm de ficar sem carta de condução e andar a pé ou de transportes públicos. Ou pedir boleia. Ou andar de gatas. Ou o diabo que os carregue. Um fdp de um bêbado matou, no mesmo acidente, 4 pessoas da aldeia do meu pai: avó, filha, genro e neta.
     
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  9. Gerofil

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  10. Hawk

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  11. Pedro

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    Tudo bem, mas 0,5g/L de álcool não fazem isso. Fazem 1, 2 ou 6 como já apanhei um uma vez. O limite dos 0,5 foi estabelecido por investigação científica em neurociências, não é um valor arbitrário, e ser 0,2 ou 0,5 só pode ter algum impacto em pessoas que conduzem imenso pelo próprio "tédio" que deprime já de si os sentidos ou em jovens que tem ainda baixa adaptação ao álcool. Ou, no limite, a mulheres. Mas se alguém provocava um acidente de viação com 0,4 g/L de álcool é só porque ou foi verdadeiramente impossível de evitar ou então conduz que nem uma besta
     
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  12. ClaudiaRM

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    Acho que não me expliquei bem. Não defendo que se baixe o limite actual, ainda que, como disse, em muitos sítios do mundo ele seja inferior. Defendo que quem for apanhado a quebrar a lei veja a sua carta apreendida de vez, à primeira, e seja obrigado(a) a tirá-la de novo. Ou achas normal alguém ser apanhado a conduzir sob influência do álcool meia dúzia de vezes (e para ser apanhado meia dúzia de vezes imagina quantas vezes conduziu assim!) até sofrer consequências sérias? A mãe daquela miúda teve de contactar o tribunal e enviar um documento a dizer que só permitia que o pai estivesse com a miúda se fosse a pé e que, dado o historial, não permitia que ele andasse de carro com ela. Uma vez estava tão bêbado que para tirar o carro do estacionamento bateu nos dois carros entre os quais estava estacionado e não conseguiu sair. Só por causa disso foi apanhado pela polícia, a dormitar dentro do carro, com o da frente e o detrás amolgados. Deixar uma criança entregue a isto? Preferia ir bater com os costados na choça.
     
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  13. N_Fig

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    A questão do álcool é uma prova do "fazer parecer" que existe neste país. É como ter-se subido a idade mínima dos 16 para os 18 anos, em vez de forçar uma fiscalização mais apertada que impeça um miúdo normal de 12 anos de apanhar bebedeiras em qualquer bar... Concordo com a Cláudia: muito mais importante do que baixar a taxa (não tenho conhecimentos que me permitam dizer se é adequada ou se 0,4 ou um valor semelhantes seriam mais correto), é importante que haja medidas severas para quem é apanhado. E tenho a mesma opinião em relação ao telemóvel, sendo que a minha geração, pior do que atender a chamada do pai ou da mãe uma ou outra vez, passa a vida nas mensagens ou a vaguear no Facebook para passar tempo!
     
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  14. Pedro

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    Claro que não, mas aí é uma questão de execução e não de legislação, penso. Não é suposto uma taxa crime dar automaticamente cassação permanente do título de condução por x anos?
     
  15. Pedro

    Pedro
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    Sendo tu da Figueira sabes muito bem que o efeito prático dessa lei foi nulo, porque os pais irresponsáveis que deixam filhos de 12/13/14 sair pela madrugada fora continuam a fazê-lo e quem vende álcool não tem tempo, vontade ou forma de numa noite atarefada estar a pedir BI a toda a gente.

    Aqui há uns meses estive numa das áreas noturnas em Viseu (aqui para a Cláudia, em Jugueiros) e qual não foi o meu espanto quando vi crianças que não deveriam ter 14 anos (e estou a ser pouco conservador quanto ao aspeto físico) a beber shots de absinto. Quando questionei o "bartender" ainda fui insultado, chamei a polícia e ninguém veio... A lei existe, não é nem nunca foi cumprida, não há fiscalização a sério - nem sob denúncia - e a irresponsabilidade dos pais destas crianças mantém-se
     

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