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O Estado do País 2019

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por luismeteo3 4 Jan 2019 às 10:58.

  1. MSantos

    MSantos
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    Super Célula

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    A Iniciativa Liberal é um partido novo sem visibilidade, que apesar de estar a tornar-se popular nas redes, ainda não deu o salto para o público em geral. Talvez também vá votar na IL, é um partido fora do sistema, moderado, com ideias novas e que era interessante se tivesse representação na Assembleia.
     
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    #5071 MSantos, 13 Ago 2019 às 10:42
    Última edição: 13 Ago 2019 às 14:22
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  2. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    Super Célula

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    Tens toda a razão. Nunca neste país houve gente a fugir ao fisco. Graças a Deus Nosso Senhor. Amém!

    :lol:

    Olha a careca a aparecer!
     
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  3. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    Super Célula

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    Portanto, na tua opinião os Portugueses podem votar na direita ou na direita (como qualquer pessoa mais atenta consegue, aliás, descortinar nos teus posts). Infelizmente para ti, nasceste numa época em que cada um vota em quem quiser. O tempo em que votassem em quem votassem os Portugueses ganhava sempre o mesmo acabou antes de nasceres. Acontece. É lidar. Há pessoas que estão à frente do seu tempo. Há outros que estão (muito) atrás. Welcome to democracy and reality.
     
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  4. FSantos

    FSantos
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    Cumulus

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    Há sempre a hipótese de Portugal ser habitado por masoquistas.

    A história prova que o socialismo só enriquece os da comandita mais do que qualquer outra ideologia.

    Ou não fossemos os reis do fado
     
  5. algarvio1980

    algarvio1980
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    Super Célula

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    Portanto, no Jumbo, tenho a Coca cola Zero 1.75 lt a 1.45 €, enquanto a coca cola Zero 1t a 1€. Também, notei nesse aumento de preço, porra já estão a roubar outra vez, de a coca cola zero ficar mais cara do que a normal no Jumbo quando houve esse aumento, depois é que recuou. :D
     
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  6. hurricane

    hurricane
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    Nimbostratus

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    Também irei votar na IL, assim como ja o fiz nas Europas apesar de nao ter concordado com algumas das suas posicoes. Mas em Portugal precisamos de partidos moderados mas que nao sejam sempre o PS, CDS ou PSD. A IL tem tido imensa visibilidade. Nao me admirava que conseguisse eleger um deputado. Porto e Lisboa irao eleger mais 1 deputado cada, o que é uma vantagem para partidos mais pequenos.
     
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  7. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    Super Célula

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    Oh @Pedro, esclarece aqui a malta, se faz favor, relativamente ao que propõe a IL para a educação em Portugal. Coisas práticas, por favor, sem aquela retórica partidária comum a todos.
     
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  8. ClaudiaRM

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    Super Célula

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    É uma chatice a democracia, não é? Era tudo tão mais fácil quando não nos deixavam decidir e, para nos poupar, decidiam por nós... Até cansávamos menos o cérebro. Isto de pensar é um bocado desgastante.
     
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  9. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    Super Célula

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    Recuou porque não é, de facto, uma bebida açucarada. Podemos discutir as vantagens e desvantagens dos adoçantes artificiais mas as Zero não têm açúcar pelo que foi um erro, entretanto corrigido, taxá-las como tal.
     
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    #5079 ClaudiaRM, 13 Ago 2019 às 13:47
    Última edição: 13 Ago 2019 às 13:58
  10. hurricane

    hurricane
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    Nimbostratus

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    Retirado do site da IL na parte da educacao:

    Queremos:

    • Estabilidade nos programas e no corpo docente. Um ensino que não seja meramente utilitarista, mas que promova os interesses do indivíduo, o pensamento crítico e a autonomia do estudante, o pensamento empreendedor, e uma literacia transversal e orientada a um mundo volátil e em constante transformação, desenvolvendo designadamente as competências digitais e de programação; os conteúdos de inovação e de empreendedorismo; os conteúdos de finanças pessoais. Queremos estender o papel do desporto, das artes e da filosofia
    • Promover a educação cívica como pilar fulcral do sistema de educação, tendo como objectivo preparar os nossos jovens para poderem desempenhar o seu papel como cidadãos activos no sistema democrático nacional e europeu;
    • Reforçar o papel do professor na sociedade. Os professores devem ser contratados localmente e valorizados na comunidade em que se inserem.
    • Dar muito mais autonomia às escolas para definir modelos de ensino alternativos, horários diferenciados, materiais de ensino próprios, os seus programas curriculares e os seus métodos de ensino; autonomia, também, na escolha e na gestão de recursos.
    • Abertura da Escola à sociedade, aproximando-a das populações e do poder local; ligação ao mercado de trabalho; partilha das infraestruturas com a comunidade.
    • Promover a liberdade de escolha dos estabelecimentos de ensino, quer por questões geográficas, pelo seu cariz público ou privado, quer pela diferenciação da oferta educativa; qualquer apoio financeiro deve ser dado às famílias, e não às escolas, para que cada família possa escolher a escola onde quer colocar o seu filho.
    • Dissociar totalmente as escolhas realizadas durante o ensino secundário do condicionamento de acesso a cursos no ensino superior.
    • Aumentar a autonomia das instituições, para tal, é necessário flexibilizar o seu modelo de governo, as suas fontes de financiamento e os mecanismos de aprovação de novos cursos e instituições de ensino superior publico e privado nos diversos ciclos. Permitir a definição de critérios de admissão pelas instituições, eliminando os Exames Nacionais como mecanismo de acesso. Criar uma clara separação entre a carreira docente e de investigação.
    • Fomentar a ligação entre empresas e academia, trazendo financiamento para a Academia e soluções práticas para as empresas, acabando com o favoritismo e endogamia académica; defender incentivos fiscais fortes aos privados que se queiram tornar mecenas científicos na investigação.
     
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  11. N_Fig

    N_Fig
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    Cumulonimbus

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    Ao ver isto lembrei-me que o leite da Gresso no continente de Coimbra estava (pelo menos o ano passado) SEMPRE em "promoção", não sei se os valores eram exatamente os que dizes, mas era isso, mais cêntimo, menos cêntimo. Isto para mim é uma burla, pois uma pessoa é levada a comprar mais antes que a promoção acabe, mas na verdade o preço é sempre aquele
    Isto só pode ser uma piada de mau gosto, mas agora quem anda a limpar o lixo que vê no chão, quem não gosta de ver 30 sacos de plástico no jardim ao pé de casa, é que é o culpado?!
     
    #5081 N_Fig, 13 Ago 2019 às 14:32
    Última edição: 13 Ago 2019 às 14:40
  12. ClaudiaRM

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    Eu já li isso tudo, claro.
    A questão era para o Pedro por um motivo especifico. ;)
     
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  13. ClaudiaRM

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    Não falo do que desconheço.
    Aqui, o preço normal sem promoção é de 0,54€/litro. Em promoção é de 0,48€/litro independentemente dos hipers/supers. Das últimas duas vezes apanhei, pela primeira vez em anos, a 0,46€/litro no Continente. Promoção apenas durante a vigência do folheto que, julgo, vigora de terça a segunda.
     
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  14. ClaudiaRM

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    Como é que consegues compatibilizar estas tuas opiniões, @Pedro, com o programa do teu partido para a educação, nomeadamente isto:

    "Promover a liberdade de escolha dos estabelecimentos de ensino, quer por questões geográficas, pelo seu cariz público ou privado, querpela diferenciaçãoda oferta educativa".

    Já agora, o seguinte já foi tentado , em parte, quando existiam os chamados mini-concursos. Sabes o que acontecia? Os horários eram destinados a familiares, amigos e conhecidos de directores das escolas. O sistema de colocação actual de professores é frio mas justo. Cada um concorre para onde quer e é colocado por ordem, sem cunhas, favores ou trafulhices.

    "Os professores devem ser contratados localmente e valorizados na comunidade em que se inserem."

    Então e que tal isto, acabar com a única ferramenta que sendo igual para todos os alunos, sejam eles do ensino público ou privado é garante de justiça (salvaguardando a hipótese de os do privado não terem os exames resolvidos no quadro como já foi insinuado, coisa facilmente ultrapassável se os fossem realizar em escolas públicas!)?

    "Permitir a definição decritérios de admissão pelas instituições, eliminando os Exames Nacionais como mecanismo de acesso."
     
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  15. Pedro

    Pedro
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    Super Célula

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    Anteciparam-se a mim :D
    O texto que o @hurricane partilhou faz parte do Manifesto do partido, que já está público no site há mais de um ano.

    Uma vez mais, vinculo o que escrevo a mim e a mais ninguém:
    - a estabilidade dos planos curriculares é um imperativo. A escola tem que deixar de ser a batata quente que se passa de legislatura em legislatura, em que cada governo altera seja o programa curricular, seja os manuais, principalmente em ciências absolutas como a matemática. Nunca compreendi por que é que os manuais escolares mudam a cada 2 anos na grande maioria da escolas. Vá, compreender compreendi, mas é inaceitável que ninguém se oponha publicamente a isto
    - a escola serve para criar cidadãos ativos em todas as vertentes da vida em sociedade. E isso deveria levar a que um jovem de, pelo menos, 18 anos que termina com aprovação o ensino obrigatório soubesse os mínimos de finança pessoal. Isto é, conhecer os impostos mais básicos com que todos terão que lidar ao começar uma vida independente (IMI, IRS, IS, etc.), o que são TANBs e por aí. Nada de demasiado técnico, mas o básico para permitir que não se criem massas amorfas incapazes de subsistir sozinhas
    - da mesma forma, também tem que ser o lugar para fomentar o exercício físico. A Ed. Física não é levada a sério pelo Ministério da Educação, pelas escolas, pelos professores das outras disciplinas, alunos e pais, mas é importantíssima para garantir o mínimo de exercício a quem não tem posses para complementar fora da escola. Assim, o que eu proporia era uma Ed. Física baseada em objetivos e não só em tempo de aula, e que fosse de facto valorizada. Compreendo que haja quem pense que a Ed. Física não deve entrar para a média de concurso ao Ensino Superior, porque há quem seja mais e menos capaz, mas também há quem seja mais e menos capaz a matemática, mais e menos capaz a ciências, mais e menos capaz a Filosofia, etc. No limite, conseguiria concordar com isso se, e apenas se, a aprovação a cada ano dependesse da aprovação a e.g. 60% dos objetivos da cadeira. Por objetivos definia coisas tão básicas como nadar, andar de bicicleta. Não compreendo o que andam crianças e jovens a fazer 12 anos com exercício na escola e muitos saem sem saber andar de bicicleta, sem isso nunca pode existir um verdadeiro shift na mobilidade urbana. Tanto aqui (Eslovénia) como na Holanda, há aulas básicas no ensino obrigatório, e na maioria das escolas, também de natação. A segunda causa de morte nas crianças entre os 2 e os 6 anos são afogamentos, onde Portugal está muito atrás da média europeia, e nem toda a gente tem dinheiro para pôr os miúdos nas piscinas. Não, não era craque nenhum a Ed. Física, e sim, até me desceu a média, mas não lhe ganhei nenhum trauma.
    - a autonomia das escolas é também, e por princípio teria que ser, uma das ideias mais fortes para a educação dentro da IL. desde permitir uma certa % de variação no plano curricular, permitir maior tempo a umas disciplinas que a outras, mais ou menos tempos de aulas de acordo com um intervalo pré-definido mínimo e máximo, e por aí em diante. Poderiam até existir escolas que construissem os próprios materiais de apoio, mais estáveis. Uma pequena competição entre escolas permitira aumentar a qualidade do ensino, porque os pais quereriam ir para a escola que oferecesse o melhor currículo.
    - com a autonomia vem necessariamente a fiscalização. Seja dos planos curriculares e métodos de ensino, os resultados da aplicação desses métodos, prestação do corpo docente, etc. E aqui é uma opinião totalmente pessoal: os testes intermédios e exames nacionais deveriam ser feitos apenas em escolas públicas.
    - principalmente no ensino secundário devia existir uma maior aproximação ao mundo real. Desde a promoção de pequenas palestras de apresentação de profissões através de profissionais do ramo, convite a especialistas em certas áreas de ensino a ministrar algumas aulas; permitir que as empresas tenham contacto com os alunos e vice-versa, um pouco como já vai acontecendo cada vez mais no ensino profissionalizante.
    - acabar com os cursos no ensino secundário. Isto é, permitir que os alunos, ao currículo básico (português, matemática, ed. física, ...) possam adiconar x cadeiras mínimas opcionais (que seriam as FQ, BG, Economia, desenho, GD, ...), e mais adicionais se assim entendessem

    E agora as propostas mais polémicas (ou ainda mais polémicas), e com as quais posso não conseguir concordar totalmente, seja por princípio seja por cepticismo na sua aplicabilidade.
    1. cheque-escola. Atribuir a cada aluno um cheque anual com o valor médio do custo do ensino na faixa etária, de forma a que cada família pudesse escolher se pretende manter o filho na rede pública ou colmatar o restante do valor numa escola privada. Tem um custo nulo para o Estado e atribui maior liberdade e responsabilidade aos pais na formação que escolhem para os filhos. Tal como na flexibilização curricular, tem potencial para criar uma concorrência saudável e aberta entre várias escolas privadas e públicas pelo currículo mais atrativo e pela melhor qualidade de ensino. Problema: teria que haver alguma forma de balanço para impedir que alunos que moram na área de influência duma certa escola ficassem impedidos de lá ficar colocados no caso de haver muita "procura externa"
    2. fim da diferenciação no ensino secundário enquanto limitação de acesso ao ensino superior. Não sei ao certo de que nacionalidade era a pessoa com que discuti isto já há quase 2 anos, mas sei que haverá pelo menos um país europeu em que isto funciona, e mais ou menos da seguinte forma: há um currículo básico que é igual para todos os alunos, e da média dessas classificações resulta a base da nota de candidatura ao Ensino Superior. No entanto, há uma fórmula de bonificação de nota, definida independentemente por cada faculdade/universidade que atribui uma melhor posição na candidatura a quem tenha feito cadeira x ou exame y. Assim, não há como em Portugal um impedimento pelos pré-requisitos, mas antes uma vantagem a quem se for diferenciando antes.

    A única à qual me oponho: fim dos exames nacionais. Um disparate.
     
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