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O Estado do País 2019

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por luismeteo3 4 Jan 2019 às 10:58.

  1. David sf

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    https://tvi24.iol.pt/videos/politic...ana-votaram-no-chega/5d9cdf150cf2d9551376cafc

    "Eu votei nele porque é do Benfica"

    "Eu votei nele como voto de protesto, nós não temos medo dele"

    É este o nível de informação de parte da população que foi a votos. Agora digam-me, qual acham o maior problema da Democracia. Pessoas que não querem saber e não votam ou pessoas que não querem saber e votam com argumentos destes, e influenciam o resultado da decisão daqueles que procuraram informar-se devidamente?
     
  2. ClaudiaRM

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    Oh Joacine, desculpa lá mas gosto muito mais da versão do papagaio da CMTV.

     
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  3. David sf

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    Mas há algum historial de animosidade entre os dois? Há alguma razão pessoal para não o ter cumprimentado? Ou achas que uma pessoa não deve ser cumprimentada apenas pelos ideais que defende? Isso seria totalmente anti-democrático...
     
  4. ClaudiaRM

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    Super Célula

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    Já dei a minha opinião ontem. Eu, jamais apertaria a mão a um André Ventura que eu soubesse ser um André Ventura. Bom dia, boa tarde, boa noite. E chega. Literally.
     
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  5. Hawk

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    O André Ventura provavelmente também não cumprimentaria alguém que ainda há umas semanas atrás veio aqui gozar publicamente com um doente mental que foi entrevistado em Vizela. Estes pseudo-moralistas de esquerda de servico no fórum são uma anedota.
     
    "Charneca" Mundial e Pedro gostaram disto.
  6. ClaudiaRM

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    Super Célula

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    Bom dia, boa tarde, boa noite, olá, segurar uma porta, etc, são uma questão de educação. Um aperto de mão, um beijinho, um abraço implicam o meu espaço pessoal. São sinónimos de consideração. Não aperto a mão a pessoas que desconsidero ou desprezo porque não sou hipócrita. Todos os dias estou com pessoas que conheço há anos e que me merecem toda a simpatia. No café, na farmácia, no supermercado,etc. Quando lá entro não vou apertar a mão a todos. Por que raio haveria de apertar a mão a alguém de quem não gostasse?
     
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  7. Orion

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    Furacão

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    A economia grega pode até crescer mais que a portuguesa este ano e está previsto que a dívida pública desça para +-173%. Como se vê, está tudo uma maravilha.

    Os juros negativos atualmente não são o reflexo da boa saúde das economias mas sim o medo de que as taxas fiquem ainda mais negativas.

     
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  8. ClaudiaRM

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    Super Célula

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    Afonso Reis Cabral vencedor do Prémio José Saramago é trineto do Eça! Desconhecia por completo.
     
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    luismeteo3 gostou disto.
  9. Orion

    Orion
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    Furacão

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    “Almofada” financeira da Segurança Social atinge valor “histórico” de 20 mil milhões

    O ativismo ambiental ainda não chegou bem a PT. O FEFSS investe em petrolíferas/'grandes grupos económicos' e não há indignação.

    No final de 2017 o FEFSS tinha uns 12.4 mil milhões de ativos financeiros. 2.8 MM em obrigações a curto prazo (atualmente devem estar quase todas em território negativo) e 7 MM a médio/longo prazo. 1.1 MM em ações.

    30% da dívida mundial (governos e empresas) tem juros negativos (incluindo a portuguesa) e boa parte da restante para lá caminha (o caso grego, por exemplo).

    Os fundos de pensões são geridos com base em regras muito específicas (pudera, quem quer irar os velhotes?)

    [​IMG]

    Ninguém sabe o futuro mas é bem provável que acabe mal. E se acabar mal, vai ser mesmo muito mau.

    Certo, certo é que nem tão cedo os juros vão subir. E como tal, ou as regras mudam para que o FEFSS invista em ativos mais lucrativos e arriscados ou então o fundo irá progressivamente perder muito (mas muito) dinheiro (inevitavelmente requerendo mais transferências do OE).
     
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    #7314 Orion, 9 Out 2019 às 12:30
    Última edição: 9 Out 2019 às 12:39
    Pedro gostou disto.
  10. Pedro

    Pedro
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    Super Célula

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    Adivinhemos qué terrível homofóbico e misógino proferiu estes parágrafos.

    Voltando à comparação com Bolsonaro, também tem algum problema com a homossexualidade?
    Não, mas defendo que a figura do matrimónio aplicada a pessoas do mesmo sexo deve ser diferenciada da figura do matrimónio comum. Mas a comunidade gay tem todo o direito de viver em sociedade, em plena igualdade em relação aos outros. A comunidade homossexual não levanta problemas de maior, não tem nenhum impacto negativo, pelo contrário. Acho que estão bem integrados, na sua maioria. Para mim, há apenas uma questão jurídica a resolver. O Chega! não tem nenhum dos preconceitos que a extrema-direita tem em relação aos homossexuais.
    Então acha que o casamento entre homossexuais devia ter outra designação jurídica?
    Sim, acho que devia ter outro enquadramento jurídico. Nós hoje o que temos em muitos países na Europa é podem casar, mas não podem adotar. Então, não é casamento. A noção jurídica de casamento inclui uma noção de família. E o que temos no caso dos homossexuais é um mini casamento. Agora em Portugal já podem adotar, mas durante muito tempo não podiam.
    Se for eleito para o Parlamento, vai defender a revisão do aborto?
    Não, não vou.
    Porquê? É a favor do aborto?
    Não sou eticamente a favor do aborto. Mas se me perguntar se sou capaz de permitir que no meu país haja um processo crime contra uma mulher que abortou, não sou. Portanto, jamais pediria essa revisão.

    Outra das propostas do Chega é a proibição do casamento homossexual. Esta foi, possivelmente, a que causou mais contestação nas redes sociais.
    Ainda bem que me fez essa pergunta, porque ainda não tive oportunidade de esclarecer isso. Sou obviamente contra qualquer restrição de direitos dos homossexuais. O que queria dizer é que acho que a designação jurídica não deveria ser a mesma. Acho que deve haver um casamento com uma base canónica, religiosa, de tradição (ainda que seja civil tem uma base jurídica de construção canónica), e deve existir uma outra coisa que é a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

    Acho que têm esse direito: de se unir, em termos fiscais e jurídicos acho que devem ter exatamente os mesmos direitos. Quando me refiro à proibição do casamento, é à instituição casamento. Acho que os homossexuais devem poder unir-se, devem ter os mesmos direitos — no acesso ao crédito e à habitação, de regulação parental e de acesso a responsabilidades parentais, por exemplo. Fui um pouco mal interpretado.

    Mas então o que é que deve ser diferente?
    Primeiro, é preciso garantir que a instituição casamento mantém a sua base, ou seja, que o casamento é uma coisa entre homem e mulher. Na minha opinião, eventualmente influenciado pela dimensão religiosa que tenho e pela formação que tive. Acho que juridicamente, como acontece noutros países, o que deve existir é uma união civil para pessoas do mesmo sexo e não um casamento tal como nós o conhecemos.
    Poder-me-á perguntar: mas juridicamente o que é que muda? Na minha opinião, não deve mudar muito, ou seja, deve haver uma tendencial igualdade. Mas às vezes a instituição é tudo, e o facto de uma instituição se chamar uma coisa e não outra, muda completamente. É como ser um movimento ou um partido, é muito diferente: uma coisa é um partido que quer concorrer a eleições, outra é um movimento que quer divulgar uma mensagem política.

    Mas porquê fazer a diferença entre casamento e união civil?
    Porque são coisas diferentes. Mas aí reconheço que é uma base essencialmente jurídica e teórica. Se me perguntar: “Acha que os homossexuais têm direito a ter responsabilidades parentais?”, eu acho que sim. Estou a dizê-lo pela primeira vez, mas acho que sim. Devem ter os mesmos direitos fiscais do que as pessoas casadas. Uma coisa que não fazia sentido: num hospital, se fossem pessoas do mesmo sexo, não tinham direitos de visita porque não eram casados. Isso não faz qualquer sentido. Portanto, o que quis dizer é que juridicamente as coisas deveriam ser distintas — e acabou por ser mal-interpretado como eu achar que não deviam ter direitos nenhuns e que nem sequer se deviam juntar.

    Mas continuo sem perceber. Se acha que os homossexuais têm direito a ter responsabilidades parentais, que é possivelmente um tópico mais sensível, porquê fazer diferenciações no casamento?
    Acho que em termos de direitos de adoção, as uniões civis de pessoas do mesmo sexo podem ter responsabilidades parentais. Acho que o regime de adoção por pessoas do mesmo sexo, neste momento, está por demonstrar que seja, em termos de consequências e em termos de integração social, algo consensual; e algo completamente neutro. Qual é o meu ponto aqui: não é ser contra por valor, é achar que não está suficientemente demonstrado que uma criança que seja adotada por um casal homossexual não terá repercussões no seu comportamento, na sua forma de estar e em termos de integração social em relação aos outros.

    Não estou a dizer que tem, nem que não tem. Estou a dizer que acho que faltam estudos de natureza sociológica, psicológica, de vários níveis, para provar isso. O que não fazia sentido era dizer: são os dois casados, os dois beneficiam de um regime de casamento, mas uns têm mais direitos do que os outros. Isso é que não fazia sentido. Se houver uma diferenciação jurídica, pode haver distinções em algumas coisas. E a adoção pode ser uma delas — caso se demonstre que isto tem efeitos negativos.

    Por gostarem de pessoas do mesmo sexo? Por quererem viver com pessoas do mesmo sexo? Estão no seu direito, e estão no direito de fazer o seu caminho em busca da felicidade, é isso que temos todos de fazer.”

    Se chegasse hoje ao poder e tivesse de tomar uma decisão em relação à adoção por parte de casais homossexuais, o que é que faria?
    Manteria tudo até ter em minha posse estudos objetivos que mostrassem um lado ou o outro. Se não, o que ia passar para a sociedade é que é uma questão só de valor. Acredito que não deve ser, mas isso é a minha opinião pessoal, e não posso transformar a minha opinião pessoal em algo que imponho ao resto da sociedade. Se calhar muitas destas crianças estão melhores com casais homossexuais do que em instituições sem condições nenhumas. Isto é a verdade das verdades. Agora, acho que temos de ter estudos objetivos que provem que isto não traz nenhum impacto negativo para as crianças.

    Mas com a equiparação a um casamento total, deixámos de poder fazer isso. Se é a mesma coisa, se tem a mesma natureza jurídica, têm os mesmos direitos e os mesmo deveres. Podia haver uma distinção, nomeadamente no caso da adoção, enquanto não temos estudos que possam indicar que isto é uma medida positiva ou negativa. Era o que eu faria se chegasse ao poder. Pediria imediatamente um estudo de natureza ética, sociológica, psíquica, para demonstrar qual o impacto que tem numa criança, por várias idades, ser adotada por casais homossexuais.

    De resto, queria deixar isto muito claro: não defendo nenhum tipo de descriminação contra casais homossexuais, e acho até que estamos muito pouco evoluídos em matéria de defender essas pessoas. Queria deixar essa mensagem bem clara.

    Portanto, não se põe a questão de criminalizar as relações homossexuais.
    Nunca, nunca, pelo amor de Deus. Isso sim seria um retrocesso que ninguém compreenderia. Há pouco dizia-lhe que defendo que os pedófilos devem ser quimicamente castrados — aqui há uma relação de ato criminoso com consequência penal. Agora, por gostarem de pessoas do mesmo sexo? Por quererem viver com pessoas do mesmo sexo? Estão no seu direito, e estão no direito de fazer o seu caminho em busca da felicidade, é isso que temos todos de fazer.

    Só não estão no direito de casar.
    Só não estão no direito de casar por eu entender que há uma série decorrências jurídicas da figura do casamento que acho que não devem ser ipsis verbis aplicadas a pessoas do mesmo sexo que se decidam unir.
     
  11. camrov8

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    muito engraçada o Chappele e amigos que se cuidem,
    se o Narana não e negro pois é Goes Joacine também não é na verdade comparada com este bacano
    [​IMG]
    é quase finlandesa, pois claro para a cara há minorias e minorias uns são mais que outros onde já ouvi tal conversa mas pode pegar nas fitas pantone e comparar os dois
     
    Pedro gostou disto.
  12. camrov8

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    Cumulonimbus

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  13. ClaudiaRM

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    Limitei-me a esclarecê-lo com factos. Se não gosta de factos, não é um problema meu.
     
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  14. ClaudiaRM

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    Tu não achavas mesmo que eu ia ler essa propaganda toda, pois não? Eu disse uma coisa muito simples: nunca apertaria a mão ao André Ventura. Não aperto a mão a pessoas que desconsidero ou desprezo. Não é de quem discordo, atenção. É de quem não respeito. Ninguém conte comigo para ser hipócrita. De qualquer forma, nem sequer entendo a questão. As pessoas são obrigadas a apertar a mão umas às outras? É hilariante alguém achar que não apertar a mão a alguém possa ser 'anti-democrático'. Já ser obrigado a apertar a mão a quem não se quer apertar a mão deve ser democrático. Um aperto de mão é um acto de respeito e consideração. Motivo pelo qual não andamos a distribuir apertos de mão a tudo o que mexe e que passa por nós sempre que saímos de casa.
    Mas uma coisa também te digo. Não desejo mal nenhum ao papagaio da CMTV (a não ser a irrelevância política). Nem um resfriado. E muito menos que se espatife por aí.
     
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  15. Pedro

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    Não, claro que não, tudo o que escape à zona de conforto da leitora fica de fora de consideração. Devias, Cláudia. Porque sei que não consideras propaganda quando a entrevista é feita a outros políticos.
    E eu nunca votaria nele, por melhor que se pinte. Mas também nunca votaria no Livre, BE e PCP e não é isso que me impede de ler e levar a sério os programas eleitorais e as entrevistas.
     

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  1. N_Fig

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