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O Estado do País 2020

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por ClaudiaRM 1 Jan 2020 às 13:49.

  1. "Charneca" Mundial

    "Charneca" Mundial
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    Nimbostratus

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    Eu, no 9° ano, escrevia melhor que estes senhores! :lol: :lmao:
    Inclusive tenho provas disso, nos cadernos e livros da altura que guardei no armário. :lol::huhlmao::maluco:
     
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  2. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    O que o Rui disse é que não é coisa nenhuma. O que, convenhamos, pode ser bom em termos eleitorais mas não é verdade. O único que não é coisa nenhuma porque é o que precisa de ser conforme o contexto, nem que seja uma coisa e o seu contrário, é o Andrébão.
     
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  3. ClaudiaRM

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  4. Hawk

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  5. frederico

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    O caso do Meco começou a ter alguma repercussão mas temo que daqui a uns dias não se fale mais do assunto. Os juízes do Tribunal Europeu arrasaram a investigação do processo em Portugal. Isto no mesmo país onde a Ministra da Justiça passa a vida a elogiar colegas. Afinal, fora do país têm uma opinião diferente sobre a Justiça portuguesa. Parece que houve falhas muito graves na investigação do processo que foram detalhadas pelo TEDH. Qual foi a posição que o Estado tomou? Vai recorrer.. a mim parece-me sim que deveria tomar outra posição. O Estado deveria sim averiguar a decisão do TEDH e verificar quem foram os funcionários responsáveis pelas falhas. Há sectores do funcionalismo público onde o emprego é garantido para a vida, sejam bons ou maus funcionários. E isso deveria acabar, embora seja difícil com a Constituição que temos.

    A investigação foi “ineficaz” e por isso o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem considerou esta terça-feira que Portugal violou o segundo artigo da Convenção, que define o “direito à vida”. O Estado português é condenado a pagar 13 mil euros a José Soares Campos, pai de um dos estudantes que morreu na praia do Meco em 2013 quando participava em atividades de praxe da Universidade Lusófona. É ainda responsável pelo pagamento das despesas processuais, no valor de €7.118,51.

    “No caso Soares Campos v. Portugal, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem decidiu, unanimemente, que houve uma violação do aspecto processual do Artigo 2 (direito à vida) da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e que não houve violação do aspecto substantivo do Artigo 2”, pode ler-se no documento esta terça-feira divulgado. “O tribunal considerou que, em particular, a investigação criminal não satisfaz os requerimentos do Artigo 2 da Convenção. De notar que uma série de medidas urgentes poderiam ter sido ordenadas imediatamente após a tragédia.”

    O TEDH considera que há seis ações que poderiam ter sido exigidas imediatamente, fazendo diferença no curso da investigação, após a tragédia e que não foram: a casa onde os jovens estavam a dormir “poderia ter sido guardada e o acesso condicionado a todas as pessoas que não estavam ligadas à investigação”, impedindo que “provas se perdessem” com a limpeza do apartamento (“o tribunal está particularmente chocado”); o facto de as análises forenses à casa não terem acontecido imediatamente e só se terem concretizado quase dois meses depois da noite do incidente; a demora na apreensão da roupa e computador de João Gouveia, o dux da universidade e o principal responsável pelas atividades de praxe; a demora na reconstituição daquilo que aconteceu na noite da tragédia; a demora na recolha dos depoimentos das testemunhas, pessoas “na vizinhança, incluindo vizinhos e as pessoas responsáveis pela casa onde estavam”; e, por último, o facto de “a investigação só ter “começado a sério mais de um mês após os eventos”.

    Tudo isto, acredita o TEDH, deveria ter acontecido de “imediato”. A onda arrastou os seis jovens na noite de 15 de dezembro de 2013. A casa foi alvo de análises forenses a 11 de fevereiro de 2014, as roupas e o computador de João Gouveia só foram apreendidos a 7 de março de 2014, a reconstituição dos eventos na praia só se realizou a 14 de fevereiro de 2014 e os depoimentos das testemunhas foram recolhidos a 10 de fevereiro de 2014.

    O caso deu entrada no tribunal europeu em maio de 2016, quando José Soares Campos, pai de Tiago Campos (primeiro corpo recuperado pelas autoridades), queixou-se de não ter tido direito a “uma investigação efetivamente capaz de estabelecer as circunstâncias da morte do seu filho”. Alegou ainda que a morte do filho fora ainda causada pela falta de enquadramento legal para a prática de atividades de praxe nas universidades portuguesas.

    Ora se o TEDH concordou com a acusação relativamente às falhas da investigação, não esteve de acordo quanto à falta de legislação das praxes. Para o tribunal, “não existe um vácuo legal” nesta matéria, considerando que a lei portuguesa já prevê “uma série de sanções criminais, civis e disciplinares para prevenir, suprimir e punir ofensas à integridade física e psicológica”.

    “Reconhecendo sem qualquer dúvida a trágica natureza do presente caso, o tribunal não foi capaz de provar que o Estado falhou nas suas obrigações positivas perante o artigo 2 e, por isso, ser responsabilizado desta forma pela morte do filho de Soares Campos”, pode ler-se ainda no documento. Apesar da praxe não ser criminalizada, as ofensas são.

    A HISTÓRIA: SEIS MORTES E UM ARQUIVAMENTO POLÉMICO
    A noite da tragédia, que vitimou mortalmente Joana Barroso, Ana Catarina Soares, Andreia Revez, Carina Correia, Pedro Tito Negrão e Tiago Campos, todos estudantes da Universidade Lusófona e da comissão de praxe académica, foi descrita ao pormenor. O único sobrevivente, João Gouveia, revelou aos procuradores que depois de uma caminhada de cinco quilómetros até à praia, o grupo entrou no areal pela zona do parque automóvel e atravessou a areia durante cerca de 100 metros, ficando aí sentado a conversar durante 15 minutos. Daí apenas viam o reflexo da água e uma “massa preta” no horizonte, nunca se apercebendo da rebentação.

    Quando se preparavam para sair do local, devido ao frio e humidade, o ‘dux’ disse ter sentido um forte impacto, do lado direito e nas costas, e todo o grupo foi envolvido por uma massa de água que os sugou em direção ao declive acentuado de areia molhada e daí para dentro do mar. O traje académico que vestia acabou por lhe atrapalhar os movimentos, indo para o fundo, em movimentos desordenados como se estivesse "dentro de uma máquina de lavar roupa". De início ainda ouviu os apelos desesperados de Joana, mas acabou por perder de vista os colegas. Nos vários depoimentos feitos aos procuradores, explicou que sobreviveu por sorte e talvez por se ter desenvencilhado da capa, num rasgo de lucidez. Conseguiu sair do mar e chamar o 112 pelo telemóvel. Quando chegaram à praia, as autoridades confirmaram o estado de hipotermia, os vómitos e o desfalecimento do estudante.

    A investigação concluiu, por exemplo, que as garrafas de bebidas alcoólicas mais fortes nem sequer foram abertas, que apenas metade da cerveja transportada para a casa alugada foi consumida e que o vinho foi misturado com gasosa. Além disso, grande parte das bebidas tinha sido ingerida no dia anterior. Antes da caminhada noturna de 15 de dezembro, o grupo estava na posse de todas as suas faculdades, "deixando antever capacidade de resistência e lucidez contra 'ordens' cruéis e irresponsáveis".

    Muitas das testemunhas que apareceram em reportagens televisivas a garantir que viram os estudantes a rastejar com pedras atadas aos pés ou que tinham visto mais jovens trajados na noite da tragédia acabaram por confessar aos investigadores não estarem a dizer a verdade. Um dos exemplos mais constrangedores apurados pelos investigadores foi o de concluírem que as referidas pedras citadas por várias pessoas não eram mais do que bolas de enfeite de uma árvore de Natal levada pelo falecido Tiago Campos para esse fim de semana.

    Todos os cruzamentos feitos pelas antenas de telemóvel no local também não deixaram dúvidas: na noite de 15 de dezembro estavam apenas presentes os sete estudantes.

    E a colher de pau, o símbolo máximo de poder de praxe do 'dux', nem sequer foi transportada para a caminhada até à praia por João Gouveia. Ficou na lareira da casa alugada. Os procuradores concluem que este foi um sinal inequívoco de que naquela noite o estudante (que não era o mais velho, nem o mais graduado academicamente do grupo) abdicou de afirmar a sua hierarquia.

    Ficou igualmente colocada de parte a hipótese de o 'dux' e o seu cunhado terem limpado eventuais vestígios de crime na casa, nas horas que se seguiram às mortes na praia. A vivenda esteve sempre vigiada por dois elementos da Polícia Marítima. Segundo o Ministério Público de Almada, caiu também por terra a tese de que o caso teria sido negligenciado pelas autoridades nas primeiras semanas após a tragédia: foram contabilizadas quase 100 inquirições realizadas a testemunhas, familiares, colegas e amigos das vítimas do Meco, além de dezenas de apreensões de telemóveis, perícias forenses, exames toxicológicos, recolha documental e várias reconstituições.

    No final, os procuradores declararam estar em condições de proferir a decisão, "que apenas pode ser de arquivamento", por não existirem quaisquer indícios de crime por parte do 'dux' João Gouveia.

    https://expresso.pt/sociedade/2020-...demnizar-familia-de-vitima-das-praxes-no-Meco

     
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  6. frederico

    frederico
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    Há cerca de um século Fernando Pessoa escreveu dois textos que deveriam ser de leitura obrigatória nas escolas. O tema era o provincianismo português. As elites portuguesas tentam copiar tudo o que vem de fora no plano das ideias, mas acaba por ser tudo postiço, falso, «para inglês ver».

    Há quase dez anos Manuela Ferreira Leite candidatou-se a PM. Naquela altura Sócrates anunciava um plano milionário de obras públicas, que incluía uma cidade aeroportuária em Alcochete, uma nova ponte sobre o Tejo, várias auto-estradas e linhas de TGV. Manuela Ferreira Leite propôs como alternativa num debate na TV que se fizessem pequenas obras de reconversão e restauro de escolas ou hospitais, para criar emprego a nível local. Sócrates aproveitou a ideia e criou a Parque Escolar, uma empresa pública que se tornou um verdadeiro e polémico sorvedouro de recursos dos contribuintes. Ou seja, o que parecia uma ideia sensata, o Estado recuperava aos poucos edifícios públicos em mau estado, encomendando a obra a pequenas empresas locais para criar emprego a nível local, acabou por se tornar um pesadelo.

    O PS é exímio em absorver ideias dos outros, e perverter tudo para justificar mais impostos, mais transferência de riqueza dos contribuintes para as oligarquias. Coincidentemente com o aparecimento da Greta, criaram a justificação perfeita para lançar impostos «verdes» e criar programas que vão beneficiar umas empresas amigas do regime. É assim há décadas. E conseguem safar-se porque o povo está mais preocupado com a sua sobrevivência diária, a comunicação social é mansa, e são poucos os que têm coragem de denunciar as tácticas socialistas.
     
  7. frederico

    frederico
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    O PS no poder dá muita importância à imagem, à espuma que fica sobre as ondas, e nisso é muito mais profissional e eficaz que o PSD. Agora anda a tentar passar lá para fora a imagem que está precupado com o Ambiente e com o Clima. Há mais de 20 anos que se fala de alterações climáticas, mas só agora resolveram meter esse tema no topo da agenda. Porquê? Oportunismo e provincianismo. Copiar o que se fala e faz nos EUA, Suécia, Reino Unido. Querem parecer modernos, sofisticados, ecologistas, aos olhos das imprensa internacional. E querem encontrar desculpas para taxar ainda mais os portugueses, para assim haver mais dinheiro disponível para sustentaram a oligarquia que vive à custa do Orçamento de Estado.

    Contudo, para quem vive em Portugal, a realidade é diferente. O país tem algumas das regiões mais desordenadas da Europa. As matas nacionais não são vigiadas e estão degradadas. Boa parte do país continua a não reciclar. As árvores nos espaços públicos são destruídas com podas radicais. As autarquias abrem caminhos em áreas sensíveis e autorizam a construção na linha da costa ou em leitos de cheia. Não há verdadeiros espaços verdes públicos em inúmeras vilas e cidades. Constroem-se moradias em áreas protegidas. Portugal é talvez o país do Ocidente como menor percentagem de floresta pública e com menos floresta nativa em termos relativos. O montado morre com uma doença, mas ninguém diz aos agricultores que não devem lavrar os terrenos. Portugal é o país do Sul da Europa com maior percentagem ardida em termos per capita nas últimas décadas. Não há uma política eficaz de combate às invasoras. As cidades e vilas perdem a sua identidade estética com mamarrachos e má arquitectura. Etc, etc, etc.

    O PS utiliza a desculpa do ambiente para taxar e para promover a exploração de lítio. Mas resolver os verdadeiros problemas ambientais do país? Não o faz. Os portugueses estão literalmente a ser enganados e gozados, mas pelo visto mais de 30% dos eleitores gosta disto.
     
  8. VimDePantufas

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    Ora bolas, ao menos ponham água quente no Hospital de Santarém.
    Há já 7 meses que água quente não existe, sempre que se necessita de água quente, cafeteira eléctrica.
    Já agora quando houver massa, reparem tabém as fugas de água, é que isto de andar pelos corredores cheios de baldes, não dá com nada.
    O povo paga sempre e não tem culpa que um Hospital recente esteja neste estado .
     
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  9. algarvio1980

    algarvio1980
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    O PS está a marimbar-se para o ambiente. Eu vivo numa cidade aonde existe esgotos que correm para a Ria Formosa há décadas e até hoje, o problema continua. A interdição da apanha de bivalves está proibida em frente à zona ribeirinha de Olhão. Aqui, não posso dizer que foi culpa do outro, porque sempre foi o PS que esteve na câmara. :intrigante:

    Hoje, deu na RTP1 uma reportagem sobre o avanço do mar em Cacela Velha, devido à abertura da nova barra: https://www.rtp.pt/noticias/pais/avanco-do-mar-ameaca-dunas-e-patrimonio-em-cacela-velha_v1198192

    :rolleyes:
     
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  10. frederico

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    A abertura dessa barra foi muito estranha porque o lugar natural da mesma sempre foi no sítio do Lacém. Parece que a decisão foi da autarquia mas foi tudo muito mal explicado e estranho e lançaram-se logo teorias da conspiração. O que é certo é isto: o Estado no anos 90 gastou uma carrada de dinheiro a recuperar o cordão dunar de Cacela e a obra ficou bem feita, e com a abertura dessa nova barra estragaram tudo e o mar começou a avançar e a destruir o cordão dunar que tinha sido recuperado 15 anos antes.

    O POOC do sotavento diz que o cordão dunar é muito sensível e deve ter o mínimo de presença urbana mas a autarquia de VRSA pelos vistos colocou uma concessão de praia em frente ao sítio da Fábrica, o que vai contra o POOC. E terá promovido a abertura dessa barra.

    A Ria Formosa continua a saque das autarquias.
     
  11. Orion

    Orion
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    Nenhum partido fará nada se as pessoas não forem reinvindicativas.

    Acham que se os jovens não tivessem saído á rua o ambiente e o clima teriam estado nas agendas dos partidos como aconteceu nas últimas eleições? Até o PSD se (aproveitou) lembrou do legado deixado por Gonçalo Ribeiro Telles auto-denominando-se como partido “ambientalista” apresentando uma série de medidas para apelar aos eleitores da Greve estudantil.

    Acham que se a IL estivesse no governo não tentaria passar a melhor imagem que pudesse relativamente aos cuidados com o ambiente e a medidas de combate às alterações climáticas apesar de ser dos únicos partidos onde essas não são prioridades? A pressão social seria imensa, mais do que já é com o PS, a não ser que respondesse aos jovens com polícia.
     
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    Cumulonimbus

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    Em democracia um partido se quiser ganhar eleições tem que responder ás necessidades manifestadas pelos eleitores. Ora se os eleitores não manifestarem qualquer preocupação com esgotos a correr para a ria, e se o partido no poder não estiver para aí virado, seja de direita, centro ou esquerda,nada feito se ganha eleições e não houverem protestos embaraçosos para os políticos mesmo que sejam minoritários.
     
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  14. ClaudiaRM

    ClaudiaRM
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    Yet, quando o fazem, sabemos bem da reação de alguns homenzinhos (e uma ou outra mulherzinha, também!) de egozinhos frageizinhos.
     
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  15. frederico

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    Nos últimos 100 anos Portugal teve poucos momentos em que de facto convergiu com os países ricos da Europa Ocidental. Um desses momentos foi quando aderiu à EFTA, e durou sensivelmente uns 15 anos, até 1974. O outro começou por altura da entrada na CEE, e durou até ao pântano de Guterres.

    Vergonhosamente, o país que teve Império global é ultrapassado pelos países da Europa de Leste. Isto deveria exigir uma profunda reflexão nacional. Por que motivo os outros são melhores que nós? Onde estamos a falhar? Por que somos ultrapassados pela Europa de Leste e não conseguimos sequer convergir com Espanha?

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