Hoje vou fazer um resumo maior do que o habitual (para além do que já publiquei):
- Começando pela Ucrânia, onde a inflação chegou aos 25% no ano passado.
- As empresas farmacêuticas japonesas vão começar a investigar curas para as doenças tropicais, até agora ignoradas porque há poucos 'incentivos financeiros'.
- O papa Francisco faz nova viagem à Turquia para reunir Cristãos e Ortodoxos. Pelo caminho faz nova aproximação aos muçulmanos.
- O presidente do Chad apela ao ocidente, incluíndo à NATO, que os ajude a derrotar nos islamitas. Afirma que a Líbia foi abandonada e tornou-se um santuário para terroristas (e que isto está a destabilizar todos os países vizinhos). Os EUA confirmam que a ISIS tem campos de treino no este da Líbia. A França vai realizar bombardeamentos na fronteira sul do país para impedir os combatentes de atravessar para o Sahel.
- Já ontem um petroleiro grego foi atacado:
A justificação é plausível:
Mas avanço outra: Se os terroristas controlam a cidade muito provavelmente poderiam querer vender petróleo a um custo inferior para financiar a sua guerra. Haverão sempre compradores. Qual das duas explicações está mais correta (a minha ou a oficial) nunca se saberá.
- O Afeganistão não tem governo após 100 dias (já apanharam os mais hábitos ocidentais).
- Na Suécia ocorreram manifestações de solidariedade para com os ataques a mesquitas. Pelo menos há ainda sanidade.
- Os jordanos começam a querer evitar combater a ISIS. Pensam que a sua indiferença/neutralidade garantirá a sua segurança (pouco provável). Mas um político de lá teve uma afirmação curiosa:
--- fim parte 1 ---
- Começando pela Ucrânia, onde a inflação chegou aos 25% no ano passado.
- As empresas farmacêuticas japonesas vão começar a investigar curas para as doenças tropicais, até agora ignoradas porque há poucos 'incentivos financeiros'.
- O papa Francisco faz nova viagem à Turquia para reunir Cristãos e Ortodoxos. Pelo caminho faz nova aproximação aos muçulmanos.
- O presidente do Chad apela ao ocidente, incluíndo à NATO, que os ajude a derrotar nos islamitas. Afirma que a Líbia foi abandonada e tornou-se um santuário para terroristas (e que isto está a destabilizar todos os países vizinhos). Os EUA confirmam que a ISIS tem campos de treino no este da Líbia. A França vai realizar bombardeamentos na fronteira sul do país para impedir os combatentes de atravessar para o Sahel.
- Já ontem um petroleiro grego foi atacado:
Aviões militares líbios atacaram, na noite de domingo, um petroleiro que, ao entrar num porto controlado por uma milícia islamista, foi considerado "suspeito". Dois tripulantes, um grego e um romeno, morreram e o Governo de Atenas condenou o ataque, exigindo que sejam apuradas responsabilidades.
A justificação é plausível:
"Foram dadas ordens para o navio parar ao aproximar-se do porto de Derna, para se verificar se a sua carga continha ou não armas e munições destinadas aos extremistas que controlam a cidade. Mas a tripulação não obedeceu, o que tornou o navio suspeito aos olhos do exército que combate o terrorismo", disse à AFP um porta-voz do exército, o coronel Ahmed Mesmari.
Segundo esta agência noticiosa, o navio de pavilhão liberiano pertence, ou é gerido, pela companhia grega com sede em Atenas Aegean Shipping Enterprises Company. Levava 12,600 toneladas de crude e, apesar de ter ficado danificado, não há qualquer derrame.
Mas avanço outra: Se os terroristas controlam a cidade muito provavelmente poderiam querer vender petróleo a um custo inferior para financiar a sua guerra. Haverão sempre compradores. Qual das duas explicações está mais correta (a minha ou a oficial) nunca se saberá.
- O Afeganistão não tem governo após 100 dias (já apanharam os mais hábitos ocidentais).
- Na Suécia ocorreram manifestações de solidariedade para com os ataques a mesquitas. Pelo menos há ainda sanidade.
- Os jordanos começam a querer evitar combater a ISIS. Pensam que a sua indiferença/neutralidade garantirá a sua segurança (pouco provável). Mas um político de lá teve uma afirmação curiosa:
"Sending our noble soldiers and children miles away to fight ISIL is actually fighting the war on behalf of [Syrian President Bashar] al-Assad and the US,” deputy Assaf Shawbaki - one of eight MPs who issued a statement calling on the Jordanian government to withdraw from the war - told Al Jazeera.
According to Shawbaki, the war on ISIL only "serves agendas of foreign forces in the region", a viewpoint shared by many other Jordanians.
"In Jordan, it is no big secret that certain decisions are not ours but rather imposed on us by our allies," Saoub said.
--- fim parte 1 ---
Mentira, mentira...