Política e economia internacional

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O Conselho de Ministros do Governo espanhol liderado por Mariano Rajoy aprovou, esta sexta-feira de manhã, a entrada em vigor, a partir do próximo dia 1 de Janeiro, de uma reforma fiscal que permitirá uma descida média do IRS de 8,06% em 2015 e de 12,5%, em 2016.

A redução de impostos aprovada pelo Executivo de Rajoy será introduzida em duas fases, 2015 e 2016. A vice-primeira-ministra do Governo, Soraya Sáenz de Santamaría, explicou ainda que para os cerca de 72% dos contribuintes espanhóis que recebem abaixo de 24 mil euros anuais, a redução de IRS será de 23,5% e para aqueles que recebem menos de 18 mil euros por ano a descida será de 31%.

"Chegou o momento de baixar os impostos a todos os espanhóis", sublinhou o ministro das Finanças Cristóbal Montoro citado pelo Expansión.

A partir de 2016, altura em que entrará em vigor a segunda fase prevista pelo pacote de redução da carga fiscal, a taxa mínima de IRS será de 19%, contra os 24,75% actuais, e a máxima, que agora se situa nos 52%, cairá para os 45%.

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http://www.jornaldenegocios.pt/econ...nhol_anuncia_reducao_media_do_irs_de_125.html
 
A Press Tv, agência de notícias iraniana, indica que os militantes da ISIL foram treinados pelos EUA na Jordânia (Isto indicado por fontes da Jordânia):

US military instructors trained Takfiri militants of the so-called Islamic State of Iraq and the Levant (ISIL) at a secret base in Jordan in 2012, informed Jordanian officials say.

The officials, who were not identified, revealed to American news website WorldNetDaily (WND) that dozens of ISIL members received training as part of covert aid to militants fighting to overthrow Syrian President Bashar al-Assad.

The Jordanian officials said the 2012 training of the ISIL operatives was not supposed to be used for any future offensive in Iraq.

They said all ISIL militants trained in Jordan had been vetted for any links to terrorist groups like al-Qaeda.

German weekly Der Spiegel had also reported last March that Americans were training militants in Jordan for fighting in Syria.

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http://www.presstv.ir/detail/2014/06/20/367852/us-trained-isil-at-secret-jordan-base/

Pode ser propaganda, mas se o Ocidente treina militantes para destruirem a Síria, não é chocante que o ISIL seja mais uma criação americana.

Uma coisa curiosa, a ISIL assume uma estrutura muito semelhante a uma empresa. Até lançam relatório de contas anual com tudo o que fizeram. E não, não é piada isto que escrevo:

http://pt.scribd.com/doc/230182635/Isis-Annual-Report-2013

(Site seguro que é da scribd)
 
Por fim, eu aqui já escrevi que quanto maiores as crises, mais os interesses instalados implementam os seus interesses (neste caso uma vigilância orweliana):

Britain's security services may need to be given greater powers of surveillance to monitor extremists from Isis when they return home to Britain from Iraq and Syria, the former defence secretary Liam Fox has said.

A majority of people will accept that an "ideological battle" means that the authorities will need greater powers to intercept the communications of extremists, Fox said.

The former defence secretary, who was speaking on the Andrew Marr Show on BBC1, said Britain should offer to put its airbases at the disposal of the US to avoid a "horrendous" situation in Iraq as Isis forces pose a threat to Baghdad.

Fox said: "There are those who say if we don't get involved, if we hunker down then we will be fine. There will be no backlash. That is utterly, utterly wrong because the jihadists don't hate us because of what we do. They hate us because of who we are. We can't change that. It is our values and our history that they detest more than anything else."

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http://www.theguardian.com/uk-news/2014/jun/22/surveillance-powers-liam-fox-isis

Mais um que espalha a doutrina falsa do: "Eles detestam-nos por causa das nossas liberdades". Além de que advoga a expansão do Big Brother para espiar tudo e todos, limitando as liberdades individuais para que haja proteção dos "terroristas". Se não é a ISIL, é a Al-Qaeda e se não for estes dois será outra coisa qualquer. Nunca se deve desperdiçar uma boa crise já a Clinton diz.
 
Mais de duas toneladas de heroína foram descobertas em armazéns na Grécia em duas semanas, naquela que as autoridades gregas classificaram como a maior apreensão de droga de sempre realizada na Europa.

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Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/n...aior-apreensao-de-heroina-de-sempre-na-europa

Tendo em conta este tipo de notícias, é de esperar que o crescimento económico na Grécia seja surpreendente e que o PIB cresça também de forma espantosa de acordo com os novos critérios impostos pela UE. :facepalm::disgust:
 
O produto interno bruto dos Estados Unidos caiu 2,9% no primeiro trimestre do ano, mais do que o previsto e a pior leitura desde o mesmo período de 2009, anunciou esta quarta-feira, 25 de Junho, o Departamento de Comércio norte-americano.

Os economistas consultados pela Bloomberg aguardavam uma contracção de 1,8% enquanto as primeiras estimativas apontavam para uma queda de 1%. Ou seja, esta é a maior revisão em baixa do Departamento do Comércio desde que se começaram a recolher estes dados (1976).

Os gastos dos consumidores, que perfazem cerca de 70% da economia norte-americana, aumentaram 1% no primeiro trimestre, o ritmo mais lento em cinco anos. Este ganho, que acrescenta 0,71 pontos percentuais ao PIB, compara com a anterior leitura de uma subida de 3,1%. A revisão em baixa reflecte uma queda nos gastos ligados com cuidados de saúde.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/pib_dos_eua_contrai_29_no_primeiro_trimestre.html
 
Especialistas das Nações Unidas criticaram fortemente a cidade americana de Detroit por violar os direitos humanos básicos de seus cidadãos, ao cortar o acesso de milhares de pessoas aos serviços hídricos pelo atraso no pagamento de contas.

Em crise, a cidade, que em julho do ano passado se tornou a maior dos Estados Unidos a pedir proteção contra a falência, recentemente começou a cortar a água em larga escala de todas as residências que passaram dois meses sem pagar a conta, informaram os especialistas em um comunicado.

Berço da indústria automotiva americana, Detroit acelerou o processo desde o início de junho, com o desligamento de cerca de 3.000 consumidores por semana, e espera-se que cerca de 30 mil residências tenham a água cortada nos próximos meses, afirmaram.

'Desligar serviços de água por causa de falta de pagamento, devido à escassez de recursos, constitui uma violação do direito humano à água e de outros direitos humanos internacionais', insistiram.

'As residências que sofreram cortes injustificados precisam ter o serviço restabelecido imediatamente', afirmaram.

Embora seja justificado desligar o serviço de pessoas capazes de pagar, mas que decidem não fazê-lo, os especialistas reforçaram que em uma cidade como Detroit, com um elevado nível pobreza e alta taxa de desemprego, o custo relativamente alto da água é simplesmente incessível para uma parte significativa da população.

'Quando há uma incapacidade genuína de pagar, os direitos humanos simplesmente perdoam os cortes', disse Catarina de Albuquerque, especialista em direito à água e ao saneamento.

Ela disse ter pedido anteriormente ao governo americano para adotar padrões mínimos federais para a disponibilidade de água e saneamento e fez um apelo para que Washington aja na proteção contra o corte no fornecimento de água às famílias que vivem na pobreza.

Leilani Farha, especialista em direito à moradia adequada, alertou que os cortes estão tendo consequências devastadoras, com serviços sociais removendo crianças de suas casas depois da interrupção do serviço, já que a situação de moradia não era mais considerada adequada.

E 'se esses desligamentos afetam, desproporcionalmente, afro-americanos, eles podem ser descriminatórios, violando tratados que os Estados Unidos ratificaram', alertou.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2...lar-direitos-humanos-ao-fechar-torneiras.html
 
Obama pede 500 milhões de dólares para armar rebeldes sírios:

President Barack Obama asked Congress Thursday for $500 million to train and arm vetted members of the Syrian opposition, as the U.S. struggles for a way to stem a civil war that has also fueled the al-Qaida inspired insurgency in neighboring Iraq.

The military training program would deepen the Obama administration's involvement in the more than four-year conflict between rebels and forces loyal to Syrian President Bashar Assad. If approved by Congress, the program would supplement a covert train-and-assistance program run by U.S. intelligence agencies.

The Syria program is part of a broader $65.8 billion overseas operations request that the administration sent to Capitol Hill Thursday. The package includes $1 billion to help stabilize nations bordering Syria that are struggling with the effects of the civil war. It also formalizes a request for a previously announced $1 billion to strengthen the U.S. military presence in Central and Eastern Europe amid Russia's threatening moves in Ukraine.

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http://bigstory.ap.org/article/obama-seeks-500m-train-equip-syrian-rebels
 
Juros da dívida italiana em mínimos históricos mas o valor total da mesma não para de subir. Aumento de 5% entre Abril de 2013 e Abril de 2014. Já vai em mais de dois biliões de euros e a curto prazo ultrapassará a dívida da Alemanha:

As Italy’s borrowing costs fall to new lows, its debt is rising to the most ever.

The country owed 5 percent more in April compared with a year earlier, with debt reaching 2.15 trillion euros ($2.9 trillion), Bank of Italy figures show. That matches the outstanding borrowing of Germany, the largest economy in Europe and the most of any country on the continent, at the end of last year, according statistics office Eurostat.

(...)

“In our forecasts Italian debt will overtake Germany by the end of the year,” said Raffaella Tenconi, an economist at Bank of America Merrill Lynch in London. “It is particularly important that the government moves ahead with the promised reforms to firm the sovereign credit rating and strengthen further investors’ appetite for Italian assets.”

(...)

In the first four months of this year, Italy’s debt rose by 77 billion euros, almost as much as the total 79.8 billion euros it grew in 2013, according to the the country’s central bank.

(...)

This year, Italy foresees increasing its debt ratio to 134.9 percent of gross domestic product from 132.6 percent in 2013, relying on the sale of stakes in the nation’s postal office and air traffic controller to prevent a further increase, according to the government’s economic and financial plan passed in April. Debt is projected to fall to 125.1 percent of GDP by 2017.

Bloomberg
 
Com os votos contra de Itália e Hungria, o Conselho Europeu acabou de aprovar em Bruxelas a escolha de Jean-Claude Juncker para a presidência da Comissão Europeia. A escolha do sucessor de Durão Barroso foi confirmada na conta oficial de Twitter do presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy.

O britânico David Cameron, que liderou a luta contra a nomeação do luxemburguês, forçou a votação de braço no ar na reunião entre os 28 líderes da União Europeia. Mas serviu apenas para mostrar o crescente isolamento a que o Reino Unido está sujeito em Bruxelas num momento em que pretende negociar a sua filiação europeia de forma a recuperar poderes para Londres.

“Este é um mau dia para a Europa. Arriscamo-nos a fragilizar a posição dos Governos nacionais, fragilizar o poder dos parlamentos nacionais e entregar novos poderes ao Parlamento Europeu”, afirmou Cameron à saída da reunião. O britânico defendeu durante as últimas semanas, que a escolha de Juncker como candidato do partido Popular Europeu é uma prática que rouba o poder de escolher o presidente da Comissão “ aos líderes democraticamente eleitos da Europa”.

Na saída da reunião, a vitoriosa Angela Merkel confirmou que os 28 líderes vão voltar a encontrar-se no dia 16 de Julho para decidirem quem ocupará os outros cargos de relevo na UE durante a legislatura que só termina em 2019. Nesse dia, em que o Parlamento Europeu votará o nome de Juncker no hemiciclo, o Conselho deve nomear as suas escolhas para a sucessão de Van Rompuy e para o cargo de alto representante da UE para as relações externas, actualmente ocupado pela britânica Catherine Ashton.

Durão Barroso, que liderará a Comissão até Outubro, já afirmou que vê em Juncker “um líder comprometido com uma experiência excepcional” e que fará “tudo o que poder para garantir uma transição sem sobressaltos”.

Passos Coelho representou a Espanha em Bruxelas

Na reunião que está agora a decorrer em Bruxelas já está presente Mariano Rajoy. O líder do Governo espanhol só chegou hoje à Bélgica, por ter optado por permanecer na cimeira da União Africana durante o dia de ontem. Segundo o El País, Rajoy terá delegado em Pedro Passos Coelho a posição espanhola durante o debate europeu que ontem decorreu na capital belga.

Explicando que ontem “não se deram debates cruciais”, o jornal escreve que o Governo espanhola “argumentou que a cimeira africana era estratégica, ao contrário da reunião informal que decorria em Bruxelas”.

http://www.sol.pt/noticia/109579

Chocante :lol:

Resumindo o que o Juncker trará para a Europa:

Jean-Claude Juncker é conhecido pelo seu espírito mordaz. Certa vez disse que "quando as coisas se tornam sérias, temos de mentir".

http://www.publico.pt/destaque/jornal/jeanclaude-juncker-avisa-a-crise-nao-terminou-28305355
 
Robust global markets are masking signs of economic fragility, according to a report released by the Bank for International Settlements on Sunday. The coalition of central banks warned that, "despite the euphoria in financial markets, investment remains weak. Instead of adding to productive capacity, large firms prefer to buy back shares or engage in mergers and acquisitions." The BIS, which has in the past been skeptical of easy-money central bank policies, suggested that highly accommodative banks like the Federal Reserve should be mindful about how they normalize monetary policy, adding that "the exit is unlikely to be smooth" for financial markets.

http://www.marketwatch.com/story/ma...-with-frail-economy-bis-2014-06-29?siteid=rss

Bolsas a subir desenfreadamente e as economias a estagnar ou a decrescer. As empresas compram as suas próprias ações (endividando-se mais ainda para fazer isso), aumentando os lucros/dividendos porque o mesmo dinheiro é distribuído por menos gente.
 
Em Espanha as coisas também não estão a correr bem:

A balança corrente espanhola registou em abril um défice de 9.900 milhões de euros, mais 83,3% do que no mesmo período de 2013, quando o saldo negativo foi de 5.400 milhões de euros, informou o Banco de Espanha.

O saldo negativo é 20,7% superior ao do mês de março, quando o défice foi de 8.200 milhões de euros, segundo os dados hoje publicados.

De acordo com o Banco de Espanha, a evolução negativa deveu-se particular ao aumento do défice da balança comercial e, em menor medida, da de transferências correntes, em contraste com a melhoria do excedente da balança de serviços.

Em concreto, o défice da balança comercial situou-se nos quatro primeiros meses de 2014 em 6.500 milhões de euros, mais 66,6% do que no mesmo período de 2013, tendo as importações aumentado 6,2% e as exportações a 3,1%.

Até março, a economia espanhola registou uma necessidade de financiamento de 7.300 milhões de euros, mais do dobro do mesmo período de 2013, quando a necessidade de financiamento da economia alcançou os 3.100 milhões de euros.

http://www.noticiasaominuto.com/eco...-balanca-de-espanha-aumenta-para-nove-milhoes

Já a Argentina poderá estar a horas de falhar pagamentos:

Argentina is poised to miss a bond payment today, putting the country on the brink of its second default in 13 years, after a U.S. court blocked the cash from being distributed until the government settles with creditors from the previous debt debacle.

The nation has a 30-day grace period after missing the $539 million debt payment to seek an accord with a group of defaulted bondholders led by billionaire Paul Singer’s NML Capital Ltd. and prevent a default on its $28.7 billion of performing global dollar bonds. While both Argentina and NML have said that they’re open to talks, public comments signal little progress has been made so far.

http://www.bloomberg.com/news/2014-...nk-of-default-as-539-million-payment-due.html
 
Um mero exemplo de como a economia mundial está muito mal. Está previsto que Portugal cresça tanto como o Brasil:

FMI confirma crescimento de 1,2% para Portugal em 2014

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3801969

Economistas de instituições financeiras reduziram a perspectiva de crescimento da economia brasileira neste ano pela quinta semana seguida, vendo expansão de pouco mais de 1 por cento, depois de o Banco Central ter piorado seu cenário.

Pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida a 1,10 por cento, 0,06 ponto percentual a menos do que na pesquisa anterior.

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0F517820140630?sp=true

E as previsões são sempre revistas para baixo.
 
O sistema financeiro global foi há muito concebido para um crescimento económico global acima de 3%. Contudo esqueceram-se que sem energia barata não há crescimento acima de 1%. O petróleo barato acabou e até que a Ciência encontre uma alternativa não haverá energia barata. Para além disso existe um excesso de população em diversos pontos do planeta e isso está a motivar um aumento do preço dos alimentos, o que por sua vez causa tensões sociais e políticas em países muito pobres.

Existe ainda outro problema. Diversos países do antigo eixo comunista e do Terceiro Mundo estão a desenvolver-se e neles emerge uma nova classe média. A Europa perdeu os seus Impérios e agora as suas empresas estão a perder poder económico e influência em África, na Ásia ou na América do Sul. Por outras palavras, há uma transferência maciça de riqueza da Europa e dos EUA para países mais pobres. O nosso estilo de vida tem-se mantido graças ao endividamento. A Fundação Rockefeller prevê que até 2030 esta dinâmica se acentue e que as diferenças entre países ricos e pobres se atenuem cada vez mais.

Como os recursos planetários não são infinitos e a energia barata acabou, e para além disso os países pobres começam a fechar as portas ao Ocidente, o resultado só poderá ser o fim da classe média na Europa e nos EUA enquanto uma nova classe média emerge em diferentes pontos do planeta. Os países do Sul da Europa foram os primeiros a cair mas em breve os problemas alastrarão aos países mais ricos, aliás já estão, por exemplo, na Holanda e nos EUA.

Estamos a viver o fim da era do pós-guerra e uma série de eventos ainda terão de ocorrer até que se atinja um novo equilíbrio global. E nas próximas décadas, em «terra de cegos, quem tiver um olho será rei».

Em Portugal a queda do Regime está bem simbolizada pela derrocada do BPN e do Grupo Espírito Santo. As elites, habituadas há muito a dinheiro fácil -Império, escravatura, mais tarde condicionamento industrial e proteccionismo- tentarão a todo o custo encontrar um meio de sobrevivência. Já sabeis, eles detestam a liberdade, a meritocracia ou o trabalho. O apoio a António Costa e a guerra contra Seguro no PS faz parte de um plano de regresso ao regabofe. Há um aeroporto por fazer, linhas ferroviárias, e Passos recusou a ajuda ao BES. E não se admirem que surjam cada vez mais vozes a pedir a saída do euro ou mesmo da UE. Os portugueses, contudo, não podem ir no canto da sereia!
 
  • Gosto
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