Política e economia internacional

Estado
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Em relação ao comentário da bomba nuclear da Tymoshenko, ela admite que a chamada é verdadeira mas o comentário em si é uma "montagem":

Yulia Tymoshenko, Ukraine's former prime minister, has denounced a tape broadcast by Russian state television where she is heard urging the "wiping out" of Russians and President Vladimir Putin, calling it a montage.

Tymoshenko, who was released from jail after the fall of President Viktor Yanukovich, confirmed the authenticity of the phone call on Tuesday, but said the passage about Ukraine's eight million ethnic Russians had been manipulated, the AFP news agency reported.

http://www.aljazeera.com/news/europ...-out-russians-comment-201432513315433906.html

Já o Obama lançou mais um comentário desconcertante:

"Russia is a regional power that is threatening some of its immediate neighbors not out of strength but out of weakness," Obama said.

Russia's actions are a problem, but they're not what the U.S. worries about the most.

"They don’t pose the number one national security threat to the United States," Obama said. "I continue to be much more concerned when it comes to our security of the prospect of a nuclear weapon going off in Manhattan."

http://www.washingtonpost.com/blogs...l-power-nuke-in-manhattan-is-a-bigger-threat/

Muito se fala em bombas nucleares :confused:

Por fim, o euro, ao que parece, vai seguir o mesmo caminho do dólar e do yen, ou seja, a sua progressiva desvalorização:

The last bastion is tumbling. Even the venerable Bundesbank is edging crablike towards quantitative easing.

It seems that tumbling inflation in Germany itself has at last shaken the monetary priesthood out of its ideological certainties.

Or put another way, the Pfennig has dropped that euroland is just one Chinese shock away from a deflation trap, an outcome that would play havoc with the debt dynamics of southern Europe, render the euro unworkable, and ultimately inflict massive damage on Germany.

Bundesbank chief Jens Weidmann was not exactly panting for QE in comments to Market News published this morning, it has to be said, but the tone marks a clear shift in policy.

"The unconventional measures under consideration are largely uncharted territory. This means that we need a discussion about their effectiveness and also about their costs and sideeffects", he said.

"This does not mean that a QE programme is generally out of the question. But we have to ensure that the prohibition of monetary financing is respected”.

http://blogs.telegraph.co.uk/financ...recant-bundesbank-opens-the-door-to-qe-blitz/
 
Da mesma lógica que um país com poucos recursos (Portugal) quando comparado com uma potência mundial do G8 (Itália) - nada!

É falacioso dizer-se que se pertence ao grupo de países mais ricos do mundo, então terá um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano mas...

Há outros factores a ter em conta no Índice... A esperança média de vida, a par do progresso científico, tende a equilibrar as diferenças entre países. O acesso à educação também melhorou.

Mas o PIB por habitante... certamente terá mais influência directa do que os outros dois.

A indústria italiana é diferente...

Vou generalizar imenso mas é talvez com pequenos detalhes que outros grandes deixam-se passar... Não me refiro apenas às marcas de luxo como Lamborghini, Ferrari, Maseratti... Mas à possibilidade que os italianos têm de desenvolver para eles próprios...

Iveco (Vigili del Fuoco); Alfa Romeo 159 (Carabinieri); FIAT Punto (Polizia Locale/Municipale); Lancia Thema (viatura oficial da presidência), Fincantieri (porta-aviões italiano), Zanussi (eletrodomésticos), FIAT (comboios, o nosso Alfa é baseado num deles)...

Moda e perfumes, idem aspas...

O vinho, o azeite, o calçado,... Alguns dos produtos que orgulham o nosso país, nada que eles não tenham do melhor...

Nem sequer temos capacidade de satisfazer as necessidades alimentares do nosso país... Importamos mais peixe do que capturamos (não venham com as políticas do abate de frotas porque outros países com os mesmos fundos tiveram de fazer o mesmo, aliás, outros ainda sem indústria pesqueira conseguiram até mesmo criá-la). De que nos vale gabar que temos(?) "o melhor peixe do mundo" se os espanhóis também têm autorização para poder pescar nas nossas águas?

Somos um país com gosto de rico e bolsa de pobre... Mercedes para a presidência, autocarros, táxis, ambulâncias... (Até casaco da Helly Hansen, uma marca norueguesa de topo para equipamento de competição de vela, com insígnias do programa operacional pesca estampadas com a bandeira nacional portuguesa... Lá fora fazem questão de mostrar os nossos produtos mas no nosso país, cá entre nós, o caso muda de figura... Nem com o calçado que tanta questão fazem de promover! Devem julgar que somos de ontem...)

Curiosamente, o casaco e os sapatos que surgem no meu avatar são de duas marcas portuguesas <3 Não há maneira de dar cabo daquilo já com quase 10 anos, sujeitos a caminhadas diárias, água salgada, em tempos jogaram à bola... O da imagem de perfil e o colete salva-vidas são da tal marca norueguesa, que desconhecia até terem sido oferecidos por amigos que os deixaram de usar.


Portugal poderia ser como o Norte de Itália se não tivéssemos a tendência cultural para a pequena vigarice e para a chico-espertice. E também se o povo fosse mais culto e instruído.

Que interessa termos mais licenciados se parte dos que andam nas universidades são uns grunhos com menos nível que muitos operários? Basta ver o que se passa nas praxes e nas festas académicas. Diplomas não dão educação, essa aprende-se em casa.
 
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Portugal poderia ser como o Norte de Itália se não tivéssemos a tendência cultural para a pequena vigarice e para a chico-espertice. E também se o povo fosse mais culto e instruído.

Que interessa termos mais licenciados se parte dos que andam nas universidades são uns grunhos com menos nível que muitos operários? Basta ver o que se passa nas praxes e nas festas académicas. Diplomas não dão educação, essa aprende-se em casa.


E a comunicacao social gosta muito de falar dos licenciados como os portugueses qualificados , como se quem nao tivesse curso fossem todos desqualificados .
 
Back in the 1930s, Henry Ford is supposed to have remarked that it was a good thing that most Americans didn't know how banking really works, because if they did, "there'd be a revolution before tomorrow morning".

Last week, something remarkable happened. The Bank of England let the cat out of the bag. In a paper called "Money Creation in the Modern Economy", co-authored by three economists from the Bank's Monetary Analysis Directorate, they stated outright that most common assumptions of how banking works are simply wrong, and that the kind of populist, heterodox positions more ordinarily associated with groups such as Occupy Wall Street are correct. In doing so, they have effectively thrown the entire theoretical basis for austerity out of the window.

To get a sense of how radical the Bank's new position is, consider the conventional view, which continues to be the basis of all respectable debate on public policy. People put their money in banks. Banks then lend that money out at interest – either to consumers, or to entrepreneurs willing to invest it in some profitable enterprise. True, the fractional reserve system does allow banks to lend out considerably more than they hold in reserve, and true, if savings don't suffice, private banks can seek to borrow more from the central bank.

The central bank can print as much money as it wishes. But it is also careful not to print too much. In fact, we are often told this is why independent central banks exist in the first place. If governments could print money themselves, they would surely put out too much of it, and the resulting inflation would throw the economy into chaos. Institutions such as the Bank of England or US Federal Reserve were created to carefully regulate the money supply to prevent inflation. This is why they are forbidden to directly fund the government, say, by buying treasury bonds, but instead fund private economic activity that the government merely taxes.

It's this understanding that allows us to continue to talk about money as if it were a limited resource like bauxite or petroleum, to say "there's just not enough money" to fund social programmes, to speak of the immorality of government debt or of public spending "crowding out" the private sector. What the Bank of England admitted this week is that none of this is really true. To quote from its own initial summary: "Rather than banks receiving deposits when households save and then lending them out, bank lending creates deposits" … "In normal times, the central bank does not fix the amount of money in circulation, nor is central bank money 'multiplied up' into more loans and deposits."

In other words, everything we know is not just wrong – it's backwards. When banks make loans, they create money. This is because money is really just an IOU. The role of the central bank is to preside over a legal order that effectively grants banks the exclusive right to create IOUs of a certain kind, ones that the government will recognise as legal tender by its willingness to accept them in payment of taxes. There's really no limit on how much banks could create, provided they can find someone willing to borrow it. They will never get caught short, for the simple reason that borrowers do not, generally speaking, take the cash and put it under their mattresses; ultimately, any money a bank loans out will just end up back in some bank again. So for the banking system as a whole, every loan just becomes another deposit. What's more, insofar as banks do need to acquire funds from the central bank, they can borrow as much as they like; all the latter really does is set the rate of interest, the cost of money, not its quantity. Since the beginning of the recession, the US and British central banks have reduced that cost to almost nothing. In fact, with "quantitative easing" they've been effectively pumping as much money as they can into the banks, without producing any inflationary effects.

What this means is that the real limit on the amount of money in circulation is not how much the central bank is willing to lend, but how much government, firms, and ordinary citizens, are willing to borrow. Government spending is the main driver in all this (and the paper does admit, if you read it carefully, that the central bank does fund the government after all). So there's no question of public spending "crowding out" private investment. It's exactly the opposite.

Why did the Bank of England suddenly admit all this? Well, one reason is because it's obviously true. The Bank's job is to actually run the system, and of late, the system has not been running especially well. It's possible that it decided that maintaining the fantasy-land version of economics that has proved so convenient to the rich is simply a luxury it can no longer afford.

But politically, this is taking an enormous risk. Just consider what might happen if mortgage holders realised the money the bank lent them is not, really, the life savings of some thrifty pensioner, but something the bank just whisked into existence through its possession of a magic wand which we, the public, handed over to it.

Historically, the Bank of England has tended to be a bellwether, staking out seeming radical positions that ultimately become new orthodoxies. If that's what's happening here, we might soon be in a position to learn if Henry Ford was right.

http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/mar/18/truth-money-iou-bank-of-england-austerity

Como tenho escrito, sem dívida não há dinheiro em circulação (O banco de Inglaterra admitiu o óbvio). As dívidas não podem ser pagas porque deixaria de haver dinheiro em circulação. Logo, o sistema em si é prejudicial porque implica que mais cedo ou mais tarde alguém irá à falência. Para uns pouparem outros têm que ter dívidas. Dívidas antigas são pagas com novos empréstimos (daí a grande preocupação com a inflação e a progressiva desvalorização do dinheiro).

Além de que como é que um banco central pode ter imparidades se imprime dinheiro do ar à vontade? Como é que um banco privado pode ter perdas se empresta (a juro) dinheiro que não tem? Esse juro é pago usando o dinheiro criado por outros (dívida emitida junto de outros bancos).

Os problemas económicos continuarão a piorar enquanto este sistema se manter. Porque está mal construído de raíz, já que a única solução para o aumento inevitável das dívidas é um calote numa escala massiva (como já aconteceu e irá acontecer).

Por fim, até é impossível pagar os juros de uma coisa que foi criada do ar. Se todas as pessoas miraculosamente devolvessem o dinheiro emprestado (sem juros) e deixassem de pedir emprestado, como é que os juros iriam ser pagos se não há novo dinheiro a ser criado? Portanto, somos todos roubados todos os dias, ingenuamente. E isto benefeciará sempre a indústria financeira porque ninguém os deixa ir à falência, absorvendo eles todos os bens materiais (dinheiro com juros, investimentos próprios e até bens penhorados derivados de falências).

Daí que:

"Let me issue and control a nation's money and I care not who writes the laws." Mayer Amschel Rothschild

"If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children wake up homeless on the continent their Fathers conquered...I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies... The issuing power should be taken from the banks and restored to the people, to whom it properly belongs." Thomas Jefferson

Por exemplo, nos EUA, a Reserva Federal não foi o primeiro banco central instituído. O primeiro foi eliminado mesmo por causa do que escrevi anteriormente. E da segunda vez, a lei foi passada no dia 23 de Dezembro em que boa parte dos congressistas estava em casa.
 
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Vê-se o Ocidente ameaçar tanto. Não obstante as incursões russas, estas na gigantesca maioria têm sido sem vítimas (não estou a dizer que é bom). São raras as invasões militares com pouquíssimas baixas civis ou militares. Os ucranianos até retiram os militares da Crimeia.

:thumbsup:

Não podia estar mais de acordo consigo. O facto fica-se a dever inteiramente à retirado das forças da Ucrânia, que não ofereceram resistência ao imperialismo russo.
É pena que os russos tenham feito tábua rasa dos acordos de desnuclearização da Ucrânia; enfim, ainda há em Kiev pessoas de bom senso na Ucrânia e que souberam conter-se face à agressão imperialista russa. Com a democratização na Ucrânia, espera-se que esta entre rapidamente para a UE e NATO; só assim será possível parar as aspirações russas sobre o vasto território ucraniano.
Só gente imbecil pode justificar a intervenção russa na Crimeia com o genocídio praticado na ex-jugoslávia, onde milhares de pessoas (homens, mulheres e crianças) foram simplesmente exterminadas em campos de concentração. Bem haja à NATO e aos Estados Unidos que em boa altura souberam intervir e pouparam-se assim milhares de vidas.
Que se diga bem claro que não desejes aos outros o que não queiras que aconteça aos teus mais próximos.
 
:thumbsup:

Não podia estar mais de acordo consigo. O facto fica-se a dever inteiramente à retirado das forças da Ucrânia, que não ofereceram resistência ao imperialismo russo.
É pena que os russos tenham feito tábua rasa dos acordos de desnuclearização da Ucrânia; enfim, ainda há em Kiev pessoas de bom senso na Ucrânia e que souberam conter-se face à agressão imperialista russa. Com a democratização na Ucrânia, espera-se que esta entre rapidamente para a UE e NATO; só assim será possível parar as aspirações russas sobre o vasto território ucraniano.
Só gente imbecil pode justificar a intervenção russa na Crimeia com o genocídio praticado na ex-jugoslávia, onde milhares de pessoas (homens, mulheres e crianças) foram simplesmente exterminadas em campos de concentração. Bem haja à NATO e aos Estados Unidos que em boa altura souberam intervir e pouparam-se assim milhares de vidas.
Que se diga bem claro que não desejes aos outros o que não queiras que aconteça aos teus mais próximos.

Sendo assim, alegra-te. A tarada que quer bombardear os russos com armas nucleares vai-se candidatar:

Former Prime Minister Yulia Tymoshenko has said she plans to run for president of Ukraine in May elections.

http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-26768012

Fico à espera das nuvens cogumelo.

Até vamos fazer uma "vaquinha":

Barack Obama, the US president, has expressed concerned about cutbacks in European defence spending, telling NATO members in Brussels that "everyone has to be chipping in" to defend the continent's borders, sovereignty and territorial integrity.

Obama met Herman Van Rompuy, president of the European Council, and José Manuel Barroso, president of the European Commission, for trade talks although Russia's annexation of Crimea was high on the agenda and dominated the remarks following the first EU-US summit in more than two years.

Obama told a news conference on Wednesday: "There is a diminished level of defence spending in NATO countries.

http://www.aljazeera.com/news/europ...ease-defence-spending-201432617475973379.html

Faço uma comparação. Bem haja aos EUA que foram para a guerra do vietname com um incidente que nunca existiu (Golfo de Tonkin):

In 1968 US soldiers murdered several hundred Vietnamese civilians in the single most infamous incident of the Vietnam War. The My Lai massacre is often held to have been an aberration but investigative journalist Nick Turse has uncovered evidence that war crimes were committed by the US military on a far bigger scale.

(...)

While the US suffered more than 58,000 dead in the war, an estimated two million Vietnamese civilians were killed, another 5.3 million injured and about 11 million, by US government figures, became refugees in their own country.

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-23427726

Mas pronto, eram comunistas portanto a vida deles vale menos. Falta ainda contabilizar as vítimas do agente laranja...
 
Mais um dia, mais uma chamada telefónica "secreta" divulgada:

Turkey blocked YouTube as a precaution after voice recordings purportedly of senior officials discussing a potential military operation in Syria created "a national security issue", a source at the prime minister's office said on Thursday.

The source said that Turkey was in talks with the video sharing platform and may lift the ban if YouTube agreed to remove the content.

http://www.reuters.com/article/2014/03/27/us-turkey-youtube-idUSBREA2Q1A420140327

E sobre o que era esta chamada? O óbvio. Ocorreria uma "false flag" em que a Síria seria culpada, arrastando a Turquia e a NATO (de novo) para a Síria. Como já escrevi, entrando a Turquia, a Rússia será impedida de passar com os seus navios pelo Bósforo. E será mais um conflito. E depois disso voltará o Irão com o programa nuclear. Enfim, parece um guião de um filme.

Adição:

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, condenou como um "ato desprezível" a divulgação no YouTube de uma conversa alegadamente manipulada na qual vários responsáveis turcos consideram uma eventual intervenção militar na Síria.

"É um ato desprezível, cobarde e imoral", declarou Erdogan em Diyarbakir (sudeste da Turquia), durante uma reunião da campanha das eleições municipais, agendadas para domingo.

"Iremos procurá-los até aos seus esconderijos", disse o primeiro-ministro turco, sem citar os eventuais responsáveis desta ação.

"A quem respondem ao espiar desta forma?", prosseguiu Erdogan, numa referência aos seus antigos aliados da confraria muçulmana do influente intelectual e pregador Fethullah Gulen, acusados de estarem na origem da divulgação na Internet, em fevereiro passado, de registos de conversas telefónicas que envolviam o primeiro-ministro turco e elementos da sua equipa governativa num vasto escândalo de corrupção.

Segundo a Imprensa turca, a página na Internet de partilha de vídeos e sons YouTube divulgou o registo de uma conversa entre quatro altos responsáveis turcos, incluindo o ministro dos Negócios Estrangeiros Ahmet Davutoglu e o chefe dos serviços de informação (MIT) Hakan Fidan, sobre uma eventual operação militar na Síria.

No registo sonoro, a voz atribuída a Hakan Fidan refere um plano de enviar "quatro homens [ao território sírio] para lançar oito mísseis num terreno baldio" na Turquia, de forma a justificar uma resposta militar turca.

A autenticidade desta conversa e das condições do registo sonoro não foi até ao momento estabelecida.

Em reação, de acordo com a edição online do diário turco "Hurriyet", o regime turco decidiu bloquear o acesso ao YouTube, uma semana depois de ter feito a mesma coisa com a rede social Twitter, decisão que provocou na altura uma vaga de críticas no mundo inteiro.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3782165&page=-1

É assim tão difícil perceber que é tudo psicopatas que querem a todo o custo cogumelos por todo o lado? Que liberdade e democracia é a última coisa em mente? É tudo sobre poder e domínio. (Previ esse desenvolvimento - no dia 24 - mas chiça nunca pensei que fosse tão depressa :lol:)
 
Saudi Arabia Isn't America's Friend

U.S. President Barack Obama is scheduled to meet with Saudi Arabia's King Abdullah tomorrow, and the president's critics have been sounding a warning: By parting with the Saudis on Egypt, Syria and Iran, they say, his administration is endangering a vital alliance. The truth is, the relationship with Saudi Arabia is overdue for a recalibration.

The U.S. and Saudi Arabia still have common interests -- in fighting terrorism, for example -- and Saudi Arabia's oil wealth means it will hold disproportionate sway in Washington for years to come. But neither Obama nor his critics (nor, for that matter, Saudis themselves) should kid themselves. Saudi Arabia is not a natural ally of the U.S., and probably never has been.

The current landscape puts in stark relief just how anomalous the relationship is. When the Saudis look around the region, they see rebellions that unseated autocrats, like them, in Tunisia and Egypt. The U.S. generally welcomed these developments. Meanwhile, the one uprising that Saudi's Sunni royalty supports -- in Syria, against Syria's non-Sunni dictator -- is failing, and the Saudis resent the U.S. for not intervening decisively.

On Iran, the Americans and Saudis stood together when the country's government was led by the pugnacious Mahmoud Ahmadinejad. President Hassan Rouhani's election, however, created an opening for a diplomatic resolution to the dispute over Iran's nuclear program, splitting U.S. and Saudi interests. The U.S. wants the talks to succeed to avoid a war with Iran. The Saudis hope they fail so its Shiite archrival will remain the subject of sanctions if not attacks.

By complaining that Obama turned his back on Egyptian leader Hosni Mubarak after Egyptians rose up against him, Saudi leaders betray both an exaggerated sense of U.S. influence and an unwillingness to consider what democratic reforms they might make to avoid Mubarak's fate. Might they consider, for example, allowing national elections? How about peaceful demonstrations? How about giving women equal rights to men?

For decades, Saudi rulers have been able to rely on their oil wealth both to pacify their population and smooth their relationship with the U.S. This tool, however, is not what it used to be. Increasing internal demand means the Saudis have less oil to sell abroad. And the U.S., by importing more crude from sources such as Canada and Mexico and exploiting its own shale oil reserves, has reduced its reliance on Saudi oil.

None of this is to argue that the U.S. and Saudi Arabia have nothing in common. It is in U.S. interests for the Saudis to continue supplying oil to U.S. allies that need it, and for the Saudis to use their spare production capacity to keep prices stable. For their part, the Saudis have to sell oil to someone, as oil revenue supports 80 percent of their budget, and keeping prices reasonable discourages investments in shale oil and alternative energy sources.

The two countries also share a strong interest in combating terrorism, particularly by al-Qaeda in the Arabian Peninsula, the most serious terrorist threat to both. It benefits neither to scale back their close counterterrorism cooperation, which includes U.S. drone operations out of a base in Saudi Arabia.

The U.S.-Saudi relationship is one the region's oldest, and has a storied past. Obama and Abdullah can be expected to celebrate that history at their meeting. The future of the partnership, however, will require a realistic accounting of their mutual and divergent goals.

Ao menos ainda existem artigos que dão algumas pistas ao porquê das guerras.

http://www.bloombergview.com/articles/2014-03-26/saudi-arabia-isn-t-america-s-friend
 
Será que não há ninguém que limpe o sebo ao puto maniento. :angry:

Cabelo supremo: Corte de Kim Jong-un serve para todos os norte-coreanos

Há uma nova lei na Coreia do Norte: todos os homens, que antes podiam optar entre dez cortes de cabelos, têm agora de exibir um penteado igual ao do “líder supremo”, Kim Jong-un. Nas últimas duas semanas, a regra tem passado de Pyongyang para todo o país.

Mais info em: ptjornal.com
 
Italy's government is selling off scores of official cars including Jaguars and Maseratis, on online auction site eBay, as it strives to show it is responding to public pressure to cut spending and the privileges of the powerful.

A total of 151 vehicles, including 40 BMWs, are up for sale - a fraction of a 60,000-strong fleet owned by Italy's public bodies that the state estimates costs more than 1 billion euros ($1.37 billion) a year to run.

The auction is unlikely to make a dent in Italy's 2 trillion euro debt. But it is widely seen as a highly visible and symbolic move by new Prime Minister Matteo Renzi.

Popular fury at the luxuries enjoyed by the political elite at a time of economic hardship helped the anti-establishment 5-Star Movement sweep up a quarter of votes in its first national election a year ago.

But Renzi, who took power in a February party coup, has sought to transform the public mood with promises of tax cuts, ambitious reforms and a less ostentatious style.

He drove to a meeting with his predecessor Enrico Letta, shortly before he replaced him, at the wheel of a blue Smart car.

So far online bidding has been concentrated on a grey Alfa Romeo 166, with a current top offer of 8,621 euros.

A BMW 525d, with camel-colored leather seats, is going for 15,050 euros after 75 bids.

Bidding has yet to open on two Jaguars, among the most exclusive models on offer. They were previously used by the Justice Ministry, which had a fleet of more than 830 chauffeured cars at the end of last year.

Nine Maseratis are also on offer at the auction, which began two days ago and runs until mid-April.

Italian media reported they were the cars that became the subject of heated debate when they were ordered by the Defense Ministry shortly before the government of Silvio Berlusconi collapsed at the peak of the euro zone debt crisis.

High-end vehicles are a common status symbol for government officials, and are regularly seen speeding down streets with little regard for stop lights and most traffic rules.

But Renzi is not the only high profile figure to have started shunning such public displays. Pope Francis has swapped the papal Mercedes limousine for a Ford Focus.

http://www.reuters.com/article/2014/03/28/us-italy-cars-idUSBREA2R13N20140328
 
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Portugal poderia ser como o Norte de Itália se não tivéssemos a tendência cultural para a pequena vigarice e para a chico-espertice. E também se o povo fosse mais culto e instruído.

Que interessa termos mais licenciados se parte dos que andam nas universidades são uns grunhos com menos nível que muitos operários? Basta ver o que se passa nas praxes e nas festas académicas. Diplomas não dão educação, essa aprende-se em casa.

Como disseste, a educação aprende-se em casa. Quem julga que a praxe educa, revela uma lacuna na sua formação e personalidade enquanto indivíduo íntegro. Curiosamente, muitos desses licenciados são filhos de operários. A pretensão vem do exemplo incutido.

Num mundo em constante mudança, torna-se um desafio para a educação acompanhar a inovação. A educação superior é apenas o princípio de um caminho para poder desenvolver outras capacidades.

A História de Portugal comprova o atraso português em relação a outros países da Europa. Não apenas na industrialização, mas também no aparecimento de movimentos artísticos, filosóficos ou políticos.

O porto de Leixões não tem muito por onde expandir. Está confinado àquele local sujeito ao crescimento inerente da cidade e à procura imobiliária. E, agora com o megalómano terminal de passageiros, dispõe de menos espaço para o futuro movimento de navios e contentores que promovem o seu crescimento. O Porto de Aveiro e a constante do assoreamento da Ria... Desconheço a realidade dos outros, mas não creio que seja muito melhor, a julgar pelas tantas e longas greves de estivadores e pilotos.

Não vamos ser líricos e comparar o triângulo industrial Torino-Milano-Genova... Esta é a dimensão do porto de Génova, autoestradas, ferrovias, aeroporto... Qual porto de Sines, A26 e Aeroporto de Beja...

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Esta sexta-feira, 28 de Março, o Governo de Espanha confirmou que o défice em relação ao produto interno bruto (PIB), em 2013, ficou em 6,62%.

Apesar de ter ficado acordado entre Madrid e Bruxelas um défice de 6,5%, o ministro das Finanças espanhol, Cristóbal Montoro, revelou que o défice até podia ter ficado abaixo da meta fixada pela Comissão Europeia porque o Eurostat está a rever a forma de contabilização do PIB, refere o “El País”.

Os dados oficiais serão conhecidos na próxima segunda-feira, 31 de Março, dia em que o Eurostat revela os dados sobre os défices dos países da Zona Euro.

“Podemos afirmar que Espanha cumpriu com o objectivo do défice num ano de recessão”, conclui Montoro citado pelo “El Mundo”. Já a vice-presidente do Governo espanhol, Soraya Sáenz de Santamaría, citada por este periódico, garantiu que “Espanha está no trilho da consolidação orçamental estabelecida pelas autoridades europeias”.

Para o ano de 2014 o Governo de Madrid necessita reduzir o défice para 5,8% do PIB segundo consta no programa de estabilidade e crescimento definido pelo Executivo de Mariano Rajoy, primeiro-ministro de Espanha, e que será enviado para Bruxelas durante o mês de Abril, acrescenta o “El Mundo”.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...panhol_em_2013_acima_do_objectivo_fixado.html

Um ano depois, os cipriotas deixam de ter limites para levantar dinheiro das contas bancárias. O Ministério das Finanças de Nicósia decidiu também aumentar os patamares de transferências bancárias para particulares e empresas, segundo a agência Efe.

A partir desta sexta-feira, 28 de Março, passa a haver um limite de 50 em vez de 20 mil euros para transferências domésticas de clientes particulares. Para o sector empresarial, o patamar passa de 100 para 200 mil euros.

Também foram levantadas restrições à criação de contas bancárias nas instituições cipriotas, assim como deixa de haver limites para os montantes colocados em depósitos a prazo.

Há um ano, em Março de 2013, os cipriotas viram-se confrontados com uma crise financeira. O país chegou a um acordo com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para um plano de resgate, no valor de 10 mil milhões de euros. Em contrapartida, foram aplicadas várias medidas, entre as quais, um imposto excepcional sobre os depósitos bancários a partir dos 100 mil euros.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...ra_limites_aos_levantamentos_de_dinheiro.html
 
Obama diz que Estados Unidos e Arábia continuam "alinhados"

http://www.noticiasaominuto.com/mun...e-estados-unidos-e-arabia-continuam-alinhados

O testemunho emocionante foi dado ao El País, via internet, pela princesa Sahar, uma das quatro filhas do rei da Arábia Saudita que vivem em cativeiro há 13 anos.

“Está a acabar a comida. Querem matar-nos de fome”, acusou a princesa, que acrescentou ainda que “estamos em prisão domiciliária absoluta. Continuam sem nos deixar sair e nem sequer nos dão comida.

A princesa que vive na companhia de uma das irmãs, Jawaher, de 38 anos, revelou ainda que têm medo de comer o que lhes é dado no palácio. “No passado já nos puseram drogas na comida”, revelou.

Até há pouco tempo, Sahar e a irmã podiam sair de casa de dois em dois meses para ir às compras. Agora já nem essa liberdade têm.

Pior que a falta de alimentos é a falta de água, já que esta não é potável na Arábia Saudita, e as duas irmãs têm já poucas garrafas de água.

As outras duas filhas do rei, Maha, de 41 anos, e Hala, de 39, vivem juntas noutro complexo do palácio de Al Murjan, em Yeddah, e estão proibidas de contactar com Sahara e Jawaher.

A mãe das princesas, que está divorciada do rei, pediu ajuda a Barack Obama que hoje esteve reunido com o rei Abdullah.

“Como mãe, espero que seja capaz de libertar as quatro filhas que estão presas pelo próprio pai, o rei, há mais de 13 anos, e que cujo futuro foi deitado a perder”, escreveu a princesa Alanoud na página do Twitter do presidente norte-americano.

A mulher de 57 anos, que casou com o rei Abdullah aos 15 anos, tem utilizado as redes sociais para denunciar o cativeiro das filhas. A imagem apresentada foi publicada por Alanoud na internet, como uma forma de chamar a atenção da comunidade internacional.

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Fico à espera dos drones que espalham a democracia...
 
Novas informações dos serviços de informação americanos dão razão ao receio dos responsáveis ucranianos de que estará iminente uma invasão russa a partir do leste da Ucrânia e das suas províncias mais russófonas, após a anexação da Crimeia, sendo apontados vários sinais para reforçar a ideia. O primeiro aviso veio de um ex-ministro da defesa e responsável pelos serviços de informação da Ucrânia, Yevhen Marchuk. "É óbvio que nos próximos dois dias a Ucrânia poderá viver o momento mais crítico da sua história desde a sua independência" afirmou.

O primeiro grande sinal de perigo é a concentração de tropas russas junto às fronteiras leste e norte com a Ucrânia, que decorre há vários dias alegadamente para exercícios militares.

Especialistas ocidentais calculavam estas forças entre 20.000 a 30.000 soldados, mas reviram há poucas horas a estimativa para 40.000 a 50.000, com novas unidades a chegar a cada hora. As unidades incluem hospitais de campanha necessários em operações prolongadas.

Intervenção militar russa na Ucrânia pode estar iminente

Os ucranianos falam de 100.000 soldados prontos a intervir e identificam ainda, a quinze e sete quilómetros da fronteira, a presença de pelo menos duas unidades de elite russas, o 12º Regimento Blindado e a 2ª Divisão Motorizada Taman, apoiados por 400 soldados em veículos blindados, uma companhia de tanques (10 tanques) e unidades de comunicação.
O próprio comandante das forças norte-americanas e da NATO na Europa, o general Philip Breedlove, afirmou no domingo que estas forças "são muito, muito consideráveis e estão muito, muito prontas." Não só o número de tropas é anormalmente elevado para exercícios militares como se trata de divisões blindadas ligeiras extremamente rápidas. Outras forças russas, noutros locais, estarão alegadamente de prontidão. Os ucranianos estão a preparar-se para a invasão escavando trincheiras e mobilizando a população, prometendo responder com uma guerra de guerrilha.
Apelo de Obama - Neste momento os russos têm reunidos todos os elementos necessários para uma invasão e esta estará iminente, já que o nível de prontidão de tropas só pode ser mantido por um curto espaço de tempo, referem fontes dos serviços de informação dos EUA.
O Presidente norte-americano Barack Obama apelou esta sexta-feira à Rússia para que retire das suas posições junto à fronteira ucraniana de forma a aliviar a tensão na zona. Os serviços de informação americanos referem que "não há certezas" mas que "sinais preocupantes se têm multiplicado nos últimos três a quatro dias." "Isto alterou a nossa expectativa de que uma nova incursão russa é mais provável do que pensavamos anteriormente." A concentração lembra as manobras realizadas antes da Rússia invadir a Chechenia e a Georgia, tanto em unidades como capacidades, acrescentam os analistas.
"Turistas à civil" - O ex-ministro da defesa, Yevhan Marchuk, acredita contudo que a intervenção russa possa ocorrer não sob a forma de uma ofensiva tradicional mas organizada por "grandes grupos de pessoas sem uniformes mas armadas com armas automáticas."
São esperadas novas manifestações pró-russas durante o fim-de-semana nas cidades ucranianas do leste e fala-se da presença de grande número de alegados "turistas russos à civil" ou "políticos" em torno de Donetsk. Terão sido recrutados em cidades russas e pagos para agitar os protestos na Ucrânia. Responsáveis ucranianos afirmam que está a ser negada a entrada a uma média diária de 700 russos.
Vários analistas ucranianos referem estas manobras de protestos violentos como parte integrante da propaganda russa para criar a ideia de que a Ucrânia está ingovernável. "No mínimo, a Rússia pretende garantir que as eleições presidenciais não ocorram" a 25 de maio, afirma um conselheiro governamental em Kiev.
Apelo a novos referendos - A par das ameaças militares e de agitação popular violenta, esta sexta-feira surgiu uma iniciativa do Presidente ucraniano deposto, Viktor Ianukovich, apelando a referendos nas províncias ucranianas para decidir o respetivo estatuto e "estabilizar a Ucrânia." "Apelo a cada cidadão razoável da Ucrânia: não se deixem enganar pelos impostores. Exijam um referendo sobre o estatuto de determinação de cada região dentro da Ucrânia" afirmou Ianukovich citado pela agência russa Itar-Tass.
O ex-Presidente acrescentou que só estes referendos e não eleições presidenciais antecipadas, poderão preservar a integridade da Ucrânia. "Tudo o que se passou nos últimos meses e está a suceder na Ucrânia é um golpe armado levado a cabo pela oposição, com as armas de grupos terroristas e o pleno apoio de alguns Estados ocidentais," afirmou Ianukovich.
A "ameaça" da extrema direita - Dois protestos em menos de doze horas junto ao Parlamento em Kiev, capital da Ucrânia, por parte do grupo extremista Setor da Direita, podem ser usados para reforçar a ideia de que a Rússia tem de intervir na Ucrânia para a estabilizar. Responsáveis ucranianos receiam que os protestos sirvam aquilo que chamam a "desinformação" russa sobre a alegada ameaça de grupos extremistas no país.
Os protestos do Setor devem-se à morte violenta de um dos seus líderes. Oleksandr Muzychko morreu em confrontos com forças especiais durante o fim-de-semana. Alegadamente, Muzychko foi morto após ter disparado sobre os agentes que vinham prendê-lo em Rivne, uma cidade no Ocidente da Ucrânia. Alguns rumores afirmam contudo que ele foi atraído a uma armadilha e assassinado. Tanto Oleksandr Muzychko como o Setor da Direita, tiveram um papel ativo no derrube de Ianukovich, apesar da contestação ser politicamente transversal a toda a sociedade ucraniana.

Fonte: RTP Notícias
 
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