Política e economia internacional

Estado
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Usando o "bode expiatório" da ISIL, os EUA podem atacar na Síria (e quando ninguém estiver a ver ajudar os rebeldes "moderados" atacando o Assad):

The United States is considering taking the fight against Islamic State militants into Syria after days of airstrikes against the group in Iraq and the beheading of an American journalist, the White House signaled on Friday.

President Barack Obama, soon to end a two-week working vacation on the Massachusetts island of Martha's Vineyard, has not yet been presented with military options for attacking Islamic State targets beyond two important areas in Iraq, said White House deputy national security adviser Ben Rhodes.

But Rhodes made clear that going after Islamic State forces based in Syria is an option after the release of a video this week showing one of the group's fighters beheading American journalist James Foley and threatening to kill a second American, Steve Sotloff.

http://www.businessinsider.com/the-...-closer-to-taking-its-fight-into-syria-2014-8
 
A instabilidade na Líbia continua. Agora é o Egito e os Emirados Árabes Unidos a bombardearem sem avisarem os EUA:

Twice in the last seven days, Egypt and the United Arab Emirates have secretly teamed up to launch airstrikes against Islamist-allied militias battling for control of Tripoli, Libya, four senior American officials said, in a major escalation between the supporters and opponents of political Islam.

The United States, the officials said, was caught by surprise: Egypt and the Emirates, both close allies and military partners, acted without informing Washington or seeking its consent, leaving the Obama administration on the sidelines. Egyptian officials explicitly denied the operation to American diplomats, the officials said.

Ataques que não têm resultados claros:

The strikes have also proved counterproductive so-far: the Islamist militias fighting for control of Tripoli successfully seized its airport the night after they were hit with the second round of strikes.

Relembrando a distância entre os países...



http://www.nytimes.com/2014/08/26/w...p-news&WT.nav=top-news&_r=1&assetType=nyt_now
 
Sociedades libertárias... uma rapariga de 9 anos fuzilou o instrutor de tiro no Arizona quando estava a aprender a disparar uma arma automática de guerra. Aos primeiros disparos a arma recuou e a criança perdeu o controlo acabando por apontar para a cabeça do instrutor. Estava em modo de tiro contínuo.

http://www.telegraph.co.uk/news/wor...oting-instructor-with-Uzi-submachine-gun.html



Isso parece aquelas noticias vindas do Sudao ou do afeganistao , realmente em alguns aspetos , os EUA parecem terceiro - mundistas .
 
Isso parece aquelas noticias vindas do Sudao ou do afeganistao , realmente em alguns aspetos , os EUA parecem terceiro - mundistas .

Em público é proibida a posse de armas do tipo Uzi a menores de 18 anos. Em privado qualquer menor acima dos 8 anos pode manusear estas armas desde que acompanhado pelos pais.

No caso era um restaurante de beira da estrada onde no espaldão atrás do café podias praticar tiro.
 
Estado Islámico prevé conquistar España y Portugal en cinco años


Conheço boa gente que vai ficar brutal de burca.

esquecem-se que se tentarem entrar na Europa levam porrada como gente grande, 1º porque os nossos exércitos estão melhor treinados
2º se a nato se mantiver com o acordo inicial todos os países da nato têm de nos vir ajudar
 
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Reactions: Mário Barros
O processo de atribuição do Mundial 2022 não foi consensual e, quase três anos depois, continua a dar que falar, mas o Qatar seguiu o seu caminho e prepara-se para investir €31 mil milhões (R$ 93 mil milhões) numa magacidade no meio do deserto.

A cidade chama-se Lusail, terá 45 mil quilómetros quadrados e será uma das escolhidas para sede do evento – o estádio terá capacidade para 86 mil espectadores, ainda que fique num local que, para já, não tem população.

Lusail fica a 15 quilómetros da capital Doha e tem como alvo os empresários ricos e turistas – o objectivo é chegar a uma população a rondar os 250 mil residentes e muitos milhares mais através dos seus hotéis de luxo.

Com quatro ilhas e duas marinas de luxo, Lusail terá um zoo para girafas, um parque de neve e um local de entretenimento. O costumeiro centro comercial abrirá em 2017, assim como os cinemas, restaurante e lojas.

Os residentes e visitantes podem movimentar-se através de uma rede de metro ligeiro – serão também construídos uma rede de túneis subterrâneos para pedestres. Segundo o Qatar, todos os principais elementos da cidades serão ambientalmente sustentáveis – o estádio terá um sistema de arrefecimento a partir de energia solar, para evitar que jogadores e adeptos não passem um mau bocado com o calor.

Os sistemas de energia, transporte e comunicações serão geridos por um único centro de controlo, para que a cidade reage a vários desafios e problemas com uma única abordagem.

http://greensavers.sapo.pt/2014/08/...31-mil-milhoes-construida-de-raiz-no-deserto/

57 mil milhões de dólares depois, Sochi está deserta:

http://www.businessinsider.com/sochi-ghost-city-2014-3?op=1

http://www.news.com.au/sport/more-s...-57-billion-vlad/story-fndukor0-1227038992801

http://www.businessinsider.com/sochi-olympics-ghost-city-2014-8
 
esquecem-se que se tentarem entrar na Europa levam porrada como gente grande, 1º porque os nossos exércitos estão melhor treinados
2º se a nato se mantiver com o acordo inicial todos os países da nato têm de nos vir ajudar

Na teoria é fácil. 11 anos de guerra no Iraque e 13 no Afeganistão indicam que as coisas não são tão simples. Os EUA em nada aprenderam (ou é propositado) com o Vietname ou com a União Soviética.

No Afeganistão, os Taliban nunca desapareceram:

As the country's political crisis lingers and the US-led NATO forces begin to pull out, coordinated assaults by the Taliban - consisting of hundreds, sometimes even thousands of fighters - targeting strategic areas across the country have been the hallmark of this year's summer offensive.

The mass attacks have largely centered around southern and eastern provinces bordering Pakistan, including Helmand, Ningarhar, Logar and Faryab.

(...)

Lack of support is just one among several contributing factors to the current deterioration in security across the country.

http://www.aljazeera.com/indepth/fe...t-taliban-resurgence-2014828132120549479.html

Na Líbia (que já não aparece nas notícias):

Libya’s Islamist militant group Ansar al-Sharia has said that it seized complete control of Benghazi late on Wednesday, declaring the city an “Islamic emirate,” the group’s representative said.

Ansar al-Sharia is blacklisted by the United States over its alleged role in an attack on the U.S. consulate in Benghazi, eastern Libya.

An official representative for the armed group told a local radio channel that Benghazi is now under its control.

“Benghazi has now become an Islamic emirate,” said Mohammed al-Zahawi, the spokesman, to Radio Tawhid.

http://english.alarabiya.net/en/New...haria-declares-Islamic-state-in-Benghazi.html

Como escrevi, os EUA vão usar a ISIS para atacar o Assad (que só vai apressar a queda da Síria sob o domínio da ISIL). Estabilidade na Síria é algo impensável:

In an effort to avoid unintentionally strengthening the Syrian government, the White House could seek to balance strikes against the Islamic State with attacks on Assad regime targets. However, that option is largely unappealing to the president given that it could open the U.S. to the kind of long-term commitment to Syria’s stability that Obama has sought to avoid.

http://www.washingtonpost.com/polit...2937a4-2cc1-11e4-be9e-60cc44c01e7f_story.html

A opção de deixar as pessoas matarem-se umas às outras no Iraque está fora de questão tendo em conta o petróleo que sai(rá) deste país. Daí o armamento dos curdos (que é onde se situam boa parte dos campos de petróleo):



A pergunta que resta é: O que é que a Rússia vai fazer em relação à Síria? Não poderá deixar o aliado cair. Mas até agora tem sido ocupada com a questão Ucraniana.

Na Ucrânia, ontem:

A Ucrânia acusou a Rússia de estar a invadir o sudeste do país, em apoio dos separatistas que tomaram já uma cidade portuária junto ao Mar de Azov. O Presidente Petro Poroshenko cancelou uma viagem à Turquia, afirmando numa mensagem transmitida na televisão que “está em curso uma invasão de forças russas”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia...russos-a-combater-no-leste-da-ucrania-1667875

Mas depois (por cá, só foi dada ênfase à notícia anterior):

- President Obama ruled out US military action in Ukraine, even as he said the Russian military incursion there was “plain for the world to see.”

(...)

- Obama declined to call the Russian incursion in Ukraine an “invasion”. “I consider the actions that we’ve seen last week a continuation of what’s been taking place for months now,” he said.

http://www.theguardian.com/world/live/2014/aug/28/russia-troops-invasion-ukraine-un-meeting

E continuam as provocações:

A NATO vai criar novas bases no leste da Europa como resposta à crise na Ucrânia e para conter um potencial conflito com a Rússia, disse ontem o secretário-geral da organização.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4095041

Isto tudo parece uma repetição da 2ª guerra mundial em que os EUA fizeram um embargo aos japoneses, atacando estes Pearl Harbor (só que desta vez são as sanções e a independência do gás russo):

On this day in 1941, President Franklin Roosevelt seizes all Japanese assets in the United States in retaliation for the Japanese occupation of French Indo-China.

On July 24, Tokyo decided to strengthen its position in terms of its invasion of China by moving through Southeast Asia. Given that France had long occupied parts of the region, and Germany, a Japanese ally, now controlled most of France through Petain's puppet government, France "agreed" to the occupation of its Indo-China colonies. Japan followed up by occupying Cam Ranh naval base, 800 miles from the Philippines, where Americans had troops, and the British base at Singapore.

President Roosevelt swung into action by freezing all Japanese assets in America. Britain and the Dutch East Indies followed suit. The result: Japan lost access to three-fourths of its overseas trade and 88 percent of its imported oil. Japan's oil reserves were only sufficient to last three years, and only half that time if it went to war and consumed fuel at a more frenzied pace. Japan's immediate response was to occupy Saigon, again with Vichy France's acquiescence. If Japan could gain control of Southeast Asia, including Malaya, it could also control the region's rubber and tin production—a serious blow to the West, which imported such materials from the East. Japan was now faced with a dilemma: back off of its occupation of Southeast Asia and hope the oil embargo would be eased—or seize the oil and further antagonize the West, even into war.

http://www.history.com/this-day-in-history/united-states-freezes-japanese-assets
 
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