Política e economia internacional

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O problema do estado islâmico, e bem visto pelo kadafi que chegou a dizer que se o tirassem do poder iria ser um caos, e com a queda de Saddam e a má gestão da nato na síria levaram ao aumento do extremismo. Não sou minimamente amigo de ditaduras mas a verdade é que nesta zona do mundo a mão pesada dos ditadores mantiveram o extremismo em cheque
 
São um perigo, estamos a matá-los mas não estamos em guerra:

The White House is insisting the U.S. is not at war with the Islamic State, also known as ISIS or ISIL, despite an aggressive air campaign and previously labeling the jihadist group an "imminent threat to every interest we have."

"Before getting into the strategy, though, there seems [to be] a fundamental, existential question: Is the United States presently at war with ISIS — yes or no?" MSNBC host Chris Hayes asked President Barack Obama's top spokesman, White House press secretary Josh Earnest, on Thursday.

(...)

Earnest again maintained the U.S. was simply trying to "mitigate the threat."

http://www.businessinsider.com/white-house-not-at-war-with-isis-2014-8

Vamos lutar durante décadas, diz o Cameron:

Cameron, in a televised statement from London, said it was the first time in three years that the nation's threat level had been that high. It had previously been at "substantial."

(...)

He said he believed the West would be fighting the extremist ideology of ISIL "for years and probably for decades"

https://news.yahoo.com/u-k-raises-terror-threat-level-severe-response-141326383.html

Depois a reação normal é esta:

O Reino Unido aumentou, esta sexta-feira, o seu nível de alerta terrorista para «severo», o segundo mais alto.

Em causa estão possíveis ataques que estarão a ser preparados na Síria e no Iraque, adiantou a ministra do Interior, Theresa May.

O primeiro ministei David Cameron refere que «a ambição de criar um califado baseado no extremismo no coração da Síria e do Iraque é uma ameaça para a segurança do país».

A subida do nível de alerta «significa que um ataque terrorista é provável, mas não há informações de que esteja iminente» reforçou a ministra em comunicado.

A polícia metropolitana vai aumentar os níveis de visibilidades das patrulhas e implementar outras medidas de proteção.

http://abola.pt/mundos/ver.aspx?id=497695

Qual é a solução para uma ameaça terrorista (criada pelo ocidente)? Mais vigilância governamental para "proteger" os cidadãos...
 
A próxima cimeira da NATO vai custar 50 milhões de libras (mais uns trocos em euros), sendo realizada em Cardiff, País de Gales:

A security "ring of steel" is already in place at keys sites in Cardiff and in Newport - some 12 miles (20km) of fencing with pedestrian access points.

(...)

The security fencing, in place for the largest gathering of political leaders Britain will have ever seen, has been going up over the past three weeks.

As well as fencing along roads, paths and cycle routes, pedestrians in Cardiff city centre have to go through access points as Nato "working dinners" will be held in key venues during the summit.

http://www.bbc.com/news/uk-wales-28958292
 
Conflito Israel-Gaza:



Israel pretende apropriar-se de 400 hectares de terras situadas na Cisjordânia ocupada, no setor de Belém, indicou hoje fonte do exército israelita

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/269284/israel-quer-400-hectares-de-terras-na-cisjordania

Ainda em relação às terras:

Israel Radio said the step was taken in response to the kidnapping and killing of three Jewish teens by Hamas militants in the area in June. The notice published by the military gave no reason for the decision.

Peace Now, which opposes Israeli settlement activities in the West Bank - territory Palestinians seek for a state, said the appropriation was meant to turn a site where 10 families now live adjacent to a Jewish seminary into a permanent settlement.

Construction of a major settlement at the location, known as "Gevaot", has been mooted by Israel since 2000. Last year, the government invited bids for the building of 1,000 housing units at the site.

http://www.businessinsider.com/r-is...-bank-land-for-possible-settlement-use-2014-8

As estimativas da Oxfam e da Shelter Cluster são avassaladoras. Para voltar a pôr Gaza de pé serão necessário cerca de 20 anos e um investimento financeiro entre os 3 mil a 4,5 mil milhões de euros.

Em causa está a reconstrução de 200 escolas, 15 hospitais e mais de 17 mil edifícios e a única central energética da região, todos destruídos durante os movimentos militares israelitas contra Gaza.

No documento citado pela Europa Press, diz-se ainda que para recuperar a economia daquela região Israel deveria levantar de forma permanente as restrições impostas quanto ao comércio, sendo que atualmente as exportações representam apenas 2% do que se podia verificar nesta zona em 2007.

“Tememos que as hostilidades voltem caso não se ponha final ao bloqueio uma vez que, face à impossibilidade de mover-se livremente e de comercializar os seus bens, empurraram muitas pessoas para a pobreza”, refere o porta-voz da Oxfam na Palestina, David Viñas.

http://www.noticiasaominuto.com/mun...de-gaza-pode-demorar-20-anos-e-custar-milhoes

[ame="http://www.youtube.com/watch?v=fdoYZ1-9XsM"]‫اسرائيل تدمر Ø*ÙŠ خلال ساعه ÙÙŠ غزة‬‎ - YouTube[/ame]

http://www.businessinsider.com/time-lapse-video-shows-israel-flattening-a-gaza-neighborhood-2014-7




http://www.businessinsider.com/jarring-photos-show-utter-devastation-in-gaza-2014-8

O acordo de paz contempla, entre outras coisas:

Israel will extend the fishing limit off Gaza's coast to six miles from three miles, with the possibility of widening it gradually if the truce holds. Ultimately, the Palestinians want to return to a full 12-mile international allowance. This was also part of the previous ceasefire deal in 2012, and was briefly implemented before being rescinded in March 2013.

http://www.businessinsider.com/r-is...ch-gaza-ceasefire-deal-hamas-spokesman-2014-8

Com tanta limitação, destruição e pobreza não admira que não faltem voluntários para ingressar no Hamas. Mas Israel não se importa. Vai para a guerra e reclama mais terra. E o ciclo repete-se.
 
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O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, sugeriu hoje a criação de um Estado no leste da Ucrânia como forma de pôr fim à crise política que se vive no país desde dezembro de 2013.

«Devemos começar a pensar imediatamente em discussões substanciais sobre questões que dizem respeito à organização política da sociedade e a criação de um Estado no sudeste da Ucrânia a fim de proteger os interesses legítimos das pessoas que ali vivem», disse o chefe do Estado russo.

As declarações de Putin surgem depois de a União Europeia ter anunciado que pretende aprovar novas sanções contra Moscovo.

http://abola.pt/mundos/ver.aspx?id=498060

Um estado "independente" com grande influência russa. A Ucrânia e a Europa ficam privadas do xisto do leste ucraniano mantendo-se assim a hegemonia russa. Já em 2013:

Ukraine took its first major step away from dependency on Russian gas imports on Thursday when it signed a $10 billion (6 billion pounds) shale gas deal with Royal Dutch Shell (RDSa.L).

The 50-year production sharing agreement, signed on the sidelines of the World Economic Forum in Davos, marks the biggest contract yet to tap shale gas in Europe and the largest foreign investment in the former Soviet republic.

http://uk.reuters.com/article/2013/01/24/uk-shale-ukraine-idUKBRE90N11S20130124

Depois há avisos destes:

"Não se metam com uma Rússia nuclear"

Num fórum de juventude, Vladimir Putin deixa avisos, numa altura em que a Rússia pode ser alvo de novo nível de sanções da União Euopeia.

http://expresso.sapo.pt/nao-se-metam-com-uma-russia-nuclear=f887693

Depois os pequenos incidentes só acumulam:

Finland’s government said its fighter jets were ready to intercept foreign aircraft after Russian planes repeatedly violated the northernmost euro member’s airspace.

http://www.bloomberg.com/news/2014-...nes-on-alert-as-russia-violates-airspace.html

RAF Typhoon fighters were scrambled to intercept 'multiple Russian aircraft' as part of the Nato mission to police the airspace over the Baltics, the Ministry of Defence said yesterday.

The aircraft from 3 (Fighter) Squadron were ordered into the skies after four separate groups of aircraft were detected by Nato air defences in international airspace near to the Baltic states.

The aircraft were subsequently identified as a Russian Tupolev Tu22 Backfire bomber, four Sukhoi Su27 Flanker fighters, one Beriev A50 Mainstay early-warning aircraft and an Antonov An26 Curl transport aircraft.

http://www.dailymail.co.uk/news/art...e-Russian-planes-spotted-Baltic-airspace.html

U.S. fighter jets intercepted Russian bombers off Alaska and California this month, the latest incidents in a string of recent aerial encounters over the Pacific.

http://edition.cnn.com/2014/06/13/us/u-s-russia-military-flights/

Mas os EUA também provocam a China:

China has warned the United States to end its military surveillance flights near Chinese territory, rejecting claims by Washington that a Chinese fighter jet made several "dangerous" and "unprofessional" passes at a U.S. Navy plane last week.

http://edition.cnn.com/2014/08/29/world/asia/china-us-spy-flights/index.html

Lá para o Oriente, a India e o Paquistão (duas potências nucleares) envolvem-se em pequenos conflitos:

Clashes along India's border with Pakistan are "extremely serious and provocative" and not conducive to improving relations between the nuclear-armed neighbours, Defence Minister Arun Jaitley said on Saturday.

http://in.reuters.com/article/2014/08/30/india-pakistan-border-idINKBN0GU0AA20140830
 
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O Ébola está fora de controlo em África:

Six months into the worst Ebola epidemic in history, the world is losing the battle to contain it. Leaders are failing to come to grips with this transnational threat.

In West Africa, cases and deaths continue to surge. Riots are breaking out. Isolation centers are overwhelmed. Health workers on the front lines are becoming infected and are dying in shocking numbers. Others have fled in fear, leaving people without care for even the most common illnesses. Entire health systems have crumbled.

Ebola treatment centers are reduced to places where people go to die alone, where little more than palliative care is offered. It is impossible to keep up with the sheer number of infected people pouring into facilities. In Sierra Leone, infectious bodies are rotting in the streets.

Rather than building new Ebola care centers in Liberia, we are forced to build crematoria.

Last week, the World Health Organisation (WHO) projected as many as 20,000 people infected over three months in Liberia, Sierra Leone, and Guinea.

We are in uncharted waters. Transmission rates are at unprecedented levels, and the virus is spreading quickly through Liberia’s capital, Monrovia.

http://www.doctorswithoutborders.or...-letter/united-nations-special-briefing-ebola
 
Acumulem papel higiénico, dizem os políticos japoneses:

Japan’s bureaucrats don’t want the nation to be caught with its pants down the next time toilet paper supplies run short after a natural disaster.

That’s why the government is rolling out its latest public-awareness campaign, entitled “Let’s Stockpile Toilet Paper,” which involves an exhibition on the topic at the trade ministry, a summit of industry leaders and the sale of specially packaged “emergency use” toilet tissue.

(...)

“In addition to the toilet paper that households keep for everyday use, we’re recommending that they maintain a stockpile as well,” Masakazu Kawasaki, deputy director of the ministry’s paper industry and consumer goods division, said by phone.

(...)

Japan would be especially vulnerable to toilet paper shortages if an earthquake were to hit Shizuoka Prefecture, which produces about 40 percent of the nation’s bathroom tissue, the trade ministry said in a statement. The area sits in the seismically unstable Tokai region, which experts warn may be due for a major temblor.

(...)

The ministry’s goal is to convince households to have enough toilet paper in reserve to last a month, which is how long it would be expected to take for factories to resume production or sufficient imports to be secured, Kawasaki said.

http://www.bloomberg.com/news/2014-...oilet-paper-panic-makes-stockpiling-plea.html

Outra fonte:

Officials said people immediately think of food and water as emergency supplies, but easily forget toilet paper, and get desperate when it's too late.

"After running out of toilet paper, people start using tissue, and that could clog up precious workable toilets," said Toshiyuki Hashimoto, an industry ministry official in charge of paper products.

As part of the campaign, makers are offering a tightly rolled, 150-meter- (490-foot-) long, single-layer toilet paper that lasts more than twice as long as a regular roll.

http://bigstory.ap.org/article/japan-urges-toilet-paper-stock-major-quake

Para finalizar deixo uma foto da campanha:



Em Português:

As autoridades japonesas deram início, nesta segunda-feira, a uma campanha pública que estimula a população a estocar papel higiênico. A ideia é alertar os japoneses sobre a necessidade de incluir o produto nos estoques feitos por quem mora em áreas sujeitas a terremotos. As informações são da agência AP.

Segundo a publicação, a campanha marca o Dia da Prevenção de Desastres, comemorado nesta segunda-feira. As autoridades dizem que, quando se fala em prevenção de desastres, a população lembra imediatamente de comida e de água, mas esquecem do papel higiênico, lembrado apenas no momento do uso.

Como parte da campanha, os fabricantes criaram um modelo de rolo de papel higiênico de 150 metros, que promete durar o dobro de um rolo de tamanho regular. De acordo com as estimativas dos fabricantes, o pacote com seis rolos do tamanho especial é suficiente para o uso mensal de uma família de quatro pessoas. A campanha envolve cerca de 40 empresas de fabricantes.

http://noticias.terra.com.br/mundo/...02c0228557138410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
 
Obama: Vamos lutando contra os extremistas sabendo que nunca os poderemos derrotar

But Obama offered a muddled vision for taking on the Islamic State of Iraq and Greater Syria (ISIS), first saying the U.S. objective is to “degrade and destroy” the group, before saying his strategy is to contain the threat, rather than seeking to eliminate the group entirely.

(...)

The commander-in-chief added that it was unrealistic to expect that the entire organization can be dismantled. “As we’ve seen with al-Qaeda, there are always going to be remnants that can cause havoc,” he said.

http://time.com/3261341/obama-isis-steven-sotloff/

Journalists Harald Doornbos and Jenan Moussa write in Foreign Policy that they were able to access files from a black Dell laptop belonging to a Tunisian man and Islamic State fighter named Muhammed S. Abu Ali, the commander of "a moderate Syrian rebel group" told the journalists that his group recovered the laptop after Islamic State fighters fled a battle in the Northwestern region of Idlib. That was in January, when the Islamic State was still known as ISIS.

Though the computer appeared empty at first, a deeper dive revealed more than 35,000 folders. Files included videos of Osama bin Laden, thoughts on the justifications for jihad, training procedures, bomb-making manuals, and instructions on how to use disguises.

The most worrisome discovery, however, were files that indicate the owner of the laptop was researching ways to utilize biological weapons, including a "19-page document in Arabic on how to develop biological weapons and how to weaponize the bubonic plague from infected animals."

http://www.businessinsider.com/isis-laptop-reveals-biologoical-weapons-2014-9

Resta saber quem está a ajudar os extremistas a produzirem armas biológicas.

Por fim, isto deverá ser um episódio "interessante":

Se Durão Barroso não voltar atrás com uma afirmação que revelou, alegadamente proveniente de uma conversa telefónica mantida com Vladimir Putin, a Rússia vai disponibilizar todo o conteúdo do telefonema entre as duas personalidades, noticia o USA Today.

O jornal italiano La Repubblica deu conta, esta segunda-feira, de uma afirmação deveras surpreendente alegadamente da autoria do presidente russo, durante uma conversa telefónica com o Comissário Europeu: “Se quiser, conquisto Kiev em duas semanas”.

O Kremlin defende que afirmação foi tirada do contexto e exige uma retratação por parte de Durão Barroso.

Numa carta aberta ao presidente da Comissão Europeia, o embaixador russo para a União Europeia, Vladimir Chizhov, escreve que a imprensa diz “que [ Durão Barroso] alegadamente partilhou o conteúdo de uma conversa com alguns dos colegas das União Europeia, atribuindo ao presidente russo, em particular, palavras que foram claramente tiradas do contexto”.

Chizhov sublinha, ainda, que a divulgação de conversas confidenciais deste nível “vai muito além dos limites da prática diplomática geralmente aceite”.

“Eu tenho conhecimento de que a administração do presidente russo tem a transcrição áudio e por escrito da conversa telefónica em questão e, por uma questão de clarificação, está preparada para a tornar pública se [ Durão Barroso] não der indiciações em contrário nos próximos dois dias”, acrescentou o embaixador.

http://www.noticiasaominuto.com/pol...oltar-atras-putin-divulga-audio-do-telefonema
 
Há uns tempos fiz referência ao aumento brutal dos preços no Japão fruto do seu Quantitative Easing. Nos EUA, arranjaram um "esquema" para disfarçar a inflação galopante: Shrinkflation. Paga-se o mesmo mas o produto é menor.

A former adviser to President George W. Bush, Malmgren is zeroing in on what’s come to be known as “shrinkflation” -- where companies charge consumers the same, or more, for less. That may foreshadow an overall jump in prices, an alarm she’s been sounding for a while.

“Shrinking the size of goods is exactly what happened in the 1970s just before inflation proper set in,” she writes in her new book, “Signals: The Breakdown of the Social Contract and the Rise of Geopolitics.”

http://www.bloomberg.com/news/2014-...to-beer-shrinkflation-is-unseen-pressure.html

Exemplos de produtos que foram reduzidos:

http://www.cnbc.com/id/101526290
 
Cerca de 24 horas depois do ultimato russo, o ainda presidente da Comissão Europeia veio hoje dizer que foi "mal interpretado" quando revelou a intenção de Putin invadir a Ucrânia.

"O que foi tornado público foi tirado do contexto e mal interpretado. As minhas palavras foram mal interpretadas", afirmou esta tarde Durão Barroso em entrevista à Bloomberg. O presidente da Comissão Europeia classificou o conflito entre Kiev e Moscovo como "o mais importante desde a queda do muro de Berlim".

A conversa telefónica entre Putin e Barroso tem feito correr muita tinta. Segundo o jornal italiano La Reppublica, Durão terá transmitido aos colegas do Conselho Europeu de sábado a alegada ameaça de Putin: "Se eu quiser, em duas semanas tomo Kiev". "A situação é muito, muito má", reforçou Barroso na reunião.

Cerca de 24 horas depois do presidente russo ter feito um ultimato de dois dias para que Durão Barroso retirasse o que disse sobre a conversa telefónica com Putin sobre a Ucrânia, o ainda presidente da Comissão Europeia veio emendar a mão.

A declaração de Durão acontece depois de o Kremlin ter considerado na terça-feira que as palavras do presidente russo Vladimir Putin foram "retiradas do contexto". Yuri Ushakov, assessor do presidente russo, referiu ainda que a revelação de detalhes de conversas telefónicas é "incorrecta e vai além da prática diplomática". "Se isso foi feito, considero indigno de um político sério", acrescentou o representante do Kremlin, citado pela Rádio Voz da Rússia.

http://economico.sapo.pt/noticias/d...-com-putin-foi-tirada-do-contexto_200815.html
 
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