Sismos Internacionais 2017

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luismeteo3

Furacão
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14 Dez 2015
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Fatima (320m)
Update 14:46 UTC: 2 more pictures - a) a collapsing home on a truck and b) totally destroyed apartments that did not collapse only because of the resistance of the pillars. Interesting to see is that the damage in the apartment buildings occurred only at the lower levels.

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The Weatherman

Cumulus
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10 Fev 2009
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Braga
Mystery as hundreds of tiny earthquakes are measured in Alpine valley

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Scientists are investigating a phenomenon which has seen more than 400 earthquakes, mostly imperceptible to humans, strike the Maurienne valley in the French Alps since July.
Three of the earthquakes were higher than a level 3 on the Richter scale, still well below the magnitude 5 at which damage to buildings can start to occur.

Small earthquakes linked to fault lines in the earth are not uncommon in the region, but to see such a large volume emerge so suddenly has caught researchers off guard.
Extra measuring apparatus have been deployed to try to identify the particular cause of the problem and meetings have been held to reassure residents.

Fonte: Euronews
 

luismeteo3

Furacão
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14 Dez 2015
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Fatima (320m)
Magnitude 5.4
Region SOUTH KOREA

Date time 2017-11-15 05:29:32.9 UTC
Location 36.01 N ; 129.28 E
Depth 10 km
Macroseismic
Intensity IV Effects: Largely Observed
https://m.emsc.eu/earthquake/earthquake.php?evid=630317

TREMOR TERROR South Korea hit by 5.5 magnitude earthquake as locals reported seeing buildings shake

It's the strongest quake in South Korea since a 5.8-magnitude occurred near the ancient city of Gyeongju, which is close to Pohang, in September 2016, Korea Meteorological Administration officials said.

No injuries or major damage has been immediately reported.

Pictures and video at link:

https://www.thesun.co.uk/news/4902666/south-korea-earthquake-magnitude/
 

Cinza

Cumulus
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19 Set 2017
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Vila do Conde
2018 será um ano de mais sismos intensos

Tirado de: http://www.sabado.pt/ciencia---saude/detalhe/2018-sera-um-ano-de-mais-sismos-intensos

Ligação entre actividade sísmica mais forte e a desaceleração da velocidade de rotação da Terra foi comprovada em estudo.

No próximo ano, pode ocorrer um grande número de sismos de grande intensidade em todo o mundo, com maior incidência junto à linha imaginária do equador. Os cientistas alegam que tal se deve à desaceleração do movimento de rotação da Terra, que encurta a duração do dia em um milissegundo.
Roger Bilham, da Universidade do Colorado, e Rebecca Bendick, da Universidade do Montana, EUA, apresentaram um estudo na reunião anual da Sociedade Geológica dos EUA que comprova essa tendência.
Os dois cientistas estudaram os sismos de intensidade 7 (na escala de Richter, que termina no 10) que tinham ocorrido desde 1900. Encontraram cinco períodos de tempo durante os quais houve mais terramotos intensos, quando comparados com outros anos. "Nestes períodos, houve entre 20 e 30 sismos fortes por ano. Durante o resto do tempo, a média era de 15 grandes sismos por ano", explicou Bilham ao jornal britânico Observer.
Com o estudo, descobriram que quando a velocidade de rotação da Terra diminuía ligeiramente se seguia um período de tempo com sismos intensos. "A velocidade de rotação da Terra muda ligeiramente – um milissegundo por dia, às vezes – e isso pode ser medido com relógios atómicos", explica Roger Bilham. Ao longo do último século e meio, a velocidade diminuiu durante um período de cinco anos. Quando o quinto ano terminava, ocorriam mais terramotos fortes.

O aviso de Bilham e de Bendick surge numa altura importante, visto que a Terra começou um desses períodos de cinco anos em que a rotação se torna mais lenta há mais de quatro anos: logo, em 2018 podemos esperar maiores sismos. "Este ano não aconteceu nada de mais. Até agora, sofremos seis grandes terramotos. Podemos facilmente ter vinte desses por ano, a partir de 2018", sublinha Bilham ao Observer.
Não se sabe o que leva à diminuição da velocidade da rotação do nosso planeta, mas suspeita-se que a actividade do núcleo da Terra esteja envolvida. Também não é possível onde podem acontecer os grandes sismos; contudo, a maioria dos sismos relacionados com esta desaceleração verificaram-se junto à linha imaginária do equador, concluíram os cientistas.



 
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