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TDT Portugal

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por Meteo Trás-os-Montes 3 Set 2010 às 21:48.

  1. Meteo Trás-os-Montes

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    Cumulonimbus

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    O legislador pensou exatamente a TDT assim, tudo bem ao jeito do que pretenderam sempre as operadoras de TV, afinal toda a gente hoje em dia acha normal pagar para ver TV, mas não é!
     
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  2. Albifriorento

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    Nimbostratus

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  3. remember

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  4. Albifriorento

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    Nimbostratus

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    Só apanho os canais portugueses.
     
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  5. Kraliv

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    Eu apanho estes do quadro abaixo e ainda.. Canal Sur, Sur 2 e Andalucia TV


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  6. Paelagius

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    Em Itália, entre 2020 e 2022, decorrerá a transição do actual sistema para a DVB-T2.
     
  7. Meteo Trás-os-Montes

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    Cumulonimbus

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    Nimbostratus

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  9. TekClub

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    Cumulus

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    Novos canais na TDT: “Proporciona um significativo apoio indirecto aos operadores de televisão”
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    O Ministério da Cultura confirmou em comunicado a intenção de abrir a TDT a um novo canal de informação e a outro especializado em desporto. “A escolha das tipologias de canais a atribuir neste concurso resultou da ponderação entre a oferta televisiva actual, a capacidade que os operadores têm em oferecer determinadas tipologias de serviços de programas, da apetência do consumidor por determinados conteúdos e da sua capacidade em usufruí-los”, refere o Ministério da Cultura.
    A mesma nota, citada pela Lusa, destaca que com os novos canais, “não só se garante uma maior quantidade de conteúdos aos utentes da TDT, como também se proporciona um significativo apoio indirecto aos operadores de televisão, contribuindo decisivamente para a sua sustentabilidade”.
    O Ministério da Cultura, que tem a tutela a área da comunicação social, enviou já para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) o regulamento e o caderno de encargos para dois novos canais. A ERC tem agora 20 dias para de pronunciar. Depois será aberta uma consulta pública. Só depois se irá avançar para a abertura oficial dos concursos. Cabe à ERC analisar as candidaturas e atribuir as licenças.
    Actualmente a TDT inclui sete canais: RTP 1, RTP 2, RTP 3, RTP Memória, SIC, TVI e Canal Parlamento.

    Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/201...ivo-apoio-indirecto-aos-operadores-televisao/

    SIC diz desconhecer critérios para os novos canais
    As estações privadas têm mostrado reservas relativamente ao alargamento da oferta de canais da TDT. Em 2016, num comunicado conjunto, SIC e TVI opuseram-se à entrada de mais canais da RTP na TDT e defenderam em alternativa a criação de canais em alta definição dos operadores já licenciados.

    Após o anúncio da tipologia dos dois novos canais, a SIC afirmou não conhecer os regulamentos e cadernos de encargos. “Desconhecemos também as razões que ditaram a escolha dos critérios elencados no comunicado do Ministro da Cultura, bem como qual a metodologia utilizada para avaliar a capacidade que os operadores têm em oferecer determinadas tipologias de serviços de programas”, diz a televisão da Impresa.

    Oportunamente, nos pronunciaremos sobre a respetiva legalidade e viabilidade económica”, conclui a SIC, citada pelo site Dinheiro Vivo. A TVI ainda não se pronunciou sobre o assunto.

    Fontehttps://espalhafactos.com/2018/09/05/dois-novos-canais-sinal-aberto/

    SIC e TVI esperam para ver o concurso da TDT
    Privados só se pronunciam após conhecerem o regulamento e caderno de encargos. Cofina vai acompanhar o processo.
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    A Impresa e a Media Capital, donos da SIC e da TVI, os únicos grupo privados com canais em sinal aberto, estão na expectativa quanto aos concursos que vão ser lançados pelo Governo para duas novas estações em sinal aberto, uma de informação e outra de desporto.

    "Não podemos comentar coisas sobre as quais não temos informação. Vamos esperar para ver o regulamento e o caderno de encargos", diz ao CM fonte oficial da Media Capital. Posição similar tem a Impresa. "Oportunamente, nos pronunciaremos sobre a respetiva legalidade e viabilidade económica", diz fonte da empresa.

    Recorde-se que estas duas empresas têm, no cabo, canais de informação, a SIC Notícias e a TVI 24, que poderão apresentar a concurso.

    A Cofina, que detém o CM e a CMTV, adianta que "vai acompanhar o desenvolvimento do processo e analisar o dossiê".

    O CM contactou ainda eventuais interessados na licença do canal de desporto. A Sport TV, que no cabo já conta com uma estação em sinal aberto (Sport TV+), adianta que "seguirá de perto este processo". Já a Eleven Sports, que acaba de entrar no mercado nacional, optou por não fazer comentários. Até ao fecho desta edição, não foi possível obter um comentário da Sociedade Vicra, dona do canal A Bola TV.

    Antes dos concursos serem lançados, a ERC tem de emitir um parecer sobre o regulamento e o caderno de encargos já enviado pelo Governo. Depois será aberta uma consulta pública a estes documentos.

    Fonte: https://www.cmjornal.pt/tv-media/de...a-ver-o-concurso-da-tdt?ref=tv-media_destaque
     
    #565 TekClub, 6 Set 2018 às 00:29
    Última edição: 6 Set 2018 às 15:37
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  10. remember

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    Nimbostratus

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    Bem sempre é melhor que nada, mas havia outras temáticas para explorar, quando apanhava sinais vindos de Huelva, apanhava 2 canais privados e um público de animação, tem um canal dedicado apenas a filmes, um de documentários e outros dois de desporto, um do estado outro privado.

    O de desporto ainda compreendo, vamos ver é o que lá metem agora o de informação, para? Já lá está um...

    De qualquer maneira é melhor que nada, até Marrocos já tem onze canais, em que um é HD.

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  11. TekClub

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    Cumulus

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    • Concurso de abertura de dois novos canais na TDT lançado até ao final do ano
      Graça Fonseca recordou que o Governo está a "incorporar no caderno de encargos as sugestões da ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social] para depois prosseguir e abrir concurso" para os dois novos canais na TDT.

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      O concurso público para a abertura de dois novos canais privados na televisão digital terrestre (TDT) deverá ser lançado até ao final do ano, afirmou esta terça-feira, 6 de Novembro, a ministra da Cultura, Graça Fonseca.

      "Esperamos até ao final do ano ter isto resolvido, da abertura de concurso", disse a ministra na audição de apreciação parlamentar, na especialidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2019, e que dura há cinco horas.

      Na audição, Graça Fonseca recordou que o Governo está a "incorporar no caderno de encargos as sugestões da ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social] para depois prosseguir e abrir concurso".

      Em 23 de Junho de 2016, o Conselho de Ministros aprovou o alargamento da oferta da TDT em Portugal, o que previa dois canais da RTP sem publicidade e outros dois reservados para os privados, estes últimos atribuídos mediante concurso.

      As emissões da RTP3 e da RTP Memória na TDT arrancaram em 1 de Dezembro de 2016, passando a oferta de televisão em sinal aberto (gratuita) a ser composta pela RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP3, RTP Memória e ainda o canal parlamento (AR TV).

      Em 4 de Setembro passado, o Governo tinha enviado para a ERC os regulamentos e cadernos de encargos dos concursos para a atribuição de duas novas licenças aos operadores privados na TDT, um temático na área da informação e outro desportivo.

      Agora, depois da ERC se ter pronunciado prévia e obrigatoriamente sobre o objecto do concurso, respectivo regulamento e caderno de encargos, o projecto de regulamento é submetido, por um período de 30 dias, a apreciação pública, após publicação em Diário da República.

      Só após a consulta pública é que o concurso público é aberto através de portaria elaborada pelo ministério da Cultura.

      Fonte:https://www.jornaldenegocios.pt/emp...ncado-ate-ao-final-do-ano?ref=Empresas_outros
     
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  12. TekClub

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    Cumulus

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    Caderno de encargos para novos canais na TDT será publicado “no início de 2019”
    O caderno de encargos para a inclusão de dois novos canais privados na TDT vai ser publicado "no início de 2019". Os novos canais na TV gratuita só chegarão no próximo ano.

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    A ministra da Cultura, Graça Fonseca, disse em entrevista à Lusa que “no início de 2019” será publicado o caderno de encargos do concurso para a atribuição da licença de dois canais na televisão digital terrestre (TDT).

    Questionada sobre o concurso para a atribuição de duas licenças de televisão a operadores privados na TDT, a ministra da Cultura recordou: “Já temos parecer da ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social] sobre o caderno de encargos para a abertura de dois canais”. De acordo com Graça Fonseca, “está para muito breve a publicação” do caderno de encargos, “no início de 2019”.

    No início de outubro, o Governo recebeu o parecer da ERC sobre os regulamentos e cadernos de encargos dos concursos para a atribuição de duas novas licenças aos operadores privados na TDT, um temático na área da informação e outro desportivo.

    Na audição parlamentar sobre o Orçamento do Estado para 2019, em 6 de novembro, a ministra da Cultura disse esperar até ao final do ano ter o assunto resolvido. “Esperamos até ao final do ano ter isto resolvido, da abertura de concurso”, disse a ministra, na altura. Na audição, Graça Fonseca adiantou que o Governo estava a “incorporar no caderno de encargos as sugestões da ERC para depois prosseguir e abrir concurso”.

    Em 23 de junho de 2016, o Conselho de Ministros aprovou o alargamento da oferta da TDT em Portugal, o que previa dois canais da RTP sem publicidade e outros dois reservados para os privados, estes últimos atribuídos mediante concurso. As emissões da RTP3 e da RTP Memória na TDT arrancaram em 1 de dezembro de 2016, passando a oferta de televisão em sinal aberto (gratuita) a ser composta pela RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP3, RTP Memória e ainda o canal parlamento (AR TV).

    Fonte:https://www.sapo.pt/noticias/econom...novos-canais-na-tdt-_5bf2f472dc9052286aa5f252
     
  13. TekClub

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    Cumulus

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    Anacom impõe novo corte de 15% no serviço da TDT
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    A MEO, da Altice Portugal, vai ter que descer em 15% os preços anuais do serviço de transporte e difusão do sinal de televisão digital terrestre (TDT), por imposição da Anacom. O operador tem agora 10 dias úteis para notificar a RTP, SIC e TVI dos novos preços.

    De acordo com um comunicado do regulador setorial das comunicações, o preço anual do serviço de transporte e difusão do sinal de TDT passará para 885,1 mil euros por Mbps, a que corresponde uma redução de 15,16% nos preços anuais por Mbps que a MEO cobra aos operadores de televisão (RTP, SIC e TVI) pela prestação do serviço.

    Este corte é anunciado depois da audiência prévia dos interessados e consulta pública que decorreu durante 30 dias úteis, seguidos de um período de prorrogação, e na qual se pronunciaram seis entidades. Recorda-se que nos termos da Lei n.º 33/2016, de 24 de agosto, cabe à Anacom avaliar, oficiosa e anualmente, a necessidade de revisão dos preços praticados pela prestação do serviço de TDT, tendo em conta, nomeadamente, os novos princípios que a referida lei veio fixar.

    Esta redução de 15,16% no preço praticado pela MEO foi precedida de uma avaliação efetuada pelo regulador. Esta concluiu que os preços em vigor, acordados entre a empresa e os operadores de televisão, “não observam um dos princípios introduzidos pela Lei n.º 33/2016, de 24 de agosto, pois ultrapassam o limite do preço apresentado na proposta que venceu o concurso público para atribuição do direito de utilização de frequências associado ao Mux A (de 885,1 mil euros por ano e por Mbps)”.

    Fonte:http://www.apdc.pt/noticias/atualid...hAPtuIPHNWRh0y6jR8dcUTaiUKpUO7UtoodVCBpQa6y6A

    Altice Portugal responde à ANACOM no caso dos preços na TDT
    A ANACOM aprovou determinar à MEO a aplicação do preço anual do serviço de transporte e difusão do sinal de televisão digital terrestre (TDT) de 885,1 mil euros por Mbps, a que corresponde uma redução de 15,16% nos preços anuais por Mbps que a MEO cobra aos operadores de televisão (RTP, SIC e TVI) pela prestação do serviço de TDT.

    Numa nota enviada ao Pplware, a Altice Portugal considera que ANACOM atua de forma imponderada e promove o declínio e a degradação do serviço público da TDT.

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    A Altice Portugal foi notificada pela ANACOM da decisão final que determina uma redução dos preços da Televisão Digital Terrestre (TDT) em 15,16%. Num comunicado enviado ao Pplware, a Altice manifesta a sua total oposição a mais uma decisão do regulador setorial, que considera injusta, infundada e com impacto negativo para o futuro da TDT em Portugal.

    Segundo informações, “foi estabelecido um contrato entre um Operador e o Estado, com regras, termos e prazos, e agora surge uma entidade estranha ao contrato celebrado, que pretende unilateralmente intervir, extravasando claramente o seu âmbito”

    A Altice Portugal reforça que esta determinação vem aprofundar a incerteza jurídica e a quebra de confiança regulatória que têm marcado o projeto TDT, comprometendo criticamente a sustentabilidade e o futuro desta plataforma. Este tipo de decisões por parte do regulador compromete projetos nacionais com interesse público, em prejuízo da qualidade do serviço e dos utilizadores.

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    A Altice Portugal, cujo plano de investimento na TDT ficará neste âmbito inevitavelmente condicionado, evidencia os seguintes argumentos:

    1. a Altice Portugal não reconhece que estejam verificadas as condições fixadas na Lei n.o 33/2016, de 24 de agosto, que justifiquem a intervenção da ANACOM sobre os preços praticados;
    2. os preços atualmente praticados com os operadores de televisão são bastante inferiores aos preços que incluiu na proposta vencedora do concurso público para atribuição da licença para o MUX A, preços estes que foram acordados com os operadores por canal, em função do número de emissores e anexados à proposta;
    3. assim, os preços atualmente praticados cumprem com os critérios fixados na Lei n.o 33/2016, de 24 de agosto, e mais: a. estão abaixo dos custos, como a própria ANACOM reconhece; b. estão abaixo dos preços apresentados no concurso; c. fazem com que o projeto TDT se mantenha num nível muito deficitário para a Altice Portugal, tal como a própria ANACOM já confirmou;
    4. o Direito de Utilização de Frequências associado ao MUX A sempre referiu, desde a sua versão original de 2008, o “preço médio anual de disponibilização do serviço por Mbps” sem que tal tenha impedido os operadores de televisão e a Altice Portugal de acordar preços por canal e não preços por Mbps, e sem que a ANACOM se tenha oposto;
    5. a Altice Portugal considera que a ANACOM faz uma interpretação incorreta da Lei n.o 33/2016, de 24 de agosto, ao determinar que o preço apresentado na proposta que venceu o concurso público, e que se deve ter por referência, é o preço por Mbps, apesar de a Lei não o especificar;
    6. com esta decisão a Altice Portugal será confrontada com o agravamento dos prejuízos em que vem incorrendo com a TDT, não obstante estar a cumprir todas as suas obrigações de cobertura, não discriminação e transparência, conforme é reconhecido pelo regulador.
    A licença atribuída à Altice Portugal (em finais de 2008) decorreu do concurso público aberto nesse mesmo ano e deu origem ao início de emissões TDT em Portugal em abril de 2009. Esta licença previa uma obrigação de cobertura de 85% da população nacional com TDT por meios hertzianos, devendo os restantes 15% ser assegurados por meios complementares.

    A Altice Portugal implementou uma rede que assegura uma cobertura claramente superior ao estabelecido, uma vez que atualmente mais de 95% da população nacional tem cobertura com TDT terrestre, disponibilizando para as populações não abrangidas uma cobertura TDT complementar com recurso a satélite.

    Em consequência desta decisão agora anunciada pelo regulador de redução dos preços da TDT em 15,16%, a Altice Portugal refere ainda que “está a analisar todas as formas de reação que tem ao seu dispor e não deixará de agir em defesa dos seus direitos e na prossecução dos seus legítimos interesses, bem como, naturalmente, em defesa do interesse de todos os cidadãos cuja experiência de televisão depende do acesso à TDT”

    Fonte:https://pplware.sapo.pt/informacao/...nacom-no-caso-da-diminuicao-de-precos-na-tdt/

    Projeto de regulamento dos dois novos canais na TDT em consulta pública até fim de dezembro
    O projeto de regulamento do concurso dos dois novos canais em sinal aberto (TDT) vai estar em consulta pública até final de dezembro, de acordo com o despacho do Ministério da Cultura hoje publicado em Diário da República.
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    O projeto relativo ao concurso público para o licenciamento de um serviço de programas televisivo temático desportivo e outro temático informativo de acesso não condicionado livre (na plataforma de televisão digital terrestre - TDT) foi hoje publicado em Diário da República, "com vista à respetiva apreciação pública por um período de 30 dias a contar da data" da publicação.

    Relativamente ao canal desportivo, refere-se que "a opção por um serviço de programas de âmbito nacional com 24 horas de emissão diária visa aproveitar plenamente o espetro hertziano que ainda resta no 'Multiplexer' A [onde estão os atuais canais em sinal aberto], dando a oportunidade a todos os cidadãos residentes em Portugal de usufruir de mais um serviço de programas" em sinal aberto.

    O despacho do Ministério da Cultura explica que a opção do canal desportivo "tem como objetivo a democratização e universalização de alguns conteúdos desportivos, atualmente apenas disponíveis em plataformas pagas e teve em conta o interesse público nesta temática".

    No que respeita à escolha de um serviço de programas de âmbito nacional temático informativo, refere-se que "tem como objetivo garantir o pluralismo no exercício do direito de informar, de se informar e de ser informado, posicionando-se como uma alternativa ao atual serviço de programas informativo prestado pela concessionária do serviço público, igualmente de acesso não condicionado livre e presente no Multiplexer A".

    Podem concorrer à atribuição da licença "cooperativas e as sociedades comerciais, constituídas ou a constituir, que tenham como objeto principal o exercício da atividade de televisão" e que "não incorram em qualquer restrição jurídica.

    O capital mínimo exigível ao operador de televisão a que for atribuída a licença é de um milhão de euros.

    As entidades concorrentes "não podem alterar a titularidade e as respetivas percentagens do seu capital social desde a data da apresentação da candidatura até à data da emissão da licença", lê-se no projeto de regulamento.

    As empresas concorrentes têm de prestar uma caução provisória de 150 mil euros até ao momento da apresentação da candidatura.

    As candidaturas admitidas ficam sujeitas a parecer vinculativo da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) "quanto às condições técnicas (...) a emitir no prazo de 10 dias úteis após data de receção do pedido formulado pela ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social]", a quem cabe proceder à apreciação, classificação e graduação das candidaturas com base em vários critérios, entre os quais o contributo para a qualificação da oferta televisiva.

    A ERC promoverá a audiência prévia da concorrente mais bem classificada no concurso.

    "Sem prejuízo do cumprimento das disposições legais aplicáveis, as alterações do capital social da entidade titular da licença, bem como dos pressupostos para a sua atribuição, ficam durante cinco anos sujeitas a autorização da ERC", adianta.

    Após a atribuição da licença, o titular "está obrigado a iniciar emissões do serviço de programas televisivo no prazo de 12 meses a contar da data da atribuição deste título habilitador".

    As emissões da RTP3 e da RTP Memória na TDT arrancaram a 1 de dezembro de 2016, passando a oferta de televisão em sinal aberto (gratuita) a ser composta pela RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP3, RTP Memória e ainda o canal parlamento (AR TV).

    Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-t...a-tdt-em-consulta-publica-ate-fim-de-dezembro
     

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