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Tour de France 2009

Tópico em 'Off-Topic' iniciado por Chasing Thunder 5 Jul 2009 às 18:50.

  1. Chasing Thunder

    Chasing Thunder
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    Cumulonimbus

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    Etapa 13º:

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    Contra ventos e tempestades

    Heinrich Haussler ofereceu à Cervelo a segunda vitória no Tour. Hushovd recuperou a camisola verde e Pelizzotti é o novo rei da montanha.

    Etapa 13 - Depois de três dias a rolar em terreno plano, a etapa 13 do Tour foi um autêntico sobe e desce. Os 200 km que separavam a localidade termal de Vittel da chegada a Colmar eram tudo menos planos e a chuva que se fez sentir tornou o percurso ainda mais perigoso.

    Havia no ar a expectativa de que hoje pudesse haver algum ataque por parte de homens mais atrasados como Cadel Evans ou Andy Schlek, mas a fuga que cedo se formou na frente e o tempo instável contribuíram para mais um dia relativamente tranquilo da Astana, que até perdeu um dos seus elementos chave esta manhã. Levi Leipheimer partiu o pulso numa queda à chegada a Vittel e está assim fora de combate.

    FUGA PARA A VITÓRIA

    Logo ao km 5 formou-se na frente o grupo que viria a marcar a etapa. Com as primeiras dificuldades montanhosas no horizonte, o grupo que tinha sete unidades ficou reduzido a apenas três homens: Heinrich Haussler (Cervelo), Sylvain Chavanel (Quick Step) e Ruben Perez Moreno (Euskatel).

    Na subida de 2ª categoria no Col de la Schlecht e na temida escalada para o alto de Platzerwassel, contagem de 1ª categoria, a vantagem dos escapados era de cerca de 9 minutos e a cada metro percorrido ia-se percebendo que não havia vontade do pelotão em fazer a perseguição.

    CHUVA ESFRIOU OS ÂNIMOS

    A AG2R, equipa do camisola amarela Rinaldo Nocentini, sabia que com a situação de corrida que se verificava mantinha pelo 6º dia consecutivo a liderança do Tour e só a espaços se viu a Astana a trabalhar.

    Armstrong e Contador demonstravam estar bem e juntamente com a Saxo Bank impuseram um ritmo mais forte no Platzerwassel o que provocou uma selecção natural no pelotão. Ciclistas como Dennis Menchov e Bradley Wiggins perderam contacto com o grupo, mas conseguiram reentrar após a subida e numa fase em que o andamento era menos intenso.

    O mau tempo, a estrada perigosa e a proximidade das etapas dos Alpes terão refriado as intenções de atacar por parte de quem ainda tem pretensões à luta pela classificação geral. Já na luta pela camisola da montanha continuou o duelo entre Pellizotti e Egoi Martinez, com o italiano da Liquigás a estar bem melhor do que o basco, assumindo a liderança do desta classificação com três pontos de vantagem.

    ESTREIA A VENCER

    Na frente, Ruben Perez Moreno não resistiu ao Platzerwassel e ficou para trás, deixando Haussler e Chavanel com 50 km pela frente. Seria o jovem alemão a arriscar na descida, ganhando logo aí 20 segundos ao francês.

    O homem da Cervelo, fez uso de toda a sua experiência em clássicas para fazer os últimos 40 km a solo e chegar a Colmar com mais de 4 minutos de vantagem sobre o segundo classificado, Amets Txurruka (Euskatel), que em parceria com Brice Feillu (o jovem da Agritubel é uma das surpresas deste Tour) perseguiram um cansado Chavanel, que em cima da meta quase foi absorvido pelo pelotão.

    Na chegada do pelotão destaque para o sprint de Thor Hushovd, que assim somou os pontos suficientes para desalojar Mark Cavendish da liderança, o britânico passou mal nas montanhas e chegou num grupo bastante atrasado.


    CLASSIFICAÇÃO DA ETAPA

    1 Heinrich Haussler (Ger) Cervelo Test Team 4:56:26

    2 Amets Txurruka (Spa) Euskaltel - Euskadi 0:04:11

    3 Brice Feillu (Fra) Agritubel 0:06:13

    4 Sylvain Chavanel (Fra) Quick Step 0:06:31

    5 Peter Velits (Svk) Team Milram 0:06:43

    6 Thor Hushovd (Nor) Cervelo Test Team

    7 Vladimir Efimkin (Rus) AG2R La Mondiale

    8 Bradley Wiggins (GBr) Garmin – Slipstream

    9 George Hincapie (USA) Team Columbia – HTC

    10 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank


    CLASSIFICAÇÃO GERAL

    1 Rinaldo Nocentini (Ita) AG2R La Mondiale 53:30:30

    2 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 0:00:06

    3 Lance Armstrong (USA) Astana 0:00:08

    4 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:00:46

    5 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:00:54

    6 Tony Martin (Ger) Team Columbia - HTC 0:01:00

    7 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream 0:01:24

    8 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:01:49

    9 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:01:54

    10 Luis Leon Sanchez (Esp) Caisse d'Epargne 0:02:16
     
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  2. Chasing Thunder

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    Etapa 14º:

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    O ano de Ivanov

    Oito anos depois, Ivanov ganha outra vez. Nocentini mantém a Amarela por um triz. Cavendish penalizado, perde pontos para a Verde.

    Etapa 14 – Serguei Ivanov esteve sempre na sombra dos grandes ciclistas Russos. Mas este ano está a ser fantástico: na Primavera ganhou a clássica que sempre procurara, a Amstel Gold Race. Agora regressa aos triunfos no Tour, oito anos mais tarde. Uma viória para a Katusha, uma das equipas que mais investem no ciclismo profissional mas que, até agora, tinha passado um pouco ao lado do Tour.

    HINCAPIE LÍDER VIRTUAL

    A etapa de hoje acabou por ser mais emocionante do que se pesava. Incluídos na fuga do dia com 13 elementos, havia 2 ciclistas que podiam ser considerados perigosos para a Camisola Amarela de Nocentini: Hincapie, da Columbia e Le Mevel da Française des Jeux. O Americano estava cerca de 5 minutos e meio da liderança e rapidamente chegou a líder virtual da classificação geral. A cerca dois terços da etapa a fuga ganhava facilmente tempo a um pelotão comandado pela Astana que seguia a tranquilamente.

    AG2R SOFRE

    A AG2R teria de trabalhar se queria manter a liderança mais um dia. E, de facto assim aconteceu. Quando a vantagem de Hincapie atingiu a casa dos 8 minutos soou o alarme e, num instante, a equipa de Nocentini saltou para a frente. Na fuga quase todos colaboravam. Hincapie e Le Mevel eram os que menos poupavam esforços. Entre os outros, Roulston (Cervélo TestTeam), Martijn Maaskant (Garmin Slipstream), Roche (AG2R La Mondiale), Daniele Bennati, Frederik Willems (Liquigas), Sebastian Minard (Cofidis), Daniele Righi (Lampre), Ivanov (Katusha), Gerard Ciolek (Milram) e Albert Timmer (Skil Shimano) só o ciclista da AG2R não ajudava, por motivos óbvios.

    FUGITIVOS DESORGANIZAM-SE

    Aos poucos, o trabalho da AG2R começou a produzir efeitos, até porque, a 20 quilómetros da meta os homens da fuga começaram a desentender-se. Primeiro, Willelms lançou-se para a frente. A Liquigas tentava mexer no grupo, uma vez que tinha 2 ciclistas. Não resultou. Depois, foi o próprio Hincapie, vendo que o a vantagem começava a baixar e a hipótese de conquistar a Amarela se podia esfumar. Outros resguardavam-se na parte de trás do grupo guardando energias para um final ao sprint, casos de Bennati, Ciolek e Righi, os que eram teoricamente mais rápidos.

    ATAQUE PERFEITO

    Seria no entanto Serguei Ivanov a ter a leitura perfeita de corrida. A 11 quilómetros do final, saiu disparado ganhando rapidamente uma centena de metros. A resposta dos restantes foi desconjuntada e em 5 quilómetros Ivanov tinha já uma vantagem que, claramente, lhe iria dar a vitória. Ivanov regressava aos triunfos no Tour, oito anos depois. Um ano fantástico para o Russo que também esta ano ganhou a Amstel Gold Race, integrado numa fuga. Uma corrida que, no passado, lhe escapara por entre os dedos. No grupo, alguns baixavam os braços, ante a impossibilidade de ganharem a etapa. Colaboravam então Hincapie e Le Mevel, à procura de roubarem a Amarela a Nocentini. E todos ficamos à espera da chegada do pelotão, relógio na mão e os minutos a contar.

    AMARELA POR UM FIO

    Quando finalmente o pelotão assomou à recta da meta ainda havia dúvida quanto a quem seria o líder depois da 14ª etapa. Havia pouco mais de 20 segundos de margem para Nocentini cortar a meta. E foi então que o sprint final entre Cavendish e os outros, pelos pontos que restavam, apressou as coisas. 5 minutos e 36 de atraso não eram suficientes para que a liderança mudasse de dono. Hincapie sobe ao 2º lugar a 5 segundos de Nocentini.

    SPRINT IRREGULAR DE CAVENDISH

    Uma nota ainda para o sprint irregular de Cavendish que o fez perder muitos pontos na luta pela Verde. Segundo os comissários, o britânico terá obstruído Hushovd, acabando assim por ser classificado em último no grupo em que vinha integrado. Hushovd ganha-lhe 13 pontos. Lidera agora com 218 pontos contra 200 do Britânico.


    CLASSIFICAÇÃO ETAPA

    1 Serguei Ivanov (Rus) Team Katusha 4:37:46

    2 Nicolas Roche (Irl) AG2R La Mondiale 0:00:16

    3 Hayden Roulston (NZl) Cervelo TestTeam

    4 Martijn Maaskant (Ned) Garmin - Slipstream

    5 Sébastien Minard (Fra) Cofidis, Le Credit en Ligne

    6 Daniele Righi (Ita) Lampre - NGC

    7 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux

    8 George Hincapie (USA) Team Columbia - HTC

    9 Daniele Bennati (Ita) Liquigas

    10 Gerald Ciolek (Ger) Team Milram 0:00:22


    CLASSIFICAÇÃO GERAL

    1 Rinaldo Nocentini (Ita) AG2R La Mondiale 58:13:52

    2 George Hincapie (USA) Team Columbia - HTC 0:00:05

    3 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 0:00:06

    4 Lance Armstrong (USA) Astana 0:00:08

    5 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux 0:00:43

    6 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:00:46

    7 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:00:54

    8 Tony Martin (Ger) Team Columbia - HTC 0:01:00

    9 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream 0:01:24

    10 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:01:49
     
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  3. Chasing Thunder

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    Cumulonimbus

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    Etapa 15:

    O triunfo da nova geração

    Alberto Contador ganha a etapa e está de Amarelo. No top 10 nota-se a presença de 4 ciclistas com idade até 25.

    Etapa 15 – Éverdade que houve uma fuga, mas pouco importa. É verdade que Pellizotti foi buscar pontos para montanha nas primeiras subidas da etapa, mas pouco importa. O que realmente importa é que hoje, finalmente, tivemos Volta a França com a segunda chegada ao alto!

    CONTADOR, NUM MUNDO ÀPARTE

    Alberto Contador atacou no inicio da subida final e ninguém o conseguiu seguir. Apenas Andy Schleck conseguiria sair do grupo que ficava para trás metro após metro, na sequência do arranque do Espanhol. Ainda assim, o campeão do Luxemburgo, seria incapaz de recuperar tempo para o vencedor do Tour 2007 e acabaria a etapa a 42 segundos do vencedor. A cada cem metros a vantagem de Contador ia crescendo sem parar, não só para Schleck como para Armstrong e companhia.

    ARMSTRONG ENTRE OS MAIS FORTES, MAS A PERDER TEMPO

    E a companhia do hepta-campeão, subida acima era de luxo: Wiggins (Garmin), Nibali (Liquigas), Evans (Lotto), Frank Schleck (Saxo Bank), Kloden (Astana) - que serviu como verdadeiro lugar-tenente de Armstrong, não deixando o americano para trás até aos últimos metros. Uma boa subida do veterano Americano, mas não suficiente para que a dúvida subsista: na Astana Contador é o líder. Armstrong perderia até mais algum tempo, mesmo no final da tirada. Nos metros finais Nibali, Wiggins e Schleck atacaram deixando o par da Astana um pouco para trás. Então Kloden ainda acelerou deixando Armstrong sozinho por breves instantes, entrando imediatamente após Sastre e Evans. Nada que tenha feito grande mossa no Americano. Nota para Sastre (Cervelo) que entrou a perder tempo na montanha, mas que chegaria ao grupo da frente.

    A FUGA… ANTES DO SHOW

    Antes porém, a subida havia sido iniciada por unidades esparsas de um anterior grupo em fuga: Simon Spilak (Lampre) entrou isolado com Mikel Astarloza (Euskaltel) a 44 segundos. Um pouco após seguiam os restante elementos da fuga Ryder Hesjedal (Garmin), Jurgen Van Den Broeck (Silence), Fabian Cancellara (Saxo Bank), José Ivan Gutierrez (Caisse d'Epargne), Amael Moinard, David Moncoutié (Cofidis) e Pierrick Fedrigo (Bbox) e Juan Antonio Flecha (Rabobank) O pelotão, comandado pelas equipas da Garmin, da Astana e da Liquigás estava a 1.50. A fuga resistiria muito pouco. Mal os mais fortes se decidiram a aumentar o ritmo, depressa desapareceram quaisquer ambições entre os fugitivos. Depois, foi o show de Contador…

    CONTRA-RELÓGIO DECISIVO?

    Contador e Schleck estiveram em dois mundos à parte, cada um no seu. Os outros, apesar da bravura e da qualidade parecem longe do par, pelo menos na montanha. O contra-relógio vai ser favorável a Contador, relativamente ao mais novo dos Schleck, mas há muita montanha ainda. Atenção ainda a Nibali e, principalmente, a Wiggins. Um e outro são bons contra-relogistas. Nibali ganha tempo a Martin (Columbia) e é agora 2º, atrás de Andy Schleck, entre os mais jovens, num top dez recheado de gente nova.


    CLASSIFICAÇÃO ETAPA

    1 Alberto Contador (Spa) Astana 5:03:58

    2 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:00:43

    3 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:01:03

    4 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:01:06

    5 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream

    6 Carlos Sastre (Spa) Cervelo TestTeam

    7 Cadel Evans (Aus) Silence - Lotto 0:01:26

    8 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:01:29

    9 Lance Armstrong (USA) Astana 0:01:35

    10 Kim Kirchen (Lux) Team Columbia - HTC 0:01:55


    CLASSIFICAÇÃO GERAL

    1Alberto Contador (Spa) Astana 63:17:56

    2 Lance Armstrong (USA) Astana 0:01:37

    3 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:01:46

    4 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:02:17

    5 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:02:26

    6 Rinaldo Nocentini (Ita) AG2R La Mondiale 0:02:30

    7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:02:51

    8 Tony Martin (Ger) Team Columbia - HTC 0:03:07

    9 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux 0:03:09

    10 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:03:25
     
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  4. mr. phillip

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    Boa etapa a de hoje...
    Duas contagens de montanha, uma de categoria extra e outra de 1ª.
    Vitória (finalmente) da Euskatel por Astarloa, numa excelente arrancada nos quilómetros finais.
    Quanto aos favoritos algumas notas:

    Evans e Menchov completamente fora de qualquer ambição para o título ou sequer o pódio...
    Sastre vai-se mantendo, sem, contudo parecer ter energia para atacar.
    Wiggins e Nibaldi ainda na luta, constituindo-se como as grandes surpresas.
    Andy Schleck parece ser o unico com capacidade para atacar Contador nas montanhas, pena a sua pouca qualidade no contra-relógio...
    Espectacular foi hoje a arrancada de Armstrong após o ataque dos irmãos Schleck, a que responderam de imediato os favoritos...
    Armstrong ficou para trás, sem força, perdendo muito tempo... De repente, parecia o Armstrong de antigamente, com uma arrancada espantosa, acabou por se juntar ao grupo da frente, que também, diga-se, abrandou um pouco.
    Amanhã, etapa rainha da prova, a não perder na Eurosport!!!
     
  5. Chasing Thunder

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    Etapa 17º:

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    Brothers in Arms

    Franck Schlek ganhou a etapa rainha do Tour, no dia em que os irmãos da Saxo Bank mais atacaram Contador. O Espanhol não cede. Armstrong sai do top 3.

    Etapa 17 - A vitória de Frank Schleck foi consentida, mas com grande esforço. O irmão Andy fez terceiro e Contador, satisfeito com um ataque dos rivais da Saxo Bank que acabou por se transformar numa ajuda ao próprio, fez segundo. Os dois irmãos sobem ao top 3, encabeçado por Alberto Contador, o único que conseguiu segui-los na etapa rainha do Tour. Armstrong desceu na classificação, mas mantém-se com boas hipóteses de chegar ao pódio ao ter chegado em 5º. Kloden fez 6º, num final de etapa em quebra. Nota ainda para o 4º lugar de Vicenzo Nibali. Bradley Wiggins esteve com Armstrong practicamente até final, mas acabaria por perder terreno, entrando já mais de 3 minutos de Contador.

    O MUNDO AO CONTRÁRIO

    Foi uma etapa dura que contou com 5 contagens de montanha, 4 das quais de 1ª categoria. E foi logo bem cedo que a batalha começou. 1º: a camisola da montanha, com Pellizotti quase a garantir a vitória. O Italiano integrou a 1ª verdadeira fuga do dia e passou na frente na primeira contagem da tirada. Somaria ainda mais pontos na restante etapa sem que houvesse real resposta por parte dos mais directos adversários. Depois, seria a luta pela camisola verde, com Hushovd a lançar-se a solo, subida acima e montanha abaixo, à conquista dos pontos a distribuir em dois sprints, no vale, entre algumas das mais terríveis subidas do Tour. O ciclista da Cervelo vinha atrás do grupo de Pellizotti na subida de abertura, mas com uma descida fantástica, não só se chegaria à frente, como se destacaria de toda a gente, entrando isolado na 2ª contagem de montanha do dia. Por momentos o mundo pareceu ao contrário. Na etapa rainha do Tour, a mais dura etapa de montanha, o líder era um sprinter. Hushovd subiu sozinho a 2ª montanha e foi buscar para si os pontos nos dois sprints que se encontravam no vale. Somou 12 pontos e depois mostrou para a câmara, com orgulho, a camisola verde bem agarrada entre os cinco dedos da mão: “esta é minha”. Cavendish já não chega lá.

    ATAQUE DOS IRMÃOS SCHLECK

    De há muito se previa que a Saxo Bank jogasse forte no final da etapa de hoje, e assim aconteceu. Primeiro, a equipa dinamarquesa aumentou muito o ritmo na antepenúltima subida. Depois, os irmãos Schleck lançaram o seu ataque na subida seguinte que foi fazendo baixas umas após as outras até sobrarem apenas Contador e Kloden na sua roda. E assim entrámos na derradeira montanha - a Colombiere. Kloden e Contador da Astana num autentico frente a frente com os irmãos Schlek. Depois, a um minuto e 15, em grupo, seguiam Armstrong com Nibali, os dois rodando na esteira dos Garmin, Wiggins e Vande Velde que faziam todo o trabalho. Não dava, no entanto, a sensação de que alguma vez o grupo de trás conseguisse chegar ao grupo da frente. A todo o momento esperavam-se mais ataques entre os quatro líderes. Seriam os Schlek capazes de fazer descolar o Camisola Amarela? A resposta é não. Seria aliás Alberto a lançar-se ao ataque. Um ataque que, no entanto, não teria consequências para os irmãos Luxemburgueses, mas que seria devastador para Kloden. O Alemão entraria então em perda acabando por ser alcançado na descida para a meta por Armstrong e Nibali, que entretanto se haviam desfeito dos dois homens da Garmin ainda na subida.

    Com estes resultados os Schleck sobem ao top 3, mas dispõem de curta margem para os mais directos rivais por um lugar no pódio final: Armstrong, Kloden, Nibali e Wiggins perseguem-nos de perto e são mais fortes no esforço solitário do contra-relógio de amanhã. Quanto a Contador, permanece num mundo à parte.


    CLASSIFICAÇÃO DA ETAPA

    1 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 4:53:54

    2 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana

    3 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank

    4 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:02:18

    5 Lance Armstrong (USA) Astana

    6 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:02:27

    7 Bradley Wiggins (GBr) Garmin – Slipstream 0:03:07

    8 Christophe Moreau (Fra) Agritubel 0:04:09

    9 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream

    10 Rémi Pauriol (Fra) Cofidis 0:06:10


    CLASSIFICAÇÃO GERAL

    1 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 72:27:09

    2 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:02:26

    3 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:03:25

    4 Lance Armstrong (USA) Astana 0:03:55

    5 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:04:44

    6 Bradley Wiggins (GBr) Garmin – Slipstream 0:04:53

    7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:05:09

    8 Christian Vande Velde (USA) Garmin – Slipstream 0:08:08

    9 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux 0:09:19

    10 Mikel Astarloza (Spa) Euskaltel – Euskadi 0:10:50
     
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  6. Chasing Thunder

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    Etapa 18º.

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    Grande Contador

    Etapa 18 - Alberto Contador ganha a etapa e abre vantagem para toda a gente. Aos 26 anos, o Espanhol practicamente garante a 2ª vitória no Tour. Contador esteve na frente durante quase todo o contra-relógio, apenas baixando um pouco o ritmo à entrada da contagem de montanha de 3ª categoria, após o 25º dos cerca de 40 quilómetros da etapa. Explicaria depois que tal se deveu apenas a ter perdido o contacto rádio com o carro de apoio antes do ínicio da subida. Contador faz um contra-relógio exemplar batendo Fabian Cancellara por 3 segundos.


    LUTA PELO PÓDIO


    Mas, mais que a vitória de Contador na etapa, hoje havia grande luta pelos restante lugares no pódio atrás do Espanhol. Nesse particular, esteve muito bem Andy Schleck (21º etapa) ao segurar uma vantagem sobre o 3º lugar suficiente para entrar nas derrareiras etapas com alguma margem. Andy faz 21º no crono e tem 1'14 de vantagem sobre Lance Armstrong (16º etapa) que regressa ao pódio. O Norte-Americano fez um contra-relógio de qualidade e é seguido de muito perto por Wiggins que, durante boa parte do percurso teve tempos muito próximos dos de Contador. Wiggins (6º etapa) está a menos de 10 segundos do 3º lugar. E a luta pelo 3º ficou subitamente muito acesa, com Kloden (9º etapa) e Frank Schlek (35º etapa) bem perto. Na geral (ver quadro), entre 6º e 3º há apenas 34 segundos de diferença. As próximas etapas prometem ainda grandes batalhas.


    CLASSIFICAÇÃO DA ETAPA


    1 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 0:48:31

    2 Fabian Cancellara (Swi) Team Saxo Bank 0:00:03

    3 Mikhail Ignatiev (Rus) Team Katusha 0:00:15

    4 Gustav Erik Larsson (Swe) Team Saxo Bank 0:00:32

    5 David Millar (GBr) Garmin - Slipstream 0:00:40

    6 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:00:42

    7 Luis León Sánchez Gil (Spa) Caisse d'Epargne 0:00:43

    8 Christophe Moreau (Fra) Agritubel 0:00:45

    9 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:00:53

    10 David Zabriskie (USA) Garmin - Slipstream 0:01:01

    11 Tony Martin (Ger) Team Columbia - HTC 0:01:04

    12 Cadel Evans (Aus) Silence - Lotto 0:01:14

    13 Maxime Monfort (Bel) Team Columbia - HTC 0:01:18

    14 Sylvain Chavanel (Fra) Quick Step 0:01:19

    15 Vladimir Karpets (Rus) Team Katusha 0:01:27

    16 Lance Armstrong (USA) Astana 0:01:29

    17 Stef Clement (Ned) Rabobank 0:01:37

    18 Bert Grabsch (Ger) Team Columbia - HTC 0:01:38

    19 Michael Rogers (Aus) Team Columbia - HTC

    20 Kim Kirchen (Lux) Team Columbia - HTC 0:01:41

    21 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:01:44

    22 Mikel Astarloza Chaurreau (Spa) Euskaltel - Euskadi 0:01:47

    23 Marzio Bruseghin (Ita) Lampre - NGC 0:01:59

    24 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream 0:02:00

    25 Joost Posthuma (Ned) Rabobank 0:02:05

    26 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas

    27 Linus Gerdemann (Ger) Team Milram 0:02:10

    28 Peter Velits (Svk) Team Milram 0:02:13

    29 Niki Terpstra (Ned) Team Milram 0:02:14

    30 Sebastian Lang (Ger) Silence - Lotto 0:02:17

    31 Brian Vandborg (Den) Liquigas 0:02:18

    32 Jurgen Van Den Broeck (Bel) Silence - Lotto 0:02:25

    33 Marcus Fothen (Ger) Team Milram 0:02:31

    34 George Hincapie (USA) Team Columbia - HTC 0:02:33

    35 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:02:34


    CLASSIFICAÇÃO GERAL


    1 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 73:15:39

    2 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:04:11

    3 Lance Armstrong (USA) Astana 0:05:25

    4 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:05:36

    5 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:05:38

    6 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:05:59

    7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:07:15

    8 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream 0:10:08

    9 Mikel Astarloza Chaurreau (Spa) Euskaltel - Euskadi 0:12:38

    10 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux 0:12:41
     
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    Etapa 19º:

    Uma mão cheia!

    Mark Cavendish também passa montanhas e continua a conquistar etapas. Armstrong ganha 4 segundos na luta por um lugar no pódio.

    Etapa 19 - Mark Cavendish é, a par de Alberto Contador e Lance Armstrong, a grande figura da Volta a França. Hoje ganhou onde não se pensava que pudesse ganhar, após uma longa subida de 14 quilómetros. Para além das 5 vitórias em etapas, Mark ganha também a aposta inicial: ultrapassar as montanhas ainda em forma. Amanhã o Ventoux será o derradeiro teste.


    FUGA DÉBIL


    Nunca houve grande confiança nos homens da fuga. Eram 19 no total e entre eles havia alguns ilustres: Sylvain Chavanel, Popovych, Cadel Evans, David Millar, Daniele Benatti... apenas 5 equipas não estavam representadas na frente. E foi exactamente uma dessas equipas, a Rabobank, a que mais trabalhou para que o enorme grupo da frente nunca ultrapassasse muito os 2 minutos de vantagem. A equipa holandesa tinha intenção de levar Freire bem posicionado na contagem de montanha de 2ª categoria, já nos 20 quilómetros finais. Iram tentar uma chegada ao sprint. De modo que nunca a fuga teve muita saúde, e com menos saúde ficou quando 5 dos fugitivos, descontentes com o tempo de vantagem para o pelotão que começava a escoar-se, se lançaram num grupo independente. A 50 quilómetros da meta aqueles que tinham ficado para trás eram alcançados... e os restantes sê-lo-iam pouco após.


    CAVENDISH SUBIDA ACIMA


    Àentrada dos 14 quilómetros de ascenção do Col de l'Escrinet, o pelotão rolava compacto. Mas um ritmo muito forte colocado pela Columbia e pela Milram começava a fazer estragos. Numa altura em que muitos ciclistas ficavam para trás e a cauda do grupo esticava lentamente, notava-se a presença de Cavendish na frente. No entanto, mesmo impondo uma velocidade elevada, a Columbia não conseguia evitar a saída de Lefevre (Bouygues) e Ballan (Lampre). Os dois rapidamente ganharam 20 segundos lançando alguma dúvida quanto ao desfecho da tirada. Se chegassem ao alto com meio minuto de vantagem, talvez conseguissem reservar a discussão da etapa para os dois.


    5ª ETAPA PARA O CANNON BALL


    A descida seria fatal para os fugitivos. A Columbia, com ajuda de mais alguns ciclistas esparsos mas com características para finais rápidos, acabaria mesmo por anular os homens da frente practicamente na recta da meta. O final seria ao sprint e Cavendish estava lá. O pelotão, já de si dividido em pequenas partes durante subida, fraccionava-se ainda mais. Notava-se a presença de Lance Armstrong na frente, perto dos mais rápidos. Se houvesse cortes, Lance poderia ganhar algum tempo. E asim foi. Cavendish lançou-se ao ataque, conduzido por Tony Martin e ninguém conseguiria mais que apenas ver a roda traseira do britânico: 5ª vitória! Quanto a Armstrong, graças à boa colocação entre os homens da frente ganhava quatro segundos a quase toda a gente. Pouco, é verdade, mas que pode ser importante para defender o 3º lugar, amanhã, no Ventoux.


    CLASSIFICAÇÃO DA ETAPA

    1 Mark Cavendish (GBr) Team Columbia - HTC 3:50:35

    2 Thor Hushovd (Nor) Cervelo Test Team

    3 Gerald Ciolek (Ger) Team Milram

    4 Greg Van Avermaet (Bel) Silence - Lotto

    5 Oscar Freire Gomez (Spa) Rabobank

    6 Jérôme Pineau (Fra) Quick Step

    7 Fumiyuki Beppu (Jpn) Skil-Shimano

    8 Nicolas Roche (Irl) AG2R La Mondiale

    9 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux

    10 Martijn Maaskant (Ned) Garmin - Slipstream

    11 Geoffroy Lequatre (Fra) Agritubel

    12 Lance Armstrong (USA) Astana


    CLASSIFICAÇÃO GERAL

    1 Alberto Contador Velasco (Spa) Astana 77:06:18

    2 Andy Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:04:11

    3 Lance Armstrong (USA) Astana 0:05:21

    4 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 0:05:36

    5 Andreas Klöden (Ger) Astana 0:05:38

    6 Fränk Schleck (Lux) Team Saxo Bank 0:05:59

    7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas 0:07:15

    8 Christian Vande Velde (USA) Garmin - Slipstream 0:10:08

    9 Christophe Le Mevel (Fra) Française des Jeux 0:12:37

    10 Mikel Astarloza Chaurreau (Spa) Euskaltel - Euskadi 0:12:38
     
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  8. mr. phillip

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    Etapa mítica, a de amanhã, o Ventoux...
    Pena é que a prova esteja já decidida...
    De qualquer forma, amanhã haverá espectáculo naquela subida fantástica...
     
  9. mr. phillip

    mr. phillip
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    Cumulonimbus

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    Etapa do Ventoux sempre espectacular, mas demasiado marcada pelas tácticas, em detrimento do espectáculo.
    Vitória do Espanhol Garate, com os favoritos a chegarem juntos, com Armstrong a segurar o pódio no Tour, e Contador a vitória na prova francesa.
    Este Tour fica marcado apenas pelo regresso de Armstrong pois desportivamente o espectáculo foi pobre, com demasiados tacticismos, e uma superioridade de Contador patente face à concorrência.
    Para o ano, talvez Armstrong numa equipa própria, e os restantes favoritos consigam fazer um Tour desportivamente espectacular, o que faltou este ano...
     
  10. Chasing Thunder

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    Cumulonimbus

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    Cav, no dia de Alberto!

    Mark Cavendish ganha a 6ª etapa, no dia da consgração de Contador como vencedor do Tour.

    Etapa 21 - Mark Cavendish fez jus ao nome. O britanico ganha nos Campos Elíseos, onde todos os sprinters querem ganhar. São seis vitórias para o Cannon Ball.

    QUE VANTAGEM!

    Nesta etapa final quase nada se passou em termos desportivos que não a luta pela vitória na etapa. Um pequeno grupo ainda chegou a andar na frente durante os últimos quilómetros, já dentro do tradicional circuito em Paris. Mas a Team Columbia trabalharia bem para evitar surpresas. À entrada da derraiiera curva, na Praça da Concórdia, havia, no entanto, um outro comboio ao lado do de Cavendish: os homens da Garmin tentavam levar Farrar a posição certa para o sprint. Não resultaria. Farrar saiu mal para a recta da meta. Cavendish ganhou metros e acabaria por cortar a meta com a maior vantagem de sempre no Tour.


    GAFFE...


    No pódio final, destaque para uma enorme gaffe da organização que, no momento da coroação de Contador tocou o hino... Dinamarquês...
    Pellizotti ganha a Montanha e o prémio para o mais combativo do Tour, Hushovd conquista a Verde, Andy Schleck é o melhor dos jovens. A Astana soma a vitória individual à vitória colectiva. Cavendish e a Columbia, ganham o maios número de Etapas: seis!
     
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