Urso-pardo de volta a Portugal?

belem

Cumulonimbus
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Situação actual? Ou antiga? Situação actual: não há ursos perto da fronteira, quando muito poderá chegar um ou outro a poucas dezenas de Km da fronteira.Sempre com o risco de ser atropelado. Antiga: último urso morto em Portugal: Dezembro de 1843, na Mourela, actual Parque Nacional da Peneda-Gerês durante uma batida ali realizada.

Aconselho-o a ler o que tem sido postado neste tópico.
 
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Kodiak

Cumulus
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Obrigado. Na verdade não tenho andado muito por estes lados. Tenho andado um pouco ocupado com a preparação de um livro. Mas, também tenho andado atento à evolução da população do urso! E de outros animais.. De qualquer das formas já fiz aquilo que pretendia. Como este fórum também trata do urso, fica aqui o anúncio do lançamento de uma publicação sobre o animal.. Abraço
 

Ursus1900

Cirrus
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Obrigado. Na verdade não tenho andado muito por estes lados. Tenho andado um pouco ocupado com a preparação de um livro. Mas, também tenho andado atento à evolução da população do urso! E de outros animais.. De qualquer das formas já fiz aquilo que pretendia. Como este fórum também trata do urso, fica aqui o anúncio do lançamento de uma publicação sobre o animal.. Abraço

Cumprimentos a todos.


Aproveito, desde já, para frisar que nada me move contra os autores. Pelo contrário, pude falar duas vezes com um deles, no Gerês, e considero uma pessoa amabilíssima.


Pessoalmente, a notícia do livro caiu-me que nem uma bomba. Isto porque estou há anos a recolher informações sobre o urso para um futuro livro. Naturalmente que conheço perfeitamente o registo do urso abatido em 2 de dezembro de 1843 no lugar do Sapateiro, Mourela – Tourém e que surge na Revista Universal Lisbonense. Por exemplo, sei perfeitamente quem é o autor da mesma notícia mas como surge com iniciais não irei dar pérolas.

Reitero este dado para que, caso saia um 2º livro sobre a espécie, não haja dúvidas que não há – nem nunca o fiz ou farei – plágio de fontes (isto é, usar uma fonte de primeira mão, como se decorresse de investigação, mas já referida noutro trabalho). Como esta fonte, embora desconheça o conteúdo do livro, estou certo que todas as referências do mesmo são do meu conhecimento e já as possuo há muitos anos. É que um trabalho de investigação tem que se lhe diga.

Não cheguei ainda a publicar o livro sobre o urso por contingências várias: pontas soltas, tempo e dinheiro.

Não irei ao lançamento por total impossibilidade. Iria com todo o gosto caso me fosse possível.


E não. Não sou do CIBIO.


Parabéns aos autores por se terem antecipado e lançado o primeiro livro sobre o urso em Portugal.


Já agora, um pequeníssimo reparo. Embora sugestivo, o título e capa (ideia subjacente) do livro assemelham-se tremendamente ao livro do Eugeni Casanova “Crónica de un extermínio. El Oso Pardo De los Pirineos” de 2002.
 
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Cumulonimbus
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Obrigado Kodiak, fizestes bem.

Eu ainda não li o livro, mas se só indica como último registo o evento da Mourela (1843) e se não fala da presença dos ursos-pardos, durante os séculos XX e XXI na Sanabria, Culebra e afins, também não me vou dar ao trabalho de o ler (e ainda mais, se não fizer uma análise (mesmo que por alto) sobre que regiões em Portugal podem albergar o urso).
Penso que até já existem publicações que nos respondem de forma aceitável a estas questões, portanto se este novo livro, não adianta nada sobre este assunto tão importante e não faz sequer menção ao que já foi publicado, então sinceramente não vejo porque motivo o devo ler (sinceramente, espero estar enganado).

Posso explicar melhor esta minha posição: tendo em conta a recente relativa proximidade de ursos-pardos em relação à fronteira com Portugal (ainda que ocasional ou talvez não tão ocasional...), a ser verdade a minha suspeita, é pena que não se tenha feito uma menção em relação a esse facto, sobretudo tendo em conta que um urso-pardo pode percorrer facilmente essa distância (até ao nosso país) em poucos dias (ou excepcionalmente em 2 dias)...
Portanto, já ninguém pode garantir, que os ursos-pardos, nem que seja temporariamente, não tenham atravessado já a fronteira ou até que não andem já mesmo por Portugal...
A barreira «psicológica» que a A52 causa em algumas mentes, penso que é baseada em um desconhecimento sobre como realmente é esta autoestrada (assunto este já abordado aqui neste tópico) e acho que existem casos relativamente recentes, de ursos que ultrapassaram esta «barreira».
Claro que a presença da auto-estrada provavelmente não ajuda, mas também não creio que seja decisiva...
 
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belem

Cumulonimbus
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Já agora deixo aqui:
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Ursus1900

Cirrus
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Obrigado. Na verdade não tenho andado muito por estes lados. Tenho andado um pouco ocupado com a preparação de um livro. Mas, também tenho andado atento à evolução da população do urso! E de outros animais.. De qualquer das formas já fiz aquilo que pretendia. Como este fórum também trata do urso, fica aqui o anúncio do lançamento de uma publicação sobre o animal.. Abraço


Não vou entrar nem alimentar polémicas.


Para que o Kodiak saiba, não tenho nada a ver com o “belem”, muito menos me revejo no que menciona após o meu post. É que pode dar uma ideia errada e não quero que transpareça o que nunca intuí.


Aliás, se não fossem as mentiras colocadas por esse membro, estou em crer que o seu livro jamais teria saído agora. Isto porque (e não foi o único autor português que beneficiou disso), apanharam um grande impulso (“beberam informação” – informação essa que eu estava a par) resultado da entrada, a certa altura, dos espanhóis neste tópico (Piñeiro Maceiras incluído. Já o posso mencionar pois o sr “belem” colocou um mapa cujo autor é o próprio advogado espanhol) terem entrado nesta farsa deste tópico (repito: quem foram os investigadores amigos do belém que lhe garantiram que a espécie tinha regressado a Portugal? Isto em 2009. Pois, não existem. Conheço-os a todos por nome. Por isso... Onde estão os fabulosos resultados e dados da ida desse mesmo sr “belem” a Montesinho averiguar a presença da espécie? Era em maio, não era? De que ano? Pois. E um sem número de surrealidades com o intuito de obter informações).


Peço desculpa mas não irei responder ao sr “belem”. ~Muito menos comentar as suas fabulosas divagações (caso contrário já o teria feito há 8 anos atrás). Fico-me por aqui.


Admito que estou mais do que amargurado com o facto de não ter publicado ainda o livro sobre o urso em Portugal. Como referi, irei fazê-lo mesmo que a maior parte das referências sejam, indubitavelmente, as mesmas. Posso provar que as possuía muito antes da saída do livro que é autor em parceria com o jornalista Paulo Caetano. Como mero exemplo, o “Kodiak” chegou a escrever neste tópico acerca do urso do “Argote” como sendo o último. À época, já eu conhecia a referência de 1843 há anos. A da caçada em Montesinho também. Etc, etc. Como referi, não faço plágio de fontes (referências já saídas noutros trabalhos e que são apresentadas como fruto de investigação. Se desconhecesse alguma referência que obtivesse num artigo/livro, referia sempre que já tinha saído em “Nome(Ano)”. Será um livro diferente, seguramente. Modéstia à parte, o seu livro não terá mais informação do que a que possuo (lobos e linces incluídos). Terá a maior parte do que tenho mas a análise será garantidamente diferente. Muito embora, exceptuando o capítulo do Zoo no Palácio Real (não o iria – nem vou - incluir esse tema, como capítulo, no meu livro porque me teria de deslocar uma larga temporada a Lisboa, algo que não irei fazer), a minha estrutura/capítulos que tenho elaborada há anos inclua tudo o que pude ver no seu índice).


Finalizando, bem sei que deveria ter publicado uma “short note” há anos para assegurar a referência de 1843. Não fiz por achar que teria tempo de publicá-la no livro. Só que este tópico descambou com a entrada dos Espanhóis e aguçou o interesse a um par de portugueses. Passando esta fase pessoal de bastante trabalho, tê-lo-ei de começar a equacionar (as short notes), caso contrário, vou levar com mais e mais rigorosos trabalhos de investigação.


P.S. – Sou bastante frontal e directo, por muito que possa transparecer algum narcisismo que não o tenho nem nunca o tive. Esse, existe no CIBIO (não, nunca no Chico! No outro, que o Kodiak conhece. Posso-lhe garantir que é a pessoa mais mal formada que alguém poderá, alguma vez, conhecer). Não me desviando mais, votos de excelentes diálogos.

Cumprimentos
 

Zarb

Cirrus
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20 Jun 2017
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Lisboa, em mudança para o Interior Norte
Caros

Só para informar que nos próximos dias 29 de Novembro e 1 de Dezembro vai decorrer em Lisboa e no Porto, respectivamente, lançamento do livro sobre o Urso-pardo em Portugal.

Há coisas que não percebo... com tantos fins-de-semana no ano, porquê escolher os fins-de-semana prolongados quando Lisboa/Porto esvaziam mais?

Se ao menos a apresentação do livro ainda fosse no Minho ou em Trás-os-Montes, ainda percebia. Assim não percebo.
 

Kodiak

Cumulus
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Acho os comentários do Ursus 1900 e do Belem perfeitamente surrealistas! E como tal nem vou comentar. Apenas dois pequenos apontamentos: ao Ursus 1900 quero dizer que, a partir de agora, vou estar à espreita de livros sobre fauna que sejam interessantes para depois escrever um sobre o mesmo tema dizendo que já tinha os dados mas que não consegui publicá-los por falta de tempo e dinheiro. Ao Belem: é perfeitamente caricato a recusa em ler um livro só porque ele não vai ao encontro dos nossos desejos.
abraços
 

belem

Cumulonimbus
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Não vou entrar nem alimentar polémicas.


Para que o Kodiak saiba, não tenho nada a ver com o “belem”, muito menos me revejo no que menciona após o meu post. É que pode dar uma ideia errada e não quero que transpareça o que nunca intuí.


Aliás, se não fossem as mentiras colocadas por esse membro, estou em crer que o seu livro jamais teria saído agora. Isto porque (e não foi o único autor português que beneficiou disso), apanharam um grande impulso (“beberam informação” – informação essa que eu estava a par) resultado da entrada, a certa altura, dos espanhóis neste tópico (Piñeiro Maceiras incluído. Já o posso mencionar pois o sr “belem” colocou um mapa cujo autor é o próprio advogado espanhol) terem entrado nesta farsa deste tópico (repito: quem foram os investigadores amigos do belém que lhe garantiram que a espécie tinha regressado a Portugal? Isto em 2009. Pois, não existem. Conheço-os a todos por nome. Por isso... Onde estão os fabulosos resultados e dados da ida desse mesmo sr “belem” a Montesinho averiguar a presença da espécie? Era em maio, não era? De que ano? Pois. E um sem número de surrealidades com o intuito de obter informações).

Primeiro que tudo, acho que devia deixar de andar a fazer acusações falsas e à pressão (onde estão as mentiras que você diz que eu proferi?), que em nada contribuem para o maior conhecimento sobre este tema.
E desde quando me foi garantido que a espécie tinha regressado em Portugal (em 2009) ou que eu disse que ia averiguar a existência da espécie a Montesinho? E quais são esses sem numero de surrealidades?
Eu até, muito provavelmente, tenho muito menos interesses neste assunto que você (pelo menos tendo em conta as suas intervenções, desde que entrou aqui no forum).
Quanto ao mapa, já foi colocado aqui no tópico. há uns anos atrás e foi feito por Joaquin José de Paz Martinez...

Peço desculpa mas não irei responder ao sr “belem”. ~Muito menos comentar as suas fabulosas divagações (caso contrário já o teria feito há 8 anos atrás). Fico-me por aqui.

Mas desde quando eu me dirigi a si?
E quais são essas fabulosas divagações? Pode mencioná-las? Pode ser que até me tenha enganado com alguma coisa e esteja a ferir susceptibilidades (caminho pelo qual nunca quereria enveredar).
Ninguém aqui é perfeito e estamos aqui para partilhar informação e para aprender uns com os outros (por vezes mais, por vezes menos...).

Ao Belem: é perfeitamente caricato a recusa em ler um livro só porque ele não vai ao encontro dos nossos desejos.

Só tenho pena (a ser verdade, como eu já disse) como é que havendo tanta conversa e publicação (e não só aqui no forum, obviamente) sobre a possibilidade de regresso do urso-pardo ao nosso país (alimentada pela recente expansão da população ocidental do urso-pardo até zonas próximas da fronteira), como é que um livro, supostamente tão recente e idóneo, com o título «O urso pardo em Portugal», não aborda esse assunto...É que até do ponto de vista da conservação ambiental, isso é algo lamentável.
É como se o livro tivesse sido escrito dentro de uma cápsula, longe da realidade e do que se passa realmente com o urso-pardo ibérico.
 
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Ursus1900

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Acho os comentários do Ursus 1900 e do Belem perfeitamente surrealistas! E como tal nem vou comentar. Apenas dois pequenos apontamentos: ao Ursus 1900 quero dizer que, a partir de agora, vou estar à espreita de livros sobre fauna que sejam interessantes para depois escrever um sobre o mesmo tema dizendo que já tinha os dados mas que não consegui publicá-los por falta de tempo e dinheiro. Ao Belem: é perfeitamente caricato a recusa em ler um livro só porque ele não vai ao encontro dos nossos desejos.
abraços


Estimado Kodiak,


Dado o teor do seu comentário, insinuando que vou copiar o seu livro, não posso deixar passar a acusação em claro.


Quando refere: “ao Ursus 1900 quero dizer que, a partir de agora, vou estar à espreita de livros sobre fauna que sejam interessantes para depois escrever um sobre o mesmo tema dizendo que já tinha os dados mas que não consegui publicá-los por falta de tempo e dinheiro”.


Insinua que vou copiar dados. Acha estranho que, investigações diferentes cheguem às mesmas fontes escritas? Ou os Foros, memórias Paroquiais e Códices de Pincães (etc etc) estão ao dispor de apenas um autor? Inclusive dados da Galiza, por exemplo. Há monopólio de fontes escritas? Segundo a sua teoria, não poderia haver mais do que um livro/espécie. Como actualmente já estará mais familiarizado com a realidade editorial espanhola, quero crer que concordará que 10/20 livros por espécies icónicas não é nada de surreal. Reitero que tenho os meus dados obtidos bem anotados temporalmente. Ou julga que sou um “foreiro”/”blogger”/simples entusiasta ingénuo? Cheguei inclusive a ir a Madrid. Por isso, repudio e não admito que tente passar a ideia que tudo o que surgir após esse seu livro foi obtido com base no que vem no seu livro. Não o admito de maneira nenhuma. Posso prova-lo, tal e qual como já lhe fiz questão de mencionar.

Finalizando, o grande factor prendeu-se com pontas soltas, algo que numa investigação requer inclusive deslocações físicas e trabalho de “detective”. Isso gerido com a vida pessoal poderá ser complicado (não sou reformado como o Kodiak). Mas isso é algo que é escusado sequer referir e que saberá perfeitamente, dado o trabalho de investigação que efectuou segundo a sinopse do livro.


Quanto ao restante do seu comentário, estou perfeitamente de acordo consigo.


Cumprimentos
 

MSantos

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Está a passar-me ao lado o porquê deste tópico se ter tornado numa "maquina de lavar de roupa suja", ainda para mais quando a sujaram noutros locais que não este... Se é para isso mais vale irem para outro lado! A restante malta que não tem a ver com as vossas questiúnculas agradece!

Aqui no MeteoPT pretende-se uma conversa saudável sobre este e todos os outros temas repartidos por todos os tópicos, sem quezílias e ressabiamentos! ;)
 

Ursus1900

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Acho os comentários do Ursus 1900 e do Belem perfeitamente surrealistas! E como tal nem vou comentar. Apenas dois pequenos apontamentos: ao Ursus 1900 quero dizer que, a partir de agora, vou estar à espreita de livros sobre fauna que sejam interessantes para depois escrever um sobre o mesmo tema dizendo que já tinha os dados mas que não consegui publicá-los por falta de tempo e dinheiro. Ao Belem: é perfeitamente caricato a recusa em ler um livro só porque ele não vai ao encontro dos nossos desejos.
abraços


Para finalizar:

A título de exemplo, a referência do urso morto no Sapateiro, obtive-a, em formato digital, em 2013 sendo que já a possuía fisicamente há mais de um ano (2011). Pode confirmar, em anexo, a data do ficheiro (tive de fazer print screen do ficheiro e colocá-lo em pdf pois não consigo carregar ficheiros de imagens). Este exemplo é só para lhe dar um cheirinho.

Desde adolescente que me parecia impossível o último urso ter sido abatido em 1650. Aquando da minha primeira ida ao Gerês, a minha tese ganhou força. Ironicamente, o urso morto em Coucieiros em 1948 soube-o por si, no Gerês em 1993. Era eu um miúdo de 15 anos.
 

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Ursus1900

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Há coisas que não percebo... com tantos fins-de-semana no ano, porquê escolher os fins-de-semana prolongados quando Lisboa/Porto esvaziam mais?

Se ao menos a apresentação do livro ainda fosse no Minho ou em Trás-os-Montes, ainda percebia. Assim não percebo.

Apesar de parecer um pormenor, não deixa de ter razão, sem dúvida. Concordo plenamente
 

Ursus1900

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Está a passar-me ao lado o porquê deste tópico se ter tornado numa "maquina de lavar de roupa suja", ainda para mais quando a sujaram noutros locais que não este... Se é para isso mais vale irem para outro lado! A restante malta que não tem a ver com as vossas questiúnculas agradece!

Aqui no MeteoPT pretende-se uma conversa saudável sobre este e todos os outros temas repartidos por todos os tópicos, sem quezílias e ressabiamentos! ;)

Estimado MSantos,

Não lavei, não estou a lavar nem irei lavar roupa suja. Não a tenho. Pressinto que não interpretou correctamente o que mencionei.

Não tenho quezílias, nem ressabiamentos. Não se apoquente. Não irei alongar-me muito mais pois como referi, não dou pérolas, muito menos aqui como qualquer pessoa do ramo compreende perfeitamente.

Entendo o seu post muito embora não percebeu o cerne da questão. Em fóruns é normal pois há pessoas de distintos backgrounds.

Agradeço a sua preocupação para que o tema não se desvie (não se desviou, não se preocupe).

Cumprimentos
 

Kodiak

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Estimado Kodiak,


Dado o teor do seu comentário, insinuando que vou copiar o seu livro, não posso deixar passar a acusação em claro.


Quando refere: “ao Ursus 1900 quero dizer que, a partir de agora, vou estar à espreita de livros sobre fauna que sejam interessantes para depois escrever um sobre o mesmo tema dizendo que já tinha os dados mas que não consegui publicá-los por falta de tempo e dinheiro”.


Insinua que vou copiar dados. Acha estranho que, investigações diferentes cheguem às mesmas fontes escritas? Ou os Foros, memórias Paroquiais e Códices de Pincães (etc etc) estão ao dispor de apenas um autor? Inclusive dados da Galiza, por exemplo. Há monopólio de fontes escritas? Segundo a sua teoria, não poderia haver mais do que um livro/espécie. Como actualmente já estará mais familiarizado com a realidade editorial espanhola, quero crer que concordará que 10/20 livros por espécies icónicas não é nada de surreal. Reitero que tenho os meus dados obtidos bem anotados temporalmente. Ou julga que sou um “foreiro”/”blogger”/simples entusiasta ingénuo? Cheguei inclusive a ir a Madrid. Por isso, repudio e não admito que tente passar a ideia que tudo o que surgir após esse seu livro foi obtido com base no que vem no seu livro. Não o admito de maneira nenhuma. Posso prova-lo, tal e qual como já lhe fiz questão de mencionar.

Finalizando, o grande factor prendeu-se com pontas soltas, algo que numa investigação requer inclusive deslocações físicas e trabalho de “detective”. Isso gerido com a vida pessoal poderá ser complicado (não sou reformado como o Kodiak). Mas isso é algo que é escusado sequer referir e que saberá perfeitamente, dado o trabalho de investigação que efectuou segundo a sinopse do livro.


Quanto ao restante do seu comentário, estou perfeitamente de acordo consigo.


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Ursus1900 (aliás FA). Não fiz insinuação nenhuma. A interpretação está errada. Desejo sinceramente que termines o teu trabalho e o publiques rapidamente. Ficamos todos a ganhar