Seguimento - África 2007

Tópico em 'África, Ásia e Oceânia' iniciado por Gerofil 28 Ago 2007 às 23:19.

  1. Gerofil

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    Mauritânia: Governo pede ajuda para deslocados por inundações

    Nouakchott, 13/08 - O Governo mauritaniano pediu domingo ajuda internacional para Tintante, no leste do país, que foi vítima de inundações nos últimos dias, que causaram a morte de pelo menos duas pessoas. O ministro da Economia e Finanças mauritaniano, Abderahman Uld Hamma Vezzas, pediu a "solidariedade internacional" numa mensagem dirigida ao corpo diplomático, ONGs e organismos de apoio à Mauritânia.
    Segundo o Governo mauritaniano, "entre 2 mil e 2.500 famílias, de um total de 10 mil pessoas, foram vítimas das inundações" e foi preciso transferir os outros moradores da região para cinco centros de ajuda. Além disso, uma série de medidas começou a ser aplicada, como a instalação de casas provisórias, a reconstrução de infra-estruturas e o alojamento de parte da população afectada em outras localidades.
    O Exército mauritano participa das operações de resgate e protecção da população afectada, disse o ministro, que declarou que a situação está sob controlo, "mas os problemas têm relação principalmente com a provisão de alimentos, a segurança e o fornecimento de água potável e eletricidade". Vezzas afirmou que "a maior parte da população conseguiu ser salva e a situação está controlada (...), assim como o risco de epidemia".
    O ministro antecipou que o custo do conserto dos danos causados pelas inundações "tinha passado de um bilião de ouguiyas".

    AngolaPress
     
  2. Gerofil

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    Tunísia assiste mauritanianos vítimas de enchentes

    Nouakchott, Mauritânia (PANA) 15/08- O governo tunisino ofereceu terça- feira uma assistência humanitária às vítimas de inundações ocorridas na semana passada na cidade de Tin Tan (750 quilómetros ao leste de Nouakchott), noticiou quarta-feira a agência governamental de notícias. A contribuição tunisina recebida terça-feira à tarde no aeroporto internacional de Nouakchott por Hawa Djibril Bâ, comissária adjunta para a protecção social e segurança alimentar, consiste em oito toneladas de produtos alimentares, medicamentos, cobertores e tendas, de acordo com a fonte.
    Este gesto da Tunísia é uma resposta a um apelo para uma ajuda internacional lançado pelo governo mauritaniano, aa sequência destas inundações que fizeram vítimas, destruiram habitações e infra- estruturas de base na cidade de Tin Tan e nos arredores.

    PanaPress
     
  3. Gerofil

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    Marrocos concede ajuda humanitária à Mauritânia

    Rabat, Marrocos (PANA) 20/08 - Marrocos enviou domingo um segundo lote de ajuda humanitária às vítimas das inundações que afectaram recentemente a cidade mauritaniana de Tin Tan (750 quilómetros ao leste de Nouakchott), niticiou a primeira cadeia de televisão marroquina. Esta assistência humanitária consiste em 230 toneladas de arroz e 27 toneladas de conservas de peixes, noticiou a primeira cadeia de televisão marroquina, de acordo com a fonte.
    Por ordem do rei marroquino, Mohammed VI, Marrocos enviou segunda-feira passada o primeiro lote destes produtos de primeira necessidade, designadamente medicamewntos e coberturas, às vítimas das inundações na Mauritânia. Na sequência das chuvas diluvianas que se abateram sobre o sudeste mauritaniano, o governo deste país lançou um apelo para a ajuda internacional com vista a atenuar as consequências desta catástrofe nas populações sinistradas.

    PanaPress
     
  4. Gerofil

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    SUDÃO: Vítimas das cheias com apoio de emergência

    21/08 - As Nações Unidas disponibilizaram hoje 8,7 milhões de dólares (cerca de 6,45 milhões de euros) do fundo de resposta de emergência para apoiar os esforços humanitários que continuam a ser desenvolvidos no Sudão, para as mais 1,5 milhões de pessoas que necessitam de auxílio depois da devastação causada pelas cheias. O coordenador do programa, John Holmes, anunciou que tinha aprovado a concessão, que será dirigida para 11 projectos no terreno pelo país, onde chuvas torrenciais destruíram ou danificaram seriamente mais de 30 mil casas e deixaram cidades, vilas e terras inundadas.
    Pelo menos 150 mil pessoas estão agora sem abrigo e as agências humanitárias prestaram ajuda a cerca de 500 mil. O Leste e o centro do país foram especialmente afectados, nomeadamente os estados de Gedaref, Kassala, Cartum, Kordofan do Norte, Unity e Nilo de Cima. Mas as autoridades sudanesas prevêem precipitação mais forte até que o fim da estação das chuvas termine no próximo mês.
    John Holmes acredita que o número de pessoas afectadas pelas cheias possa subir até ao 1,5 milhão. “Graças a estes fundos, podemos ajudar um e milhão e meio de vítimas actuais ou futuras das inundações, até ao fim ou para lá da estação das chuvas,” disse.

    Fátima Missionária
     
  5. Gerofil

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    ONU alerta que crise por inundações em Uganda vai piorar

    A crise motivada pelas inundações, que afetam Uganda há duas semanas e já causaram a morte de dez pessoas, vai piorar. O alerta foi feito neste domingo, pelos porta-vozes da ONU ao pedirem ajuda internacional. "Estimamos que as inundações vão piorar ou, no melhor dos casos, serão mantidas no mesmo nível até novembro", disse à agência Efe o representante do PMA (Programa Mundial de Alimentos, das Nações Unidas), Tasema Negash, que antecipou que a crise deve se estender para outras regiões do país.
    Durante semanas, a agência da ONU teve dificuldades para entregar comida aos mais de 300 mil desabrigados pelas inundações, disse Negash. Ele não descartou que aconteçam surtos de doenças infecciosas. "Nossos caminhões não podem levar comida para nenhuma das áreas alagadas", disse o diretor do PMA. Negash especificou que, a partir desta segunda-feira, a agência contará com um helicóptero enviado do Sudão e botes para levar assistência às comunidades isoladas. Ele acrescentou que o PMA pediu ajuda de emergência de US$ 29 milhões à comunidade internacional.
    A crise causada pelas inundações e o súbito deslocamento de 25 mil refugiados, provenientes da vizinha República Democrática do Congo, piora o caso de 1 milhão de pessoas que continuam desabrigadas no norte de Uganda. O Governo ugandense também fez um apelo de ajuda internacional para quem perdeu tudo nas inundações. "As 300 mil pessoas deslocadas não têm comida nem água potável. Solicitamos à comunidade internacional que atue em favor delas", disse o ministro de Preparação e Resposta a Desastres, Moussa Ecweru. No sábado, ele percorreu de helicóptero as regiões alagadas.
    O distrito de Amuria, criado recentemente na região de Teso, foi um dos mais afetados. O prefeito local, Julius Ochien, disse à agência Efe que 18 pontes foram arrastadas pelas águas dos rios após as fortes chuvas que começaram sábado e continuam hoje. Ochien, que levava um caixão para recolher os cadáveres de uma mulher e seu filho que morreram afogados, acrescentou que "muitas pessoas foram apanhadas pela cheia das águas e é muito provável que o número de mortos aumente". O prefeito juntamente com os governantes de outros municípios da região pedirão ao Governo que declare zona de desastre na região de Teso. Ironicamente, esta é uma das áreas normalmente afetadas pela seca no nordeste de Uganda, afetada ainda pela ação de guerrilhas.

    Folha Online
     
  6. Vince

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    African floods claim 270 lives

    Fonte: Channel 4


    Fonte: Diário Digital / Lusa


    Fonte: AFP
     
  7. Gerofil

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    Pelo menos trinta mortos e uma centena de feridos devido às fortes chuvadas

    Pelo menos 30 pessoas morreram e uma centena ficou ferida na sequência das fortes chuvas que se abateram na noite de quinta-feira para hoje em Kinshasa, revelou fonte oficial. O novo balanço foi avançado pelo Ministério dos Assuntos Humanitários da República Democrática do Congo (RDC).
    "Registámos trinta mortos e uma centena de feridos. Trata-se de um balanço provisório", declarou Serge Mulumba, director do gabinete adjunto do ministro dos Assuntos Humanitários. "Há também numerosos desalojados. Estamos mobilizados para vir em seu auxílio o mais rapidamente possível", acrescentou.
    Estas chuvas foram particularmente devastadoras nas zonas a Leste da capital, onde as estradas foram cortadas, pontes arrastadas e onde as paredes de muitas habitações ruíram, testemunharam jornalistas no local.

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