STS-125 Final Shuttle Mission to Hubble Space Telescope

Tópico em 'Astronomia' iniciado por Rog 28 Abr 2009 às 00:18.

  1. Rog

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    Cumulonimbus

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    Nasa adia lançamento de nave Atlantis

    A Nasa decidiu adiar em pelo menos um dia o lançamento do ônibus espacial Atlantis que levará peças ao espaço para consertar o telescópio Hubble que apresenta falhas técnicasDe acordo com o anúncio da Nasa, o lançamento do ônibus foi adiado do dia 10 para o dia 11 para dar mais tempo aos técnicos do projeto trabalharem em pequenos detalhes de segurançaA estatal americana, no entanto, admite mudar de novo a data de lançamento para o dia 13 de maio ou mesmo para 22 de maioEstes adiamentos podem acontecer se as condições climáticas não estiverem favoráveis para o lançamento do ônibus na data marcada inicialmenteA NASA diz que o telescópio Hubble pode esperar uns dias a mais para receber reparos e que não há motivos para apressar a missão espacial.
     
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  2. Rog

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    Cumulonimbus

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    Missão para reparar o telescópio espacial Hubble parte esta tarde


    Um minuto apenas após as 19h00 (hora de Lisboa), a tão esperada e várias vezes adiada (até cancelada) missão de reparação e manutenção do telescópio espacial Hubble vai finalmente partir. Pelo menos a meteorologia parece estar de feição na Florida, fora algum imprevisto de última hora 11 astronautas partem para fazer cinco passeios espaciais que porão o telescópio preferido de todos os seres humanos a funcionar melhor do que nunca.


    O Hubble, que obtém imagens do Universo na zona da luz visível ao olho humano no espectro electromagnético, está mesmo a precisar de reparações. A antena tem um buraco do tamanho de uma bala de uma arma de calibre 22, diz o “Washington Post”. E três dos seis giroscópios, que estabilizam a posição do observatório, deixaram de funcionar. Um “router”, como os das redes de computadores que distribuem o tráfego de dados, deixou também de trabalhar, mas há um “backup”.

    O telescópio espacial que já nos mostrou imagens como os célebres Pilares da Criação (uma região onde estão a nascer estrelas, na Nebulosa da Águia), de 1995, em que surgem castelos de nuvens coloridas que nos fazem pensar em construções de sonhos, está a ficar lento e, progressivamente, cada vez mais cego. Para continuar a funcionar, precisa dos cuidados dos astronautas, para substituir as peças que deixaram de funcionar e afinar a máquina, em geral.

    Mas esta missão esteve para não se realizar nunca – depois da explosão do vaivém Columbia, ao regressar à Terra, a 1 de Fevereiro de 2003, considerou-se que seria demasiado arriscada, que poderia pôr em risco a vida dos astronautas, devido

    A insegurança dos vaivéns norte-americanos. A nega gerou um movimento de protesto de fãs anónimos do Hubble, mas também de políticos norte-americanos, e a missão acabou por ser incluída na lista de tarefas que os vaivéns têm de cumprir até serem aposentados, em 2010. A lista é curta mas nem por isso fácil: acabar de construir a Estação Espacial Internacional e, claro, renovar o Hubble.

    A questão é que não há nenhum outro telescópio que substitua o Hubble, que veja como ele vê. O Chandra, por exemplo, vê o Universo no espectro dos raios-X, e o Spitzer, outro telescópio orbital, dedica-se ao infravermelho. Só o Hubble se mantém fiel ao espectro da luz visível, com uma sensibilidade 500 milhões de vezes superior à do olho humano.

    Nem o telescópio espacial James Webb, que a NASA planeia lançar em 2013 ou 2014, poderá substituir as capacidades do Hubble. O mesmo acontece com os dois telescópios espaciais que a Agência Espacial Europeia (ESA) pretende lançar esta semana, o Herschel e o Planck. O primeiro, que terá o maior espelho (ou lente) alguma vez enviado para o espaço, vai operar no infravermelho, enquanto o Planck, o mais sensível dos dois, vai dedicar-se a observar o Universo em microondas, que transportam fotões (partículas de luz) que restam ainda do Big Bang, o momento em que o Universo nasceu há 13.700 milhões de anos.

    Para manter o Hubble em forma, os astronautas são arrastá-lo para dentro do compartimento de carga do Atlantis, com o braço robótico que equipa o vaivém, para estudarem com atenção todos os danos sofridos pelo telescópio em órbita (foi lançado em 1990). Instalar uma nova câmara e um novo espectrógrafo são tarefas certas da lista dos astronautas. Mas algumas reparações serão bem complicadas: incluem entrar dentro de alguns compartimentos (com os enormes fatos espaciais que os astronautas usam para sair para o espaço), desapertar parafusos, substituir circuito…e muitas vezes sem conseguir ver bem o que estão a fazer, em ambiente de microgravidade. Terão de confiar no que ensaiaram vezes sem conta em terra.

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  3. Mário Barros

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    Tinha a ideia que o Hubble já se tinha "perdido" afinal tava enganado, sem dúvida que o Hubble é o melhor telescópio de sempre.

    Afinal a frase na noticia diz tudo.

    "Só o Hubble se mantém fiel ao espectro da luz visível, com uma sensibilidade 500 milhões de vezes superior à do olho humano."
     
  4. kikofra

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  5. Mário Barros

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    Já partiram os astronautas que vão reparar o Hubble

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    Vai já a caminho a missão do vaivém Atlantis que vai fazer as reparações necessárias para o telescópio espacial Hubble continuar a funcionar. Durante 11 dias, farão cinco saídas para o espaço de sete horas para substituir peças e instrumentos, arranjar outros e, em suma, deixá-lo pronto a funcionar em pleno até 2014.

    É na quarta-feira que o vaivém deve chegar ao Hubble, que orbita a Terra a cerca de 563 quilómetros de altitude, neste momento. Desde 1990, quando foi lançado, esta é a quinta missão de manutenção e reparação do Hubble – e deverá ser a última, pois os vaivéns serão aposentados em 2010. A data de 2014 é quando se espera que seja posto em órbita o novo telescópio espacial James Webb. Os “upgrades” necessários custam cerca de dez mil milhões de dólares.,

    O Hubble, que obtém imagens do universo na zona da luz visível ao olho humano no espectro electromagnético, já nos mostrou imagens como os célebres Pilares da Criação (uma região onde estão a nascer estrelas, na Nebulosa da Águia), de 1995, em que surgem castelos de nuvens coloridas que nos fazem pensar em construções de sonhos, está a ficar lento e, progressivamente, cada vez mais cego.

    Mas esta missão esteve para não se realizar nunca – depois da explosão do vaivém Columbia, ao regressar à Terra, a 1 de Fevereiro de 2003, considerou-se que seria demasiado arriscada, que poderia pôr em risco a vida dos astronautas, devido à insegurança dos vaivéns norte-americanos.

    Mas este cancelamento gerou um movimento de protesto, não só de fãs anónimos do Hubble mas também de políticos norte-americanos, e a missão acabou por ser incluída na lista de tarefas que os vaivéns têm de cumprir até serem aposentados, em 2010. A lista é curta, mas nem por isso fácil: acabar de construir a Estação Espacial Internacional e, claro, renovar o Hubble.
     
  6. Rog

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    Cumulonimbus

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    Vaivém Atlantis sofreu danos na fuselagem


    O vaivém espacial Atlantis sofreu danos na fuselagem durante a descolagem de segunda-feira, indicou esta terça-feira a Agência Espacial Norte-americana (NASA).
    Os astronautas detectaram vários danos ao longo de uma secção de cerca de 45 centímetros do lado direito da nave, no local da junção da asa direita com a fuselagem.

    Segundo a NASA, os danos terão sido provocados pelos detritos oriundos do tanque de combustível e não deverão ser graves, mas serão analisados mais detalhadamente.

    A Atlantis partiu numa missão difícil que visa proceder a reparações no telescópio Hubble.

    O vaivém Endeavour encontra-se de prevenção caso seja necessário resgatar os astronautas.

    Fonte: diáriodigital
     
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  7. Vince

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    Acabou há pouco a 5ª e última saída de reparação ao Hubble nesta missão, saída que durou 7 horas. Aparentemente correu tudo bem. A NASA TV tem estado a emitir nas últimas horas onde transparece a muita emoção em todos os envolvidos

    http://www.nasa.gov/multimedia/nasatv/index.html


     

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