O video mostra o motor direito em chamas e aparentemente um avião descontrolado, em queda livre...
Se estamos a falar de um míssil, de uma arma de guerra com um alcance considerável, a destruição teria de ser catastrófica, teríamos de estar a ver pedaços de avião e não um avião inteiro.
Não consigo ver o vídeo
entretanto mais notícias:
Divulgadas escutas onde rebeldes assumem ter abatido avião comercial
Publicado às 03.25
atualizado hoje às 09.25
MIGUEL CONDE COUTINHO
Parece não haver dúvidas: o voo MH17 foi abatido por um míssil terra-ar quando sobrevoava a Ucrânia, na quinta-feira à tarde. A suspeita foi confirmada pela Imprensa norte-americana, citando fontes militares dos EUA. Governo de Kiev e separatistas pró-russos trocam acusações sobre autoria do ataque.Caixas negras foram encontradas no meio dos destroços, que se estendem por vários quilómetros.
Não houve nenhuma mensagem de emergência enviada pelos pilotos do avião. O voo MH17 partiu do aeroporto de Schiphol às 12.15 horas de Amsterdão, com destino a Kuala Lumpur, na Malásia, com 283 passageiros e 15 tripulantes, segundo comunicado da companhia aérea, e desapareceu do radar.
A cerca de 50 quilómetros da fronteira entre a Ucrânia e a Rússia, foi atingido por um míssil e despenhou-se junto a Grabovo, região de Donetsk, deixando um rastro de destruição ao longo de vários quilómetros. Ninguém sobreviveu. Os repórteres no local descreveram um cenário grotesco: cadáveres ainda presos ao assento com o cinto de segurança, dezenas de corpos desmembrados, misturados com os destroços do avião. Alguns incêndios e o cheiro intenso a combustível de avião compunham o palco de uma tragédia que voltou a acontecer a um avião da companhia malaia, a mesma do voo MH370 que desapareceu a 8 de março com 239 pessoas a bordo.
A bordo seguiam 154 holandeses e outros cidadãos de várias nacionalidades. Ao JN, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, garantiu que, com base na lista de nomes divulgadas, não há nenhum português entre as vítimas. "Já vi, um a um, todos os nomes. Não há nenhum apelido português. "Poderá haver casos de dupla cidadania ou cidadãos que tenham nomes estrangeiros, mas tenham cidadania portuguesa. Mas por agora será difícil ter essa informação", acrescentou.
Fontes militares norte-americanas, acabaram, ainda que não oficialmente, por deixar claro que a aeronave foi atingida por um míssil terra-ar. Segundo a imprensa norte-americana, a análise militar ainda está a tentar descortinar a proveniência do ataque.
Entretanto, foram divulgados, pelo governo ucraniano, e publicados pelo "The New York Times", uma série de áudios onde se podem ouvir conversas entre os separatistas ucranianos e entre rebeldes e militares russos a admitir terem atingido um avião comercial.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4033968