Aviação

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Há 22 Anos caia Avião no Aeroporto Internacional de Faro

Acontecimento histórico do dia 21 de Dezembro de 1992

Pelas 08h33 uma aeronave DC10 da companhia aérea Holandesa Martinair (Voo MP 495 ) com 327 passageiros e 13 tripulantes a bordo, despenha-se ao aterrar no Aeroporto de Faro na pista 11, resultando a morte de 54 passageiros e dois tripulantes.

O Acidente ocorreu na fase final de abordagem à pista, a péssima visibilidade e a forte tempestade contribuíram para uma violenta aterragem que fracturou o trem principal de estibordo e fez explodir o tanque de combustível da asa direita, partindo o avião em dois.
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Fotografias: Pedro Aragão e de autor desconhecido

Fonte
 
Ontem o pessoal do Porto teve uma prenda de Natal adiantada, um Boeing 707 da Força Aérea Espanhola com duplo touch&go nas duas pistas:

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Carlos Seabra


Amanhã será a vez de Lisboa, com um Antonov-124 a passar por estas bandas:

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Siegi

Previsão de horas:
Chegada: 9h30
Partida: 23h30
 


12:52 GMT:

What we know of the missing AirAsia flight QZ8501:

- The plane was on its way from the Indonesian city of Surabaya to Singapore, when it lost contact with air traffic control early on Sunday morning

- It went missing near Indonesian Belitung Island in the Java Sea

- Before disappearing from radars, the plane requested deviation due to bad weather. The aircraft was flying at 32,000 feet and had asked to go to 38,000 feet

RT

 
E como um incidente nunca vem só (semelhante coisa aconteceu com a companhia Malaysia):

Another AirAsia flight turns back due to tech problems

Another AirAsia flight, AK6242 from Penang to Langkawi, has turned back due to technical difficulties, Malaysia's New Straits Times reports, providing no further details. Earlier on Sunday an AirAsia flight with over 160 people on board heading to Singapore from the Indonesian city of Surabaya went missing after losing contact with air traffic control. A search mission is currently underway.

RT
 
Quanto ao avião desaparecido da Malásia:

Marc Dugain, que chefiou as Proteus Airlines e é um autor conhecido, especulou que os norte-americanos podem ter atingido o aparelho porque temiam um ataque semelhante ao do 11 de Setembro numa base militar no Oceano Índico.

Num artigo para a revista francesa Paris Match, afirmou que o Boeing 777 não caiu na zona onde as equipas de busca internacionais realizaram as buscas por destroços no oceano, mas perto de uma base militar norte-americana no território britânico de Diego Garcia.

«É uma base militar extremamente importante. É surpreendente que os americanos tenham perdido os vestígios do aparelho. Sem entrar em teorias da conspiração, é uma possibilidade que os norte-americanos tenham parado este avião», disse à France Inter, de acordo com uma tradução feita pelo The Local.

«Como é que no nosso mundo tecnológico» pode desaparecer um objecto com 63 metros de comprimento sem deixar vestígios?», questionou, acrescentando que tal sugere que «deve ter havido um esforço deliberado para ocultar provas».

O atol, quase 3.000 quilómetros a noroeste da Austrália, tem sido usado como uma base militar norte-americana importante desde a década de 1970 e é actualmente o lar de 1.700 militares.

Muitas teorias da conspiração sobre Diego Garcia têm surgido desde o desaparecimento do MH370, mas o governo dos EUA tem repetidamente negado que o avião se tenha em qualquer aproximado desta.

Dugain citou testemunhas nas Maldivas como prova, as quais lhe terão dito que tinham visto um «enorme avião a voar a uma altitude muito baixa» para a ilha com as cores da Malaysia Airlines.

Pouco tempo depois do desaparecimento do avião, no dia 8 de Março, com 239 pessoas de 15 países a bordo, os media locais das Maldivas relataram que um objecto que se acredita ser um extintor de incêndio do avião tinha chegado até uma praia em Baarah. A descoberta nunca foi confirmada.

Mr Dugain argumentou que o MH370 pode ter sido sequestrado remotamente por hackers e direcionado para Diego Garcia, que está longe da sua trajectória de voo planenada, de Kuala Lumpur para Pequim.

Para explicar a ausência de comunicação electrónica, uma vez que o avião desapareceu do radar, disse que o fogo poderá ter forçado a tripulação a desligar todos os dispositivos, sem danificar o exterior do avião.

O relatório oficial sobre o MH370 refere que os passageiros provavelmente morreram de asfixia depois de a cabine ficar sem oxigénio, tendo o avião prosseguido no piloto automático até ficar sem combustível e mergulhar no mar.

A falta de novas provas sobre o Boeing 777 levou o Conselho de Segurança nos Transportes australiano a comparar o voo com desastres anteriores, na sua conclusão.

Dugain disse que tinha sido avisado por um oficial da inteligência britânica quando aos «riscos» que corria ao olhar para o destino do MH370.
«Alguém sabe», acrescentou.

DD

Quanto ao ter sido abatido, é pouco provável. Não me parece que seja um alvo terrorista relevante. Já os relatos visuais nas Maldivas são deveras interessantes. Não devem ter sido 'amadores' a desviar o avião.
 
Há 22 Anos caia Avião no Aeroporto Internacional de Faro

Acontecimento histórico do dia 21 de Dezembro de 1992

Pelas 08h33 uma aeronave DC10 da companhia aérea Holandesa Martinair (Voo MP 495 ) com 327 passageiros e 13 tripulantes a bordo, despenha-se ao aterrar no Aeroporto de Faro na pista 11, resultando a morte de 54 passageiros e dois tripulantes.

O Acidente ocorreu na fase final de abordagem à pista, a péssima visibilidade e a forte tempestade contribuíram para uma violenta aterragem que fracturou o trem principal de estibordo e fez explodir o tanque de combustível da asa direita, partindo o avião em dois.

Não sei se este registo da caixa negra já é conhecido aqui do fórum. De qualquer modo aqui fica pois o site contém as transcrições de numerosos registos das caixas negras em acidentes.
http://aviation-safety.net/investigation/cvr/transcripts/cvr_mp495.php

e a descrição do acidente:
http://aviation-safety.net/database/record.php?id=19921221-0
 
Segundo esta análise: http://www.weathergraphics.com/awq8501/

Formação de gelo poderá ter sido a causa se se confirmar que as condições meteorológicas são um factor implicado no desaparecimento do voo 8501; a turbulência é considerada duvidosa.

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(ler a análise destas imagens na página da ligação indicada acima)


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Sounding for 0000 UTC
, Pangkal-Pinang, about 80 nm west of the aircraft's approximated location. This is a best guess of conditions. Satellite imagery did not suggest convective contamination of the radiosonde launch and this is suggested by the dry conditions in the 1000-800 mb layer. The sounding suggests weak, stratified instability, so the likelihood of turbulence or storm-scale circulations is doubtful. However the strong bulk shear (70 kt) between the lower and upper tropopause was significant and was conducive to long-lived cells, and probably explained the sustained overnight activity in the presence of numerous outflow boundaries across the Java Sea.

Due to the extremely high tropopause (56,000 ft), cloud tops almost certainly extended to above 50,000 ft. The critical icing layer extends from 17,000 to 23,000 ft, with the -20C layer at 27,000 ft. Flight level temperature was -29C. However as evidenced by Air France 447 incident (temperature at flight level -33C), clear icing can occur in much colder temperature regimes given high levels of water loading in the cloud, and the Air France incident raises questions of whether tropical convection is particularly efficient at bringing supercooled water to higher levels.



Conclusion: Based on the available data and a close correlation of thunderstorm activity at the last received location, it appears that weather was a factor, or was a compounding factor. The most likely hazard, if weather was a factor, appears to be icing. This is only an assessment of best available meteorological information, and is not a final determination on the cause of the incident.