Avisos e Alertas oficiais - Novembro 2014

PedroMAR

Cumulus
Registo
13 Nov 2011
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S. Miguel de Machede, Évora
AVISO À POPULAÇÃO

PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, QUEDA de NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, 27 de novembro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação disponibilizada, as condições meteorológicas tendem a agravar-se nas próximas horas e até ao final da manhã do dia 28 de novembro, destacando-se:
– Precipitação forte e persistente (>20 mm/h): período crítico entre as 21H de hoje (27NOV) e as 03H de amanhã (28NOV) na região Centro e Sul e em especial no litoral, progredindo para Norte com o período crítico a situar-se entre as 03H e as 09H de amanhã;
– Vento forte com rajadas da ordem dos 80 km/h no litoral e os 100 km/h nas terras altas a acompanhar a progressão da precipitação, com possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de ventos;
– Neve: em cotas acima de 1400 m durante o dia de hoje, a afetar as serras de Gerês, Montesinho e Estrela. Amanhã (00H-12H) descida da cota para os 1200 m, com possibilidade de afetar também as serras de Montemuro e Marão.
– Agitação marítima: ondulação a atingir 4 a 5 m na costa ocidental.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
– Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
– Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
– Possibilidade de inundações rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
– Danos em estruturas montadas ou suspensas;
– Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte.
– Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se mantem as recomendações e a necessidade da observação e divulgação das principais medidas de autoproteção adequadas para estas situações, nomeadamente:
– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
– Estar atenta às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Fonte: ANPC
 

AJB

Nimbostratus
Registo
5 Mar 2009
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Local
Baião
Está a faltar a Serra do Larouco no Aviso para neve ascima dos 1400m...e depois falltam várias áreas acima dos 1200m, não só o Marão e Montemuro...enfim, preciosismos mas ja que vão ao pormenor da Serra em questão, deveriam ser mais conhecedores da altimetria do País...