Ciências Biológicas - Seguimento 2007

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Hehe ben esta notícia que apresentas Rog é mto interessante...eu estudei este ano a E. Coli, nunca-me passou pela cabeça que essas parentes concebidas por nós de-se para limpar lentes.

( a E.coli habita o nosso intestino, existem estirpes que podem causar doença)

Esperemos é que não se vire o feitiço contra o feiticeiro, não vá estas bactérias nos "limpar" a nós...:lol:
Qual a probabilidade que achas de estas parentes da bactéria que referes, poderem vir a criar mutações que possam evoluir para algo menos benéfico?
É um risco real ou simplesmente não existe?
 


Minho

Cumulonimbus
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6 Set 2005
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Melgaço
Re: Biotecnologia

Bactérias resolvem problema da acumulação de pó em lentes SLR
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Uma equipa de investigadores assegura ter desenvolvido um método mais eficaz de limpeza das lentes de câmaras reflex. A solução está na aplicação de uma bactéria que se alimenta da sujidade, cuja descoberta poderá revolucionar o mercado da fotografia.

O segredo para umas lentes permanentemente limpas poderá residir numa bactéria, desenvolvida em laboratório por um grupo de investigadores da BioTechCleaning, através de engenharia genética.

O microorganismo, baptizado Escherichia Porcarius Fagocitas , é uma variante da bactéria Escherichia Coli - que pode ser encontrada no Homem -, modificada geneticamente para consumir o pó e sujidade que geralmente se acumula nas lentes das câmaras reflex.

A demonstração teve lugar em Taipei (Ilha Formosa), num evento de biotecnologia. Segundo os investigadores, falta ainda determinar o volume de batérias necessário para proceder a uma limpeza eficiente, que pode variar consoante o tipo de sensor.

A empresa responsável estabelece o prazo de um ano para o arranque da aplicação. Para tal, já está em negociações com várias fabricantes de câmaras reflex, de forma a garantir o apoio necessário e assegurar uma adaptação comercial.

in: Ciberia

Excelente para limpar o CCD :D :thumbsup:
Acabaram-se as manchas escuras e os retoques no Photoshop
 

Zoelae

Nimbostratus
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11 Nov 2005
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Vinhais (775m),Bragança/Porto
Re: Biotecnologia - Seguimento 2007

Esperemos é que não se vire o feitiço contra o feiticeiro, não vá estas bactérias nos "limpar" a nós...:lol:
Qual a probabilidade que achas de estas parentes da bactéria que referes, poderem vir a criar mutações que possam evoluir para algo menos benéfico?
É um risco real ou simplesmente não existe?

Bom eu não sou formado em Biotecnologia e não sei exatamente o que lhe fazem à bacterias. Bom elas apesar de sofrerem grande numero de mutações, não será desta forma que poderão tornar-se virulentas. As bacterias podem obter material genético exógeno, ou seja obter os genes virulentos, de 4 formas:
conjugação (troca de material genético com outras bactérias),
Transmissão (otenção de material genético livre no meio proveniente de outras bactérias mortas)
transdução ( materias genético obtido através vírus que infectam as bactérias(bacteriófagos))
transposição (genes saltitantes, esta é uma forma indirecta)

Ora se adquire genes virulentos pode-nos infectar, bom penso que lhe são delectados mtos genes, p ex aqueles necessários para sobreviverem no intestino, relacionados com a adesão, metabolismo etc, é portanto mto pouco provável, além disso ela tem de ser ingerida para causar doença.
 

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
Pacientes radioactivos disparam alarmes nos EUA


Isótopos radioativos são usados para diagnosticar e tratar alguns tipos de câncer, problemas da tiróide, para análises cardíacas e para exames de pulmão

Quando 75.000 torcedores lotarem o Dolphin Stadium, em Miami, para o Super Bowl no dia 4 de fevereiro, pelo menos alguns deles vão ter de levar atestados médicos para explicar por que são radioativos o suficiente para disparar alarmes de "bombas sujas".

Com o crescente uso de isótopos radioativos na medicina, e de detectores de radiação nos Estados Unidos, pacientes estão disparando alarmes em locais inusitados, dizem autoridades médicas e de segurança.

Cerca de 60.000 pessoas passam diariamente por tratamento ou fazem exames, nos EUA, que deixam pequenas quantidades de material radioativo nos seus corpos, de acordo com a Sociedade de Medicina Nuclear. Isso não é o suficiente para provocar danos aos pacientes ou a outras pessoas, mas sim para disparar alarmes de radiação, até três meses depois das aplicações.

Desde os ataques de 11 de setembro, o Departamento de Segurança Interna dos EUA distribuiu mais de 12.000 detetores portáteis de radiação, a maioria para organismos de proteção de fronteiras e alfândegas em aeroportos, portos marítimos e passagens terrestres. Também são usados sensores em prédios do governo e em grandes eventos públicos, como o Super Bowl, que são considerados potenciais alvos para terroristas.

Na festa anual de Natal no Rockefeller Center, em Nova York, em dezembro, a polícia retirou seis pessoas da multidão para questioná-las, por terem disparado o alarme.

"Todas elas haviam passado por tratamento médicos com isótopos radioativos em seus corpos", disse Richard Falkenrath, vice-comissário de contraterrorismo da cidade, em encontro de governadores republicanos realizado recentemente em Miami. "Isso acontece o tempo todo".

Os isótopos são usados para diagnosticar e tratar alguns tipos de câncer e problemas da tiróide, para análises cardíacas e para exames de ossos e pulmões.

A Comissão de Regulação Nuclear recomendou, em 2003, que médicos advirtam os pacientes de que podem disparar alarmes depois de tratamentos com o material. Isso depois que a polícia parou um ônibus que havia disparado um alarme de radiação em um túnel de Nova York. Um dos passageiros tinha feito tratamento de tiróide com um elemento radioativo.

Em agosto, o British Medical Journal descreveu o caso de um britânico de 46 anos de idade que disparou sensores do aeroporto de Orlando, na Flórida, seis semanas depois de ter feito tratamento da tiróide com um isótopo radioativo.

Ele foi detido, revistado nu e examinado por cães farejadores, antes de ser libertado, disse a publicação na seção "Lição da Semana".

Jane Sutton, Reuters
 

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
Cientistas descobrem que plantas podem ser regadas com água salgada
da Efe, em Madri


As plantas são capazes de detectar o grau de salinidade do solo e se defender dela, de acordo com uma pesquisa que será publicada no sábado (12) pela revista "Molecular Cell". Elas são capazes de desenvolver mecanismos de defesa contra as agressões externas como o excesso de sal, a ausência de água ou a falta de nutrientes no solo. A descoberta ajudará na criação de um gramado transgênico que poderia ser regado com água salgada.

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Divulgação

Resultados indicam possibilidade de regar plantas com água salgada
O responsável pelo estudo é Armand Albert, pesquisador do Instituto de Química Física Rocasolano do Centro Superior de Pesquisas Científicas, na Espanha. As experiências foram realizadas com a Arabidopsis thaliana, da mesma família que a mostarda.

As plantas detectam e se defendem dos estímulos externos mediante um mecanismo molecular. Nele atuam as proteínas quinase e fosfatase, que se organizam para receber os estímulos ambientais e transformá-los em um sinal químico que desencadeia a resposta observada.

O excesso de sódio no solo é tóxico para as plantas e desajusta o equilíbrio entre os diferentes sais necessários para um crescimento normal. Em situações de estresse salino, as plantas devem manter as concentrações intracelulares de sódio baixas.

Para alcançar esse equilíbrio, a quinase e a fosfatase colocam em andamento um transportador na membrana celular que bombeia o excesso de sódio para fora da célula, restabelecendo assim o equilíbrio salino da planta.

A importância da descoberta se deve, basicamente, à identificação da estrutura atômica das proteínas e dos determinantes moleculares que afetam o processo.

Com a descoberta, será mais fácil realizar uma busca sistemática de espécies naturais que apresentem alterações nessas proteínas ou preparar vegetais transgênicos que sejam hiper-resistentes ao sal.

Folha ON-LINE
 

Zoelae

Nimbostratus
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Vinhais (775m),Bragança/Porto
Ciências Biológicas - Seguimento Dezembro 2007

Afinal as Plantas vivas também emitem metano...

Uma descoberta insólita, em 2006, alarmou os cientistas.
Afinal, algumas plantas, nomeadamente as plantas lenhosas produzem metano, um gás com efeito de estufa. O mecanismo ainda permanece desconhecido e intensa investigação está a ser feita, pensa-se que o metano poderá derivar de um polissacarídeo ramificado presente na parede celular das plantas, a pectina.​
Até aqui pensava-se que a única fonte de metano provinha da decomposição, por processos anaeróbicos, de matéria orgânica, realizada por bactérias.
Nesta descoberta realizada por Frank Keppler e a sua equipa compararam-se as emissões de plantas normais sem qualquer tratamento, com as emissões de plantas submetidas a estirilização prévia por raios Gama (para matar qualquer bactéria existente), verificando-se que apresentavam emissão de metano semelhante.

NewScientist


"The lungs of the planet are belching methane
12 January 2006
NewScientist.com news service
Zeeya Merali

IT'S not just farting cows and belching sheep that spew out methane. Living plants have been disgorging millions of tonnes of the potent greenhouse gas into the atmosphere every year - without anybody noticing.

The concentration of methane in the atmosphere has almost tripled since pre-industrial times. Environmental scientists thought they had identified all natural sources where bacteria convert organic plant matter to methane, such as swamps, wetlands and rice paddies. These bacteria only thrive in wet, oxygen-poor environments; they cannot survive in air.

So Frank Keppler, an environmental engineer at the Max Planck Institute for Nuclear Physics in Heidelberg, Germany, was surprised when he saw signs of methane being emitted by plants he was examining in normal air. "If we were following the textbook, we would have ignored it as a mistake," he says.


How will this affect the fight against global warming?
Discuss this story >> But Keppler and his colleagues decided to investigate further. They measured the amount of methane given off by plant debris - bits of grass and leaves from local and tropical plants - in methane-free chambers. To rule out the possibility that bacteria were at work, they bombarded the plants with gamma radiation to sterilise them.

The team saw similar levels of methane produced by both sterilised and un-sterilised leaves. "We realised that we were looking at a previously unrecognised process," Keppler says. They still don't know exactly what is happening, but believe that pectin, a substance contained in plant cell walls, plays a part in the methane-making mechanism (Nature, vol 439, p 187).

When the group repeated the tests with living plants they were stunned by the amount of methane created. They estimate that, globally, living plants produce between 63 and 236 million tonnes of methane per year, with plant debris adding another 1 to 7 million tonnes. This would make plants responsible for roughly 10 to 30 per cent of global methane production.

"This effect is completely missing from climate change and biogeochemical models," says Peter Cox of the Centre for Ecology and Hydrology at Winfrith in Dorset, UK. He suggests that a new source of methane could help solve some climate mysteries. One such puzzle was posed last year when satellite observations revealed that tropical rainforests are emitting more methane than expected (New Scientist, 26 March 2005, p 20). Thomas Wagner from the University of Heidelberg in Germany, who led last year's study, thinks Keppler may have found the culprit. "This new source is in good agreement with our results," he says.

The finding should also encourage new strategies for cutting man-made methane emissions, says Chris Jardine of the University of Oxford's UK methane project."



Nature


Será que esta descoberta afecta a visão que temos das alterações climáticas, aquecimento global e efeito de estufa?
 

Luis França

Nimbostratus
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23 Mai 2006
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Hades
Jurassic Fungus? Scientists Discover Ancient Carnivorous Fungus Encased in Amber

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While the idea of a reanimated flesh eating fungus causing havoc on a private island in the Pacific might sound terrifying, or at least more interesting than Jurassic Park 3, humans have no real cause to fear. Besides the fact that nobody is actually trying to reanimate the fungus, the carnivorous fungus preyed mainly on tiny animals.

The fungus, which the German researchers who discovered it are suggesting may be the oldest carnivorous fungus ever found, was discovered in amber along with some of its prey. The scientists believe that the nematodes found in the amber were a food source for the fungus.

Researchers think the fungus snared the tiny creatures with some sort of sticky hoop before consuming the animals. The fungus has several projecting parts known as hyphae. These were covered with tiny rings with an adhesive substance, which would trap the creature’s prey before it was consumed.
 

Luis França

Nimbostratus
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23 Mai 2006
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Hades
Cosmic cockroaches faster developers, Russian scientists say

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VORONEZH, January 17 (RIA Novosti) - Cockroaches conceived in space onboard the Russian Foton-M bio satellite have developed faster and become hardier than 'terrestrial' ones, a research supervisor said on Thursday.
The research team has been monitoring the cockroaches since they were born in October. The scientists established that their limbs and bodies grew faster.
"What is more, we have found out that the creatures... run faster than ordinary cockroaches, and are much more energetic and resilient," Dmitry Atyakshin said.

Cockroaches, as well as other types of insects, can give birth several times after one impregnation, and the cockroaches that conceived during the bio-satellite's September 14-26 flight have since given birth to their second and third batches of offspring.
"The second and third batches did not show these peculiarities of growth and physiology," the scientist noted.
'Ordinary' cockroaches are already known for their extraordinary resilience. Some species can last almost an hour without oxygen or a month without food, and are able to withstand high doses of radiation.

The September 14-26 flight was part of an ongoing experiment into the effects of space flight by the Institute of Biomedical Problems (IBMP). The creatures were sealed in special containers, and a video camera filmed them during the flight.
 

Zoelae

Nimbostratus
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11 Nov 2005
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Vinhais (775m),Bragança/Porto
Re: Ciências Biológicas - Seguimento Dezembro 2007

Afinal as Plantas vivas também emitem metano...

Uma descoberta insólita, em 2006, alarmou os cientistas.
Afinal, algumas plantas, nomeadamente as plantas lenhosas produzem metano, um gás com efeito de estufa. O mecanismo ainda permanece desconhecido e intensa investigação está a ser feita, pensa-se que o metano poderá derivar de um polissacarídeo ramificado presente na parede celular das plantas, a pectina.​
Até aqui pensava-se que a única fonte de metano provinha da decomposição, por processos anaeróbicos, de matéria orgânica, realizada por bactérias.
Nesta descoberta realizada por Frank Keppler e a sua equipa compararam-se as emissões de plantas normais sem qualquer tratamento, com as emissões de plantas submetidas a estirilização prévia por raios Gama (para matar qualquer bactéria existente), verificando-se que apresentavam emissão de metano semelhante.

NewScientist


"The lungs of the planet are belching methane
12 January 2006
NewScientist.com news service
Zeeya Merali

IT'S not just farting cows and belching sheep that spew out methane. Living plants have been disgorging millions of tonnes of the potent greenhouse gas into the atmosphere every year - without anybody noticing.

The concentration of methane in the atmosphere has almost tripled since pre-industrial times. Environmental scientists thought they had identified all natural sources where bacteria convert organic plant matter to methane, such as swamps, wetlands and rice paddies. These bacteria only thrive in wet, oxygen-poor environments; they cannot survive in air.

So Frank Keppler, an environmental engineer at the Max Planck Institute for Nuclear Physics in Heidelberg, Germany, was surprised when he saw signs of methane being emitted by plants he was examining in normal air. "If we were following the textbook, we would have ignored it as a mistake," he says.


How will this affect the fight against global warming?
Discuss this story >> But Keppler and his colleagues decided to investigate further. They measured the amount of methane given off by plant debris - bits of grass and leaves from local and tropical plants - in methane-free chambers. To rule out the possibility that bacteria were at work, they bombarded the plants with gamma radiation to sterilise them.

The team saw similar levels of methane produced by both sterilised and un-sterilised leaves. "We realised that we were looking at a previously unrecognised process," Keppler says. They still don't know exactly what is happening, but believe that pectin, a substance contained in plant cell walls, plays a part in the methane-making mechanism (Nature, vol 439, p 187).

When the group repeated the tests with living plants they were stunned by the amount of methane created. They estimate that, globally, living plants produce between 63 and 236 million tonnes of methane per year, with plant debris adding another 1 to 7 million tonnes. This would make plants responsible for roughly 10 to 30 per cent of global methane production.

"This effect is completely missing from climate change and biogeochemical models," says Peter Cox of the Centre for Ecology and Hydrology at Winfrith in Dorset, UK. He suggests that a new source of methane could help solve some climate mysteries. One such puzzle was posed last year when satellite observations revealed that tropical rainforests are emitting more methane than expected (New Scientist, 26 March 2005, p 20). Thomas Wagner from the University of Heidelberg in Germany, who led last year's study, thinks Keppler may have found the culprit. "This new source is in good agreement with our results," he says.

The finding should also encourage new strategies for cutting man-made methane emissions, says Chris Jardine of the University of Oxford's UK methane project."



Nature


Será que esta descoberta afecta a visão que temos das alterações climáticas, aquecimento global e efeito de estufa?



Foi recentemente publicado um estudo que contradiz este que eu tinha colocado aqui há 1 ano e tal, podemos estar mais descansados que afinal as Plantas não produzem metano, mas não há certeza absoluta.

Methane Emissions? Don't Blame Plants
By Claire Thomas
ScienceNOW Daily News
14 January 2009

Plants do not make the powerful greenhouse gas methane, according to new research that contradicts a controversial finding made in 2006. Instead, plants appear to merely be passing gas, so to speak, originally made by soil microbes.
Methane comes from a variety of sources, including gas leaks, forest fires, and, of course, cow burps. Microbes in wetland soil can produce methane anaerobically (without using oxygen), but the idea that it can be produced aerobically (using oxygen) by plants, and on a large scale, is still extremely controversial. In 2006, geochemist Frank Keppler of the Max Planck Institute of Nuclear Physics in Heidelberg, Germany, conducted experiments on dead leaves and in greenhouses and concluded that many kinds of plants--through some mysterious mechanism--contribute to methane production. All told, plants could be to blame for 10% to 45% of the world's methane emissions, Keppler reported (Science, 13 January 2006, p. 159).

"This finding was shocking," recalls Euan Nisbet of Royal Holloway, University of London, in Egham, U.K. If true, both plant biochemistry and global methane budget would need a major reexamination. It could also mean that the human contribution to global warming is less than previously thought.

Nisbet's team set about to investigate Keppler's findings by growing the same plants, including celery (Apium graveolens) and a type of rice (Oryza sativa), in the absence of external sources of the greenhouse gas. The group found no trace of methane, suggesting that the plants alone cannot make the gas. In a separate experiment, the team placed the plants in water containing dissolved methane. Sure enough, the roots drew up the methane-soaked water and the leaves then pushed out the gas and water vapor--a process known as transpiration.

The researchers also tried to find a chemical pathway by which the plants could make methane aerobically. They came up empty: None of the plants' genes codes for enzymes similar to those made in methane-producing microbes. "This showed that the plants were not guilty," says co-author Christopher Howe of the University of Cambridge in the U.K. The findings are published online today in the Proceedings of the Royal Society B.

Keppler, now at the Max Planck Institute for Chemistry in Mainz, agrees with some of the team's conclusions, saying that transpiration does play a role in plant emissions of methane. But he still holds firm that methane can be produced in plants via a new, unidentified biochemical pathway. Nisbet is skeptical: "We're not saying it is not there, but we certainly couldn't find it."

Science
 

Orion

Furacão
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5 Jul 2011
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Local
Açores
Foi desenvolvida uma estirpe da gripe aviária que é capaz de passar despercebida ao sistema imunitário humano (vá-se lá saber porquê):

A controversial flu researcher has modified the flu virus responsible for the 2009 pandemic to allow it evade the human immune system. His lab’s previous works include recreating the Spanish flu and making a deadly bird flu strain highly transmittable.

The yet-to-be-published research by Professor Yoshihiro Kawaoka and his team is meant to give scientists better ways to fight influenza outbreaks, but gives chills to some people in academia, who are fearful that accidental release of the strain would result in a global disaster, according to a report by the Independent.

At his level-3 biosafety lab at Wisconsin University’s Institute for Influenza Virus Research in Madison, Kawaoka experimented with the H1N1 flu strain that was responsible for the pandemic in 2009, dubbed the swine flu pandemic by the media. The work resulted in a mutated strain that is able to evade the human antibodies, effectively rendering humans defenseless against the virus.

“He took the 2009 pandemic flu virus and selected out strains that were not neutralized by human antibodies. He repeated this several times until he got a real humdinger of a virus,” a scientist familiar with Kawaoka’s research told the British newspaper.

“He’s basically got a known pandemic strain that is now resistant to vaccination. Everything he did before was dangerous but this is even madder. This is the virus,” he added.

(...)

The first H1N1 pandemic left between 50 and 100 million people dead, according to estimates. The 2009 pandemic death toll is debated, with some estimates putting the number as high as 560,000, most of them in Africa and Southeast Asia.

http://rt.com/news/169880-swine-flu-virus-modified/

Mais uma arma biológica :hmm: