Floresta portuguesa e os incêndios

Já agora a partir de quando é que é legal fazer queimadas? Obrigado.
Pelo que li, a partir do dia 30 de Outubro.

As campanhas deviam começar por alertar as pessoas para estas questões. Os agricultores aos primeiros sinais de chuva começam logo a fazer queimadas, não importa se está tudo seco ou não.
 
Pelo que li, a partir do dia 30 de Outubro.

As campanhas deviam começar por alertar as pessoas para estas questões. Os agricultores aos primeiros sinais de chuva começam logo a fazer queimadas, não importa se está tudo seco ou não.

Visto o dia 30 de Outubro, ser já no próxima semana, e o que choveu não foi praticamente, acho que não seria má ideia se o prazo fosse prolongado, ou então poderá causar outra série de problemas.
 
Visto o dia 30 de Outubro, ser já no próxima semana, e o que choveu não foi praticamente, acho que não seria má ideia se o prazo fosse prolongado, ou então poderá causar outra série de problemas.

Concordo, deve-se alargar o prazo, estamos quase no início de novembro e vamos ter uma semana sem chuva e quente... talvez prolongar até meados ou finais de novembro!
 
Concordo, deve-se alargar o prazo, estamos quase no início de novembro e vamos ter uma semana sem chuva e quente... talvez prolongar até meados ou finais de novembro!

Sim será o melhor a fazer, ir prolongando o prazo, até que a chuva venha para ficar e deixar tudo bem regado, de modo a não causar mais desgraças sem necessidade nenhuma.
 
Na minha opinião, as medidas propostas pelo governo são migalhas. Não há uma verdadeira aposta na economia rural, não há política de incentivos. Outras medidas apenas sublinham o que já é responsabilidade das câmaras, sem qualquer responsabilização civil perante o nada fazerem, sem explicar como e com que meios fazer. 50 vigilantes para 100mil km 2 é para quê? 500 sapadores, é bom mas não têm funções de fiscalização. O ideal seria voltar a ter guardas florestais na dependência da GNR e não do icn. Alguém que esteja liberto de burocracias e pronto a autuar, no mínimo 5 por concelho.
 
Na minha opinião, as medidas propostas pelo governo são migalhas. Não há uma verdadeira aposta na economia rural, não há política de incentivos. Outras medidas apenas sublinham o que já é responsabilidade das câmaras, sem qualquer responsabilização civil perante o nada fazerem, sem explicar como e com que meios fazer. 50 vigilantes para 100mil km 2 é para quê? 500 sapadores, é bom mas não têm funções de fiscalização. O ideal seria voltar a ter guardas florestais na dependência da GNR e não do icn. Alguém que esteja liberto de burocracias e pronto a autuar, no mínimo 5 por concelho.
Essas são as primeiras medidas, aliás ainda faltam as medidas a propor pelos partidos na Assembleia da República.
 
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Excelente post, o que mais uma vez vem provar que os Fogos "Não aparecem sozinhos". A venda de melão vai aumentar drasticamente depois disto.

:huh:

Já descobriste qual é a designação da entidade terrorista que mete fogo à mata?

E olhaste com atenção para a imagem?

0uW9vxO.jpg


O incendiarismo não é de todo a maioria dos fogos (mas têm ligeiramente mais severidade). Até há mais queimadas não terroristas do que incendiarismo.

De certeza que melão é uma expressão apropriada neste contexto? Por acaso se alguém quiser oferecer aceito de bom grado :D
 
Está neste momento a dar uma reportagem na TVI sobre os incendios, e a desgraça que causou, e na SIC acabou agora mesmo outra reportagem, onde mostrava as empresas de uma zona industrial, com os eucaliptos literamlmente encostados aos muros e vedação, e o proprietário, até comentava que já tentou saber quem eram os proprietários dos terrenos confinantes, mas não consegui, e teve de ser ele a pagar a um tractor com corta-mato, para lhe fazer uma área de corta-fogo, em volta da empresa.
 
Essas são as primeiras medidas, aliás ainda faltam as medidas a propor pelos partidos na Assembleia da República.
Sim, mas nesta data, 4 meses dpx já devíamos ter ideias mais desenvolvidas. Já deu para perceber que investir apenas em combate não é bom caminho. Temos meios próprios de combate, com missão de proteger os portugueses e só aproveitamos em último caso. Reforço nos vigilantes não é bem prevenção, é mais apoio à eficiência no combate inicial. São as pessoas que devem ter meios próprios, partilhados ou de proximidade. Não precisamos de mais gente nos gabinetes, precisamos de gente que suja as mãos com trabalho.