O Estado do País 2015

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Os Humanos são egoístas, e sempre serão. E isso é bom, não queremos sociedades de "formigas" que se anulam em prol de um todo.

O egoísmo é independente da ética. Pode-se ser egoísta e ter ética. "Não faças aos outros o que não queres que façam a ti" ou "vive e deixa viver" são máximas que se aplicam perfeitamente a uma sociedade egoísta, mas onde se mantém a ética da mesma.
 
Neste país só defende o fim do salário mínimo os ingénuos que acham mesmo que os empresários são todos sérios e pagam sempre aos seus trabalhadores de forma justa e digna ou aqueles 'empresários' que só não pagam aos seus funcionários em batatas e cebolas porque não podem. Sim, num mundo perfeito não seria necessário. Os meus pais trabalharam mais de 20 anos num país onde, na altura, não havia salário mínimo. Foram, nos anos 60, 70 e 80, mais respeitados como trabalhadores fora do seu país, do que em 2015 os trabalhadores em Portugal. Ordenados decentes, a tempo e horas, descontos feitos, baixas e licenças de maternidade, tudo como manda a lei. Nada de coisas por baixo da mesa, ordenados declarados diferentes dos recebidos, etc. Sim, enquanto lá estive nunca vi ninguém a escarrar para o chão, as pessoas não tratavam a via pública como caixote do lixo e cada um era responsável pela limpeza da via pública à sua porta. Aqui, já ouvi algumas pessoas dizerem que se não atirarem lixo para o chão, o funcionário da câmara não justifica o salário...
 
Podem precisar do trabalho se pagarem 300 euros. Se for para pagar 500+impostos+SS não precisam, assumem que vendem menos refeições, dá-lhes menos prejuízos.



Isso é uma aldrabice mainstream, "se todos pagarmos, pagamos menos". Nunca a máquina fiscal foi tão eficaz como o é hoje, e nunca pagámos tantos impostos como hoje. Eu refaço o que escreveste, "se eliminássemos por completo todas as situações de trabalho fraudulento, certamente pagaríamos os mesmos impostos, havendo mais alguns cobres para as festas da Parque Escolar, para as festas das autarquias e outras inutilidades".
No 1o parágrafo, parece-me que o que estás a exemplificar, é que há necessidade de contratar horas de trabalho, mas não o suficiente para manter um salário mínimo. Nesse caso há 2 soluções:
1) Pagar horas extra
2) Contratar part-time

No 2o parágrafo o que afirmas é mais ou menos: "não adianta eliminar trabalho fraudulento, economia paralela, fuga aos impostos, porque os governos vão querer gastar sempre mais, e por isso não descem os impostos como seria de esperar."
Davidsf, a máquina fiscal melhorou muito sim, mas continuamos a ter défice. Tens aí a justificação.
Se os governos e autarquias têm tendência para gastar mais, em vez de baixar os impostos?! Sim, isso é governar fácil, a pensar no bem estar imediato do povo, mesmo penhorando o nosso futuro. Mas isso é outra questão.. Resolve-se nas eleições quando o povo vota. Ou pelo menos resolvia-se até agora! As pessoas pensavam que escolhiam o 1o ministro, mas veio a saber-se que escolhem o número de deputados.

Assim, o voto não se traduz em justiça. Há sempre alguém que escolhe por nós. É uma machadada na democracia.
 
No 1o parágrafo, parece-me que o que estás a exemplificar, é que há necessidade de contratar horas de trabalho, mas não o suficiente para manter um salário mínimo. Nesse caso há 2 soluções:
1) Pagar horas extra
2) Contratar part-time

No 2o parágrafo o que afirmas é mais ou menos: "não adianta eliminar trabalho fraudulento, economia paralela, fuga aos impostos, porque os governos vão querer gastar sempre mais, e por isso não descem os impostos como seria de esperar."
Davidsf, a máquina fiscal melhorou muito sim, mas continuamos a ter défice. Tens aí a justificação.
Se os governos e autarquias têm tendência para gastar mais, em vez de baixar os impostos?! Sim, isso é governar fácil, a pensar no bem estar imediato do povo, mesmo penhorando o nosso futuro. Mas isso é outra questão.. Resolve-se nas eleições quando o povo vota. Ou pelo menos resolvia-se até agora! As pessoas pensavam que escolhiam o 1o ministro, mas veio a saber-se que escolhem o número de deputados.

Assim, o voto não se traduz em justiça. Há sempre alguém que escolhe por nós. É uma machadada na democracia.

é esse o problema so votamos nos que vão para a assembleia o resto são tudo nomeações muitas delas duvidosas, o fisco é entidade mais bem oleada pois é a que gera mais pilim se o resto fosse tão eficiente estaríamos muito bem
 

Pois é.. Em vez de debaterem estas coisas na televisão, preferem dar entrevistas ao sócrates para repetir a sua cassete 20 vezes ao longo do ano.
Qual o interesse desta entrevista? E para quando uma do ricardo salgado ou do miguel macedo? Se é para termos palhaçada, porque não??

Agora até o pacheco pereira arranjou o tacho merecido. Oh costa, olha que ainda falta pagar à ferreira leite e ao antonio capucho! Tás tramado..

Voltando ao assunto inicial.. O artigo fala daqueles que têm mais de 25milhões, e daqueles que ganham mais de 5milhões/ano. Nos primeiros só se aplicaria um imposto sobre fortunas, porque atualmente só lhes são deduzidos nos juros bancários. Já nos que ganham 5milhões/ano, há aqueles que decidem o seu próprio vencimento (ex: banqueiros e empresários), sendo que se o seu irs for de 50%, não se importam de aumentar para o dobro o seu vencimento. Quem sofre sempre, são os seus trabalhadores com aumentos menores ou inexistentes.
 
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Reactions: james e frederico
Existem de facto casos de exploração laboral no Portugal dito profundo, mas esses casos estão muito concentrados em sectores que estão sobredimensionados em Portugal, como a restauração, cafés a padarias. Um dia isto terminará com a renovação geracional, os mais novos preferem partir da terra a sujeitar-se a estes abusos. Sei de uma padaria no Algarve que não paga SS dos empregados, nem paga às empregadas de balcão, estas estão autorizadas a tirar da caixa o ordenado, mas como têm receio de ser despedidas tiram à volta de 400 euros por mês. Sei de padarias onde trabalham familiares dos patrões sem salário nem SS, isto ocorre na serra algarvia e em aldeias alentejanas, trabalham por três tostões e um prato de gaspacho acompanhado de carapaus fritos. Estes patrões fazem depois uma concorrência desleal, praticam preços mais baixos e quem cumpre a lei e paga salários decentes não consegue competir.
 
Pois é.. Em vez de debaterem estas coisas na televisão, preferem dar entrevistas ao sócrates para repetir a sua cassete 20 vezes ao longo do ano.
Qual o interesse desta entrevista? E para quando uma do ricardo salgado ou do miguel macedo? Se é para termos palhaçada, porque não??

Agora até o pacheco pereira arranjou o tacho merecido. Oh costa, olha que ainda falta pagar à ferreira leite e ao antonio capucho! Tás tramado..

Voltando ao assunto inicial.. O artigo fala daqueles que têm mais de 25milhões, e daqueles que ganham mais de 5milhões/ano. Nos primeiros só se aplicaria um imposto sobre fortunas, porque atualmente só lhes são deduzidos nos juros bancários. Já nos que ganham 5milhões/ano, há aqueles que decidem o seu próprio vencimento (ex: banqueiros e empresários), sendo que se o seu irs for de 50%, não se importam de aumentar para o dobro o seu vencimento. Quem sofre sempre, são os seus trabalhadores com aumentos menores ou inexistentes.


Muitas destas fortunas foram conseguidas à custa de negociatas com o Estado. Muitos escapam ao pagamentos de impostos criando fundações e IPSSs fictícias que têm isenções fiscais e ainda recebem fundos públicos.
 
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Reactions: Paulo H
Não percebo o artigo de todo. Quantas pessoas há mesmo em Portugal que ganhem 5 milhões/ano ou tenham rendimento dum património de 25 milhões, que consigam eventualmente gerar 25% da receita do IRS? A própria junção dos 25 milhões de património a 5 milhões de rendimento, também não entendo. Aonde se ganha 20%/ano em rendimentos de património garantidos hoje em dia ?
Pois o artigo não explica muito bem..
Confesso que entendi os tais 25milhões, como riqueza acumulada (depósitos, títulos, heranças). Que impostos incidem atualmente sobre os depósitos? Só se for sobre os juros..
 
o problema é que a economia funciona como o nosso tópico mais querido o Clima, faz coisas que não se esperam, o Katrina nasce de uma tempestade que atravessa o sahara depois o atlântico e acaba a arrasar o texas e não só e qualquer alteração neste caminho pode mudar tudo desde nem chegar ao oceano. A economia é igual o governo faz uma coisa e tem de esperar ( se for inteligente) para ver o que dá. Infelizmente por cá os governos pensam ora iva a 10 da x se for para 20 dá o dobro no final descobrem que não chega ao que pensaram pois o povo aperta o cinto. Ora o ordenado mínimo é uma dor de cabeça para quem recebe e quem paga. se se sobe o ordenado mínimo toda a economia vai-se ajustar e esse aumento é anulado. O ordenado mínimo devia so ser pago a quem inicia a sua actividade sendo então aumentado consoante as suas qualificações e posto.
 
A TVI apurou que está tudo preparado para o fecho do Banif - Banco Internacional do Funchal. A parte boa, os ativos, vai para a Caixa Geral de Depósitos. Vai haver perdas para os acionistas.

Segundo apurámos, todos os depósitos estão salvaguardados, mesmo acima dos 100.000 euros.

Na sexta-feira passada, o banco confirmou o a existência de um processo de venda da participação do Estado na instituição, de 60%.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/13...=facebook&utm_medium=social&utm_content=-post
 
Então mas depois de tanto criticar o anterior governo, agora adoptam a mesma solução? Já não percebo nada.. Não era para nacionalizar tudo??

Na semana passada o banif chegou a descer 65% para 0.0008eur e depois lá subiu para 0.0013eur/ação. Mas eu é que não ponho lá 1centímo. Se não me engano, de acordo com as regras da UE, a partir de janeiro os accionistas chamados a recapitalizar os bancos se necessário. Bolas era o que faltava, estar a tapar buracos de administrações incompetentes..
 
O estado tinha colocado à venda uma parte (há uns 2 anos), ao preço de 1.5centímos/ação, mas atualmente valem 10% disso.
Até quando vai aguentar a caixa geral depósitos, a cobrir buracos?
 
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