
Já há tempos que escrevo que o Galamba está no partido errado. Se fosse para o PC, que é onde encaixaria melhor, até traria uma onda de progressividade (o brinco fica-lhe a matar) capaz de roubar uns votos ao BE. O BE não é um bom partido para ele porque o Galamba não é um defensor ávido de 'causas'.
Não indo pelas excessivas explicações, não acredito muito que em PT, à semelhança da Noruega, se criasse um fundo soberano com o dinheiro do petróleo. Há muito que teria sido torrado na implementação de
Há que diferenciar muita coisa. Fala-se de 'ricos' em PT como se fossem uma espécie abundante. Não são. Também fala-se deles como se fossem uma praga. Há 'ricos' e 'ricos'. PT não é a Irlanda em que há a lavagem industrial de dinheiro. O que o BE e o PCP querem na realidade é a criminalização do sucesso (material). Os ricos que podem fogem. Os que não podem são explorados até ao tutano. E como nunca há dinheiro suficiente a exploração vai albergando cada vez mais estratos sociais até a pobreza ser a norma.
Vendo os casos comunistas:
- Cuba: Está havendo abertura à iniciativa privada. Pobreza é a norma;
- China: Caso de capitalismo estatal decorrente de um plano do Kissinger para contrabalançar a ex-URSS. O chinês típico é bastante pobre. Há corrupção à escala industrial a nível governamental;
- Vietname: Está havendo abertura à inicitativa privada. A riqueza não é propriamente abundante;
- Coreia do Norte: É preciso abordar?
- Zimbabwe: Não é propriamente um país conhecido pelo comunismo mas as políticas ao estilo PREC (expropriação de terras; expulsão dos brancos) causaram uma pobreza castigadora que ainda hoje em dia é assustadora.
O socialismo é útil em distribuir, não para produzir. A globalização/robotização permite a dominância da finança em prol do trabalhador. Isso é um problema bastante grave com resolução incerta. Mas é pouco provável que o comuno-fascismo (no fim do dia é a mesma coisa) seja a solução (em termos de crise explora-se outras alternativas por isso é inevitável que esta surja novamente).
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