O Estado do país 2026

'Voltem a cortar relva e a lavar pratos em Portugal! Mesmo trabalho com muito menor salário!'

Provavelmente não teria grande sucesso como lema político quando na Bermuda o salário mínimo é de 17 dólares à hora (~14 eur).

Mesmo que por algum motivo misterioso se conseguisse reimigrar uns quantos, dificilmente se atingiria estes valores (legais):

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A obrigação do empresário é obter e manter a mão-de-obra necessária para manter/expandir o seu negócio. Impacto social não é a primeira prioridade.

Fácil é exigir ao governo que impeça a entrada ou expulse os de tonalidade indesejável. Difícil é depois agradar aos empregadores que financiam a tal segurança social.
 
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-> https://rr.pt/noticia/pais/2026/03/...oa-marcada-por-incidente-de-violencia/463956/

Além dos cartazes a marcha contou com bombos e muita música. Em frente à Assembleia da República ouviram-se testemunhos. Um dos mais pessoais e marcantes foi deixado pela Andreia, que admitiu ter perdido um filho por decisão própria.

“Eu fiz um aborto. Eu tenho noção que é errado. Estou aqui para que nenhuma de vocês tenha que passar pelo que passei sozinha”, explicou a Andreia.

E não está sozinha, com ela estiveram este sábado centenas de pessoas que saíram à rua, só em Lisboa. “O povo pró-vida saiu à rua e vai sair sempre que necessário”, garantiu António, para que “nenhuma mulher aborte por não encontrar ajuda”.

Quando os 'anti-vida' permitiram-lhe escapar de sanções gravosas mas ainda não há bem noção do objetivo final de certa fação do movimento.
 
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'Voltem a cortar relva e a lavar pratos em Portugal! Mesmo trabalho com muito menor salário!'

Provavelmente não teria grande sucesso como lema político quando na Bermuda o salário mínimo é de 17 dólares à hora (~14 eur).

Mesmo que por algum motivo misterioso se conseguisse reimigrar uns quantos, dificilmente se atingiria estes valores (legais):

pBfxHsV.png


A obrigação do empresário é obter e manter a mão-de-obra necessária para manter/expandir o seu negócio. Impacto social não é a primeira prioridade.

Fácil é exigir ao governo que impeça a entrada ou expulse os de tonalidade indesejável. Difícil é depois agradar aos empregadores que financiam a tal segurança social.

Estás a dar-me razão.

Voltemos ao exemplo concreto do turismo e derivados que é o principal motor do crescimento económico.

Houve um conjunto de factores, a maioria exógenos, que levou a que Portugal se tornasse num país particularmente atractivo para novos visitantes. As pessoas que "investiram" em Portugal não o fizeram porque havia muitos imigrantes a viver em Portugal, fizeram-no porque a economia assim o pedia, independentemente de quem trabalhava ser português, imigrante, ou qualquer que fosse a proporção entre estes.

Existe a concepção errada que os imigrantes foram necessários porque a quantidade de portugueses residentes não era suficiente para responder a esse crescimento. Na realidade, essa necessidade só deriva do facto do balanço entre portugueses que saem e os que ficam, não responder ao crescimento o que obriga a recorrer a imigração.

Com este nível de crescimento, um português residente podia potencialmente pedir (digamos) 1000 euros de salário para trabalhar na hotelaria. Mas como um empresário consegue o mesmo pagando 500€ a um nepalês que está disposto a pagar 100€ de renda numa cave e partilhando uma retrete com 8 ou 10 pessoas, não tem qualquer necessidade de pagar 1000€ ao português. Não havendo nepalês, o empresário não teria alternativa que não oagar 1000€ ao português. Havendo nepalês, o português faz as malas e vai cortar relva para a Bermuda.

O crescimento económico ia ocorrer, independentemente de ter o português com 1000 euros de salário ou o nepalês a ganhar 500. Ia diminuir a margem de lucro do empresário que é quem mais esfrega as mãos com a política de portas abertas.

Em suma, a imigração está a resolver o problema da sustentabilidade da SS, escondendo de forma perversa que está a resolver um problema que a própria imigração criou: o êxodo induzido pelos baixos salários.

Mas há quem olhe para isto e ache fantástico.
 
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Quando os 'anti-vida' permitiram-lhe escapar de sanções gravosas mas ainda não há bem noção do objetivo final de certa fação do movimento.

A presença do Núncio por si só devia afugentar muitas. Não iam gostar muito do 'conservadorismo' dele.

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Além do mais, que ninguém se lembre de revisitar as regras sobre o aborto na Bíblia (e deve-se assumir que ainda estavam em vigor no tempo de Jesus). Em nada têm a ver com as católicas.

'Pá, temos que criar um cartaz relacionado com a vida! Que vamos escolher? Ah, já sei! Troçar com a Greta!'

E a chanfrada é ela!

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---

Com este nível de crescimento, um português residente podia potencialmente pedir (digamos) 1000 euros de salário para trabalhar na hotelaria. Mas como um empresário consegue o mesmo pagando 500€ a um nepalês que está disposto a pagar 100€ de renda numa cave e partilhando uma retrete com 8 ou 10 pessoas, não tem qualquer necessidade de pagar 1000€ ao português. Não havendo nepalês, o empresário não teria alternativa. Havendo nepalês, o português faz as malas e vai cortar relva para a Bermuda.

O crescimento económico ia ocorrer, independentemente de ter o português com 1000 euros de salário ou o nepalês a ganhar 500. Ia diminuir a margem de lucro do empresário que é quem mais esfrega as mãos com a política de portas abertas.

Ou então a natalidade dos residentes é insuficiente para colmatar as necessidades e porque também em parte o português tem mais facilidade em trabalhar em hotelaria nos países vizinhos onde o nível de vida é muito melhor.

Pareces assumir que a maioria dos imigrantes vem para PT ganhar abaixo do legislado e o patrão fica a ganhar brutas margens. Nos supermercados locais associados à SONAE (Bensaúde cá) vejo african@s e brasileir@s com os mesmos direitos que os restantes. Asiáticas a limpar janelas ao lado de azoreanas de ginjeira. Um hipermercado local no verão até chegou a empregar 'estagiários' que mais pareciam ainda estar no secundário.

Se calhar o estereótipo não representa a realidade. Há certos imigrantes que são empurrados para as condições desumanas mas provavelmente a vasta maioria escolhe fazê-lo porque não estão imunes ao custo de vida e querem providenciar o máximo retorno para a família que ainda vive em piores condições no país de origem. Quem trouxer a família para PT deverá ter mais probabilidade de ficar no país de forma permanente mas isso não é de todo assegurado. Para muitos, incerto o seu número, PT é só temporário.

O objetivo final não é muito diferente do português que vai para a Suíça ou Alemanha e do Nepalês/Indiano/Filipino/Paquistanês que vem para PT. O problema depois é o choque cultural mas aí já abordei: Uma coisa é ser burocrata/empregador e outra é viver perto do empregado.
 
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Estás a dar-me razão.

Voltemos ao exemplo concreto do turismo e derivados que é o principal motor do crescimento económico.

Houve um conjunto de factores, a maioria exógenos, que levou a que Portugal se tornasse num país particularmente atractivo para novos visitantes. As pessoas que "investiram" em Portugal não o fizeram porque havia muitos imigrantes a viver em Portugal, fizeram-no porque a economia assim o pedia, independentemente de quem trabalhava ser português, imigrante, ou qualquer que fosse a proporção entre estes.

Existe a concepção errada que os imigrantes foram necessários porque a quantidade de portugueses residentes não era suficiente para responder a esse crescimento. Na realidade, essa necessidade só deriva do facto do balanço entre portugueses que saem e os que ficam, não responder ao crescimento o que obriga a recorrer a imigração.

Com este nível de crescimento, um português residente podia potencialmente pedir (digamos) 1000 euros de salário para trabalhar na hotelaria. Mas como um empresário consegue o mesmo pagando 500€ a um nepalês que está disposto a pagar 100€ de renda numa cave e partilhando uma retrete com 8 ou 10 pessoas, não tem qualquer necessidade de pagar 1000€ ao português. Não havendo nepalês, o empresário não teria alternativa que não oagar 1000€ ao português. Havendo nepalês, o português faz as malas e vai cortar relva para a Bermuda.

O crescimento económico ia ocorrer, independentemente de ter o português com 1000 euros de salário ou o nepalês a ganhar 500. Ia diminuir a margem de lucro do empresário que é quem mais esfrega as mãos com a política de portas abertas.

Em suma, a imigração está a resolver o problema da sustentabilidade da SS, escondendo de forma perversa que está a resolver um problema que a própria imigração criou: o êxodo induzido pelos baixos salários.

Mas há quem olhe para isto e ache fantástico.
E cria um problema grave a longo prazo, uma pressão insustentável na Segurança Social no dia que houver uma crise.

O salário médio dos imigrantes é inferior ao salário mínimo nacional, isto tem tudo para acabar muito mal.
 
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A presença do Núncio por si só devia afugentar muitas. Não iam gostar muito do 'conservadorismo' dele.

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Além do mais, que ninguém se lembre de revisitar as regras sobre o aborto na Bíblia (e deve-se assumir que ainda estavam em vigor no tempo de Jesus). Em nada têm a ver com as católicas.

'Pá, temos que criar um cartaz relacionado com a vida! Que vamos escolher? Ah, já sei! Troçar com a Greta!'

E a chanfrada é ela!

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Ou então a natalidade dos residentes é insuficiente para colmatar as necessidades e porque também em parte o português tem mais facilidade em trabalhar em hotelaria nos países vizinhos onde o nível de vida é muito melhor.

Pareces assumir que a maioria dos imigrantes vem para PT ganhar abaixo do legislado e o patrão fica a ganhar brutas margens. Nos supermercados locais associados à SONAE (Bensaúde cá) vejo african@s e brasileir@s com os mesmos direitos que os restantes. Asiáticas a limpar janelas ao lado de azoreanas de ginjeira. Um hipermercado local no verão até chegou a empregar 'estagiários' que mais pareciam ainda estar no secundário.

Se calhar o estereótipo não representa a realidade. Há certos imigrantes que são empurrados para as condições desumanas mas provavelmente a vasta maioria escolhe fazê-lo porque não estão imunes ao custo de vida e querem providenciar o máximo retorno para a família que ainda vive em piores condições no país de origem. Quem trouxer a família para PT deverá ter mais probabilidade de ficar no país de forma permanente mas isso não é de todo assegurado. Para muitos, incerto o seu número, PT é só de temporário.

O objetivo final não é muito diferente do português que vai para a Suíça ou Alemanha e do Nepalês/Indiano/Filipino/Paquistanês que vem para PT. O problema depois é o choque cultural mas aí já abordei: Uma coisa é ser burocrata/empregador e outra é viver perto do empregado.

A diferença é que o alemão, o suíço ou o holandês não está a sair da Alemanha, Suiça ou Holanda porque o português foi para lá fazer o trabalho dele por metade do preço. É esse o meu ponto e é por isso que a dinâmica e efeitos da imigração no mercado laboral não pode ser comparada com outros países.

É líquido que o imigrante tem rendimentos muito abaixo do legal. A ideia de que ganha 1000€ mas prefere viver como uma barata para mandar 800€ para a família é de um livro de poesia que não existe.
 
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A presença do Núncio por si só devia afugentar muitas. Não iam gostar muito do 'conservadorismo' dele.

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Além do mais, que ninguém se lembre de revisitar as regras sobre o aborto na Bíblia (e deve-se assumir que ainda estavam em vigor no tempo de Jesus). Em nada têm a ver com as católicas.

'Pá, temos que criar um cartaz relacionado com a vida! Que vamos escolher? Ah, já sei! Troçar com a Greta!'

E a chanfrada é ela!

0wppp46.jpeg


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Ou então a natalidade dos residentes é insuficiente para colmatar as necessidades e porque também em parte o português tem mais facilidade em trabalhar em hotelaria nos países vizinhos onde o nível de vida é muito melhor.

Pareces assumir que a maioria dos imigrantes vem para PT ganhar abaixo do legislado e o patrão fica a ganhar brutas margens. Nos supermercados locais associados à SONAE (Bensaúde cá) vejo african@s e brasileir@s com os mesmos direitos que os restantes. Asiáticas a limpar janelas ao lado de azoreanas de ginjeira. Um hipermercado local no verão até chegou a empregar 'estagiários' que mais pareciam ainda estar no secundário.

Se calhar o estereótipo não representa a realidade. Há certos imigrantes que são empurrados para as condições desumanas mas provavelmente a vasta maioria escolhe fazê-lo porque não estão imunes ao custo de vida e querem providenciar o máximo retorno para a família que ainda vive em piores condições no país de origem. Quem trouxer a família para PT deverá ter mais probabilidade de ficar no país de forma permanente mas isso não é de todo assegurado. Para muitos, incerto o seu número, PT é só de temporário.

O objetivo final não é muito diferente do português que vai para a Suíça ou Alemanha e do Nepalês/Indiano/Filipino/Paquistanês que vem para PT. O problema depois é o choque cultural mas aí já abordei: Uma coisa é ser burocrata/empregador e outra é viver perto do empregado.

A diferença é que o alemão, o suíço ou o holandês não está a sair da Alemanha, Suiça ou Holanda porque o português foi para lá fazer o trabalho dele por metade do preço. É esse o meu ponto e é por isso que a dinâmica e efeitos da imigração no mercado laboral não pode ser comparada com outros países.

É líquido que o imigrante tem rendimentos muito abaixo do legal. A ideia de que ganha 1000€ mas prefere viver como uma barata para mandar 800€ para a família é de um livro de poesia que não existe.
 
A diferença é que o alemão, o suíço ou o holandês não está a sair da Alemanha, Suiça ou Holanda porque o português foi para lá fazer o trabalho dele por metade do preço. É esse o meu ponto e é por isso que a dinâmica e efeitos da imigração no mercado laboral não pode ser comparada com outros países.

É líquido que o imigrante tem rendimentos muito abaixo do legal. A ideia de que ganha 1000€ mas prefere viver como uma barata para mandar 800€ para a família é de um livro de poesia que não existe.

O alemão, o suíço ou o holandês, em termos exageradamente simplificados, não têm assim tantas alternativas para melhorar.

Claramente não tens bem noção das condições de vida do típico nepalês/paquistanês/indiano/filipino. Ou das condições em que o típico emigrante português viveu há algumas décadas atrás nos países onde agora tende a viver razoavelmente bem.

Dos imigrantes, certos asiáticos são de longe os que sofrem mais em termos de exploração. Realidade muito diferente do típico africano (com maior identificação com PT) e brasileiro.
 
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Só dominar a língua do país para onde se emigra já faz uma enorme diferença.

Há uns meses num supermercado local houve um indiano(?) que queria comprar 2 iogurtes de um pack de 4. Partiu os 2, levou para o caixa e queria pagar. Muita dificuldade em perceber o valor que tinha que pagar e o empregado (azoreano de ginjeira) não se esforçou muito para explicar que ia pagar pelos 4 e que tinha que ir buscar os outros 2.

Como era a seguir, tentei explicar em inglês. Sem sucesso. Não parecia perceber patavina.

O tipo saiu frustrado porque levou 2 iogurtes, pagando por 4.

Era boa ou má pessoa? Não faço a mínima ideia e é nisto que basicamente se fala nas referências à burocracia.

Esse tipo de imigração é obviamente problemática. Vêm em grupos e se calhar só um ou outro está verdadeiramente preparado para rápida adaptação. Mas quantos mais critérios forem impostos, mais difícil será suprir qualquer necessidade em tempo útil.

É bem mais fácil delegar responsabilidades a terceiros no país de origem mas isso abre portas a todo o tipo de fraude e abuso.

Novamente, mandar bitaites e debitar políticas no teclado do PC é super fácil. Tomara que a realidade fosse igual.
 
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Só dominar a língua do país para onde se emigra já faz uma enorme diferença.

Há uns meses num supermercado local houve um indiano(?) que queria comprar 2 iogurtes de um pack de 4. Partiu os 2, levou para o caixa e queria pagar. Muita dificuldade em perceber o valor que tinha que pagar e o empregado (azoreano de ginjeira) não se esforçou muito para explicar que ia pagar pelos 4 e que tinha que ir buscar os outros 2.

Como era a seguir, tentei explicar em inglês. Sem sucesso. Não parecia perceber patavina.

O tipo saiu frustrado porque levou 2 iogurtes, pagando por 4.

Era boa ou má pessoa? Não faço a mínima ideia e é nisto que basicamente se fala nas referências à burocracia.

Esse tipo de imigração é obviamente problemática. Vêm em grupos e se calhar só um ou outro está verdadeiramente preparado para rápida adaptação. Mas quantos mais critérios forem impostos, mais difícil será suprir qualquer necessidade em tempo útil.

É bem mais fácil delegar responsabilidades a terceiros no país de origem mas isso abre portas a todo o tipo de fraude e abuso.

Novamente, mandar bitaites e debitar políticas no teclado do PC é super fácil. Tomara que a realidade fosse igual.

Não é justo pedir ao azoreano que ganha 800€ que se esforce muito inglês. O azoreano que estava na caixa daqui a 1 ano está na Bermuda. No seu lugar estará um indiano e será muito mais fácil explicar ao cliente a questão, porque falam a mesma língua. O problema ficará resolvido.
 
Não é justo pedir ao azoreano que ganha 800€ que se esforce muito inglês. O azoreano que estava na caixa daqui a 1 ano está na Bermuda. No seu lugar estará um indiano e será muito mais fácil explicar ao cliente a questão, porque falam a mesma língua. O problema ficará resolvido.

Justo é obrigar o azoreano a permanecer em PT a todo o custo e se contentar com o baixo salário que tem, para impedir uma invasão indiana e salvaguardar a Segurança Social. E deve ter pelo menos uns 3 filhos.

Tirando uns quantos restaurantes indianos, ainda não vi nenhum em caixas de supermercado nem em outro negócio 'português'. Vês? Sempre há vantagens em aceitar imigrantes com menos qualificações.
 
Justo é obrigar o azoreano a permanecer em PT a todo o custo e se contentar com o baixo salário que tem, para impedir uma invasão indiana e salvaguardar a Segurança Social. E deve ter pelo menos uns 3 filhos.

Tirando uns quantos restaurantes indianos, ainda não vi nenhum em caixas de supermercado nem em outro negócio 'português'. Vês? Sempre há vantagens em aceitar imigrantes com menos qualificações.
Com crescimento económico, o único motivo para os salários não aumentarem é alguém aceitar fazer mais por menos do que tu.

Eu também nunca vi um chinês a trabalhar numa fábrica de texteís do Vale do Ave.
 

Isto foi feito para dividir entre PS e PSD, bão contaram que surgisse um terceiro partido.

O PS já fez birra que disse que não vai aprovar o Orçamento de Estado se não fizerem o que ele quer. Ou seja, vai pôr a AD não mãos do Chega.
 
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Está muito mal esclarecido o que sucedeu ontem na Marcha Pela Vida. Há quem fale em gasolina atirada para mulheres e crianças e uma tentativa de puxar fogo às pessoas. Muito estranho nada se dizer sobre o agressor, idade, se tem filiação política, profissão, etc. É que isto é grave, tem todos os contornos de um ataque terrorista.