O Estado do país 2026

Ventura vai assumir-se como o novo líder da direita na segunda volta. Uma "Nova Direita", diz ele - anti-socialista e anti-esquerda. Quanta malta da IL e PSD se identifica com isto? Eu se fosse Seguro não estaria tão descansado.

É precisamente por isso que estes resultados, a confirmarem-se, podem ser muito úteis e esclarecedores. É agora que vamos ver o que é a chamada direita democrática em Portugal.
 
Os emigrantes em Franca sao um caso de estudo.

Muitos emigrantes Portugueses por todo o mundo sempre se acharam uma casta superior. Já assim era há 50 anos na Alemanha relativamente, por exemplo, aos Turcos. Complexos de inferioridade, no fundo.
 
Já comecou com o Marques Mendes. A vergonha total nao ter apelado ao voto no Seguro

Não acho uma vergonha não ter apelado hoje. Hoje não seria dia para isso. Mas acho uma vergonha ter já avisado que não o ia fazer. Ou seja, para Marques Mendes, é igual ao litro ter como Presidente Seguro ou o Coiso. Começam bem...
 
É precisamente por isso que estes resultados, a confirmarem-se, podem ser muito úteis e esclarecedores. É agora que vamos ver o que é a chamada direita democrática em Portugal.
Exatamente. Para o bem da democracia portuguesa é bom que Montenegro, Mariana Leitão e Cotrim decidam já esta noite se dão maior importância a serem democratas ou a serem de direita.
 
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Com tanto candidato competitivo, até é uma mini-derrota para o Ventura não ter ganho.

É bem possível que o caso Cotrim tenha impedido isso. Ou uma proximidade ameaçadora a Seguro.

A melhor ação é a neutralidade dos candidatos, sendo que ninguém sabe muito bem a influência de apoios de terceiros nas intenções de voto.
 
Muitos emigrantes Portugueses por todo o mundo sempre se acharam uma casta superior. Já assim era há 50 anos na Alemanha relativamente, por exemplo, aos Turcos. Complexos de inferioridade, no fundo.
Há uma diferença clara entre os emigrantes já muito antigos (França, Suíça, Luxemburgo, Andorra, Costa Leste dos EUA), que votam esmagadoramente Ventura, e os mais recentes (Irlanda, Países Baixos, Polónia, EAU), que votou claramente Seguro e Cotrim.
 
Está confirmado: a segunda volta será entre Ventura e Seguro. Cotrim deverá ter um aumento considerável da percentagem, com a contagem das zonas urbanas, mas já é estatisticamente impossível ultrapassar Ventura.

Bem, já sei em quem eu vou votar na segunda volta. :rolleyes:
 
Há uma diferença clara entre os emigrantes já muito antigos (França, Suíça, Luxemburgo, Andorra, Costa Leste dos EUA), que votam esmagadoramente Ventura, e os mais recentes (Irlanda, Países Baixos, Polónia, EAU), que votou claramente Seguro e Cotrim.

Obviamente. E o maior fator diferenciador serão as qualificações. Mas o que conta, no final, são os números.
 
É bem possível que o caso Cotrim tenha impedido isso. Ou uma proximidade ameaçadora a Seguro.

A melhor ação é a neutralidade dos candidatos, sendo que ninguém sabe muito bem a influência de apoios de terceiros nas intenções de voto.

Acrescento que se o Cotrim tivesse ficado em segundo, teria tido um discurso de vitória muito semelhante ao Ventura.

Sempre importante enfatizar as semelhanças.

Ao contrário do que o Montenegro diz, o espaço que representa está presente porque está-se a falar de um PR.

Novamente, é muito fácil saber o que é que boa parte do eleitorado do Chega quer... e começa por mexer no MP, TC...
 
Exatamente. Para o bem da democracia portuguesa é bom que Montenegro, Mariana Leitão e Cotrim decidam já esta noite se dão maior importância a serem democratas ou a serem de direita.

Não acho que tenham de o fazer hoje. Mas não estou certa que o façam de todo.