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António José Seguro avisa que culpa da "catástrofe" provocada pelo mau tempo "não pode morrer solteira"
Candidato diz que "não lhe passa pela cabeça" que Presidente da República e primeiro-ministro não estejam articulados. E pede uma "conversa séria" sobre maneira como se responde a "catástrofes".observador.pt
O senhor dos pactos e da moderação já fala em "culpa" no rescaldo de uma tempestade com ventos de 200 km/h.
Mais do que óbvio ao que vem e qual a sua primeira intenção. Ainda bem que tanto moderado o leva num andor.
Como se não tivesse havido Pedrogão e Marcelo. Elucida todos os moderados ingénuos... qual é a intenção do Seguro?
E de certeza que ouviste toda a declaração? Cá está:
'A culpa não pode morrer solteira... o que é que eu quero dizer com isto? Que passada esta situação, o país tem que ter uma conversa séria sobre a forma como pode e deve reagir a estas situações que não são novas'
O Seguro ou é um vazio de ideias ou é um esquerdo-fascista encapotado com uma agenda. Não pode ser as 2 simultaneamente.
Não vou recorrer ao Grok mas para mim "A culpa não pode morrer solteira" significa que: tem de haver culpados, alguém tem de assumir as culpas, os culpados têm que assumir as consequências dessa culpa. Não há segundos significados. É como dizer que "já vais ver o que te vou fazer" significa que quero falar civicamente com alguém.
Podes ter zero ideias para servir o país e uma ideia genial para servir os teus. Não há aqui nenhuma incompatibilidade.
Com o Seguro vamos todos ficar seguros. Nem ventos a 300 km/h, conseguirão fazer mossa.![]()
António José Seguro avisa que culpa da "catástrofe" provocada pelo mau tempo "não pode morrer solteira"
Candidato diz que "não lhe passa pela cabeça" que Presidente da República e primeiro-ministro não estejam articulados. E pede uma "conversa séria" sobre maneira como se responde a "catástrofes".observador.pt
O senhor dos pactos e da moderação já fala em "culpa" no rescaldo de uma tempestade com ventos de 200 km/h.
Mais do que óbvio ao que vem e qual a sua primeira intenção. Ainda bem que tanto moderado o leva num andor.
O que aconteceu a este homem em Vila Franca de Xira (e parece que é uma situação um pouco mais complicada do que parecia inicialmente, porque nem se consegue identificar a vítima) foi uma fatalidade que poderia ter acontecido a qualquer um de nós. Analisando as (poucas) estações amadoras que se mantiveram em funcionamento durante o período crítico, nos arredores de VFX, temos rajadas máximas de 101 km/h, e 66 km/h. As mais próximas pertencentes ao IPMA registaram 100 km/h (Lisboa, Relógio) e 80 km/h (Alcochete). Ou seja, e tal como previsto, a rajada máxima em VFX terá andado por um valor que justificaria ou avisa amarelo ou laranja, segundo os critérios de emissão do IPMA. Portanto, utilizar esta fatalidade para justificar o texto da petição é ridículo, a não ser que queiram que haja recolher obrigatório sempre que há um aviso laranja (em anos como o atual, uns 10 a 15 dias por ano - voltamos a 2020).O sofrimento e as dificuldades vivenciadas pelas pessoas, incluindo a tragédia da morte de um homem em Vila Franca de Xira, que morreu no desempenho das suas funções durante uma tempestade violenta
"A população", vulgo a massa acrítica de atrasados mentais que não sabe pensar pela sua cabeça, não consegue associar a frase "Vento intenso até 140 km/h nas próximas horas na sua região" a alguma perigosidade, sem que lhes digam que não será boa ideia sair de casa. Se acho que a mensagem da Ingrid foi infeliz, uma vez que parecia um convite a ir fazer bonecos de neve, esta mensagem é claríssima. Qualquer adulto que receba esta mensagem e mesmo assim ache que deve ir passear para ver as árvores a abanar deve ser livre de o fazer e de sofrer as consequências que daí advirem. Darwin tinha uma boa teoria que se poderia aplicar a estes casos.A população está cansada de orientações vagas (“evite sair”, “fique atento”) e da desresponsabilização do poder político sobre os impactos graves que os eventos extremos climáticos causam na vida das pessoas e do país.
Sempre que houver "alerta" vermelho fica tudo em casa. Quem quiser sair de casa em Lisboa com 41ºC leva com 200€ para ver se aprende. Se, no Porto, a máxima for superior a 38ºC durante 3 dias consecutivos fecham-se os hipermercados porque as cadeias logísticas são interrompidas, e "ai" do patrão que obrigue um camionista a transportar bem alimentares debaixo desse calor. Que fique em teletrabalho e envie os alimentos pela OneDrive. Nós, meteoloucos, estamos lixados, porque no dia em que tivermos um nevão a sério a cotas abaixo dos 1000 metros, vamos ter que ficar a vê-lo pela janela.É hora de o Governo utilizar plenamente as ferramentas legais que tem à sua disposição para proteger a população, incluindo: (...) Ordenar recolher obrigatório, interdição geo-específica da circulação, e teletrabalho obrigatório, sempre que as previsões meteorológicas e os modelos de risco indiquem perigo iminente, por exemplo a partir da emissão de um alerta vermelho. Aplicar coimas severas a quem não cumprir estas regras, inclusive entidades patronais que não dispensem os seus trabalhadores de funções não essenciais, de acordo com o estipulado na lei.
A melhor frase de todas. Só esta frase merece o decretar o estado de calamidade no cérebro do seu autor.Exigimos sistemas de previsão geo-espacialmente precisos, a nível municipal e mesmo de rua, capazes de prever as condições meteorológicas e de risco com precisão horária
É mesmo preciso um satélite para se perceber qual andaime tem mais risco de cair? Ou qual telhado tem mais telhas soltas? Ou se uma árvore está em risco?Investimento em tecnologia de ponta, como análise de dados satelitais, meteorológicos e ambientais, para identificar árvores e infra-estruturas urbanas com maior risco de queda
Ainda por cima alerta para isto. Felizmente não há qualquer enquadramento legal para decretar calamidade antes dos estragos ocorrerem, senão, bastava o ministro que achou por bem fazer um vídeo épico a roer as unhas no contexto de uma tragédia e a ministra que não consegue construir uma frase acharem que devem declarar o recolher obrigatório, e tínhamos que ficar todos presos em casa.Isto significa que o Governo tem o quadro legal para ordenar recolher obrigatório e outras medidas eficazes sem recorrer a figuras excepcionais como estado de emergência, desde que se utilize corretamente o regime de calamidade previsto na lei.
Anda aí uma petição que, por si só, deveria ser suficiente para decretar o estado de calamidade na cabeça dos seus autores. Analisando por partes:
O que aconteceu a este homem em Vila Franca de Xira (e parece que é uma situação um pouco mais complicada do que parecia inicialmente, porque nem se consegue identificar a vítima) foi uma fatalidade que poderia ter acontecido a qualquer um de nós. Analisando as (poucas) estações amadoras que se mantiveram em funcionamento durante o período crítico, nos arredores de VFX, temos rajadas máximas de 101 km/h, e 66 km/h. As mais próximas pertencentes ao IPMA registaram 100 km/h (Lisboa, Relógio) e 80 km/h (Alcochete). Ou seja, e tal como previsto, a rajada máxima em VFX terá andado por um valor que justificaria ou avisa amarelo ou laranja, segundo os critérios de emissão do IPMA. Portanto, utilizar esta fatalidade para justificar o texto da petição é ridículo, a não ser que queiram que haja recolher obrigatório sempre que há um aviso laranja (em anos como o atual, uns 10 a 15 dias por ano - voltamos a 2020).
"A população", vulgo a massa acrítica de atrasados mentais que não sabe pensar pela sua cabeça, não consegue associar a frase "Vento intenso até 140 km/h nas próximas horas na sua região" a alguma perigosidade, sem que lhes digam que não será boa ideia sair de casa. Se acho que a mensagem da Ingrid foi infeliz, uma vez que parecia um convite a ir fazer bonecos de neve, esta mensagem é claríssima. Qualquer adulto que receba esta mensagem e mesmo assim ache que deve ir passear para ver as árvores a abanar deve ser livre de o fazer e de sofrer as consequências que daí advirem. Darwin tinha uma boa teoria que se poderia aplicar a estes casos.
Sempre que houver "alerta" vermelho fica tudo em casa. Quem quiser sair de casa em Lisboa com 41ºC leva com 200€ para ver se aprende. Se, no Porto, a máxima for superior a 38ºC durante 3 dias consecutivos fecham-se os hipermercados porque as cadeias logísticas são interrompidas, e "ai" do patrão que obrigue um camionista a transportar bem alimentares debaixo desse calor. Que fique em teletrabalho e envie os alimentos pela OneDrive. Nós, meteoloucos, estamos lixados, porque no dia em que tivermos um nevão a sério a cotas abaixo dos 1000 metros, vamos ter que ficar a vê-lo pela janela.
A melhor frase de todas. Só esta frase merece o decretar o estado de calamidade no cérebro do seu autor.
Exige-se, então, um modelo meteorológico com malha de 10 metros, pois nunca se sabe quando o vento vai soprar com rajadas de 200 km/h na Avenida da República em Lisboa e na 5 de Outubro, a 20 metros de distância, está toda a gente na esplanada. E a influência que as torres das Amoreiras têm na circulação aos 987 hpa, nunca ninguém pensou integrar isto num modelo, mas é importante!
É mesmo preciso um satélite para se perceber qual andaime tem mais risco de cair? Ou qual telhado tem mais telhas soltas? Ou se uma árvore está em risco?
Ainda por cima alerta para isto. Felizmente não há qualquer enquadramento legal para decretar calamidade antes dos estragos ocorrerem, senão, bastava o ministro que achou por bem fazer um vídeo épico a roer as unhas no contexto de uma tragédia e a ministra que não consegue construir uma frase acharem que devem declarar o recolher obrigatório, e tínhamos que ficar todos presos em casa.
https://www.rtp.pt/noticias/pais/aj...ilitares-peritos-material-e-dinheiro_n1713353
https://pt.euronews.com/2026/01/29/...a-o-primeiro-pais-da-ue-a-ter-um-porta-drones