O Estado do país 2026


O senhor dos pactos e da moderação já fala em "culpa" no rescaldo de uma tempestade com ventos de 200 km/h.

Mais do que óbvio ao que vem e qual a sua primeira intenção. Ainda bem que tanto moderado o leva num andor.
 

O senhor dos pactos e da moderação já fala em "culpa" no rescaldo de uma tempestade com ventos de 200 km/h.

Mais do que óbvio ao que vem e qual a sua primeira intenção. Ainda bem que tanto moderado o leva num andor.

Como se não tivesse havido Pedrogão e Marcelo. Elucida todos os moderados ingénuos... qual é a intenção do Seguro?

E de certeza que ouviste toda a declaração? Cá está:

'A culpa não pode morrer solteira... o que é que eu quero dizer com isto? Que passada esta situação, o país tem que ter uma conversa séria sobre a forma como pode e deve reagir a estas situações que não são novas'

O Seguro ou é um vazio de ideias ou é um esquerdo-fascista encapotado com uma agenda. Não pode ser as 2 simultaneamente.
 
Última edição:
Como se não tivesse havido Pedrogão e Marcelo. Elucida todos os moderados ingénuos... qual é a intenção do Seguro?

E de certeza que ouviste toda a declaração? Cá está:

'A culpa não pode morrer solteira... o que é que eu quero dizer com isto? Que passada esta situação, o país tem que ter uma conversa séria sobre a forma como pode e deve reagir a estas situações que não são novas'

O Seguro ou é um vazio de ideias ou é um esquerdo-fascista encapotado com uma agenda. Não pode ser as 2 simultaneamente.

Não vou recorrer ao Grok mas para mim "A culpa não pode morrer solteira" significa que: tem de haver culpados, alguém tem de assumir as culpas, os culpados têm que assumir as consequências dessa culpa. Não há segundos significados. É como dizer que "já vais ver o que te vou fazer" significa que quero falar civicamente com alguém.

Podes ter zero ideias para servir o país e uma ideia genial para servir os teus. Não há aqui nenhuma incompatibilidade.
 
Não vou recorrer ao Grok mas para mim "A culpa não pode morrer solteira" significa que: tem de haver culpados, alguém tem de assumir as culpas, os culpados têm que assumir as consequências dessa culpa. Não há segundos significados. É como dizer que "já vais ver o que te vou fazer" significa que quero falar civicamente com alguém.

Podes ter zero ideias para servir o país e uma ideia genial para servir os teus. Não há aqui nenhuma incompatibilidade.

Felizmente o Seguro não expressou exatamente o mesmo que o Ventura.

Se fosse o caso, sabe-se lá que vaticinações já terias escrito. O fim estaria próximo, quiçá.

O Seguro é acusado de ser um vazio geral. Faz diferença.
 

O senhor dos pactos e da moderação já fala em "culpa" no rescaldo de uma tempestade com ventos de 200 km/h.

Mais do que óbvio ao que vem e qual a sua primeira intenção. Ainda bem que tanto moderado o leva num andor.
Com o Seguro vamos todos ficar seguros. Nem ventos a 300 km/h, conseguirão fazer mossa. :D

Completamente ridícula e duma pessoa sem noção alguma, e já procura culpados. O Seguro na primeira oportunidade que tiver vamos ver se não tira o tapete ao governo para colocar lá a escumalha socialista, esse Seguro não passa dum sonso e vai ser o pior PR de sempre.
 
Afinal vivemos uma grande mentira e somos um país falhado à escala europeia.

Entre 1999 e 2021 o país divergiu da média europeia. Depois de 2021 estagnou.

Os números não incluíram a imigração nos últimos anos. Quando se mete este indicador, estamos mais pobres do que pensamos.

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Quem governou mais tempo desde 1999 foi o PS. Votem neles outra vez.
 
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Anda aí uma petição que, por si só, deveria ser suficiente para decretar o estado de calamidade na cabeça dos seus autores. Analisando por partes:

O sofrimento e as dificuldades vivenciadas pelas pessoas, incluindo a tragédia da morte de um homem em Vila Franca de Xira, que morreu no desempenho das suas funções durante uma tempestade violenta
O que aconteceu a este homem em Vila Franca de Xira (e parece que é uma situação um pouco mais complicada do que parecia inicialmente, porque nem se consegue identificar a vítima) foi uma fatalidade que poderia ter acontecido a qualquer um de nós. Analisando as (poucas) estações amadoras que se mantiveram em funcionamento durante o período crítico, nos arredores de VFX, temos rajadas máximas de 101 km/h, e 66 km/h. As mais próximas pertencentes ao IPMA registaram 100 km/h (Lisboa, Relógio) e 80 km/h (Alcochete). Ou seja, e tal como previsto, a rajada máxima em VFX terá andado por um valor que justificaria ou avisa amarelo ou laranja, segundo os critérios de emissão do IPMA. Portanto, utilizar esta fatalidade para justificar o texto da petição é ridículo, a não ser que queiram que haja recolher obrigatório sempre que há um aviso laranja (em anos como o atual, uns 10 a 15 dias por ano - voltamos a 2020).

A população está cansada de orientações vagas (“evite sair”, “fique atento”) e da desresponsabilização do poder político sobre os impactos graves que os eventos extremos climáticos causam na vida das pessoas e do país.
"A população", vulgo a massa acrítica de atrasados mentais que não sabe pensar pela sua cabeça, não consegue associar a frase "Vento intenso até 140 km/h nas próximas horas na sua região" a alguma perigosidade, sem que lhes digam que não será boa ideia sair de casa. Se acho que a mensagem da Ingrid foi infeliz, uma vez que parecia um convite a ir fazer bonecos de neve, esta mensagem é claríssima. Qualquer adulto que receba esta mensagem e mesmo assim ache que deve ir passear para ver as árvores a abanar deve ser livre de o fazer e de sofrer as consequências que daí advirem. Darwin tinha uma boa teoria que se poderia aplicar a estes casos.

É hora de o Governo utilizar plenamente as ferramentas legais que tem à sua disposição para proteger a população, incluindo: (...) Ordenar recolher obrigatório, interdição geo-específica da circulação, e teletrabalho obrigatório, sempre que as previsões meteorológicas e os modelos de risco indiquem perigo iminente, por exemplo a partir da emissão de um alerta vermelho. Aplicar coimas severas a quem não cumprir estas regras, inclusive entidades patronais que não dispensem os seus trabalhadores de funções não essenciais, de acordo com o estipulado na lei.
Sempre que houver "alerta" vermelho fica tudo em casa. Quem quiser sair de casa em Lisboa com 41ºC leva com 200€ para ver se aprende. Se, no Porto, a máxima for superior a 38ºC durante 3 dias consecutivos fecham-se os hipermercados porque as cadeias logísticas são interrompidas, e "ai" do patrão que obrigue um camionista a transportar bem alimentares debaixo desse calor. Que fique em teletrabalho e envie os alimentos pela OneDrive. Nós, meteoloucos, estamos lixados, porque no dia em que tivermos um nevão a sério a cotas abaixo dos 1000 metros, vamos ter que ficar a vê-lo pela janela.

Exigimos sistemas de previsão geo-espacialmente precisos, a nível municipal e mesmo de rua, capazes de prever as condições meteorológicas e de risco com precisão horária
A melhor frase de todas. Só esta frase merece o decretar o estado de calamidade no cérebro do seu autor.
Exige-se, então, um modelo meteorológico com malha de 10 metros, pois nunca se sabe quando o vento vai soprar com rajadas de 200 km/h na Avenida da República em Lisboa e na 5 de Outubro, a 20 metros de distância, está toda a gente na esplanada. E a influência que as torres das Amoreiras têm na circulação aos 987 hpa, nunca ninguém pensou integrar isto num modelo, mas é importante!

Investimento em tecnologia de ponta, como análise de dados satelitais, meteorológicos e ambientais, para identificar árvores e infra-estruturas urbanas com maior risco de queda
É mesmo preciso um satélite para se perceber qual andaime tem mais risco de cair? Ou qual telhado tem mais telhas soltas? Ou se uma árvore está em risco?

Isto significa que o Governo tem o quadro legal para ordenar recolher obrigatório e outras medidas eficazes sem recorrer a figuras excepcionais como estado de emergência, desde que se utilize corretamente o regime de calamidade previsto na lei.
Ainda por cima alerta para isto. Felizmente não há qualquer enquadramento legal para decretar calamidade antes dos estragos ocorrerem, senão, bastava o ministro que achou por bem fazer um vídeo épico a roer as unhas no contexto de uma tragédia e a ministra que não consegue construir uma frase acharem que devem declarar o recolher obrigatório, e tínhamos que ficar todos presos em casa.
 
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Anda aí uma petição que, por si só, deveria ser suficiente para decretar o estado de calamidade na cabeça dos seus autores. Analisando por partes:


O que aconteceu a este homem em Vila Franca de Xira (e parece que é uma situação um pouco mais complicada do que parecia inicialmente, porque nem se consegue identificar a vítima) foi uma fatalidade que poderia ter acontecido a qualquer um de nós. Analisando as (poucas) estações amadoras que se mantiveram em funcionamento durante o período crítico, nos arredores de VFX, temos rajadas máximas de 101 km/h, e 66 km/h. As mais próximas pertencentes ao IPMA registaram 100 km/h (Lisboa, Relógio) e 80 km/h (Alcochete). Ou seja, e tal como previsto, a rajada máxima em VFX terá andado por um valor que justificaria ou avisa amarelo ou laranja, segundo os critérios de emissão do IPMA. Portanto, utilizar esta fatalidade para justificar o texto da petição é ridículo, a não ser que queiram que haja recolher obrigatório sempre que há um aviso laranja (em anos como o atual, uns 10 a 15 dias por ano - voltamos a 2020).


"A população", vulgo a massa acrítica de atrasados mentais que não sabe pensar pela sua cabeça, não consegue associar a frase "Vento intenso até 140 km/h nas próximas horas na sua região" a alguma perigosidade, sem que lhes digam que não será boa ideia sair de casa. Se acho que a mensagem da Ingrid foi infeliz, uma vez que parecia um convite a ir fazer bonecos de neve, esta mensagem é claríssima. Qualquer adulto que receba esta mensagem e mesmo assim ache que deve ir passear para ver as árvores a abanar deve ser livre de o fazer e de sofrer as consequências que daí advirem. Darwin tinha uma boa teoria que se poderia aplicar a estes casos.


Sempre que houver "alerta" vermelho fica tudo em casa. Quem quiser sair de casa em Lisboa com 41ºC leva com 200€ para ver se aprende. Se, no Porto, a máxima for superior a 38ºC durante 3 dias consecutivos fecham-se os hipermercados porque as cadeias logísticas são interrompidas, e "ai" do patrão que obrigue um camionista a transportar bem alimentares debaixo desse calor. Que fique em teletrabalho e envie os alimentos pela OneDrive. Nós, meteoloucos, estamos lixados, porque no dia em que tivermos um nevão a sério a cotas abaixo dos 1000 metros, vamos ter que ficar a vê-lo pela janela.


A melhor frase de todas. Só esta frase merece o decretar o estado de calamidade no cérebro do seu autor.
Exige-se, então, um modelo meteorológico com malha de 10 metros, pois nunca se sabe quando o vento vai soprar com rajadas de 200 km/h na Avenida da República em Lisboa e na 5 de Outubro, a 20 metros de distância, está toda a gente na esplanada. E a influência que as torres das Amoreiras têm na circulação aos 987 hpa, nunca ninguém pensou integrar isto num modelo, mas é importante!


É mesmo preciso um satélite para se perceber qual andaime tem mais risco de cair? Ou qual telhado tem mais telhas soltas? Ou se uma árvore está em risco?


Ainda por cima alerta para isto. Felizmente não há qualquer enquadramento legal para decretar calamidade antes dos estragos ocorrerem, senão, bastava o ministro que achou por bem fazer um vídeo épico a roer as unhas no contexto de uma tragédia e a ministra que não consegue construir uma frase acharem que devem declarar o recolher obrigatório, e tínhamos que ficar todos presos em casa.

É por isso que não me choca que haja pessoas reticentes em introduzir o termo "emergência climática" no quadro legal. Quanto mais próximo estivermos de vulgarizarmos essa terminologia, mais próximo estamos de vulgarizar estados de excepção e de atropelo a direitos, liberdades e garantias, por causa de vento e chuva.

Já vi muita gente que chora no 25 de Abril ao som de grândola vila morena dizer que defende uma ditadura ambiental porque viu uma caixa de cartão no lixo normal. Sempre que fosse encontrada uma palhinha de plástico na praia, as crianças dessa cidade deviam ficar em confinamento 1 semana para aprenderem.
 
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Reactions: N_Fig e frederico
-> https://pt.euronews.com/2026/01/29/...a-o-primeiro-pais-da-ue-a-ter-um-porta-drones

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Para um país pobre como PT, é um navio muito interessante. Ao menos não se enviará sucata para os exercícios.

A Turquia tem um conceito semelhante, o TGC Anadolu. Mas é um navio maior e a mais longa rampa certamente permite a utilização de drones mais pesados.

E o seguinte é completamente falso. Não tem nem tamanho nem capacidade para albergar, reabastecer e lançar jatos. É apenas e só um multifunções de baixo custo.