O Estado do país 2026

Não concordo com esses valores, porque raio um casal que tem dificuldade em engravidar e tem que fazer tratamentos só recebe 200 €, se for ao natural ou adoptado recebe entre 400 a 600 €, o casal que tem dificuldades devia receber era 1200 € pela coragem, determinação e empenho em ter um filho nessas condições que nem sempre os tratamentos resultam à primeira.


Epá, no meu tempo, o desafio era tentar conquistar a miúda gira da turma, às vezes, era preciso o paracetamol para curar a dor da estalada que ela nos dava. :D

Achar que alguém muda de ideias e decide ter um filho porque vai receber 200, 400 ou 600€ é não ter qualquer contacto com o mundo real. Outra coisa muito diferente é querer ter um filho ou descobrir-se uma gravidez que se decide manter e aproveitar o apoio se ele estiver disponível.
 
-> https://www.temasedebates.pt/produtos/ficha/a-biblia-tinha-mesmo-razao-/29270759



Primeiro episódio perdido dos 12.

O João Basto devia ser alijado e o Francisco devia ser o exclusivo orador com o mínimo de perguntas pré-elaboradas por parte do jornalista. É um completo desperdício do vasto conhecimento do Francisco.

O problema é que o resultado acabaria por não ser do agrado tanto dos ouvintes como provavelmente dos editores.

A informação é facilmente acessível em inglês mas portuguesa para portugueses... não há assim tanta consolidada. Algumas dezenas de horas poderiam ser facilmente acumuladas.
 
Foram vendidos pelos EUA à Nigéria.

Os portugueses vieram diretamente do Brasil.

Restrições dos tipos que explodem navios com evidências secretas e ou deixam os sobreviventes morrerem ou continuam a bombardeá-los até expirarem.

 
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As minhas ideias são polémicas, contudo cá para mim só haverá crescimento expressivo da natalidade se isso trouxer uma vantagem económica expressiva.

- as pensões do futuro deverão ter em conta a existência de filhos. Quem não tem, é fortemente penalizado , a não ser em casos excepcionais, pessoas que por razões de saúde não puderam trabalhar e cuidar de crianças. Obviamente, esta regra só contaria para quem tem agora menos de 30 anos.

- A co-parentalidade deve ser aceite e regulada, como alternativa ao casamento. As pessoas têm filhos em comum, partilham as responsabilidades, mas sem as restantes obrigações do casamento.

- as barrigas de aluguel devem ser liberalizadas, mesmo as comerciais. O acesso a sémen por mulheres solteiras também deve ser liberalizado e facilitado, mesmo que ocorra pela via comercial, em clínicas com licença para tal. A adopção deve ser estimulada.

- as políticas devem promover a queda do custo de vida, a poupança e a subida expressiva dos salários.

- as empresas que valorizem as grávidas e as mães devem ter benefícios e estímulos fiscais. As que discriminem devem ser punidas.

- nas universidades, as mães devem ter direito ao estatuto de trabalhador-estudante e isenção de propinas.
 

A vontade de Hugo Soares seria certamente marcar uma posição de força e aplicar um processo disciplinar aos deputados em causa. As novas lideranças do PSD aparentam desconhecer que na génese da criação do PSD-Madeira está um contrato entre a estrutura regional e a nacional. Contrato esse que permite, entre as coisas, furar a disciplina de voto nos temas que digam respeito à Madeira sem consequências disciplinares.

Hugo Soares foi pouco inteligente. Primeiro porque é óbvio que estes deputados votariam sempre contra os planos do governo nesta questão. Segundo porque o SSM é um tema sobre o qual os portugueses do continente desconhecem completamente ou não têm interesse, mesmo sendo vital no âmbito regional. Hugo Soares podia ter deixado os deputados regionais intervir como pediram e alegava a pluralidade. O óbvio (voto dissonante do partido) ia acontecer sempre em qualquer circunstância. O único mínimo "eco" nacional que terá é que Hugo Soares não deixou falar os seus próprios deputados, mesmo depois destes dizerem que o queriam fazer.
 

A principal função do governo nos próximos meses é garantir que não há um êxodo industrial na região. O mercado internacional (quer o que detêm as empresas quer o que tem nestas empresas o seu principal fornecedor) é particularmente sensível a padrões e repetição. Estas quebras de produção súbita por efeito de catástrofes não auguram nada de bom, pelo que o governo tem que se chegar à frente urgentemente para protecção do tecido empresarial afectado.
 
-> https://cnnportugal.iol.pt/miguel-s...-a-envolver/20260219/69978155d34e6a48f446c078

"Se ele [Donald Trump] for para a frente com isto, estamos perante uma crise gravíssima. O Irão não é um exército qualquer", afirma o comentador, apontando que as Forças Armadas do Irão são compostas por mais de 600 mil soldados e incluem três mil mísseis.

Além disso, Miguel Sousa Tavares afirma que "o Irão é o grande abastecedor de petróleo da China", a par da Rússia. "Os EUA não podem fazer à China o mesmo que fizeram a Cuba, que é cortar o abastecimento de petróleo. E a China tem forma de retaliar - por exemplo, tem terras raras de que os EUA precisam e tecnologia que os EUA usam e de que precisam", sublinha o comentador.

Quando se tem centenas de aeronaves em permanente sobrevoo, a utilidade dos tais 600 mil é bem menor do que se pensa. Especialmente num regime tão desprezado como o atual.

As cidades de mísseis são muito fixolas até as entradas/saídas forem destruídas.

Na globalidade, os israelitas não chegaram a entrar no espaço aéreo iraniano no último conflito. Havendo mais meios dos EUA, agora seria certamente diferente.



A melhor esperança iraniana seria a existência de um robusto arsenal de mísseis anti-navio para dissuadir a aproximação dos porta-aviões (psicologicamente teria um enorme impacto)... mas isso requer excecionais capacidades de reconhecimento/deteção e defesa anti-aérea (que nunca houve e que drasticamente piorou após o último conflito). Além do mais, os vizinhos árabes já disponibilizaram as suas bases para a acumulação, por isso a utilidade será sempre relativa.

Portugal será envolvido neste conflito como foi no último. Quanto muito, pagará mais um pouco por energia durante algum, pouco tempo.

O Montenegro não tem que falar porque não há nada para dizer. Suscitar o desprezo laranja em nada seria útil.
 
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