O Estado do país 2026

Immigrations from foreign countries are around 440 thousand in 2025, a slight decrease compared with the precious years (-2.6%). The decline affects both foreign citizens (383 thousand inflows, -2.5%) and Italians returning from foreign countries (56 thousand repatriations, -3.4%). Inflows decrease above all for foreign citizens coming from Central and Eastern Europe (60 thousand, -15.4%), particularly from Ukraine (-33.9%), and from European Union countries (38 thousand, -8.4%). There was also a decline in arrivals from Central and South America (55 thousand, -15.7%) and, to a lesser extent, from Africa (110 thousand, -2.9%) partly because immigration from Morocco, Egypt and Tunisia remained substantial (overall 76 thousand inflows). In contrast, inflows from Asia are 116 thousand, recording a significant increase (+18.6%), driven mainly by inflows from Bangladesh (37 thousand, +22.0%), India (17 thousand, +22.7%) and Pakistan (26 thousand, +20.0%). Italians returning to the Country came mainly (more than half of the total) from the European Union (31 thousand, +2.3%).

-> https://www.istat.it/en/press-release/demographic-indicators-year-2025/
 
Sempre relevante mas especialmente nos próximos meses.

Inflação é um fenómeno individual. Variação é um compósito.

INE:

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IPC e IHPC de Fevereiro foi 2.1%. Mas...

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Cuidado… não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe…

Ver anexo 32326

É verdade. O turismo é uma indústria volátil e exposta a factores internos e externos que não são controlados pela própria indústria do turismo. Mas isso é válido para praticamente todo e qualquer tipo de indústria.

Historicamente Portugal tira benefício destes conflitos, porque pesa mais na balança a falta de opções a leste do que a factura paga com a carteira por causa desses mesmos conflitos. Seria só estúpido não aproveitar esta onda.
 
É verdade. O turismo é uma indústria volátil e exposta a factores internos e externos que não são controlados pela própria indústria do turismo. Mas isso é válido para praticamente todo e qualquer tipo de indústria.

Historicamente Portugal tira benefício destes conflitos, porque pesa mais na balança a falta de opções a leste do que a factura paga com a carteira por causa desses mesmos conflitos. Seria só estúpido não aproveitar esta onda.
Sim é importante aproveitar, mas também é importante não gastar todos os lucros como se isto fosse durar sempre...
 
Em Olhão, finalmente uma obra interessante

 
Dois tipos com casos em tribunal muito interessantes.



Como até os fabricantes farmacêuticos no Irão foram atacados, o eventual fim dos bombardeamentos não acabará o conflito.
 
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Durante décadas houve um consenso nacional entre o PSD e o PS na gestão das fronteiras, especialmente após Portugal aderir a Schengen. Guterres ou Sócrates governaram dentro deste consenso, sem que fossem acusados de ser racistas ou xenófobos. Jorge Sampaio fez declarações a favor do controlo das fronteiras, sem ser acusado de ser fascista. Hoje o PS perdeu uma oportunidade de ouro para regressar à normalidade, e seguir o caminho do Labour inglês ou dos sociais-democratas dinamarqueses na gestão das migrações. Não é a AD que se radicalizou, o PS é que guinou à Esquerda e ficou igual ao Bloco. Hoje poderia ter ajudado a anular o Chega, mas não quer aceitar os sinais dos tempos e os ventos da História. Um conselho aos meus amigos de Esquerda: se continuarem a insistir na imigração, nem tão cedo regressam ao poder.
 
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As redes sociais continuam cheios de trolls russos e da Europa de Leste. Num mapa sobre a perda de população na Roménia nas últimas décadas, os comentários culpavam a UE. Na minha hora de almoço dei-me ao trabalho de responder a vários, e disse-lhes:

1) as maiores perdas ocorreram antes da entrada na UE;
2) a Rússia tem o mesmo problema e não está na UE;
3) Kalinegrado tem um índice de fertilidade em torno de 0,90 e faz parte da Rússia;
4) a Rússia só não perde mais população porque a comunidade muçulmana, que é grande, tem mais filhos.

Resta dizer que ficaram sem resposta.
Eu não sei é como é que alguém em 2026 ainda dá atenção àquilo que se diz nas caixas de comentários das redes sociais. A maioria das pessoas por lá são trolls, muitos pagos para "trollar" e com uma ideologia política bastante clara. :dry: Na era da inteligência artificial há muitos perfis nas redes sociais que nem sequer são geridos por pessoas reais, mas sim por computadores.

Antes de 2025 a ideologia política dependia muito da página e da bolha em questão, mas desde que Trump voltou ao poder no ano passado que em todas as redes sociais norte-americanas (com exceção do YouTube) todos os trolls têm uma clara ideologia, favorável aos interesses dos MAGA. :unsure:
 
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Daria para em PT parte da extrema-direita perder o pouco juízo que tem.



The Holy Mass was celebrated by Chorbishop sharbel Maroun of the St. Maron (Maronite) Catholic Church in Minneapolis (2021)
 
A propósito da Direita portuguesa e Israel…


Salazar, que eu saiba, nunca reconheceu o Estado de Israel e recusava o sionismo. Razão? Seguia a Doutrina da Igreja, que temia pelo futuro dos cristãos da Palestina (e estava certa…).

Agora vamos prestar atenção aos EUA. Os protestantes puritanos dão grande importância ao Antigo Testamento, e são muito pró Israel. O mesmo vale para os Evangélicos brasileiros. Os católicos, por sua vez, desconfiaram sempre do sionismo, embora se tenham acabado por render ao inevitável para tentar obter algum consenso que salve os lugares sagrados.

A Direita portuguesa que apoia Israel não segue a linha católica nem de Salazar. Copia sim a linha protestante dos EUA.
 
-> https://sapo.pt/artigo/aeroportos-p...acao-em-quatro-meses-69d02979ab7924a45d90eda2

A análise indica que Portugal poderá esgotar as suas reservas de querosene de aviação (jet fuel) em cerca de quatro meses, caso se mantenham as atuais limitações no comércio de petróleo. A Hungria poderá enfrentar a mesma situação em cinco meses, a Dinamarca em seis, a Itália e a Alemanha em sete, e a França e a Irlanda em oito meses.

No caso português, a Argus refere que os stocks deverão ser suficientes durante a primavera, uma vez que a única refinaria nacional concluiu os trabalhos de manutenção no ano passado. No entanto, Portugal retoma habitualmente as importações de querosene a partir de maio, sobretudo provenientes do Golfo Pérsico. Se, nessa altura, o tráfego de navios-tanque através do Estreito de Ormuz continuar condicionado, os níveis de reserva poderão cair rapidamente.

Continua-se a misturar reservas com preço. Entre outros problemas.