O Estado do país 2026

Alta pressão nos preços. Estrangeiros têm capacidade de pagar mais 43% por uma casa que os portugueses


Isto só confirma aquilo que já se sabia. É verdade que existe falta de oferta, mas os preços não estão a subir só por causa disso até porque em muitas zonas a grande maioria dos portugueses já não consegue comprar uma casa aos preços que estão atualmente. Mesmo assim, voltou-se a bater recorde em abril.
A descida da taxa de esforço vai impedir milhares portugueses de ter acesso à habitação, o que vai ser bom para os ricos terem mais oferta. Como nesses casos a taxa de esforço não é problema, também não vai ser assim que se consegue travar o aumento dos preços.

E depois temos isto:

Portugal está a ficar sem casas para os ricos. Mansões acima dos 8 milhões são raridade e estrangeiros estão a absorver a oferta


E assim se vende um país. Infelizmente para nós jovens não existem muitas alternativas a não ser deixar o país.
 

Alta pressão nos preços. Estrangeiros têm capacidade de pagar mais 43% por uma casa que os portugueses


Isto só confirma aquilo que já se sabia. É verdade que existe falta de oferta, mas os preços não estão a subir só por causa disso até porque em muitas zonas a grande maioria dos portugueses já não consegue comprar uma casa aos preços que estão atualmente. Mesmo assim, voltou-se a bater recorde em abril.
A descida da taxa de esforço vai impedir milhares portugueses de ter acesso à habitação, o que vai ser bom para os ricos terem mais oferta. Como nesses casos a taxa de esforço não é problema, também não vai ser assim que se consegue travar o aumento dos preços.

E depois temos isto:

Portugal está a ficar sem casas para os ricos. Mansões acima dos 8 milhões são raridade e estrangeiros estão a absorver a oferta


E assim se vende um país. Infelizmente para nós jovens não existem muitas alternativas a não ser deixar o país.
Vários países ricos proíbem os estrangeiros de comprar casa e taxam a doer a segunda habitação. Em Portugal medidas destas só com novos partidos. Estamos ainda a anos-luz desta discussão.
 
Vários países ricos proíbem os estrangeiros de comprar casa e taxam a doer a segunda habitação. Em Portugal medidas destas só com novos partidos. Estamos ainda a anos-luz desta discussão.
Concordo que isso devia ser feito, mas como já o referi, teria de ser apenas aplicável a estrangeiros que não são residentes.
Não sei bem o que se considera casas para ricos, mas neste momento são todas.
Há buracos a 500 mil euros e agora até garagens transformadas em apartamentos estão a aparecer por valores superiores a 200 mil.

No entanto, até acho estranho a última notícia, pois vejo muitas linhas de luxo a serem construídas por aí fora.

O BdP tem criticado muita a medida da Garantia Pública e acho que esta redução da taxa de esforço também se deve a isso, pois há muitos jovens a comprar casa no limite. É uma preocupação porque se as taxas de juro sobem não vai ser bonito. É, no entanto, uma decisão que faz com que se perca ainda mais a esperança de que ter casa própria venha a ser realidade algum dia daqui em diante para muitos jovens em Portugal.
 
O PS no seu melhor...

 
Como o tipo precisa de atenção em breve deverá começar a opinar sobre tudo e mais alguma coisa.

Com quase 3 meses de segurismo, quem se lembra dele?

 
Este partido noutro país qualquer europeu já estava entregue à sua insignificância.


A corrupção é alimento para socialistas, basta ver aqui ao lado, dão papas e tolos para enganar os espanhóis e depois é só casos de corrupção. Se a PJ fosse investigar as câmaras municipais que são do mesmo partido desde do 25 de Abril, iam ver a corrupção que grassa nas autarquias.

Ainda querem criar a regionalização, só se for para aumentar ainda mais a carga fiscal e para aumentar a corrupção, porque de resto, não trazia nada de novo para o país.
 
Este partido noutro país qualquer europeu já estava entregue à sua insignificância.


A corrupção é alimento para socialistas, basta ver aqui ao lado, dão papas e tolos para enganar os espanhóis e depois é só casos de corrupção. Se a PJ fosse investigar as câmaras municipais que são do mesmo partido desde do 25 de Abril, iam ver a corrupção que grassa nas autarquias.

Ainda querem criar a regionalização, só se for para aumentar ainda mais a carga fiscal e para aumentar a corrupção, porque de resto, não trazia nada de novo para o país.
Acho muito bem que investiguem tudo o que houver para investigar, pois estas situações não devem passar impunes sejam os envolvidos de que partido for.
No entanto, porque é que não dizes para irem investigar igualmente as autarquias do PSD? Certamente também deve haver lá muito para vasculhar. Só não me refiro ao CH porque entraram para o poder em algumas autarquias apenas no ano passado, mas já têm andado a favorecer os amigos e ainda nem 1 ano passou.

Seja o partido que for, salvo algumas exceções, se estiverem em algum cargo durante muito tempo há sempre abusos de poder, compadrio em adjudicações aos amigos e familiares, etc. etc. Em muitos casos, são até situações que estão fora do alcance do próprio partido.

A corrupção é uma das fragilidades da democracia portuguesa, mas não é alimento para os socialistas e acho desnecessário generalizar. É sim aquilo que alimenta o populismo, mas o partido que diz querer combatê-la também está cheio de gente metida onde não deve, além de defender com unhas e dentes o regresso de um período onde a corrupção também dominava.
 
Se algum dia chegar a esta idade e/ou estado, espero que haja alguém na minha vida que goste de mim o suficiente para me impedir de fazer estas figuras em público.


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Se as reações dos serviços públicos atingidos são normais e compreensíveis, o mesmo não se pode dizer do Tribunal de Contas, um órgão de soberania, que perante a proposta governamental da sua reforma se assumiu exasperadamente como se fosse um detentor de poder burocrático.

Face à proposta do governo de redução do limiar de fiscalização prévia dos contratos públicos, indo ao encontro do sistema que vigora nos países da União Europeia, o Tribunal de Contas emitiu um “parecer jurídico de teor panfletário”, numa “manifestação clara de corporativismo judicial”, nas palavras do constitucionalista Rui Medeiros.

Brilhante artigo de Cavaco Silva, a explicar a quase impossibilidade de eliminação da burocracia e a defender a decisão do governo de terminar com o visto prévio do Tribunal de Contas para despesas pouco elevadas (visto prévio esse que vigora desde o Estado Novo e que nunca impediu qualquer acto de corrupção).