Pandemia da COVID-19 2022

Como assim? Eles com o código que te dão podes fazer teste onde quiseres, praticamente. E não pagas.
Com os códigos fornecidos pelo SNS24 podes fazer em qualquer lado de forma gratuita! O problema é outro: há tantas prescrições por haver tantos casos que há uma imensa dificuldade em fazer teste atempadamente, privado incluído. Aliás, os testes prescritos pelo SNS24 foram, desde sempre, realizados esmagadoramente no privado.
Entretanto conseguimos marcação para amanhã com o código do SNS, num drive thru. Mas sim os laboratórios estão a abarrotar.
 
Entretanto conseguimos marcação para amanhã com o código do SNS, num drive thru. Mas sim os laboratórios estão a abarrotar.
E é de admirar? Sim, muita gente infectada em simultâneo tem consequências. Espero que chumbem!
 
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E é de admirar? Sim, muita gente infectada em simultâneo tem consequências. Espero que chumbem!
Obrigado!
Mas depois temos estas discrepâncias do SNS que não se percebe. O meu irmão deu positivo e o enfermeiro da Saúde 24 disse para ficarmos todos em casa. Até aqui tudo bem...mas soube há pouco do caso de um amigo que também deu positivo mas disseram-lhe que a mulher dele não tinha de se isolar...
 
Obrigado!
Mas depois temos estas discrepâncias do SNS que não se percebe. O meu irmão deu positivo e o enfermeiro da Saúde 24 disse para ficarmos todos em casa. Até aqui tudo bem...mas soube há pouco do caso de um amigo que também deu positivo mas disseram-lhe que a mulher dele não tinha de se isolar...
Se calhar a mulher do teu amigo está chateada com ele! :D
 
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A week into a fourth dose trial at a major Israeli hospital, researchers saw participants' antibody levels increase five-fold.
But Gili Regev-Yochay, who is leading Sheba Medical Centre's study, said that while the jump restored protection provided by a third dose, it was lower than what she had hoped for.

"I expect to see it continue rising, the peak of antibodies usually occurs two to four weeks in," she told Army Radio.
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Há que testar a 5ª dose.
 
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Proporção de casos notificados com atraso duplicou e 60% dos contactos não são rastreados em 24 horas

“A capacidade de rastreamento de contactos de casos e de rapidez da notificação laboratorial revela sinais de pressão. A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são elevados, com tendência crescente nas hospitalizações. Dado o rápido aumento de casos, mesmo tendo em consideração a menor gravidade da variante Ómicron, é provável um aumento de pressão sobre o todo o sistema de saúde e na mortalidade, recomendando-se a manutenção de todas as medidas de protecção individual e a intensificação da vacinação de reforço”, sublinham os especialistas da DGS e do Insa.
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Para se ter uma ideia, o meu irmão deu positivo na quarta à noite e só hoje à tarde é que foi fazer o PCR. Está a ficar incomportável.
 
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Proporção de casos notificados com atraso duplicou e 60% dos contactos não são rastreados em 24 horas

“A capacidade de rastreamento de contactos de casos e de rapidez da notificação laboratorial revela sinais de pressão. A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são elevados, com tendência crescente nas hospitalizações. Dado o rápido aumento de casos, mesmo tendo em consideração a menor gravidade da variante Ómicron, é provável um aumento de pressão sobre o todo o sistema de saúde e na mortalidade, recomendando-se a manutenção de todas as medidas de protecção individual e a intensificação da vacinação de reforço”, sublinham os especialistas da DGS e do Insa.
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Para se ter uma ideia, o meu irmão deu positivo na quarta à noite e só hoje à tarde é que foi fazer o PCR. Está a ficar incomportável.
Sim, ter 40 mil casos por dia tem consequências. Também por isso (e principalmente porque morrem pessoas - nos últimos 7 dias morreram 3 pessoas na casa dos quarenta para quem continua a achar que são só idosos) talvez fosse boa ideia tentar fazer os possíveis para não haver 40 mil casos por dia. É só uma ideia. Um bocado radical, aparentemente...
 
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Segundo o boletim da DGS a incidência de positivos nos maiores concelhos da Grande Lisboa, só para dar um exemplo, ronda os 4 000 casos por 100 000 habitantes em 14 dias. Isso significa que 4% da população da AML teve um teste positivo nos últimos 14 dias.
Os números deverão ser bem maiores, uma vez que 2/3 dos infectados são assintomáticos, os testes de antigénio têm uma sensibilidade relativamente baixa para detectar a Omicron e há um enorme atraso na realização dos testes PCR.
Mas, mesmo assim, vamos assumir que "apenas" 4% da população da AML esteve infectada com a Omicron nos últimos 14 dias.
Alguém viu ambulâncias à porta de Hospitais como por vezes acontece durante picos de gripe (que nunca atingem 4% da população em 14 dias)? Alguém ouviu falar em caos no atendimento de doentes (de positivos assintomáticos não conta)?

A verdade é que registaram-se em todo o país 315 000 casos positivos em 14 dias, 3% da população. Na realidade terão sido o dobro, ou o triplo, ou até mais. E, por incrível que pareça (é certo que o tempo quente também terá ajudado), estamos desde dia 2 de janeiro a registar mortalidade abaixo da média 2009-2021 para dias homólogos. Em alguns dias, até dentro do 4º quartil... E, ainda que não sejam número definitivos, o 6 de janeiro terá batido o record mínimo de mortalidade desde 2009...

Entretanto o número de casos em LVT parece começar a aplanar, seguindo a tendência de vários outros focos da Omicron com dados públicos (Gauteng, Londres, Comunidad de Madrid), onde o período de crescimento até ao pico é de aproximadamente 3 semanas, começando a baixar sem que tenha sido imposta nenhuma medida de contenção relevante (o que leva à conclusão que esta descida só terá ocorrido por um nível elevado de imunidade por infecção recente, que não é suportável pelos 4/6% de população infectada "oficial").
A nível nacional o pico deverá ser registado nos próximos 5/7 dias e com média móvel abaixo dos 40 000 casos diários (um valor per capita similar ao pico do UK, Dinamarca e Comunidad de Madrid por exemplo). Depois, a minha aposta é que desça de forma relativamente rápida até atingir o equilíbrio endémico.

Não será uma constipação. Mas é certamente uma gripe fraca.
 
Segundo o boletim da DGS a incidência de positivos nos maiores concelhos da Grande Lisboa, só para dar um exemplo, ronda os 4 000 casos por 100 000 habitantes em 14 dias. Isso significa que 4% da população da AML teve um teste positivo nos últimos 14 dias.
Os números deverão ser bem maiores, uma vez que 2/3 dos infectados são assintomáticos, os testes de antigénio têm uma sensibilidade relativamente baixa para detectar a Omicron e há um enorme atraso na realização dos testes PCR.
Mas, mesmo assim, vamos assumir que "apenas" 4% da população da AML esteve infectada com a Omicron nos últimos 14 dias.
Alguém viu ambulâncias à porta de Hospitais como por vezes acontece durante picos de gripe (que nunca atingem 4% da população em 14 dias)? Alguém ouviu falar em caos no atendimento de doentes (de positivos assintomáticos não conta)?

A verdade é que registaram-se em todo o país 315 000 casos positivos em 14 dias, 3% da população. Na realidade terão sido o dobro, ou o triplo, ou até mais. E, por incrível que pareça (é certo que o tempo quente também terá ajudado), estamos desde dia 2 de janeiro a registar mortalidade abaixo da média 2009-2021 para dias homólogos. Em alguns dias, até dentro do 4º quartil... E, ainda que não sejam número definitivos, o 6 de janeiro terá batido o record mínimo de mortalidade desde 2009...

Entretanto o número de casos em LVT parece começar a aplanar, seguindo a tendência de vários outros focos da Omicron com dados públicos (Gauteng, Londres, Comunidad de Madrid), onde o período de crescimento até ao pico é de aproximadamente 3 semanas, começando a baixar sem que tenha sido imposta nenhuma medida de contenção relevante (o que leva à conclusão que esta descida só terá ocorrido por um nível elevado de imunidade por infecção recente, que não é suportável pelos 4/6% de população infectada "oficial").
A nível nacional o pico deverá ser registado nos próximos 5/7 dias e com média móvel abaixo dos 40 000 casos diários (um valor per capita similar ao pico do UK, Dinamarca e Comunidad de Madrid por exemplo). Depois, a minha aposta é que desça de forma relativamente rápida até atingir o equilíbrio endémico.

Não será uma constipação. Mas é certamente uma gripe fraca.
Absolutamente de acordo mas com algumas cautelas do ponto de vista da imprevisibilidade que este virus parece ainda ter nos diferentes sintomas que apresenta.
2 casos recentes que conheço:

- Sexo feminino/ faixa etária 45-50. Forte dor de garganta por 24 horas, nada mais a assinalar, sem febre relevante. A pessoa sofria periodicamente de sintomatologia pior em constipações e gripes.
- Sexo masculino idade 40-45, saudável embora fumador (pequena quantidade). Sintomatologia intensa durante 24 horas: picos de febre, suores intensos. Mantém após recuperação muito cansaço, muita dificuldade em fazer esforços normais quotidianos.


Sem ter dúvidas que a Omicron tem tido um impacto muito menor ao nível das hospitalizações, o sars-Cov 2 ainda apresenta alguns mistérios por desvendar.
Mas sem dúvida que o abrir da sociedade não só é uma inevitabilidade como os confinamentos se começam a parecer quase irrelevantes face ao perfil mais endémico atual deste virus.