Política e economia internacional 2020

2017:

Jens Weidmann takes aim at ECB decision on extending QE

“We are not talking about putting the brakes on monetary policy, but merely about not pushing down on the accelerator further,” Mr Weidmann said in Paris on Friday. “Against the backdrop of the ongoing, increasingly broad economic upswing, I do not think it is necessary …In the short term the economy could grow even more strongly than previously expected.”

2019:

Weidmann warns he will oppose expanded ECB bond buying

The ECB operates under self-imposed curbs on how much of a eurozone member state’s debt it can own — currently one-third of a state’s outstanding stock of bonds. Jens Weidmann has long been worried that if those limits were dismantled, the Bank would in effect be underwriting a country’s budget. Now Mr Weidmann has said he hopes the ECB’s recent relaunch of its bond buying would “not lead to these restrictions being called into question”, adding that “nothing has changed in the correctness and importance of the limits”.
 
Duvido.

Mas é um problema legal que o BCE não pode ignorar. Especialmente se houverem resgates.

A 'bazuka' não é resposta à Alemanha. É, basicamente, uma reação desesperada e vai funcionar tão bem desta vez como na anterior.

https://www.reuters.com/article/us-...t-here-to-close-spreads-comment-idUSKBN20Z3DW vs https://uk.reuters.com/article/uk-h...ll-lane-says-as-economy-shrinks-idUKKBN22D4XM

Lagarde justificou a decisao com a deflacao. Está justificado. Nao sao os juizes que fazem politica monetária. Nem na Alemanha, nem na Zona Euro nem em lado nenhum. Sao os Bancos Centrais.
 
Lagarde justificou a decisao com a deflacao. Está justificado. Nao sao os juizes que fazem politica monetária. Nem na Alemanha, nem na Zona Euro nem em lado nenhum. Sao os Bancos Centrais.

2019? Onde é que isso ja vai. O que aconteceu antes da de Marco de 2020 ja nao conta para nada. O mundo mudou em 2 meses.

Não há proporcionalidade na decisão do BCE, que está descaradamente a tentar evitar a insolvência de certos países.

Os economistas também não selecionam as leis que querem cumprir. Deflação não é um argumento legal.

Os bancos centrais não podem emprestar a qualquer um. Pela tua lógica, a Lagarde podia defender isso já que o mundo é outro.

O Weidmann não se converteu mas se o programa anterior falhou, este não vai ser diferente.
 
Não há proporcionalidade na decisão do BCE, que está descaradamente a tentar evitar a insolvência de certos países.

Os economistas também não selecionam as leis que querem cumprir. Deflação não é um argumento legal.

Os bancos centrais não podem emprestar a qualquer um. Pela tua lógica, a Lagarde podia defender isso já que o mundo é outro.

O Weidmann não se converteu mas se o programa anterior falhou, este não vai ser diferente.

Falhou porque? Porque o Tribunal da Alemanha diz que falhou? E quem que diz que nao ha proporcionalidade? A nao ser que o Orion seja economista.

Mas a Lagarde justificou mesmo por o mundo ser outro. O risco de contracao e de deflacao na zona Euro aumentou consideravelmente e portanto o programa faz sentido.
 
(ANSA) - Rome, June 4 - The coronavirus crisis will push Italian GDP back down to 2000 levels and so we "all have a duty to make a choral effort, all together, to recoup the lost 20 years together," Premier Giuseppe Conte said at the webinar EY Digital Talk event "Italia Riparte" (Italy Restarts) on Thursday.
He said a "drastic" cut in red tape was required to help the post-virus-crisis recovery. Conte said "we don't yet know the full scope of the crisis" and called for an "organic" reform to achieve a "fair and efficient tax system".
The premier said he would call an estates general of social partners to help forge a recovery plan.

O Conte está a pedir o impossível.

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Mas a Lagarde justificou mesmo por o mundo ser outro. O risco de contracao e de deflacao na zona Euro aumentou consideravelmente e portanto o programa faz sentido.

Falhou porque? Porque o Tribunal da Alemanha diz que falhou? E quem que diz que nao ha proporcionalidade? A nao ser que o Orion seja economista.

És economista mas não escolhes as leis que queres cumprir.

'Não gostar da lei' não é argumento legal.

'O programa faz sentido' não é argumento legal.

'Deflação' não é argumento legal.

A Lagarde não pode mandar à fava um tribunal alemão como poderia ter feito com um de outro país mais irrelevante.

Relembro que as decisões do BCE estão a ter e vão ter um enorme impacto nas poupanças alemãs. E serão os contribuintes alemães que estão na fila para contribuírem para os fundos de resgate.

A política monetária afeta todos os países. Proporcionalidade interessa.
 
O Conte está a pedir o impossível.

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És economista mas não escolhes as leis que queres cumprir.

'Não gostar da lei' não é argumento legal.

'O programa faz sentido' não é argumento legal.

'Deflação' não é argumento legal.

A Lagarde não pode mandar à fava um tribunal alemão como poderia ter feito com um de outro país mais irrelevante.

Relembro que as decisões do BCE estão a ter e vão ter um enorme impacto nas poupanças alemãs. E serão os contribuintes alemães que estão na fila para contribuírem para os fundos de resgate.

A política monetária afeta todos os países. Proporcionalidade interessa.

O mandato do BCE é a estabilidade de precos. Portanto sim, deflacao é argumento legal. A politica monetária nao se faz com Leis. As Leis definem o mandato, nao definem as taxas de juro. O BCE é livre de fazer o que bem entender para garantir a estabilidade de precos. O TCA intrometeu-se na politica monetária. Isso é que foi uma violacao da lei.

O BCE responde pela zona Euro, é o Banco Central da Zona Euro, nao é da Alemanha. Se Lagarde ceder a Alemanha entao aí é que o Euro acaba e da-se razao 'aqueles que estao sempre a dizer que o Euro é Alemao.

Aqui quem está mal nao é o BCE, mas a arquitetura do Euro e falta de integracao Europeia. O que a decisao do TCA pos a nú é a falta de integracao da zona Euro. Conclusao: terminem o trabalho que comecaram e integrem a zona Euro como deve ser.
 
O que o gráfico quer dizer é que, desde o período de referência, ano de 1998, o PIB espanhol cresceu mais que o francês
Ah, está bem... :D