@irpsit,
o que aconteceu com a Queda do Império Romano foi também a queda de uma civilização do Mundo Antigo, em que houve uma regressão civilizacional em alguns aspectos, sendo que uma das consequências foi a regressão na Ciência. Por exemplo, durante séculos não foi possível fazer disseções em cadáveres, e até ao Renascimento ensinou-se a Anatomia de Galeno, que era muito incompleta e com erros, pois Galeno tinha usado porcos e macacos nos seus estudos. Uma das causas dessa queda foram dois fanatismos, o fanatismo cristão e o fanatismo muçulmano, que apareceu depois. Contudo, durante alguns séculos, os muçulmanos vão preservar e até desenvolver muitos conhecimentos antigos, no Sul da Península Ibérica, em Damasco e em Bagdade.
Actualmente temos núcleos de fanatismo que vão crescendo. Temos grupos que acreditam que a Terra é plana. Os Testemunhas de Jeová, aos poucos, ganham cada vez mais adeptos, bem como os Cientologistas. Mas o maior fanatismo é o muçulmano. Há 60 anos eram poucas as mulheres com véu no Egipto. No Irão de Pahlavi até havia associações LGBT. A Turquia de Ataturk era mais liberal que a Turquia actual de Erdogan.
A questão das vacinas é preocupante pois apenas uma doença está erradicada, a varíola. Se não fosse a guerra no Afeganistão, provavelmente a poliomielite também já estaria. É possível também erradicar o sarampo. Contudo, a partir do momento em que as pessoas desistem da vacinação, esse objectivo torna-se impossível de alcançar. E o grande problema de deixarmos os bichos à solta é que podem sofrer mutações e ganhar resistências. Por isso é tão importante a erradicação. Assim, recusar a vacinação não só é irracional como um risco para toda a Humanidade. O mesmo se pode dizer dos doentes que recusam tomar a medicação para HIV porque leram na internet que o vírus não existe. Acabarão por evoluir para SIDA, tornar-se incubadoras de bactérias e fungos resistentes, e pior, podem andar a transmitir o vírus. Neste momento com as ferramentas disponíveis é possível caminhar para a eliminação gradual do HIV em algumas décadas. É possível aliás ter-se perto de 0 novos casos por ano, pelo menos no Ocidente. Mas se as pessoas não fazem tratamento, não fazem análises e não usam protecção, o vírus continuará por aí. Há até grupos de homossexuais que fazem «bareback», não usam preservativo porque acreditam que o HIV é uma doença crónica como a diabetes e que vão viver até aos 80 ou 90 anos se fizerem o tratamento. Esquecem-se é que o vírus é muito inteligente, ganha resistências, e já há estirpes muito raras super resistentes que têm aparecido nestes homossexuais altamente promíscuos nos EUA; gente que pode ter 50 parceiros diferentes só num ano.
Eu não sou contra as Medicinas Alternativas, desde que os doentes continuem a fazer a Medicina convencional. O que sou contra é esta pseudociência que se traduz numa regressão civilizacional e que leva as pessoas a recusar vacinas, a não fazer exames, a recusar tratamentos, pondo em risco toda a comunidade. Também não sou contra os vegan, sou sim contra quem segue essa dieta sem consultar primeiro um nutricionista ou médico, pois é necessário planear as refeições, tomar suplementos vitamínicos, e ter tempo livre para preparar as refeições.
o que aconteceu com a Queda do Império Romano foi também a queda de uma civilização do Mundo Antigo, em que houve uma regressão civilizacional em alguns aspectos, sendo que uma das consequências foi a regressão na Ciência. Por exemplo, durante séculos não foi possível fazer disseções em cadáveres, e até ao Renascimento ensinou-se a Anatomia de Galeno, que era muito incompleta e com erros, pois Galeno tinha usado porcos e macacos nos seus estudos. Uma das causas dessa queda foram dois fanatismos, o fanatismo cristão e o fanatismo muçulmano, que apareceu depois. Contudo, durante alguns séculos, os muçulmanos vão preservar e até desenvolver muitos conhecimentos antigos, no Sul da Península Ibérica, em Damasco e em Bagdade.
Actualmente temos núcleos de fanatismo que vão crescendo. Temos grupos que acreditam que a Terra é plana. Os Testemunhas de Jeová, aos poucos, ganham cada vez mais adeptos, bem como os Cientologistas. Mas o maior fanatismo é o muçulmano. Há 60 anos eram poucas as mulheres com véu no Egipto. No Irão de Pahlavi até havia associações LGBT. A Turquia de Ataturk era mais liberal que a Turquia actual de Erdogan.
A questão das vacinas é preocupante pois apenas uma doença está erradicada, a varíola. Se não fosse a guerra no Afeganistão, provavelmente a poliomielite também já estaria. É possível também erradicar o sarampo. Contudo, a partir do momento em que as pessoas desistem da vacinação, esse objectivo torna-se impossível de alcançar. E o grande problema de deixarmos os bichos à solta é que podem sofrer mutações e ganhar resistências. Por isso é tão importante a erradicação. Assim, recusar a vacinação não só é irracional como um risco para toda a Humanidade. O mesmo se pode dizer dos doentes que recusam tomar a medicação para HIV porque leram na internet que o vírus não existe. Acabarão por evoluir para SIDA, tornar-se incubadoras de bactérias e fungos resistentes, e pior, podem andar a transmitir o vírus. Neste momento com as ferramentas disponíveis é possível caminhar para a eliminação gradual do HIV em algumas décadas. É possível aliás ter-se perto de 0 novos casos por ano, pelo menos no Ocidente. Mas se as pessoas não fazem tratamento, não fazem análises e não usam protecção, o vírus continuará por aí. Há até grupos de homossexuais que fazem «bareback», não usam preservativo porque acreditam que o HIV é uma doença crónica como a diabetes e que vão viver até aos 80 ou 90 anos se fizerem o tratamento. Esquecem-se é que o vírus é muito inteligente, ganha resistências, e já há estirpes muito raras super resistentes que têm aparecido nestes homossexuais altamente promíscuos nos EUA; gente que pode ter 50 parceiros diferentes só num ano.
Eu não sou contra as Medicinas Alternativas, desde que os doentes continuem a fazer a Medicina convencional. O que sou contra é esta pseudociência que se traduz numa regressão civilizacional e que leva as pessoas a recusar vacinas, a não fazer exames, a recusar tratamentos, pondo em risco toda a comunidade. Também não sou contra os vegan, sou sim contra quem segue essa dieta sem consultar primeiro um nutricionista ou médico, pois é necessário planear as refeições, tomar suplementos vitamínicos, e ter tempo livre para preparar as refeições.
