Política e economia internacional

Estado
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Países que emitem moeda própria nunca entram em falência.

Não é possível comparar o plano islandês com o nosso, justamente porque eles têm moeda própria e por isso estão a recuperar rapidamente.

Em 1989 a inflação em PT andava pelos 11%... e ninguém se matou por causa disso.

Há austeridade de esquerda mas é dirigida à acumulação de capital, operações especulativas e controlo da circulação de capitais.

O xuxalismo é imensamente mais saudável do que a arrogância, o imperialismo e o individualismo. As pessoas cooperam, não competem.

Acho interessante dar crédito a uma organização criminosa como IMF que já assumiu publicamente que se enganou nos estudos que suportam as suas decisões, que publicou esses estudos sem qualquer suporte académico e cujos 2 presidentes estão envolvidos em escândalos financeiros e de comportamento social.
 
FASCISMO INSTALA-SE PAULATINAMENTE


Por toda a Europa a indignação com a proposta para uma nova Lei das Sementes, a ser votada no próximo dia 6 de Maio entre os Comissários europeus, sobe de tom. As associações, organizações, agricultores e agricultoras, horticultores e horticultoras e pequenos criadores que trabalham para preservar as sementes tradicionais, pedem uma revisão drástica à actual proposta, de forma a salvaguardar a agro-biodiversidade, os direitos dos agricultores e consumidores, a segurança alimentar local e a herança bio-cultural associada às sementes de propagação livre. Em Portugal, 28 organizações representantes da sociedade civil entregam hoje uma carta aberta ao Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.



O novo regulamento europeu vem agravar o clima restritivo e burocrático que rege a comercialização de sementes de cultivo. A obrigação de registar toda e qualquer variedade de semente que possa trocar de mãos, mesmo a título gratuito, trará custos e processos administrativos impeditivos para os agricultores que usam sementes próprias (a maioria), horticultores, associações de preservação de sementes tradicionais e pequenas empresas de produção de sementes.



As variedades tradicionais de plantas, inerentemente diversas e por isso dificilmente ajustáveis às exigências de homogeneidade e estabilidade aplicadas às sementes industriais, serão remetidas para um nicho de "variedades antigas", onde apenas as variedades que já se encontram no mercado quando a Lei entra em vigor, podem ser incluídas. Todas as variedades que não sejam registadas ou para as quais não se possa provar que circulavam no mercado, e todas as variedades que possam resultar de nova selecção e/ou adaptação, ficarão ilegalizadas.



Todas as sementes terão de obedecer aos mesmos critérios desenhados para as sementes industriais, com algumas derrogações que são de longe as suficientes para garantir a continuada oferta de sementes tradicionais e locais.



Segundo o parecer da Advogada-Geral Kokott, do Tribunal Europeu de Justiça, a legislação actual em vigor para a comercialização de sementes já viola os princípios da proporcionalidade, da liberdade de negócio, da livre movimentação de bens e o princípio do tratamento igual. A nova proposta de Lei dá no entanto mais um passo atrás, introduzindo novas limitações para as sementes de propagação livre e as sementes livres de direitos de propriedade intelectual.



A proposta de lei que vai estar na mesa dos Comissários no dia 6 de Maio constitui uma proibição "de facto" das sementes dos agricultores e das sementes da diversidade e deve ser considerado um ataque à segurança alimentar local, aos direitos dos agricultores e pequenos criadores e à nossa herança bio-cultural comum. A maioria das dezenas de milhares de variedades locais de plantas de cultivo, seleccionadas e adaptadas por agricultores e agricultoras durante milénios, será efectivamente banida.



As organizações portuguesas que entregam hoje uma carta aberta ao Presidente da Comissão Europeia, entre elas as ONG do ambiente como Campo Aberto, GAIA, GEOTA e Quercus, e a representante dos pequenos agricultores, a CNA, mostram-se extremamente preocupadas com o rumo da legislação europeia em matéria de sementes e exigem que as sementes de propagação livre e as sementes livres de direitos de propriedade intelectual sejam excluídas da nova Lei das Sementes.



http://www.quercus.pt/comunicados/2...-europeia-dizendo-nao-a-nova-lei-das-sementes
 
De um lado temos o pessoal pro Comunismo ou se quisermos Trabalhista, do outro o defensor do grande capital, do género neo-liberalismo, e finalmente ficou eu no meio que defendo o equilibrio entre as facções.

Se manter a moeda do Euro era tão importante porque não fizeram isso os Islandeses, caso engraçado é que parece que foram os únicos que fizeram isso e que estão a conseguir recuperar, ao que parece estão a conseguir sobreviver bem. Portugal, Espanha, Itália, França e sobretudo Grécia cada vez estão mais enterrados em dívidas.
Quando perceberam que quem gere governos, são mercados financeiros, bolsistas e afins semelhantes, talvez isto de uma vez, porque entretanto serão acentuadas as medidas de desemprego, part-times, e trabalhos temporários porque fica mais barato, e permite recuperar algumas margens de lucro entretantes perdidas.
mas as preocupações deste país passam pela criação de emprego (não me façam rir) á custa do desemprego, da precariedade do trabalho, de contratos a termo certo .... porque é assim que se constroe as grandes fortunas.

Obvio que nestas contas não entram os pequenos comerciantes com um ou dois empregados, mas dá claramente a entender que quanto maior é o peixe, mais é ele capaz de devorar, porque o que cada um ganha se mantém mas quanto mais o empresário consegue vender mais lucro consegue ter, e é deste modo que se constroe grandes impérios.

Em conclusão, enquanto se der apenas ouvidos aos mais poderosos, pior ficaremos, pois tal como eles indicam somos "recursos".

E assim findo a minha posta
 
Países que emitem moeda própria nunca entram em falência.

Não é possível comparar o plano islandês com o nosso, justamente porque eles têm moeda própria e por isso estão a recuperar rapidamente.

Em 1989 a inflação em PT andava pelos 11%... e ninguém se matou por causa disso.

Não há mesmo qualquer comparação entre a Islândia e Portugal.
A economia destes países é tão semelhante como o clima.
 
Não há mesmo qualquer comparação entre a Islândia e Portugal.
A economia destes países é tão semelhante como o clima.

Tivessem cortado metade do salário em vez de desvalorizar a moeda ou se quiserem, passar para a sua moeda, logo vias o que tinha acontecido.
Mas nós aqui em Portugal temos um iluminado no Governo, que achas que crescemos a descer salários e que se pudesse ainda descia o salário minimo, e que nos manda emigrar......

A inteligência destes politicos é tão semelhante como o clima
 
Tivessem cortado metade do salário em vez de desvalorizar a moeda ou se quiserem, passar para a sua moeda, logo vias o que tinha acontecido.
Mas nós aqui em Portugal temos um iluminado no Governo, que achas que crescemos a descer salários e que se pudesse ainda descia o salário minimo, e que nos manda emigrar......

A inteligência destes politicos é tão semelhante como o clima

Ainda não perceberam que salários não se determinam por decreto.

Quanto ao salário mínimo deveria ser abolido.
 
É um país em clara decadência de valores.

Foi o risco tomado devido à multiculturalidade que vem sido imposta como regra aceitável, algo que pouco a pouco grassa pela Europa.

Quando era miudo, comprei na feira uma pistola, daquelas que é de pressão de ar, com um fio e uma rolha, tirei aquilo e pus caroços de azeitona, e digo ficou uma bela fisga, para atirar aos passaros era só vê-los cair, e na conzinha fazia tabela com as 4 paredes.

Saudades de quando não tinha juízo e era ingénuo :sad::hehe::hehe::p
 
Ainda não perceberam que salários não se determinam por decreto.

Quanto ao salário mínimo deveria ser abolido.

Era uma maravilha, então é que os empresários esfregavam as mãos de contentes, no sector textil seria ao estilo da China, 100 euros e já iam com sorte, na construção pagavam 300 euros aos "pretos" de Angola e os de leste uns 200 euros e não refila ......

Os operadores de loja, una 150 euros e tudo corrido a part-time sim porque tem-se que poupar para novos investimentos.

E depois metiamos os velhotes na TV a dizer:

" E ainda sou do tempo em que ......"

.......
Por acaso dá-me uma piada, uma velhota num anuncio do continente diz:
" eu ainda sou do tempo em que não tinha nada para fazer" ... loooolll, e coitada deve ter trabalhado de graça para eles, a troco de 30 segundos de fama, enfim ....

PS: Não queres trabalhar para mim :D ?
 
Tivessem cortado metade do salário em vez de desvalorizar a moeda ou se quiserem, passar para a sua moeda, logo vias o que tinha acontecido.
Mas nós aqui em Portugal temos um iluminado no Governo, que achas que crescemos a descer salários e que se pudesse ainda descia o salário minimo, e que nos manda emigrar......

A inteligência destes politicos é tão semelhante como o clima

É óbvio que temos iluminados que não conhecem a realidade. Um país como Portugal com tanta dependência do consumo interno, cortes intensivos nos rendimentos dos contribuintes seria um suicídio fiscal. Dois anos mais tarde finalmente começam a pensar em diminuir a despesa do Estado EFETIVA. "Como dizia o Scolari - E o burro sou eu.

Se voltarmos ao Escudo, o poder de compra vai ser tão afectado que teremos de abandonar muito dos nossos hábitos de vida e é algo que duraria cerca de uma década a recuperar ao poder de compra actual.
 
Nem tinha pensado nisso, ele esteve lá há dias, até foi ao túmulo do Chavez e tudo, na volta andou por lá a vender aquele papel higiénico preto, o Renova Black.

Retirando as nossa graçolas, a Venezuela seria um ponto estratégico na indústria de papel na América do Sul. Mas parece que os asfalteiros são mais importante tanto para Portugal com para a Venezuela.
 
Isso dos asfalteiros aposto que vai acabar muito mal. Andam a cair exactamente nos mesmos erros do Sócrates.
Os ENVC já nem maquinaria essencial têm operacional:
http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=16&t=8104&start=900

E continuamos ainda hoje sem perceber quem arruinou de vez com os estaleiros com o barco dos Açores, foi tudo tratado dentro do Estado. Empresa pública, estado português e região autónoma dos Açores.

Todo este este de esquema de "diplomacia" é sujo, cheio de esquemas, corrupção e interesses. Representantes a promover empresas noutros países cheira a interesses instalados ou dinheiro no bolso.

Obviamente que não estou acusar nada em concreto nem uma pessoa em particular. ... é algo que já se encontra dissimulado por todo o globo (excepto Cuba e Coreia do Norte).
 
a economia não mente
É o que se me oferece dizer, glosando o título de um famoso livro de Guy Sorman, perante o que se tem vindo a passar nas ruas das principais cidades do Brasil. Apesar das juras da “presidenta” de que a economia do seu país vai bem e recomenda-se, obrigado, as pessoas já perceberam que a promessa de anos e anos de festa e de prosperidade sem fim não passou disso mesmo, de vãs promessas de políticos. E esta reacção é, também, uma condenação prática dos princípios teóricos do keynesianismo, que Dilma tem aplicado em doses maciças, em programas sociais milionários, investimentos públicos faraónicos, baixas artificiais dos juros e dos preços de produtos essenciais, como a energia, toda a sorte de estímulos ao emprego e ao investimento, a utilização do Banco Central em apoio às políticas do governo, proteccionismos múltiplos face à concorrência externa, enfim, se nos fosse pedido um elenco de medidas keynesianas para incrementar o crescimento económico, não encontraríamos melhor nem mais completo catálogo. Apesar delas, ou talvez por causa delas, ao contrário dos vaticínios da “presidenta”, a economia brasileira despencou e não cresce e a inflação espreita, ocorrendo isto num momento de prosperidade da maioria das economias americanas. O povo brasileiro já o percebeu e sente-se, por isso, enganado, embora, por enquanto, o sentimento comum é ainda difuso e pode traduzir-se, nas palavras de um manifestante de São Paulo, numa “condenação generalizada ao que aí está”. Se o cenário econômico piorar, com o todas as previsões apontam, logo, logo este sentimento difuso passará a ter alvos bem concretos. Ainda a tempo das próximas eleições presidenciais.

http://blasfemias.net/2013/06/18/a-economia-nao-mente/

Pera lá a ver se eu entendo, portanto, os protestos no Brasil estão já ocorrer de forma violenta e ainda estão a ser governados pela esquerda, quando vier a direita vão fazer o quê ? Ou pensam que o que andam agora a fazer para o mundial não se vai pagar ?
 
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