Política e economia internacional

Estado
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Hoje faço uma versão "ameaça radical":



Não admira. A Austrália faz fronteira com o maior país muçulmano do Mundo, a Indonésia. Felizmente têm uma política de imigração restritiva.



Mas a UE tem um problema de totalitarismo (para além da Bielorússia e Hungria. Claro que estes são pró-russos logo é para diabolizar.). Chama-se Turquia:





O mundo encaminha-se para voltar a estar partido em 2. Putin arranja mais um aliado:

Indian Prime Minister Narendra Modi told President Vladimir Putin on Thursday that Russia will remain India's top defense supplier, even though New Delhi's options had improved since the end of the Cold War.

Modi spoke after a one-day summit that sought to revive a relationship that peaked in the Soviet era. The two sides signed billions of dollars of deals in nuclear power, oil and defense.

In the biggest, state-owned Rosatom will build 12 nuclear reactors in India, oil major Rosneft (ROSN.MM) signed a 10-year crude supply deal with Essar Oil (ESRO.NS) and India agreed to assemble 400 Russian multi-role helicopters a year.

Reuters

Num outro tópico abordei as guerras proxy. Descobri esta notícia:

In an unusually candid report, the U.S. Pentagon has openly criticised Pakistan for using militant groups as proxies in a war against a “superior” Indian army, a step that could mark growing strategic closeness between Washington and New Delhi since Prime Minister Narendra Modi assumed office in May.

In its report on “Progress Towards Security and Stability in Afghanistan,” tabled in the U.S. Congress, the Pentagon said, “Afghan - and India - focused militants continue to operate from Pakistan territory to the detriment of Afghan and regional stability. Pakistan uses these proxy forces to hedge against the loss of influence in Afghanistan and to counter India's superior military.”

TH

O melhor mesmo é emigrar para o hemisfério sul. Menos pessoas menos insanidade.
 
E mesmo com o incidente de hoje permanece no top 3 de escolhas para emigrar :D Provavelmente o maior inimigo da Austrália seria a China (para obter os recursos). Mas até chegar lá, ainda tinha que passar por muito país (Filipinas, Indonésia, Japão...).
 
Herman van Rompuy, the former president of the European Council, is to get over £400,000 (over $620,000) of EU taxpayers’ money over the course of three years after his retirement, the UK’s Independent newspaper revealed.

Van Rompuy, 67, earlier was reported to receive 55 percent of his basic salary - £133,723 ($210,290) a year until December 2017, a special payment of £21,000 ($33,000) – and an annual pension of £52,000 ($81,700) for life.

However, an EU official later explained to The Independent that Van Rompuy would not receive his pension until he stopped receiving the three-year allowance. He added also, that there would be no one-off payment amounting to £21,000. The total sum of allowance will be £401,169 (over $620,000).

The tax rate imposed on it will be at the European Community tax rate, and not the rate in Rompuy’s homeland, Belgium, where the rate is higher.

RT


Não percebo as taxas especiais nos impostos. Também a Lagarde não paga nada. Mas isso não os impede de debitar ódio contra quem não paga.

Resumo em imagens:

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Vou imitar o Saxo Bank e fazer as minhas previsões chocantes para o ano de 2015. Podem concordar com todas, algumas ou mesmo nenhuma. 2015 será um ano infame. O mundo mudará repentinamente e nunca mais será o mesmo. Haverá um mundo pré-2015 e um mundo pós-2015. Basicamente, de uma forma ou de outra já as escrevi mas aqui estão:

1- Os bancos centrais continuarão a sugerir o aumento das taxas de juro mas não o farão;

2- Não haverá recuperação económica legítima. As dívidas soberanas vão continuar a subir e os juros a descer. As previsões serão sempre inicialmente boas mas rapidamente revistas em baixa. Uma recuperação económica será sempre no ano que vem;

3- Haverá um ataque terrorista em larga escala nos EUA. Será tão grande que o estado marcial será imposto. Será o princípio do fim do dólar como reserva monetária internacional. O país mais rico de toda a história passará a uma nação do terceiro mundo (2015 em diante que acabará com a união norte-americana). O governo usará toda a sua máquina militar para esmagar os perpetradores e confiscar as armas. Milhões morrerão. Ver-se-ão tropas das Nações Unidas em território americano;

4- O Médio Oriente, sem os dólares americanos, colapsa por completo (2015 em diante). O Estado Islâmico captura o Iraque e a Síria. Um pouco por todo o lado, os movimentos populares começam a depor os governos. Com os conflitos na Ucrânia e EUA (dois dos maiores produtores de grãos no mundo) há fome generalizada. A longo prazo, centenas de milhares ou milhões morrem;

5- Como consequência do ponto 3, ocorrerá um bail-in, reestruturação das dívidas soberanas e controlo de capitais por tempo indeterminado na Europa. Será o princípio da centralização política e monetária em Bruxelas. Isto levará a pobreza, desemprego e distúrbios públicos nunca antes vistos (só ultrapassados pelos norte-americanos). Como resposta, o surgimento de estados policiais será a consequência natural. Aconselho a obtenção/aprendizagem de instrumentos/técnicas de defesa pessoal. A agricultura de subsistência regressará em força. As cidades nada oferecerão em termos de oportunidades de emprego (2015 em diante);

6- O ouro e a prata atingem valores estratosféricos (duvido que os governos passem leis para ilegalizar a posse mas é possível).

Deixo aqui de fora o habitual, como por exemplo as guerras e rumores de guerras, o crescente domínio do setor financeiro (que já é total através de empéstimos, apoios políticos e afins) sobre as nações e pessoas, bem como o entretimento bacoco das TV's que envenena a mente de jovens e adultos. O circo romano de pão e violência nunca desaparece, só muda de figura.
 
O petróleo já negoceia abaixo dos 60 USD´s em Londres... Analistas dizem que só vai parar nos 40 USD´s.

A queda da matéria-prima nos mercados internacionais parece não ter fim à vista. O Brent, que serve de referência às importações portuguesas, está esta terça-feira a negociar abaixo dos 60 dólares e já perde mais de 45% em 2014.
O petróleo volta a recuar nos mercados internacionais esta terça-feira, pressionado pela expectativa que os produtores da matéria-prima nos Estados Unidos vão continuar a aumentar a produção, numa guerra com a OPEP por quota de mercado que estão a pressionar fortemente em baixa dos preços.
O Brent, que negoceia em Londres e serve de referência às importações portuguesas, desce 1,57% para 60,10 dólares. Esta manhã já esteve a recuar quase 2% para 59,88 dólares, cotando abaixo da barreia dos 60 dólares pela primeira vez desde Julho de 2009.
O WTI, transaccionado em Nova Iorque, cede 1,47% para 55,09 dólares. Atingiu já um novo mínimo desde Maio de 2009 abaixo dos 55 dólares. O petróleo negociado em Nova Iorque acumula já uma queda de 44% em 2014,enquanto o Brent desce 46% desde o início do ano.
Esta forte queda da matéria-prima nos últimos meses de 2014 está sobretudo relacionada com a "guerra" aberta entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), o cartel responsável por cerca de 40% da matéria-prima produzida anualmente e os Estados Unidos. Os países mais poderosos do cartel, sobretudo os árabes, recusam cortar a produção numa altura em que as produtoras de petróleo nos estados Unidos estão a ganhar mais quota de mercado.
A Arábia Saudita, que ainda conserva o estatuto de maior produtor mundial, tem mesmo cortado os preços de venda na maior economia do mundo e assinalado que não está disponível para reduzir a produção.
A OPEP produziu 30,56 milhões de barris de petróleo por dia em Novembro, já acima da quota mantida na última reunião de 30 milhões de barris. Nos Estados Unidos a produção atingiu um recorde de 9,12 milhões de barris diários, devido à forte expansão da produção do petróleo de xisto.
De acordo com o Goldman Sachs, a queda dos preços do petróleo não travará o aumento de produção das companhias norte-americanas, já que os custos de extracção estão também em queda acentuada.
Analistas inquiridos pela Bloomberg antecipam que o preço do petróleo vai continuar em queda, estimando que o Brent atinja 50 dólares no próximo ano.
Para vários países da OPEP esta queda forte nos preços não travará a postura inflexível de não cortar a produção. Suhail Al-Mazrouei, o ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, anunciou que a OPEP não irá cortar a produção nem mesmo se os preços da matéria-prima recuem para valores abaixo dos 40 dólares por barril, igualando mínimos registados em 2008.

Negócios
 
Editado por um moderador:
Vou imitar o Saxo Bank e fazer as minhas previsões chocantes para o ano de 2015. Podem concordar com todas, algumas ou mesmo nenhuma. 2015 será um ano infame. O mundo mudará repentinamente e nunca mais será o mesmo. Haverá um mundo pré-2015 e um mundo pós-2015. Basicamente, de uma forma ou de outra já as escrevi mas aqui estão:

1- Os bancos centrais continuarão a sugerir o aumento das taxas de juro mas não o farão;

2- Não haverá recuperação económica legítima. As dívidas soberanas vão continuar a subir e os juros a descer. As previsões serão sempre inicialmente boas mas rapidamente revistas em baixa. Uma recuperação económica será sempre no ano que vem;

3- Haverá um ataque terrorista em larga escala nos EUA. Será tão grande que o estado marcial será imposto. Será o princípio do fim do dólar como reserva monetária internacional. O país mais rico de toda a história passará a uma nação do terceiro mundo (2015 em diante que acabará com a união norte-americana). O governo usará toda a sua máquina militar para esmagar os perpetradores e confiscar as armas. Milhões morrerão. Ver-se-ão tropas das Nações Unidas em território americano;

4- O Médio Oriente, sem os dólares americanos, colapsa por completo (2015 em diante). O Estado Islâmico captura o Iraque e a Síria. Um pouco por todo o lado, os movimentos populares começam a depor os governos. Com os conflitos na Ucrânia e EUA (dois dos maiores produtores de grãos no mundo) há fome generalizada. A longo prazo, centenas de milhares ou milhões morrem;

5- Como consequência do ponto 3, ocorrerá um bail-in, reestruturação das dívidas soberanas e controlo de capitais por tempo indeterminado na Europa. Será o princípio da centralização política e monetária em Bruxelas. Isto levará a pobreza, desemprego e distúrbios públicos nunca antes vistos (só ultrapassados pelos norte-americanos). Como resposta, o surgimento de estados policiais será a consequência natural. Aconselho a obtenção/aprendizagem de instrumentos/técnicas de defesa pessoal. A agricultura de subsistência regressará em força. As cidades nada oferecerão em termos de oportunidades de emprego (2015 em diante);

6- O ouro e a prata atingem valores estratosféricos (duvido que os governos passem leis para ilegalizar a posse mas é possível).

Deixo aqui de fora o habitual, como por exemplo as guerras e rumores de guerras, o crescente domínio do setor financeiro (que já é total através de empéstimos, apoios políticos e afins) sobre as nações e pessoas, bem como o entretimento bacoco das TV's que envenena a mente de jovens e adultos. O circo romano de pão e violência nunca desaparece, só muda de figura.

E depois acordaste e estavas no sofá, e com uma tremenda dor de costas e no pescoço. Eu também sonho com uma bela cut-off bem cavada a sudoeste de Sagres durante uma semana, mas depois lá está, foi apenas um sonho !
 
O petróleo já negoceia abaixo dos 60 USD´s em Londres... Analistas dizem que só vai parar nos 40 USD´s.

A queda da matéria-prima nos mercados internacionais parece não ter fim à vista. O Brent, que serve de referência às importações portuguesas, está esta terça-feira a negociar abaixo dos 60 dólares e já perde mais de 45% em 2014.
O petróleo volta a recuar nos mercados internacionais esta terça-feira, pressionado pela expectativa que os produtores da matéria-prima nos Estados Unidos vão continuar a aumentar a produção, numa guerra com a OPEP por quota de mercado que estão a pressionar fortemente em baixa dos preços.
O Brent, que negoceia em Londres e serve de referência às importações portuguesas, desce 1,57% para 60,10 dólares. Esta manhã já esteve a recuar quase 2% para 59,88 dólares, cotando abaixo da barreia dos 60 dólares pela primeira vez desde Julho de 2009.
O WTI, transaccionado em Nova Iorque, cede 1,47% para 55,09 dólares. Atingiu já um novo mínimo desde Maio de 2009 abaixo dos 55 dólares. O petróleo negociado em Nova Iorque acumula já uma queda de 44% em 2014,enquanto o Brent desce 46% desde o início do ano.
Esta forte queda da matéria-prima nos últimos meses de 2014 está sobretudo relacionada com a "guerra" aberta entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), o cartel responsável por cerca de 40% da matéria-prima produzida anualmente e os Estados Unidos. Os países mais poderosos do cartel, sobretudo os árabes, recusam cortar a produção numa altura em que as produtoras de petróleo nos estados Unidos estão a ganhar mais quota de mercado.
A Arábia Saudita, que ainda conserva o estatuto de maior produtor mundial, tem mesmo cortado os preços de venda na maior economia do mundo e assinalado que não está disponível para reduzir a produção.
A OPEP produziu 30,56 milhões de barris de petróleo por dia em Novembro, já acima da quota mantida na última reunião de 30 milhões de barris. Nos Estados Unidos a produção atingiu um recorde de 9,12 milhões de barris diários, devido à forte expansão da produção do petróleo de xisto.
De acordo com o Goldman Sachs, a queda dos preços do petróleo não travará o aumento de produção das companhias norte-americanas, já que os custos de extracção estão também em queda acentuada.
Analistas inquiridos pela Bloomberg antecipam que o preço do petróleo vai continuar em queda, estimando que o Brent atinja 50 dólares no próximo ano.
Para vários países da OPEP esta queda forte nos preços não travará a postura inflexível de não cortar a produção. Suhail Al-Mazrouei, o ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, anunciou que a OPEP não irá cortar a produção nem mesmo se os preços da matéria-prima recuem para valores abaixo dos 40 dólares por barril, igualando mínimos registados em 2008.

Negócios

Não existe reflexo entre a quebra no preço do crude, e a queda no preço da gasolina, conforme vi no outro dia do mapa, ou seja é nestas alturas que as empresas aproveitaram para tentar sacar o máximo de lucro possível. A este preço não era a gasolina para custar mais do que um 1 Euro !
 
pois devia estar a 1euro mas estão lá impostos que não existiam a anos, e mais uma vez agradeçam ao socrates , criou uma taxa para subsidiar as scut's e depois colocou portagens e não tirou a taxa, e passinhos vai por a taxa verde para suportar a estradas de Portugal por isso esta baixa tem os dias contados, mas já li que esta descida faz parte de um plano da Arábia saudita para destruir os exportadores mais pobre Venezuela , Irão e outros
 
pois devia estar a 1euro mas estão lá impostos que não existiam a anos, e mais uma vez agradeçam ao socrates , criou uma taxa para subsidiar as scut's e depois colocou portagens e não tirou a taxa, e passinhos vai por a taxa verde para suportar a estradas de Portugal por isso esta baixa tem os dias contados, mas já li que esta descida faz parte de um plano da Arábia saudita para destruir os exportadores mais pobre Venezuela , Irão e outros

Bem me parecia que era para destruir alguém, sempre existe um iluminado em algum lugar como se isso do preço do petróleo não houvesse uma relação procura/oferta e não fosse geralmente isso que determina o preço do crude para além de fatores externos bem conhecidos.
Em relação ao preço do gasóleo e gasolina, só para quem não acompanha a evolução disto, é que acha que eu não sei o que digo. O "mapa" que eu falei foi apresentado num programa qualquer de algum canal, na verdade é mais um gráfico em que mostra bem a queda acentuada do preço do crude em comparação com uma queda muito menos acentuada do preço do crude. E já agora para os defensores dos "saco azul" foi um próprio elemento da Galp que uma vez confirmou que quando o preço do crude baixa eles demoram mais tempo a reagir porque é as alturas em que conseguem mais lucro, e desculpam-se de não descer mais os preços com o facto dos custos que o "processamento" do crude exige.
Como em tudo na vida, também aqui existe alguém que lucra com a "crise" !
 
E a Rússia está a ficar de joelhos... muito por culpa disto:

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O rublo segue em queda livre... quiça agora Putin e companhia percebam que o petróleo e o gás não se comem.
 
Estado
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