Seguimento - África 2007

Gerofil

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21 Mar 2007
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Mauritânia: Governo pede ajuda para deslocados por inundações

Nouakchott, 13/08 - O Governo mauritaniano pediu domingo ajuda internacional para Tintante, no leste do país, que foi vítima de inundações nos últimos dias, que causaram a morte de pelo menos duas pessoas. O ministro da Economia e Finanças mauritaniano, Abderahman Uld Hamma Vezzas, pediu a "solidariedade internacional" numa mensagem dirigida ao corpo diplomático, ONGs e organismos de apoio à Mauritânia.
Segundo o Governo mauritaniano, "entre 2 mil e 2.500 famílias, de um total de 10 mil pessoas, foram vítimas das inundações" e foi preciso transferir os outros moradores da região para cinco centros de ajuda. Além disso, uma série de medidas começou a ser aplicada, como a instalação de casas provisórias, a reconstrução de infra-estruturas e o alojamento de parte da população afectada em outras localidades.
O Exército mauritano participa das operações de resgate e protecção da população afectada, disse o ministro, que declarou que a situação está sob controlo, "mas os problemas têm relação principalmente com a provisão de alimentos, a segurança e o fornecimento de água potável e eletricidade". Vezzas afirmou que "a maior parte da população conseguiu ser salva e a situação está controlada (...), assim como o risco de epidemia".
O ministro antecipou que o custo do conserto dos danos causados pelas inundações "tinha passado de um bilião de ouguiyas".

AngolaPress
 

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Tunísia assiste mauritanianos vítimas de enchentes

Nouakchott, Mauritânia (PANA) 15/08- O governo tunisino ofereceu terça- feira uma assistência humanitária às vítimas de inundações ocorridas na semana passada na cidade de Tin Tan (750 quilómetros ao leste de Nouakchott), noticiou quarta-feira a agência governamental de notícias. A contribuição tunisina recebida terça-feira à tarde no aeroporto internacional de Nouakchott por Hawa Djibril Bâ, comissária adjunta para a protecção social e segurança alimentar, consiste em oito toneladas de produtos alimentares, medicamentos, cobertores e tendas, de acordo com a fonte.
Este gesto da Tunísia é uma resposta a um apelo para uma ajuda internacional lançado pelo governo mauritaniano, aa sequência destas inundações que fizeram vítimas, destruiram habitações e infra- estruturas de base na cidade de Tin Tan e nos arredores.

PanaPress
 

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Marrocos concede ajuda humanitária à Mauritânia

Rabat, Marrocos (PANA) 20/08 - Marrocos enviou domingo um segundo lote de ajuda humanitária às vítimas das inundações que afectaram recentemente a cidade mauritaniana de Tin Tan (750 quilómetros ao leste de Nouakchott), niticiou a primeira cadeia de televisão marroquina. Esta assistência humanitária consiste em 230 toneladas de arroz e 27 toneladas de conservas de peixes, noticiou a primeira cadeia de televisão marroquina, de acordo com a fonte.
Por ordem do rei marroquino, Mohammed VI, Marrocos enviou segunda-feira passada o primeiro lote destes produtos de primeira necessidade, designadamente medicamewntos e coberturas, às vítimas das inundações na Mauritânia. Na sequência das chuvas diluvianas que se abateram sobre o sudeste mauritaniano, o governo deste país lançou um apelo para a ajuda internacional com vista a atenuar as consequências desta catástrofe nas populações sinistradas.

PanaPress
 

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SUDÃO: Vítimas das cheias com apoio de emergência

21/08 - As Nações Unidas disponibilizaram hoje 8,7 milhões de dólares (cerca de 6,45 milhões de euros) do fundo de resposta de emergência para apoiar os esforços humanitários que continuam a ser desenvolvidos no Sudão, para as mais 1,5 milhões de pessoas que necessitam de auxílio depois da devastação causada pelas cheias. O coordenador do programa, John Holmes, anunciou que tinha aprovado a concessão, que será dirigida para 11 projectos no terreno pelo país, onde chuvas torrenciais destruíram ou danificaram seriamente mais de 30 mil casas e deixaram cidades, vilas e terras inundadas.
Pelo menos 150 mil pessoas estão agora sem abrigo e as agências humanitárias prestaram ajuda a cerca de 500 mil. O Leste e o centro do país foram especialmente afectados, nomeadamente os estados de Gedaref, Kassala, Cartum, Kordofan do Norte, Unity e Nilo de Cima. Mas as autoridades sudanesas prevêem precipitação mais forte até que o fim da estação das chuvas termine no próximo mês.
John Holmes acredita que o número de pessoas afectadas pelas cheias possa subir até ao 1,5 milhão. “Graças a estes fundos, podemos ajudar um e milhão e meio de vítimas actuais ou futuras das inundações, até ao fim ou para lá da estação das chuvas,” disse.

Fátima Missionária
 

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ONU alerta que crise por inundações em Uganda vai piorar

A crise motivada pelas inundações, que afetam Uganda há duas semanas e já causaram a morte de dez pessoas, vai piorar. O alerta foi feito neste domingo, pelos porta-vozes da ONU ao pedirem ajuda internacional. "Estimamos que as inundações vão piorar ou, no melhor dos casos, serão mantidas no mesmo nível até novembro", disse à agência Efe o representante do PMA (Programa Mundial de Alimentos, das Nações Unidas), Tasema Negash, que antecipou que a crise deve se estender para outras regiões do país.
Durante semanas, a agência da ONU teve dificuldades para entregar comida aos mais de 300 mil desabrigados pelas inundações, disse Negash. Ele não descartou que aconteçam surtos de doenças infecciosas. "Nossos caminhões não podem levar comida para nenhuma das áreas alagadas", disse o diretor do PMA. Negash especificou que, a partir desta segunda-feira, a agência contará com um helicóptero enviado do Sudão e botes para levar assistência às comunidades isoladas. Ele acrescentou que o PMA pediu ajuda de emergência de US$ 29 milhões à comunidade internacional.
A crise causada pelas inundações e o súbito deslocamento de 25 mil refugiados, provenientes da vizinha República Democrática do Congo, piora o caso de 1 milhão de pessoas que continuam desabrigadas no norte de Uganda. O Governo ugandense também fez um apelo de ajuda internacional para quem perdeu tudo nas inundações. "As 300 mil pessoas deslocadas não têm comida nem água potável. Solicitamos à comunidade internacional que atue em favor delas", disse o ministro de Preparação e Resposta a Desastres, Moussa Ecweru. No sábado, ele percorreu de helicóptero as regiões alagadas.
O distrito de Amuria, criado recentemente na região de Teso, foi um dos mais afetados. O prefeito local, Julius Ochien, disse à agência Efe que 18 pontes foram arrastadas pelas águas dos rios após as fortes chuvas que começaram sábado e continuam hoje. Ochien, que levava um caixão para recolher os cadáveres de uma mulher e seu filho que morreram afogados, acrescentou que "muitas pessoas foram apanhadas pela cheia das águas e é muito provável que o número de mortos aumente". O prefeito juntamente com os governantes de outros municípios da região pedirão ao Governo que declare zona de desastre na região de Teso. Ironicamente, esta é uma das áreas normalmente afetadas pela seca no nordeste de Uganda, afetada ainda pela ação de guerrilhas.

Folha Online
 

Vince

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23 Jan 2007
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Braga
African floods claim 270 lives

At least 270 people have now died in the severe floods across Africa and more than one million people have been affected, after torrential downpours caused flash floods, which submerged towns and washed away bridges, farms and schools.

Countries from the Atlantic Ocean to the Red Sea have been affected. West African nations including Ghana and Nigeria are among the worst-hit, along with Sudan and Uganda on the other side of the continent.

Africa - a continent more used to dealing with drought - now has a very different problem on its hands. Across swathes of east and west africa, 18 countries are struggling to cope with the downpours. The UN estimates one and a half million people have been affected.

Ghana is now under a state of emergency as villages, roads and bridges have been swept away.

In Uganda, as in other places, the water has washed away the crops. The goverment has also decalred a state of emergecny in the worst-hit areas. There's now serious concern about food shortages and with the roads damaged, its difficult to get aid to some of the waterlogged places. Even the UN is struggling to get its vehicles through.

So helicopters are the only way to get out to the cut-off villages - the Red Cross is warning a massive international aid effort is needed, with basics like food, clean water and shelter now a priority. The concern is that with more rain likely over the next few weeks, the situation will only deteroriate.

With the floodwater running into wells, there is now a risk of epidemics breaking out, and some have already died from waterborne diseases.

For some of these people, they face yet another humanitarian disaster - after famine and civil war, they must now cope with the floods.
Fonte: Channel 4


CE disponibiliza 11 M€ para vítimas de inundações em África
A Comissão Europeia (CE) anunciou hoje a disponibilização de ajuda humanitária no valor de 11 milhões de euros para as vítimas das inundações que desde Julho atingiram 17 países africanos.

Em comunicado, a CE anunciou hoje que os fundos disponibilizados se destinam a operações de socorro, medidas de emergência para evitar a propagação de doenças e à reconstrução de habitações nas zonas mais afectadas.

Fundos no valor de sete milhões de euros vão ser disponibilizados aos países do leste da África, especialmente o Uganda e a Etiópia, enquanto dois milhões de euros se destinam aos países africanos do Leste, sobretudo Ghana, Togo e Burkina Faso.

A CE vai conceder ainda um total de dois milhões de euros para atenuar os danos causados pelas chuvas torrenciais no Sudão.

Estimativas das Nações Unidas indicam que as chuvas torrenciais que desde Julho atingem várias regiões na África já provocaram mais de 270 mortos e afectam cerca de um milhão de pessoas em 17 países do continente.

O comissário europeu do Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, Louis Michel, destacou a necessidade de «ajudar rapidamente» as comunidades afectadas por este desastre.

«As inundações e secas deste ano na África, assim como na Europa e em outras partes do mundo, são uma chamada de atenção», frisou Michel.

Segundo o comissário europeu, «cada novo desastre sublinha o perigo que o mundo, mais em concreto os países menos desenvolvidos e os pequenos Estados insulares, enfrentam devido as alterações climáticas».

Os fundos europeus vão ser canalizados através de agências das Nações Unidas, Cruz Vermelha e diversas outras organizações não-governamentais.

O Sudão é o país mais atingido, com 64 mortes atribuídas directamente às inundações e 49 devido à cólera, estimando-se que cerca de 500.000 pessoas se encontrem afectadas.

Do outro lado do continente, de acordo com o gabinete da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) as inundações causaram 32 mortos e 260.000 sinistrados no norte do Gana, onde também foram diagnosticados casos de cólera, disenteria e diarreia.

De acordo com balanços locais recolhidos pela AFP, foram registados 41 mortos na Nigéria, 22 no Burkina Faso, 20 no Togo, 18 no Ruanda, uma dezena no Níger, quatro na Somália e em Marrocos, dois na Mauritânia e um na Etiópia.
Fonte: Diário Digital / Lusa


Epidemia de cólera ameaça a África após inundações
KAMPALA (AFP) — As inundações, que já deixaram 250 mortos e 650.000 desabrigados em 18 países da África, poderão gerar agora novas vítimas em conseqüência da cólera, advertiu nesta sexta-feira a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Esta organização pediu também uma mobilização maciça em favor das populações afetadas.

As fortes chuvas que são aguardadas para as próximas semanas do golfo de Guiné até a costa Oceano Índico poderão agravar ainda mais a crise, acrescentou a Cruz Vermelha.

Segundo Omar Baddour, especialista da Organização Meteorológica Mundial (OMM), estas inundações são provavelmente conseqüência do fenômeno climático de esfriamento das águas do Oceano Pacífico conhecido como "La Niña".

Em Uganda, um dos países mais prejudicados, foram registrados casos agudos de malária e a Cruz Vermelha teme agora a chegada de uma epidemia de cólera.

As inundações atingiram neste país direta ou indiretamente 500.000 pessoas, das quais 290.000 foram obrigadas a deixar suas casas, e deixaram pelo menos 18 mortos.

O governo de Kampala decretou estado de alerta em várias regiões do país. Nesta sexta-feira, diversas organizações humanitárias lançaram um pedido de ajuda urgente de 43 milhões de dólares (30,7 milhões de euros) para cerca de 300.000 afetados.

No Togo, onde morreram pelo menos 25 pessoas, cerca de cem ficaram feridas, com mais de 3.000 famílias desabrigadas, o Programa Mundial de Alimentos (PAM) e a Cruz Vermelha começaram a distribuir alimentos e materiais para a construção de abrigos para 11.000 habitantes do norte do país.

Em Gana, outro país fortemente afetado, as agências humanitárias solicitaram uma ajuda de 1,5 milhão de euros.

Fonte: AFP
 

Gerofil

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Pelo menos trinta mortos e uma centena de feridos devido às fortes chuvadas

Pelo menos 30 pessoas morreram e uma centena ficou ferida na sequência das fortes chuvas que se abateram na noite de quinta-feira para hoje em Kinshasa, revelou fonte oficial. O novo balanço foi avançado pelo Ministério dos Assuntos Humanitários da República Democrática do Congo (RDC).
"Registámos trinta mortos e uma centena de feridos. Trata-se de um balanço provisório", declarou Serge Mulumba, director do gabinete adjunto do ministro dos Assuntos Humanitários. "Há também numerosos desalojados. Estamos mobilizados para vir em seu auxílio o mais rapidamente possível", acrescentou.
Estas chuvas foram particularmente devastadoras nas zonas a Leste da capital, onde as estradas foram cortadas, pontes arrastadas e onde as paredes de muitas habitações ruíram, testemunharam jornalistas no local.

© 2007 LUSA