Seguimento - Brasil 2019

Tópico em 'Brasil e outros países de expressão portuguesa' iniciado por Gerofil 6 Jan 2019 às 00:26.

  1. luismeteo3

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    Não admira que a parede da barragem rebentasse, pois ela estava mesmo em muito mau estado, ainda para mais parece-me que andavam a fazer lá algum tipo de intervenção com gruas e trabalhadores, que tiveram de fugir, isto se tiveram tempo.
     
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    #3 Pedro1993, 27 Jan 2019 às 12:32
    Última edição: 27 Jan 2019 às 12:44
    Ricardo Carvalho e luismeteo3 gostaram disto.
  3. luismeteo3

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    Risco de rutura de outra barragem no Brasil interrompe operações de busca
    27 jan 2019 10:30
    MadreMedia / Lusa

    O alerta soou hoje de manhã face a uma rutura iminente de uma outra barragem em Brumadinho, no sudeste do Brasil, tendo sido suspensas temporariamente as buscas de desaparecidos causados por uma primeira ocorrência que já causou pelo menos 34 mortos.
    https://24.sapo.pt/atualidade/artig...rragem-no-brasil-interrompe-operacao-de-busca
     
  4. Pedro1993

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    Não sei qual é razão de o video não aparecer, pois ele tem lá o link, pois não me admira se tiver em tão boas condições como esta que rebentou, é caso para dizer que uma desgraça nunca vem só.
     
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  5. luismeteo3

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  7. luismeteo3

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  8. Dan

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    Alguns aguaceiros de neve no sul do Brasil, na passada noite.
     
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  9. Gerofil

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    São Paulo/Brasília/Rio Branco/Piracicaba, 21 de agosto de 2019


    O número de queimadas no Brasil é o recorde para os oito primeiros meses do ano desde 2013. Até dia 19 de agosto, o país registrava 72.842 focos de calor, um aumento de 83% em relação ao ano passado. Considerando apenas o bioma Amazônia, eram 38.227 mil focos de calor até o dia 19 – um aumento de 140% em relação ao ano passado e de 70% em relação à média dos três anos anteriores. Dois Estados criticamente atingidos, Rondônia e Acre, registram emergência de saúde devido à poluição do ar. A pluma de fumaça atingiu a cidade de São Paulo e várias outras no Centro-Sul do país.

    Nota técnica publicada no último dia 20 pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) mostra que a estiagem de 2019 não explica o problema: neste ano, o bioma Amazônia viu menos dias consecutivos sem chuva do que a média entre 2016 e 2018: menos de 20 contra mais de 30, respectivamente. A análise de dados do Ipam para o bioma Amazônia mostra que o fator que melhor explica o aumento nos focos de calor é o desmatamento. Os dez municípios mais desmatados em 2019 são também os dez que mais queimaram na região.

    As queimadas são apenas o sintoma mais visível da antipolítica ambiental do governo de Jair Bolsonaro e de seu ministro do Meio Ambiente, o improbo Ricardo Salles, que turbinou o aumento da taxa de desmatamento no último ano. O fogo reflete a irresponsabilidade do presidente com o bioma que é patrimônio de todos os brasileiros, com a saúde da população amazônida e com o clima do planeta, cujas alterações alimentam a destruição da floresta e são por ela alimentadas, num círculo vicioso.

    Desde que assumiram, Bolsonaro e Salles têm se dedicado a desmontar as estruturas de governança ambiental e os órgãos de fiscalização. Extinguiram o órgão responsável pelos planos de controle do desmatamento na Amazônia e no cerrado, sem ter até hoje apresentado nenhum plano alternativo contra a destruição; cortaram um quarto dos recursos do Ibama; deixaram 8 de 9 superintendências regionais do órgão na Amazônia acéfalas até hoje, o que inibe operações de fiscalização; e desmobilizaram o Grupo Especial de Fiscalização, a unidade de elite do Ibama, que não foi a campo na Amazônia ainda neste ano. Também sinalizaram a falta de interesse em combater o desmatamento e prover alternativas econômicas sustentáveis para a região ao suspender o Fundo Amazônia, que banca esse tipo de atividade. Ao mesmo tempo, empoderam criminosos ambientais, sinalizando, por exemplo, a abertura das terras indígenas à exploração e a tolerância com a impunidade. Alguns governos estaduais também ajudaram a acender o pavio, ao reduzir a participação de suas PMs nas operações de fiscalização ou sinalizar que desmatadores não seriam punidos.

    A combinação de autoritarismo e fanatismo ideológico do presidente e de seu ministro transformam em fumaça não apenas as árvores da Amazônia e a reputação do Brasil, mas também o bem-estar de uma população que o governo federal deveria proteger e o nosso acesso a mercados internacionais e a investimentos. É bom já ir fazendo algo a respeito.

    http://www.observatoriodoclima.eco.br/recorde-de-queimadas-reflete-irresponsabilidade-de-bolsonaro/
     
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