Uma vez que é uma situação de emergência (porque é!), teria que ser uma decisão do governo de tomar a cargo a tarefa de remover as árvores caídas, mobilizando todos os recursos e até o exército se necessário, passando por cima de pormenores como quem é o proprietário do terreno. Se é emergência arrombem-se portões e abram-se muros, ou querem fazê-lo quando já estiver tudo a arder?
Há 10 mil intenções de corte de árvores, que correspondem a uma área de 41 mil hectares, e 17 mil quilómetros de estradas florestais limpas. Acção de limpeza está “longe de estar concluída”.
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Portugal a ser... Portugal. Tudo (quase) na mesma, excepto mais dinheiro e meios para o combate aos incêndios (que é e será necessário, obviamente).
Comissão reforça os meios europeus disponíveis para assistir os seis Estados-membros com alto risco de fogos florestais. Dispositivo em Portugal mantém-se idêntico ao de 2025.
Retardante de fogo e aumento do número de aeronaves são as “grandes apostas” da Protecção Civil no combate aos incêndios, actualmente “mais violentos”.
O novo mapa foi criado por uma empresa dos Países Baixos “que trabalha em modelos matemáticos e inteligência artificial, mas com foco muito grande na prevenção de incêndios”.