Seguimento Oceania 2011

Z13

Cumulonimbus
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20 Set 2006
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Bragança - 690m
Segundo a imprensa, as inundações no estado do Queensland na Austrália já afectaram uma área superior à de França e Alemanha juntas....:surprise:

Se bem, que em toda esta área só vivem 200 mil pessoas... se fosse por cá...!:rolleyes:



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:rain:
 

Gerofil

Super Célula
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21 Mar 2007
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Estremoz (401 metros)
Inundações atribuídas ao fenómeno climático La Niña

As inundações sem precedentes que atingiram Queensland, no nordeste da Austrália e afetam mais de 200.000 pessoas, foram atribuídas hoje pelos serviços meteorológicos australianos ao fenómeno climático La Niña. Segundo os serviços meteorológicos, o fenómeno climático La Niña, que reapareceu em julho no Pacífico, associado a condições meteorológicas extremas, provocou em Queensland o ano mais húmido desde que existe recolha de dados. No total, quatro dezenas de cidades foram afetadas pelas inundações, num território tão grande como a França e a Alemanha em conjunto.
"Em julho, as condições de La Niña estiveram bem instaladas e a maior parte das regiões da Austrália conheceu precipitações efetivamente acima a média", precisaram os serviços meteorológicos no seu relatório anual. "A segunda parte do ano (de julho a dezembro) foi a mais húmida" desde que é realizada a recolha de dados, acrescentaram os mesmos serviços. "Vários cursos de água na região atingiram níveis recorde. Os danos nas infraestruturas e nos bens assim como o custo económico das perdas de colheitas e o atraso de produção nas minas, devem representar vários milhares de milhões de dólares australianos" de prejuízo, indicou igualmente o relatório.
Na altura do Natal, chuvas torrenciais caíram num solo já saturado de água, provocando uma profusão dos cursos de água, que inundou milhares de km2 de terras agrícolas e minas de carvão, de acordo com o relatório. Ao contrário do El Niño, o fenómeno La Niña caracteriza-se por um aumento das temperaturas da superfície do mar dos setores central e oriental do Pacífico. Segundo a Organização meteorológica mundial (OMM), o fenómeno é geralmente acompanhado de fortes chuvas na Indonésia, Malásia e Austrália, de períodos de seca na América do Sul, de tempestades no Atlântico tropical, de vagas de frio na América do Norte e de um tempo chuvoso no sudeste da África.

DN
 

AnDré

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22 Nov 2007
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Caneças (300m) / Várzea da Serra (900m)
Novas inundações na Austrália deixam pelo menos 10 mortos e 66 desaparecidos

BRISBANE, Austrália — Novas inundações no nordeste da Austrália deixaram pelo menos 10 mortos e 66 desaparecidos, um balanço que poderia se agravar devido a uma rápida subida do nível das águas que forçou a retirada de milhares de moradores em Brisbane, capital do estado de Queensland.

As torrentes de água que arrasaram na segunda-feira várias cidades a oeste de Brisbane provocaram a morte de dez pessoas, entre elas quatro crianças, informou a primeira-ministra, Julia Gillard.

Desde o fim de novembro, as inundações deixaram 20 mortos, mas a premier advertiu que o país devia se preparar para um balanço muito maior.

Verdadeiras torrentes de água inundavam as ruas de Toowoomba, cidade de 100.000 habitantes na cordilheira australiana, 130 km a oeste de Brisbane, arrastando veículos por onde passava e obrigando as pessoas a se refugiar em árvores.

Corpos foram encontrados dentro de carros, incluindo os de uma mulher e seus dois filhos, segundo o deputado Ian MacFarlane.

O chefe de polícia local, Bob Atkinson, comparou a cheia sem precedentes a uma "tsunami terrestre, com um verdadeiro muro de água que passou pelo vale de Lockyer".

Moradores isolados nos telhados de suas casas foram socorridos por helicópteros chamados para reforço.

Estas novas inundações foram provocadas por chuvas torrenciais - em alguns lugares caíram até 30 cm de água em menos de 24 horas - em um solo já encharcado.

Os serviços meteorológicos atribuíram as precipitações ao fenômeno climático La Niña, que determinou que este ano será o mais úmido de Queensland desde que começaram a ser feitas estatísticas.

Na terça-feira, depois de uma ordem de evacuação da polícia, milhares de pessoas fugiram de Brisbane, cidade de 2 milhões de habitantes.

A bordo de ônibus, carros e trens, os moradores deixaram suas casas diante da ameaça de cheia do rio Brisbane, que já tinha transbordado.

Segundo o prefeito Campbell Newman, 6.500 casas e escritórios, alguns no bairro financeiro da cidade, podiam ser vistos inundados.

A menos de 150 km terra adentro, o coordenador das operações de resgate da região, Ian Stewart, disse estar preocupado em particular com os moradores da pequena comunidade de Grantham, onde já morreram três pessoas e onde dezenas de outras estão isoladas.

Estas inundações, que no pior momento afetaram uma superfície equivalente a Alemanha e França juntas em uma das principais regiões mineradoras do país, provocou danos calculados em dezenas de milhões de dólares.

De Eddie Safarik (AFP)

 
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Gil_Algarvio

Nimbostratus
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23 Mar 2009
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Manta Rota - Algarve
Não são só as cheias que marcam presença nesse Continente!!

Grande incêndio na Austrália

Um grande incêndio na região oeste da Austrália obrigou dezenas de pessoas a abandonar as suas casas. Pelo menos, quatro residências já foram consumidas pelas chamas. No combate ao fogo, que consome uma pequena vila a 100 km de Perth, estão 150 homens. O vento tem sido o maior obstáculo para os bombeiros, mas até ao momento não há feridos a registar.

Fonte:
IOL
http://diario.iol.pt/internacional/australia-fogo-incendio-casa-bombeiros-tvi24/1224910-4073.html
 

Vince

Furacão
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23 Jan 2007
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Braga
A terceira maior cidade da Austrália prepara-se para as piores inundações do século
Brisbane à espera de cheias “assustadoras”


As autoridades pediram à população para manter a calma, mas as cenas de horror vividas no interior do estado de Queensland, onde as cheias rápidas mataram pelo menos dez pessoas (incluindo cinco crianças), estão a alimentar o medo.

“Toda a cidade de Brisbane, a região de Ipswich e boa parte do Sudeste [de Queensland] precisa de estar preparada para enormes perturbações”, disse a chefe do governo estadual, Anna Bligh. A essa hora, centenas de voluntários enchiam sacos de areia para conter a fúria das águas que, ao final do dia, subiam 1,5 metros por hora. O rio Brisbane, que serpenteia ao longo da capital estadual, tinha já galgado as margens, levando 1500 pessoas a refugiar-se em abrigos.

E as previsões para as próximas horas são sombrias: calcula-se que nove mil casas fiquem submersas e outras 30 mil sejam atingidas pela subida das águas. Além de Brisbane, há 80 subúrbios em risco de serem alagados. “A situação está obviamente a deteriorar-se. Hoje é séria, amanhã será má e na quinta-feira será devastadora para os residentes e negócios afectados”, disse o mayor Campbell Newman.

Em Ipswich, a oeste de Brisbane, o cenário não é melhor. O caudal do rio Bremer deverá subir 22 metros acima do seu nível normal, alagando um terço da cidade. A confirmarem-se as previsões, as inundações superarão as de 1974, que mataram 14 pessoas, e será preciso recuar até 1893 para encontrar um pico de cheia superior.

Anna Bligh admitiu que as duas cidades enfrentam uma situação “assustadora”, mas disse que os serviços de emergência estão preparados e pediu à população para não ceder ao pânico. “Enfrentamos o nosso maior teste em mais de 35 anos [...], só o ultrapassaremos se nos mantivermos calmos e seguirmos as instruções”, afirmou. Apesar dos apelos, residentes em pânico esvaziaram as prateleiras dos supermercados e o trânsito intenso em muitas estradas provava a apreensão vivida na cidade.

“Tsunami em terra”
As atenções estão concentradas na barragem de Wivenhoe. Construída para proteger a cidade de enchentes como a de 1974, atingiu o seu nível máximo no início da semana, após mais de um mês de chuva. Se o caudal do rio não der tréguas nos próximos dias, terá de aumentar as suas descargas e “isso terá um impacto enorme em Brisbane”, explicou o mayor.

O medo alimenta-se das imagens que chegam da região de Toowoomba, varrida na segunda-feira por cheias rápidas que um habitante descreveu como “uma espécie de tsunami em terra”. “Havia carros e contentores a flutuar por aí abaixo e pontes levantadas [pela água]”, contou Cameron Hayes ao jornal The Age. Muitos habitantes salvaram a vida fugindo para os telhados ou subindo a árvores.

A água foi ganhando força à medida que descia o vale Lockyer, famoso pelas suas hortas, arrastando tudo à passagem. O maior impacto atingiu a vila de Grantham, que o Herald Sun descrevia como o “Ground Zero” das cheias de Queensland. Esta tarde, a polícia encontrou o corpo de uma mulher e dos seus dois filhos dentro de um carro, um dos muitos lançados para fora das estradas.

As autoridades montaram uma enorme operação de busca, mas ao final do dia havia ainda 78 pessoas desaparecidas, 15 das quais há poucas esperanças de encontrar com vida. “Temos muitos dias sombrios pela frente”, admitiu a primeira-ministra australiana, de visita à região.

Os dez mortos já confirmados juntam-se às 11 vítimas das cheias que há mais de um mês atingem Queensland, alagando uma área superior aos território da França e Alemanha. Aos enormes prejuízos – 13 mil milhões de dólares australianos (10 mil milhões de euros) – somam-se agora o risco de doenças, transmitidas pelos mosquitos que se multiplicam na área.

Os meteorologistas atribuem as chuvadas, após anos de seca na região, à combinação do La Niña (fenómeno que ciclicamente arrefece o ar na região do Pacífico) com as temperaturas anormalmente altas da água do mar. Isto “significa que há muito mais humidade a evaporar-se”, explicou David Karoly, da Universidade de Melbourne.
http://publico.pt/Mundo/brisbane-a-espera-de-cheias-assustadoras_1474742
 

AnDré

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22 Nov 2007
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Caneças (300m) / Várzea da Serra (900m)
Austrália
Reconstrução da cidade australiana de Brisbane vai demorar anos


As cheias transformaram a cidade numa “zona de guerra”.

Os habitantes de Brisbane, a terceira maior cidade da Austrália, assistiram ontem ao nascer do Sol a um espectáculo desolador: a sua cidade foi devastada pelas inundações que afectam todo o estado de Queensland. Nas zonas habitadas onde o palco era dominado por dezenas de milhares de edifícios agora existem grandes lagos lamaçentos.

"Parece uma zona de guerra... tudo o que vi foram telhados. E por debaixo de cada telhado está uma história de horror", afirmou Anna Bligh, primeira-ministra da região, visivelmente chocada depois de ter efectuado a primeira visita de inspecção à cidade. Esta responsável adiantou que "estamos a enfrentar um esforço de reconstrução que será das mesmas proporções dos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial", devendo demorar vários anos até que a cidade recupere do desastre.

Económico


Águas subiram 4,46 metros acima do nível normal
O pior das cheias já passou em Brisbane, mas a reconstrução vai demorar


Brisbane despertou esta quinta-feira das piores inundações dos últimos anos. A terceira cidade australiana foi transformada numa “zona de guerra” mas o pico das inundações já terá passado. Morreram pelo menos 15 pessoas.

Brisbane foi transformada em telhados rodeados de água lamacenta Brisbane foi transformada em telhados rodeados de água lamacenta.

Eram 5h30, ainda 19h30 de quarta-feira em Lisboa, quando as águas do rio Brisbane atingiram 4,46 metros acima do nível normal. “Queensland desperta esta manhã do pior desastre natural da nossa história”, disse aos jornalistas Anna Bligh, governadora deste estado australiano. “Três quartos do estado foram devastados pelas águas e agora temos pela frente uma reconstrução com proporções de pós-guerra.”

Pelo menos 11.900 casas ficaram completamente inundadas, 14.700 estão parcialmente submersas na cidade de Brisbane, adiantou o presidente da autarquia local, Campbell Newman. Um homem de 24 anos morreu depois de ser arrastado pelas águas quando ia verificar se a propriedade do seu pai tinha sido destruída e a estação australiana ABC noticiou ainda outras duas mortes nas horas em que as chuvas foram mais intensas, o que aumenta para 15 o número de mortes causadas pelas inundações desde segunda-feira. Dezenas de pessoas continuam desaparecidas.

Brisbane, onde vivem cerca de 2 milhões de habitantes, tinha-se preparado para as piores inundações dos últimos tempos. Muitos habitantes foram retirados das suas habitações nos dois dias anteriores ao auge das cheias e esta quinta-feira Anna Bligh alertou para a possibilidade de algumas não poderem regressar a casa. “Penso que devemos preparar-nos para isso. Muitas pessoas vão voltar a casa e descobrir que esta já não é habitável”.

As imagens aéreas mostram telhados envoltos em água lamacenta. “Só vemos os telhados, e debaixo de cada um desses telhados haverá uma história do horror”, disse a governadora de Queensland à Reuters. As inundações atingiram também 35 subúrbios da cidade de Brisbane, mas as águas acabaram por não subir tanto quanto fora previsto pelos serviços meteorológicos.

Aos poucos, as autoridades vão procurando restabelecer alguma normalidade. O aeroporto de Brisbane manteve-se aberto, apesar de os passageiros serem aconselhados a confirmar a viagem e de haver poucos transportes públicos para os encaminhar.

O mayor Campbell Newman lançou um apelo aos habitantes: “População de Brisbane, hoje quero pedir-lhes para ajudarem a vossa comunidade. Se as águas descerem o suficiente, quero equipas a fazer limpezas em toda a cidade”. Essas limpezas, disse, ainda vão demorar algumas semanas. “E a reconstrução demorará ano e meio a dois anos.”

Muitos habitantes deslocaram-se de barco pelas ruas inundadas, e numa dessas embarcações seguiam Brenton, Dwayne e Chris, para ver como tinha ficado destruída a sua casa. “Salvámos os papéis, os diplomas, os passaportes e a televisão grande”, contou Brenton, de 23 anos, à AFP. “Como é que íamos ver os jogos de cricket?”

Um grupo de ciclistas já se aventurava esta quinta-feira por estradas cobertas por mais de um metro de água e um deles, Aaron Lewis, explicou porquê: “O meu pai tem 68 anos e tirou aqui mesmo fotografias das cheias de 1974, agora queremos comparar.”


Público
 

stormy

Super Célula
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7 Ago 2008
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Lisboa
Situação de risco para os Neo Zelandeses, á medida que um cavado a W com uma depressão associada, transporta um fluxo Tropical instavel de N, no qual se integra o ciclone Zelia.

Nas proximas 30-40h o sistema tropical Zelia deverá rumar para SE enquanto vai enfraquecendo....apesar disso deverá atingir a zona W/NW da ilha norte como TS, procedento á transição extratropical enquanto cruza o extremo norte da ilha do sul á medida que interage com a depressão a SW e com o cavado em altura.

Uma situação muito interessante, especialmente na ilha norte e extremo norte da ilha do sul nos proximos dias....:w00t::)
 

Gerofil

Super Célula
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21 Mar 2007
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Estremoz (401 metros)
Ciclone avança na direção das terras alagadas da Austrália

Um ciclone tropical avança em direção ao nordeste da Austrália nesta segunda-feira, levando à retirada de moradores e a novo aviso das autoridades, informando que a tempestade poderia ser a pior que a região inundada já viu.
Os ventos do ciclone Yasi chegaram a 102 km por hora. Espera-se que ele atinja a costa do estado de Queensland na quarta ou quinta-feira como uma feroz tempestade de categoria 4, com ventos de até 260 km por hora. A tempestade pode despejar até um metro de chuva em algumas comunidades já saturadas de meses de alagamento, disse a premier de Queensland, Anna Bligh.
- Este é um evento que temos que levar a sério - disse Bligh. - Pode muito bem ser um dos maiores e mais importantes ciclones que nós já tivemos de lidar
Yasi deve chegar a Queensland poucos dias depois de outra tempestade tropical atingiu o estado. O ciclone Anthony atingiu a costa de manhã cedo e rapidamente se enfraqueceu, com ventos a partir de 130 km por hora. A tempestade arrancou árvores e derrubou linhas de energia em algumas áreas, mas poupou as comunidades de qualquer dano maior.

O Globo
 

romeupaz

Cumulus
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5 Set 2008
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Leiria (76 m)
Que monstro... está a chegara a terra precisamente AGORA

Comparado com o continente americano
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e com o Katrina
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fonte: http://www.news.com.au/breaking-new...around-the-world/story-fn7ik2te-1225998762870
 

vinc7e

Nimbostratus
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30 Nov 2008
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Vila Verde
Ciclone Yasi atinge população da costa norte da Austrália
A cidade de Innisfail, do estado de Queensland, é a primeira a ser atingida pelos ventos com cerca de 300 quilómetros por hora. Um cenário de casas sem telhados e de árvores caídas lança o pânico entre a população.

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A jornalista Rute Fonseca faz o ponto de situação do ciclone que assola a Austrália

Os ventos de 290 quilómetros por hora do ciclone Yasi atingiram o norte de Queensland por volta das12h00, sendo a cidade de Innisfail uma das primeiras a ser atingida pelas fortes rajadas.
A polícia australiana dá conta de um cenário com edifícios danificados, telhados arrancados pela força do vento, quedas de árvores e muitos vidros partidos. O pânico está instalado entre a população.
O ciclone está agora em Townsville, considerada a segunda maior cidade do estado de Queensland.
Pela manhã, na zona costeira de Cairns, mais de nove mil pessoas foram obrigadas pelas autoridades a deixar as suas casas. Muitas delas dirigiram-se ao aeroporto, agora temporariamente encerrado, para tentar apanhar um voo.
Também na cidade de Townsville o aeroporto está encerrado. Apenas uma pista se encontra aberta para os serviços de defesa e de emergência.



Ao longo do dia, a rádio local de Queensland, ABC, tem ouvido pessoas que estão retidas nas suas residências. Um dos ouvintes relata que o «telhado da casa voou e o barulho é ensurdecedor».
O estado de alerta máximo foi declarado para a costa de Queensland, onde pelo menos 20 mil pessoas foram para centros de emergência. E devido ao avançar do ciclone Yasi, as operações de evacuação tiveram de ser canceladas.
De acordo com Grupo de Gestão de Catástrofes de Townsville, a situação piora a cada hora que passa. Os meteorologistas australianos, entretanto, já avisaram que as próximas horas vão ser «terríveis».

TSF
 

Gerofil

Super Célula
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21 Mar 2007
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Estremoz (401 metros)
DARWIN (Austrália): Mais 600 mm de precipitação em dois dias e meio

Regional towns in Australia's Northern Territory are under threat, as rivers and dams reach capacity in the wake of Cyclone Carlos. After causing extensive damage to roads and homes across the region, Darwin residents breathed a sigh of relief yesterday when the category 1 storm weakened to a tropical low and moved south west. Council staff worked to clear roads and footpaths of fallen trees and debris.
But as the Territory's capital began the recovery and clean-up, Darwin River Dam reached peak capacity. The NT Emergency Service said excess water was now going over the spillway, inundating a few homes in low-lying areas. "This evening's high tide will increase the potential for residences in these areas to suffer flooding or inundation," a NTES spokeswoman said.
Residents are not being forced to evacuate, but they have been advised to decide now about moving if they have concerns for their safety. The Adelaide River, about 120km south of Darwin, had risen almost 4m in just a few hours to 11.2m.
NTES crews have flown out to Darwin River Dam, Adelaide River and the Daly River to assess the potential threat of flood and assist residents. More than 600mm of rain fell across the Top End in two and a half days, as winds of up to 100km/h brought down powerlines and trees.

- Independent, AAP

Fonte: nzherald.co.nz
 

Mário Barros

Furacão
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18 Nov 2006
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Cavaleira (Sintra)
Tromba de água gigante filmada na Austrália

Uma equipa de reportagem de uma televisão australiana captou as imagens impressionantes de uma tromba de água a varrer o mar ao largo da costa leste do país.

O fenómeno meteorológico é relativamente raro e assemelha-se a um tornado, embora mais lento - no interior da coluna de água os ventos atingem "apenas" 100 kms/hora.

Estas colunas de chuva formam-se quando o vento frio se encontra com a água quente do mar.

Visão

 
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